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domingo, 30 de julho de 2017

Tal Pai, Tal Filho

Daisy era bebê de colo quando sua mãe solteira caiu no mundo e a deixou para os avós criarem. Nada mais justo, pois indiretamente o avô foi o responsável por aquela gravidez.
O avô trabalhava para a família do prefeito há décadas, já era a terceira geração daquele clã no poder. O aposentado era um faz tudo, além de puxa-saco. Na época em que Daisy tinha apenas 10 anos, o avô a levava para o trabalho que supostamente fazia na casa do prefeito durante algum dia da semana quando a dona da casa não estava presente. Além de primeira dama da cidade, a mulher também era funcionária do gabinete do marido e remunerada pelos cofres públicos. Vez ou outra ela dava o ar da graça na prefeitura para justificar o dinheiro pago pelo contribuinte.
A neta passava a tarde brincando com Paulinho, um garoto de 15 anos e filho do prefeito. O meninão a levava para jogar videogame em seu quarto. No final do dia o avô recebia um dinheiro extra das mãos do garoto; era uma gratificação pelo serviço avulso prestado. No caminho de volta para casa ele agradava a neta lhe comprando sorvetes, doces ou brinquedos.

A rotina se estendeu por quase três anos. A menina não era mais uma criança, seu corpo de mocinha estava desenvolvido, assim como o rapaz, ele já era um homem.
A brincadeira virou paixão, pelo menos para a garota, seu coração adolescente transbordava de amor pelo rapaz que a tratava como namorada somente na privacidade do seu quarto. Falava que os pais dele a proibiriam de frequentar a casa se soubessem do namoro. A cada novo encontro ele prometia que casaria com ela quando fossem maiores.
O namoro escondido estava com os dias contados, Daisy sofreu um baque quando soube que ele estava de viagem marcada para os Estados Unidos. Ela temia que ele a esquecesse durante os anos que ficasse fora cursando uma universidade. O jovem a tranquilizava dizendo que em sua volta já seria dono do seu nariz, estaria formado e ninguém poderia impedir o casamento deles. A menina acreditou, disse que esperaria, pois o amava mais que tudo na vida. 

Cinco anos depois

Daisy se transformara em uma moça bela e atraente, cobiçada por jovens e adultos, porém ninguém provou de seu beijo e carinho durante o período de espera, ela se guardou para o seu amor.
Paulo retornou com o seu diploma universitário, estava mais maduro, até aí normal, concluiu a jovem, mas estava bem diferente daquele rapaz simpático e carinhoso de antes, havia uma prepotência em suas atitudes. Durante aquela primeira semana ele foi frio e a evitou em diversas oportunidades. A desculpa era que ainda estava se readaptando e acertando uns negócios com seu pai que cumpria o seu segundo mandato como prefeito.
Em uma conversa rápida com a moça, em um encontro casual na praça, ele a convidou para uma balada na capital do estado (cerca de 120 Km dali). Naquele sábado aconteceria uma festa na praia.
Durante a noite tudo estava perfeito para Daisy, a festa e o carinho de Paulo a tratando como uma princesa. Depois do show principal ele a convenceu de passarem o resto da noite em uma pousada antes de pegarem a estrada de volta. Ela sabia o que aconteceria no quarto, e estava feliz, pois se guardara para ele durante os últimos anos. Alimentava a esperança de fortalecer a relação durante aquela noite, ela o amava e tinha a certeza de em breve ser assumida como sua namorada e posteriormente como sua mulher.
“Nós continuamos dançando no interior da pousada ouvindo a música que vinha da praia. Levantei meus braços para ele tirar minha blusa, depois meu sutiã, acariciou meus seios e entre um passo de dança e outro minha saia chegou ao chão. Na sequência ele se despiu feito o The Flash e segundos depois estava montado sobre mim, foi só o tempo dele arrancar a minha calcinha. Fiquei refém de suas vontades e obediente aos seus comandos. Ele me penetrou pela frente me pegou por trás, inundou-me com seu sêmen e depois de satisfeito dormiu profundamente.
Demorei a pegar no sono, fiquei curtindo nossa primeira noite, apesar de que não teve o romantismo que eu imaginei durante os anos de espera, no entanto estávamos juntos e isso me fazia um bem danado. Continuei imaginando como seria minha vida ao lado dele e fiz planos para um futuro próximo enquanto ouvia os seus roncos.

