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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Bacanal Beneficente

A Monique era uma das garotas mais experientes da agência, agia como se fosse nossa irmã mais velha, uma pessoa do bem e sempre disposta a ajudar. Conhecedora das minhas dificuldades atuais ofereceu sua ajuda para organizar um "chá de casa nova" um tanto diferente que me ajudaria a conseguir um monte de utensílios e coisas básicas para o apartamento que acabei de alugar. Outras três meninas se ofereceram para ajudar e participar.
A diferença neste "Chá", além de ser misto, era tipo um programa coletivo. Elaboramos uma lista de possíveis candidatos entre nossos clientes, de cara excluímos metade deles visto que a chance de participarem era zero ou quase. No final restaram dezoito nomes que julgamos estarem dispostos a encarar uma nova experiência sexual ou por terem tendências pervertidas. Em programas anteriores, um ou outro safadinho comentara ter participado de orgias, segundo minhas colegas.
Nós – as meninas – não ligamos para os clientes, éramos informadas dos detalhes do encontro e íamos para o local combinado, por isso não foi possível convidar todos os escolhidos, o tempo não foi suficiente visto que os convites foram feitos somente durante os programas que rolaram naquela semana. Cinco confirmaram presença e um deles indicou mais dois, acabamos fechando com sete homens. Levando em consideração a complexidade do negócio achamos que ficou de bom tamanho, foi além de nossas expectativas.
Demos duas opções a cada um dos participantes: receber uma lista com "trocentos" itens que teriam que comprar ou doariam o dinheiro e nós compraríamos. Evidente que todos optaram por dar o dinheiro. Achei muito melhor, odiaria ganhar um monte de coisinhas da loja de R$1,99 (brincadeirinha).
Um cliente fixo da Monique forneceu uma chácara para nossa reunião; distante 25 km do centro em um lugar reservado e com vários quartos e piscina. Tiramos parte do dinheiro para os comes e bebes, e os bebes seriam em pequena quantidade - álcool não combina com ereção e orgasmo - também reduziria a chance daquela cena ridícula em que um bebum chorão chama a mulher de vagabunda. Ninguém merece... rs.
Gel lubrificante, preservativos e toalhas também ficaram por nossa conta e trouxemos em abundância. O que me deu mais trabalho foi baixar dezenas de Fuck Music para compor a trilha sonora que embalaria nossos momentos de pegação.
Passava muito das 10h na manhã do domingo combinado quando os dois últimos convidados chegaram e trouxeram com eles mais um convidado de última hora, e uma piadinha masculina:
— Tirei o menino do Futebol e trouxe pra bater uma bolinha com vocês.
A Monique também é piadista e deu uma zoadinha no convidado que era bem novinho:
— Mesmo sendo colegial paga inteira, aqui não tem meia entrada. — Foram muitas gargalhadas, menos o menino, que deu um sorriso amarelo.
Ninguém era de ninguém neste "multiprograma", vale mencionar, que nós cinco (meninas) daríamos conta dos oito rapazes e não teria limite de transas, mas teria hora para acabar e seria hás 15h. Mesmo sendo um bacanal havia as regrinhas que são combinadas antes de qualquer programa, no entanto deixamos os rapazes realizarem uma ou outra fantasia.
Para mim também foi uma espécie de batismo, fiquei excitada e ao mesmo tempo com medo de não segurar a onda e, apesar de já ter transado com dois homens e também com casal, a princípio fiquei constrangida com o tamanho daquela orgia. Impressionante a espontaneidade das meninas agindo como se fosse normal treze pessoas se pegando ao mesmo tempo.

