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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Dia dos Namorados

Frequentemente ocorre de cruzarmos o olhar com um desconhecido, a princípio temos a sensação de que já conhecemos a pessoa, porém frações de segundos depois e na maioria das vezes, percebemos que foi apenas impressão. Que bom que às vezes esta mesma situação propicia deliciosas sensações, tal como troca de emoções ou troca de desejos.
Situação semelhante ocorreu comigo dias atrás, não sei se a intensidade foi igual para ambos ou mais forte para um de nós. Era minha primeira semana a caminho do trabalho em um escritório de advocacia e imóveis. Acabara de entrar em um ônibus e fui fisgada pelo olhar de um homem. Naquele segundo, parecia que só nós dois estávamos naquele universo. Continuei caminhando e sentei distante dele, no final do ônibus. O coletivo ficou cheio e nem percebi quando ele desceu.
Voltei a encontrá-lo no mesmo ônibus outras vezes. O mesmo olhar aconteceu, não fiquei morrendo de desejos por aquele homem de uns trinta e poucos anos, alto, pardo e simpático, todavia não o expulsaria da minha cama em uma quarta-feira fria e sem graça.
Com o passar dos dias fui observando melhor meu "namoradinho do ônibus": Ele usava aliança na mão esquerda e descia um ponto antes do meu.
Certo dia fiquei surpresa ao vê-lo chegar ao escritório onde eu trabalhava. Ele estava acompanhado de uma mulher grávida, a mesma é amiga da minha patroa. Essa mesma mulher esteve aqui no início da semana negociando o aluguel de uma casa. Fiquei sabendo que era a esposa dele, isso logo após nós dois ficarmos espantados com nosso encontro, desta vez fora do ônibus, e disfarçarmos a emoção.
Da última vez que ela esteve aqui ouvi meio sem querer seu desabafo com a patroa, disse que esfriou sua relação com o marido, ele estava sem apetite sexual e as últimas vezes que tentaram a relação ele ficou impotente e acabou não rolando. Ela achava que o homem ficou assim porque casaram às pressas quando ela engravidou e foram morar na casa dos pais dela.
Eu achei estranho, pois ele parecia ser um bom amante e de aparência saudável. O safado me deixava nuinha e me comia inteira com seu olhar quase todos os dias dentro daquele ônibus. Acho que o problema era com ela; parecia ser um sargento, tipo estas mulheres robustas e fortonas.
Fui encarregada de levar o homem para ver a casa que iriam alugar, ele queria tirar medidas para não comprar móveis errados. Era perto e fomos a pé.
A residência estava sendo pintada e a grávida não quis ir, pois passou mal com o pó e cheiro de tinta quando esteve lá esta semana.
Pensei em aproveitar a chance e ajudar meu namoradinho do ônibus, estava disposta a bancar a "Viagra" e causar desejos no homem multiplicando sua libido, para que ele tivesse uma noite de sucesso sexual naquele dia dos namorados.
No caminho conversamos o suficiente para eu tirar algumas conclusões, ele disse que se arrependia de ter se envolvido com ela, a gravidez foi um acidente e que ele iria esperar o momento certo para pedir a separação.
Já ouvi tantas vezes esta conversinha. Homens só mudam de endereço, no entanto é tudo igual.
Chegando à casa, os homens trabalhavam na sala, fui mostrar o quarto para ele já que o mesmo estava pronto. Enquanto tirávamos as medidas ele começou com um xavequinho: Que era uma pena que a gente não tivesse se encontrado ainda em um happy hour, quis saber se eu namorava e o que faria naquela noite de dia dos namorados, etc.
Minha resposta foi que estava cheia de ideias, pedi para ele me emprestar 10 reais que eu daria para os dois pintores irem tomar um café, depois eu o reembolsaria. Meu plano era ficar sozinha com o homem.
Mesmo sem entender, ele me deu o dinheiro.
Já tinha uma amizade com os rapazes da pintura, dei a grana pra eles e pedi que fossem tomar um café enquanto o homem tirava umas medidas.
— E você vai querer o troco, Mila? 
— um deles perguntou ironicamente.
Respondi que não, desde que eles não tivessem pressa e que a patroa não ficasse sabendo. Eles ficaram contentes, disseram que ficaria entre nós e foram para o boteco.
Estava rolando um clima entre eu e meu amigo do coletivo. Percebi que ele era mais safadinho do que aparentava ser no busão.
Assim que os pintores saíram, fomos ver como estava o banheiro, ele entendeu minha jogada dos dez reais e não precisou muito papo para que começássemos com nossos amassos.
Que impotência que nada, senti algo rígido quase perfurando a sua calça e meu vestido durante nossos beijos. Com a mão por cima de suas calças segurei seu membro estalando de desejo e de tesão. O homem apertou minha bunda ainda por cima do vestido e o foi levantando e segurou nas bochechas da minha bunda me pressionando contra ele.
Minha brincadeira era excitá-lo para que mais tarde ele chegasse aos "finalmentes" com sua mulher, em sua casa. Tencionava abortar este "love' na hora H. No entanto ele quis seguir com o alfabeto todo naquele instante. Não fui forte o suficiente para evitar que tirasse minha calcinha... Ah! Por que sou tão fraca nestas horas?
Ele dependurou minha peça íntima no registro do chuveiro e começou com uma tentativa de penetração com nós dois em pé ali no pequeno box do chuveiro.
Deeeus! Eu não conseguia resistir, ele começou a me penetrar... Ahaa! Soltei um gemidinho gostoso adorando o sentir ir cada vez mais fundo dentro de mim, mas ainda estava meio indecisa se deixava rolar e foda-se o resto, ou se pelo menos ia fechar a porta para não sermos surpreendidos.