Acordei quando o sol já ia alto. Estava sozinha na cama e no quarto. Encontrei um bilhete que dizia: ‘Tive que correr para casa, pois não posso perder o almoço com minha família. Dentro do envelope tem um dinheiro pra você pela noite de diversão e também para pegar o ônibus de volta. Quando der para a gente se ver novamente eu peço para o teu avô lhe avisar.’

— FILHO DA PUUUTAAA!!!
Depois do meu grito de indignação e choro desesperado, comecei a arquitetar o meu plano de vingança.
Alguns dias depois já havia vendido meu celular e várias miudezas, mas ainda era pouco para o que eu tinha em mente. O cafetão do meu avô recebeu seu pagamento mensal no dia anterior, era quando ele tinha mais dinheiro em casa… E eu sabia onde ele guardava.”

***

A motocicleta invadiu a calçada, acelerou rápido e atingiu o rapaz o arremessando metros à frente. A vítima rolou várias vezes antes de ficar inerte sobre o asfalto. O condutor do veículo perdeu o controle da máquina que ziguezagueou e tombou. Apesar do capacete e jaqueta de couro masculina, era perceptível que se tratava de uma mulher. Após se recompor do tombo ela saiu acelerando a milhão enquanto os curiosos se aproximavam para socorrer o acidentado, Paulo, filho do prefeito.

— Moça, acorda! Chegamos.
Daisy acordou em pânico, era a quinta vez que o sonho se repetia e era tão real como se revivesse o acontecido de dias atrás. Seu ônibus acabara de chegar ao terminal rodoviário do Tietê em São Paulo. A jovem foi acordada pelo passageiro ao lado, estava exausta, pois praticamente não dormira nos dias posteriores ao acidente que deu novos rumos à sua existência. Desembarcou com o desejo de deixar todo o seu passado para trás e começar um novo ciclo em sua vida. Ainda não sabia se Paulo estava vivo ou morto após ela propositalmente o atropelar com a moto do seu avô. Se livrou da motocicleta, capacete e jaqueta jogando ao longo de um rio nos limites da cidade. Só com uma mochila nas costas ela pegou caronas até chegar em João Pessoa-PB, comprou uma passagem e embarcou no ônibus para São Paulo.
Ela não tinha com quem contar, o dinheiro que conseguiu trazer daria para pouco mais de um mês caso ficasse em uma pensão barata.

Continua…

Beijos Queridos Amigos, Até a Próxima!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Preço da Fama

Era uma baladinha para menores de 11 a 17 anos regada a sucos refrigerantes e sorvetes, porém o proibido é mais gostoso e sempre tem uma turminha do mal que consegue entrar com bebidas mais fortes e alguns outros baratos que ligam. Foi nessa balada que eu conheci o Albert, um fotógrafo gringo que fazia trabalhos para uma grife famosa de roupas voltadas ao público jovem. Ele se infiltrou naquela discoteca para adolescentes a pedido do seu chefe. O homem o incumbiu de encontrar talentos anônimos e a preferência era para meninas bonitas, desinibidas e cheias de energia. As interessadas teriam que participar de um teste de seleção para poderem ingressar na nova equipe de modelos da agência.
Fiquei super animada com a possibilidade de conseguir o meu primeiro emprego em uma área que eu amava. Combinamos de eu ir até o estúdio fazer um teste fotográfico que aconteceria no dia seguinte (sábado), próximo dali, em São Caetano mesmo. 