Minha primeira transa foi suave e gostosinha, transei com o menino novinho. Antes o pessoal se reuniu na sala para se conhecer e tomar um aperitivo enquanto apreciavam a dança maliciosa seguida de um strip-tease parcial de duas das meninas. Eu fiquei do ladinho do menino que visivelmente estava desconfortável naquele ambiente. Tentei fazê-lo relaxar com uns beijinhos e carícias, a Monique deu um toque para que eu o levasse para um dos quartos. Lá ele ficou mais à vontade assim que fechei a porta e ficamos livres de tantos olhares. Sentamos na cama e não banquei a profissional logo de início, esperei seu momento. Perguntei se ele tinha namorada, respondeu que sim. Quis saber se ele já fez com ela, ainda não tinha feito.
— Adoraria ser sua namorada, você é tão gatinho — falei esta frase acariciando sua nuca com as duas mãos e com meu rosto quase colado ao dele. Olhou em meus olhos e acariciou minhas pernas, falou que eu era muito linda e diferente das outras meninas, não parecia que eu era garota de programa. Em um sussurro perguntei:
— Quer namorar comigo? — e ofereci meus lábios.
A resposta foi um beijo longo, gostoso e cheio de tesão. Deslizei vagarosamente aos seus pés, tiramos sua bermuda junto com a cueca e lhe apresentei meu boquete... Não demorou muito para eu sentir as pulsações do seu pinto e o deixei gozar em minha boca. A seguir falei que agora era a vez dele, tirei meus sapatos e minha calcinha, deitei na cama de perninhas abertas e dobradas, meu vestidinho estava quase na cintura. Percebi de imediato que ele nunca tinha feito um oral e o orientei disfarçadamente, pedia para enfiar o dedo e dei a entender que gostava de ser tocada na parte superior da minha vagina, quando sua boca envolvia meu clitóris eu me contorcia fazendo pressão em sua cabeça para que sugasse forte, gemia e sussurrava:
— Ahh! Assim amor, aí mesmo, me chupa!
Parecia que eu era o ratinho do filme Ratatouille; agarrada em seus cabelos e o orientando.
O danadinho aprendeu rápido e quase gozei em sua boca. Segurei um pouquinho e fiquei peladinha, e ele também, seu membro latejava de tão duro, não desperdiçamos nem mais um segundo, o recebi por cima de mim e curti de montão um papai e mamãe delicioso. Meu gozo chegou rápido e intenso quase ao mesmo tempo em que ele bombou rapidão e gozou junto comigo... Geente! Isso é magia pura. Gemi bem vadiazinha curtindo seu pinto pulsando sem parar e os tremores do seu corpo que parecia estar eletrocutado. Ficamos quietinhos depois do momento mágico, deitados lado a lado com sorrisos bobos de satisfação. Fiquei cheia de ideias, porém... Droga! Fomos incomodados quando eu começaria a reviver aquele pinto novinho, estava doidinha para ter um anal com ele. O cara que o trouxe invadiu o quarto e falou em tom de brincadeira:
— Esta princesa não é só pra você filhão, tem uma fila lá fora esperando por este anjinho.
Ficou evidente no sorriso e expressão do garoto que ele ficou bem mais à vontade e seguro após o ato sexual, que imaginei ser sua primeira vez, no entanto ele deixou o quarto com uma carinha de ciúmes, após ver o homem acariciar meu corpo e a gente dar um selinho. Continuei com as atividades de auto impacto naquela cama, mas não curti muito este segundo cara, apesar de ter chegado ao orgasmo com sua pegada forte, porém foi apenas mais uma relação profissional.
Caraca mano! Outro cara veio e repetiu a mesma coisa sobre a fila de espera.
Deixei minha roupa no quarto e caminhei pelada e abraçada aos dois homens. Pedi um tempinho para ir ao banheiro e depois para beber e comer algo. O cara que ainda não tinha me comido grudou em mim que nem chiclete, mas eu nem ouvi direito os elogios ao meu corpo e as sacanagens que ele disse. Fiquei o tempo todo revivendo e curtindo a sensação dos momentos mágicos vividos no quarto, não com o homem, mas o da primeira transa com o gatinho.
Tive outras transas boas com outros caras, inclusive uma dupla penetração que me fez delirar, porém com o passar das horas eu já estava olhando no relógio a cada cinco minutos, estava tudo muito mecânico agora e não sentia mais prazer, além de estar toda dolorida e com o anelzinho arregaçado. Nestas situações não é bom ser a mais novinha e inexperiente, acho que todos me comeram pelo menos uma vez, inclusive uma das meninas que é Bi e me deu uns beijos e um chupão enquanto a gente se pegava com dois caras.
15h fim de jogo, graças a Deus! Eu não aguentaria nem mais uma passada de mão na xotinha, quanto mais uma trepada. Amei quando o menino disse que me curtiu muito e gostaria de me ver novamente. Respondi que também o curti de montão e ficaria feliz se voltasse a me procurar, dei-lhe meu cartão, e claro que era o da agência. Ele é muito delicinha, mas não estou à procura de namorado, só o encontraria profissionalmente e espero que tenha entendido.
Antes de cada um seguir seu caminho, fizemos um pacto de discrição e silêncio sobre o acontecido. Também ficamos de pensar no pedido dos rapazes para uma nova suruba... Quer dizer, um novo encontro.


Continua…


Beijos queridos amigos, até a próxima!

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