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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Capítulo 2 - Carlos

Após estar instalada em meu quarto, tomei um banho de banheira, demorado e relaxante. Tirei das malas somente as roupas que usaria de imediato e nos próximos dois dias. Já era noite, iria até à recepção para guardar a maior parte do meu dinheiro no cofre do hotel, guardaria nove dos dez mil dólares. Ficaria com os mil dólares restantes e com meu cartão pré pago para as despesas dos primeiros dias.
Minutos depois a minha grana estava em local seguro, aproveitei a ausência de hóspedes naquele momento e bati um papo com o recepcionista que gentilmente atendeu-me. Fui informada dos locais onde poderia fazer saques de dinheiro, outros onde poderia enviar valores para o brasil quando houvesse a necessidade, lugares onde comprar chip de celular, dicas de transporte público entre outras coisas.


A noite estava agradável e uma brisa morna convidava para um passeio e uma refeição fora do hotel. Usaria uma dica importante naquele momento, era de onde poderia comer bem e pagar barato, estava morrendo de fome. Saí para conhecer a vizinhança, senti-me segura e nem lembrava mais dos meus problemas no Brasil.
Os restaurantes de Miami, cubanos e mexicanos principalmente, têm uma variedade de pratos saborosos com bons preços e porções generosas, quase um exagero: Salmão grelhado, espeto de camarão, purê de batata e salada de folhas, tomate e legumes. Se continuar comendo assim ganharei uns quilos a mais rapidamente.

Dei uma caminhada pelos arredores após meu jantar farto, comprei um chip por 90 dólares para o meu smartphone, com direito a ligações internacionais, locais e internet ilimitada durante um mês. Poderia ficar conectada e usar as redes sociais para fazer contatos e buscas. Ainda usaria como GPS.
Na volta para o hotel comprei duas caixinhas de doces sortidos e deliciosos, dei uma para o meu colega da recepção e aproveitei a oportunidade para tirar uma dúvida que tive durante meu passeio minutos atrás. Queria saber se eu poderia receber a visita do Carlos em meu quarto e se ele poderia tomar café comigo ali no hotel. Ele disse que mediante o pagamento de uma taxa, eu poderia beneficiar-me de alguns serviços, inclusive os de receber visitas no quarto até às 22h e ter convidados no café. Eu paguei a taxa e pedi para ser avisada quando minha visita chegasse pela manhã.Fui para o meu quarto e só então senti o cansaço da viagem, era quase 1h da manhã quando deitei e apaguei.

No dia seguinte acordei com o som do telefone, era da recepção alertando-me da chegada do Carlos. Autorizei que ele fosse ao meu quarto. Excepcionalmente eu estava vestida com um conjuntinho de short e blusa, geralmente eu durmo pelada. Levantei rapidão e passei uma água no rosto e dei uma ajeitada nos cabelos, foi o tempo suficiente para ouvir o toque da campainha do quarto. Passava bastante das 8h, pedi desculpas, pois eu já deveria estar pronta para sairmos. Ele disse para eu relaxar, era domingo e não tinha pressa, a gente tinha o dia todo pela frente. Acomodou-se na poltrona enquanto eu fui para o banho.
Minutos depois sai do banheiro vestida apenas com a toalha, fui até o mini closet pegar a roupa que havia separado.
— O que foi? — perguntei com uma expressão de sorriso e dúvidas, pois ele me olhava de uma maneira enigmática.
Ele não respondeu, fez cara de quem estava com más intenções... Na verdade, eu diria que eram boas intenções. Levantou e caminhou em minha direção sem dizer nada, acariciou meus cabelos, segurou em minha nuca e beijou-me. Eu sonhei com este momento durante a noite toda e durante meu banho. Entreguei-me sem a menor resistência aos seus carinhos e deixei-me conduzir até a cama.
Acomodou-me deitada na lateral do leito, minhas pernas ficaram para fora. Ele abriu lentamente a minha toalha e ficou estático apreciando a minha nudez. Eu estava à milhão ansiando por ele dizer ou fazer algo. Sua voz saiu com a mesma intensidade do brilho do seu olhar:
— Moça, você é perfeita. Ainda estou pensando se não seria pecado tocar em algo tão angelical.
— Nem pense em rezar agora, eu quero pecar com você, Carlos — falei agoniada. Queria ser tocada, violada, humilhada, enfim, permitiria tudo para poder fazer amor com aquele homem tão sexualmente atraente.

Ele ajoelhou sobre o tapete, acariciou minhas coxas, beijou-as depois e continuou beijando até chegar em minha virilha... Deus! Eu não aguentava mais o desejo de ser tocada em meu sexo... Ah! sua boca deslizou beijando meus grandes lábios, pequenos, e minha fendinha foi penetrada por sua língua, Jesus, quase tive um treco de tanto tesão.O tempo passou, não sei quanto, estava deitada de bruços e sendo golpeada por trás. Perdi a conta dos orgasmos que tive, porém já era o segundo preservativo que ele tirava cheio de sêmen.
Após um descanso para que nossa respiração voltasse ao normal, fomos para o banho. Não, não tinha acabado ainda, senti meu corpo flutuar após sentir sua ejaculação e a pulsação do seu membro alojado bem no fundo de mim. Sentia-me segura sendo sustentada pelos braços do moreno chocolate, másculo na verdadeira acepção da palavra. Em pé, ele prensava-me na parede deliciando-me com vigorosas estocadas. No final, ele acomodou-me deitada na banheira e banhou-me como se eu fosse uma recém nascida, visto que eu estava finalizada e toda molenga. Eu amei tanto carinho e só conseguia sorrir fazendo carinha de boba ouvindo ele falar comigo como se eu fosse um bebe.

Continua...


Beijos queridos amigos, até o próximo Capítulo!

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