***

Por detrás de sua câmera ele me observava. Acenou positivamente com a cabeça quando segurei e puxei de maneira bem delicada a tira da tanga do biquíni. Continuou dando cliques contínuos e registrando cada movimento do meu corpo. Voltei meu olhar para a lente como se quisesse seduzi-la oferecendo meus lábios molhados e levemente separados. Senti-me incrivelmente sensual.
Depois de uma infinidade de cliques ele sorriu parecendo estar satisfeito. Fiquei feliz, minha performance foi do seu agrado, conclui.
— Maravilha Kamila, perfeita — você entendeu direitinho qual era a pegada — enalteceu o fotógrafo.
Entre mais alguns elogios ele mostrou-me as fotos em seu notebook.
Estava finalizado o meu teste fotográfico, aguardei junto com outras duas meninas que estavam na baladinha e assim como eu foram convidadas a fazerem o teste.
Nós três fomos aprovadas e seríamos modelos de uma linha de trajes de banho para a coleção do próximo verão.
Fomos convidadas a conhecer a mansão e o dono da confecção (nosso futuro patrão) naquela mesma tarde. Foi exigido que tudo ficasse em segredo até nossos pais assinarem o contrato que receberíamos no final do dia.
O casarão era um luxo só, além das bebidas liberadas também para menores, ainda tinha uns estimulantes a mais para enlouquecer. O chefe era um cinquentão bem charmoso e havia mais dois coroas no local que eram o sócio e o advogado, segundo eles.
Os negócios foram deixados para o final, o chefe queria ver se nós, o trio de meninas, era animado, pois a coleção de verão exigia alegria.
Depois de um bocado de diversão com música, bebidas e alucinantes, começou uma sessão de fotos e vídeos para descontrair.
A descontração foi além da conta devido a tudo que nós ingerimos (ou que nos fizeram engolir). Não lembro de ter concordado que o coroa me despisse, nem que tocassem o meu corpo em dois e até três de uma única vez. Mas recordo de ter curtido as bocas e línguas agitadas em minhas partes íntimas enquanto estava esparramada em um dos sofás daquela sala enorme. Lembro também do riso histérico misturado com choro das outras meninas transando com os outros dois coroas pervertidos.
Eu apaguei e acordei em minha cama na manhã seguinte. Não sei como cheguei em casa, pois ainda estava chapadona, morrendo de enjoo e dor de cabeça.
Na segunda feira, quando voltamos à agência para o nosso primeiro dia de trabalho, não existia mais nada no local, eram salas vazias com placa de aluga-se. Os números de telefone também não atendiam. Voltamos ao casarão… Estava vazio e ninguém morava lá há meses segundo o corretor da imobiliária. Havia uma placa de vende-se que com certeza não estava lá no sábado. Tudo não passou de um golpe.
No dia seguinte ficamos devastadas ao recebermos por e-mail as nossas fotos e vídeos com imagens de nudez e sexo explícito que já circulavam em um site pornográfico. A cena em que eu estava deitada de costas no braço do sofá, com as pernas abertas e levantadas e aquele tiozinho escroto bombando na minha bunda, doeu mais em mim ao assistir do que no real momento da transa, uma vez que eu nem me lembrava dessa parte. Eu teria que rezar muito para que aquelas imagens não chegassem até pessoas próximas a mim, ou então eu estaria realmente fodida, pois não parecia um abuso e, sim, uma suruba consentida.

Fim

Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Dia de Reis, Tarde de Rainha

Interior do RN, quase Paraíba. O dia era 06 de janeiro. Eu e minha mãe passamos uma semana daquelas férias na casa dos pais do namorado dela (ele, o André, ainda não era o meu padrasto).
O sol começava a raiar quando eu cheguei de uma festa em comemoração ao dia de Reis. Minha mãe, o André e seus familiares estavam saindo para passarem o dia em uma praia a 80 km dali. Eu fui dormir depois de ouvir um montão da minha mãe.
Acordei perto do meio dia molhadinha de suor, fazia um calor da porra. Tomei um banho frio (mesmo porque não tinha um chuveiro aquecido) e sai do banheiro com o corpo propositalmente molhado para atenuar a sensação de calor.
Em minha casa era só eu e minha mãe, então normalmente andava nua. Faria o mesmo ali, estava sozinha e a sensação térmica remetia ao inferno. Sem um condicionador de ar, ficar pelada era um jeito prático de suportar os 40 graus.
Caminhei até a cozinha e coloquei duas pedras de gelo em um copo com água, depois aproveitei o gelo para tomar um gole de vermute. Liguei a televisão só para quebrar o silêncio e me acomodei no sofá bebericando meu drink.



