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sábado, 28 de novembro de 2015

Festa de 15 Anos

Minha amiga Yasmin era tecnicamente virgem; sua primeira e única experiência sexual aconteceu na semana em que completou 15 anos. Naquela ocasião, ela cursava o primeiro ano do ensino médio e namorava um carinha da mesma sala. Porém dias antes, ela se deixou envolver pelo pegador do momento daquele colégio, um gato do terceirão. Ela queria ficar disponível, então pediu um tempo para o seu namoradinho. A garota estava deslumbrada com o assédio do Don Juan brasuca. Não foi difícil para ele a seduzir, já que os hormônios da amiga estavam a milhão e deixar de ser virgem era quase uma obsessão, ainda mais com aquele gato que era disputado como um troféu pela maioria das novinhas daquela escola.

Durante a semana seguinte o casal adolescente ficou aos beijinhos e alguns amassos mais calientes: eram mãos que invadiam o interior da camiseta e massageavam o seio nu de mamilos entumecidos. A retribuição vinha a seguir com dedos delicados se esgueirando pela braguilha aberta do jeans, deslizando por dentro da cueca e segurando um pinto rígido e morno.
A libido aumentou exponencialmente a vontade da novinha de transar. Tudo acontecia naturalmente no interior do colégio, como se putaria fosse uma das disciplinas ministradas naquela instituição de ensino.

Na quinta-feira tudo ficou previamente combinado em detalhes, eles ficariam no sábado, dia da festa de debutante que aconteceria em um clube juntamente com outras aniversariantes.

Chegou o grande dia e enquanto o evento rolava a amiga não conseguia disfarçar o sentimento de orgulho por ter vencido uma espécie de batalha entre as meninas. Ela brincava com a imaginação e interpretava o papel de uma noiva em sua festa de casamento.

Suas palpitações aumentaram com o passar das horas. Ela saboreou cada instante daqueles momentos de diversão e fantasia na companhia do seu "príncipe encantado", sentiu-se como em um conto de fadas. Restavam poucos minutos para o final da festa, seu coração acelerou quase a sufocando, visto que era chegada a hora de partir para a "Noite de Núpcias".
Final de evento e todos estavam saindo se dirigindo para suas residencias, inclusive os pais da Yasmin, contudo eles permitiram que ela fosse com o rapaz até sua casa para dar um beijo em seus pais, era aniversário de casamento dos mesmos e houve uma festinha familiar. A recomendação era que a garota voltasse para casa antes das 23 horas — eles teriam em torno de 40 minutos, tempo mais que suficiente para “dar umas com força” nesta idade.

O garoto havia pegado o carro emprestado de sua mãe e levou minha amiguinha para o parque que ficava próximo ao colégio. A molecada que não pode frequentar (ou pagar) motel ou Drive-in dá uns catas naquele cantinho escuro durante a noite.

Na hora H pintou um medinho na garota e ela se retraiu, mas o gato era bom de papo e a Yasmin cedeu aos seus pedidos e carícias. Ela ficou sem graça por ser sua primeira vez, contudo também estava a fim dele e se entregaria naquela noite, naquele parque e no banco traseiro daquele carro.
— E vocês usaram preservativo?
— Claro, né, Mila.
Esclarecida a minha dúvida, a amiga continuou contando:
Mesmo querendo muito, na hora eu travei, visto que não foi bem assim que imaginei ser minha primeira vez. Não fizemos amor, aquilo foi quase um estupro com ele me deitando no banco de trás e quase rasgando a minha calcinha com seu desespero e pressa em me comer.
— Não rolou nem uma preliminar, tipo ele chupar você? — perguntei interessada.
— Não, fui eu que chupei aquele negócio, a pedido dele, quando ainda estávamos no banco da frente. Quando já estávamos no banco de trás, ele colocou a camisinha e veio pra cima de mim. Eu estava muito desconfortável e com medo, ele colocou minhas pernas abertas e para cima, apoiadas nos ombros dele. Tratou-me como se eu fosse uma puta, fiquei muito envergonhada e pedi que parasse quando tentou a penetração... Tarde demais, seu pinto invadiu minha vagina e aquela coisa parecia que me rasgava. Quando forçou o meu hímen eu senti arrependimento e desconforto, mas ele continuou forçando com estocadas longas e doloridas. Chorei de dor e não segurei um grito quando ele brutalmente foi todo pra dentro de mim.
Depois do grito e gemidos de quem estava ferida, momentaneamente parei de resistir e aceitei o que não tinha mais volta, acabara de perder minha virgindade. Ainda tentei relaxar e curtir os instantes mais íntimos que já tivera com alguém em minha vida, e a dor passou a ser suportável. Curti seu corpo sobre o meu e o odor suave que emanava dos nossos sexos... Aquilo tudo remetia a pecado e fez com que eu me sentisse mulher e superior às outras meninas do colégio. Ele soltou seu peso em cima de mim me dobrando e fez meus joelhos quase tocarem em meu rosto. Bombou seu pinto dentro de mim como se fosse um maníaco. Era um sentimento estranho, doía muito, mas era gostoso e não queria mais que ele parasse.
De repente senti um susto quando ele urrou como um bicho com o rosto bem próximo ao meu, até pensei que ele tivesse tendo uma convulsão, ao mesmo tempo algo aqueceu ainda mais a minha vagina, era a sua porra enchendo a camisinha. A seguir veio a decepção… Ele parou de mexer e saiu de cima de mim segundos depois. Fiquei muito frustrada. "Era só isso?" Pensei. Até que fiquei aliviada por ter terminado, todavia, eu queria que ele continuasse, pois comecei a sentir prazer e logo chegaria ao orgasmo.
Ele, com cara de predador que acabara de abater sua presa, ainda teve a cara de pau de perguntar se eu curti. Eu menti para poder sair dali o quanto antes, disse que curti, apesar de ter sentido dor.

— Ele me levou para minha casa. E foi assim que terminou o meu primeiro e último encontro amoroso.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

2 comentários:

  1. Eita Kamila!!! Muito, muito bom teu conto!!! Vale como dica pra não entrar em enrascada, não é mesmo? Ahhh Princesinha... Você é demais! Bela e incrível escritora e conselheira também!!! PARABÉNS!!!! Perfeito!!!

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    1. Nossa querido amigo, estava fazendo uma pequena revisão neste conto e só agora que vi o seu comentário. Como sou relapsa, me perdoe. Obrigada pelo carinho, comentário e atenção, beijão do tamanho do mundo para você, Edson!

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