Depois do último gole fui à cozinha abastecer o meu copo e ver o que tinha para comer. Belisquei um pedaço de frango assado enquanto dançava ao som de uma música animada que vinha da TV… Quase engasguei com o frango ao ouvir palmas logo atrás de mim.
Era o sobrinho do meu futuro padrasto, um gato galego de uns vinte e poucos anos. Conheci o danado, sua esposa e o bebê de 2 anos no dia anterior e em outra situação inusitada: eu estava na casa dele, um quarto, sala e cozinha ainda em construção, experimentava umas roupas que a mulher dele vendia para ajudar nas despesas. O cara chegou da rua sem se fazer notar e entrou no exato momento em que eu tirava a blusa e ficava de peitos de fora.
Enfim, fiz o mesmo que no dia anterior em sua residência, porém desta vez a esposa dele não estava presente para interromper um clima que começava a rolar. Cobri minhas partes com mãos e braços.
— Caraca! Será que você sente o cheiro de mulher pelada?
— Acho que só o seu.
— É o que parece, duas vezes em dois dias é demais — dá licença que vou me trocar no quarto — falei enquanto tentava passar por ele.
Como todo bom safado ele disse que não precisava, pois eu estava linda assim. Eu sorri e depois falei que por mim eu continuaria à vontade, estava morrendo de calor, mas se chegasse mais alguém eu não teria como explicar minha nudez ao lado dele.
Voltei cinco minutos depois com uma roupa leve. Ele já havia se servido de uma bebida.
— Pensei que você tivesse ido com o pessoal. A sua mulher foi com o bebê.
— Eu sei, trabalhei até agora no mercado e vou de moto — vem comigo.
— Tá doido! Estou cansada de sol escaldante e água salgada.
Fui em direção ao fogão e perguntei se ele queria comer antes de ir.
— Claro, você é tudo que eu quero.
— Não foi isso que eu quis dizer seu safado, falei olhando pra ele. Depois virei e murmurei:
— Mas até que não é má ideia.
Ele partiu para o ataque me abraçando por detrás, confessou seus desejos por mim, lambeu minha orelha e beijou meu pescoço. Eu virei sem dizer nada e nos beijamos, nos esfregamos e o tesão foi a milhão. Virei novamente com a intenção de ir para a sala. Ele me abraçou colando em minha bunda, levantou a minha blusa e tocou os meus seios os massageando. Seu corpo impulsionou o meu à frente, foram alguns passos até eu apoiar minhas mãos sobre a mesa e ficar de bunda arrebitada curtido suas mãos deslizando por dentro de minha minissaia e descendo a minha calcinha. Olhei para trás ansiosa e cheia de desejos… Ele acabara de descer sua bermuda, era tamanha sua ereção que seu pênis parecia pulsar. Suspirei ao senti-lo se encaixar em minhas pernas entreabertas e penetrar minha vagina superúmida. Ahh! Impossível descrever a sensação de sentir tudo aquilo me invadindo sem pedir licença. Ao viver essas loucuras eu ignoro o mundo ao redor e aproveito cada segundo de prazer como se fosse o último.
Entreguei-me de corpo e alma ao momento curtindo suas mãos firmes em minha cintura e suas estocadas vigorosas que levaram-me aos céus.
Ele acabou comigo me deixando pelada e arriada sobre o sofá, fiquei anestesiada com um sorriso bobo de quem estava satisfeita após uma tarde de pura magia. Minha última lembrança daquele encontro foi o de ouvir ele dar a partida na moto e depois o som do motor se afastando. Na sequência apaguei e dormi um soninho gostoso.


Beijos queridos amigos, até a próxima.
 

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