Decidi por ter juízo, ainda estava em experiência no novo emprego. Pedi que esperasse um minuto que iria fechar a porta de entrada. Ele não queria interromper aquele momento e mesmo ouvindo ele choramingar, tirei seu pau de dentro e fui fechar a casa.
Quando cheguei à porta da sala... Putz! Fodeu grandão! A mulher dele acabara de entrar pelo portão na companhia do nosso Office-boy.
— Onde está meu marido? 
— perguntou ela toda nervosinha.
Respondi que ele estava na cozinha tirando medidas. Falei em tom mais alto para ver se ele ouvia e subia as calças rápido. Entretanto o mané gritou lá do banheiro:
— Vem logo minha linda! 
— A voz do homem ecoou pela casa toda — Tô morrendo de tesão.
Aff! A bruxa lançou seu olhar fulminante em minha direção e foi à milhão para o lado do banheiro... terror total. Viu o homem de calças arriadas, alisando o pau duro e minha calcinha dependurada no registro.
Pois é gente, imprevistos acontecem. Minha generosidade não foi compreendida e muito menos aceita pela "sargenta", acabei sendo a vilã da história e perdi o emprego. Sem problemas, eu nem gostava daquele trabalho mesmo… rs.
A culpa foi do office-boy que passou pela porta do bar, viu os pintores e comentou inocentemente no escritório. Eu o perdoei, já que fui eu que infringi as regras.
Afinal, para que servem regras se não podemos quebrá-las?



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 20 de junho de 2015

Despedida de Solteiro

Assim, como nos últimos janeiros, meus avós partiam rumo a São Paulo para realizarem seus exames médicos de rotina no Hospital do Servidor. Era manhã de sábado. Dei-lhes beijos de despedida e voltei a dormir, já que eu não poderia acompanhá-los desta vez. Fiquei sozinha em casa.
Levantei bem mais tarde, já havia tomado meu café a algum tempo e começava a pensar no almoço. Bateu aquela vontade de tomar um drink, porém não tinha nada do meu agrado em casa. Fui à adega do Barba comprar algo para satisfazer meus desejos.
Ao aproximar-me do comércio observei dois homens colocando caixas de cerveja, carvão e outras bebidas nos porta-malas de dois carros que estavam estacionados na entrada da adega. No espaço, entre um carro e outro, um cara estava inclinado com o tronco dentro do porta-malas, seu bundão estava pra fora.

Tentei passar no vão sem incomodar o homem, no entanto eu tenho um defeito de fábrica, não perco a oportunidade de fazer uma graça. No momento em que passava "pelo bundão" falei em tom de zombaria:
— Olha a raspadinha! (raspadinha = passar encoxando).
O cara recuou o corpo esbarrando em mim, perdi o equilíbrio e cai sobre o capô do outro carro.
Ele ficou todo sem graça ao ver-me desabando com carinha de criança que fez arte. Segurou-me antes que a queda fosse maior e desculpou-se um milhão de vezes.
Passado o susto e risadas, entrei e fiz o meu pedido, uma Smirnoff e um suco concentrado de laranja. O mesmo cara, em tom de brincadeira, perguntou se eu ia beber aquilo tudo sozinha.
— Infelizmente sim, mas se quiser trazer os espetinhos eu aceito a companhia — falei brincando (a princípio), pois vi as bandejas com espetinhos com todos os tipos de carne no porta-malas do seu carro.
Se ele entrasse no jogo eu não recusaria sua companhia naquele sábado sem graça e solitário. O cara era gato demais, não tanto quanto o Denzel Washington, porém, quase um sósia um pouco mais jovem e mais musculoso.
Os outros caras começaram a zoar dizendo: "a professora Adalgisa perdeu o noivo". Na hora não entendi nada, contudo, aquele nome: Professora Adalgisa, ligou meu sinal de alerta e despertou um ódio adormecido em meu interior... Adalgiiiisaaa! Rosnei mentalmente.
No decorrer da conversa fiquei sabendo que ele (vou chamá-lo de Denzel) se casaria no dia seguinte (domingo) e aquelas bebidas e carnes seriam para a festinha de despedida de solteiro organizada de última hora por seus amigos. A comemoração aconteceria próximo dali.
Ao final da zoeira o noivo me convidou para ir à festinha, conclui que o convite era apenas por educação e recusei, também educadamente. Ele e os demais amigos persistiram no convite para que eu os acompanhasse, acabei cedendo aos pedidos do grupinho animado, principalmente após ficar sabendo que a tal Adalgisa era a mesma professora vaca do meu colégio. A fulana, nas últimas eleições, coagiu os alunos da minha sala a distribuírem propaganda eleitoral de um candidato a deputado estadual, seu amigo. Eu recusei e disse que não era legal o que ela estava fazendo... "Me ferrei grandão", sua retaliação foi covarde. Meus últimos meses do curso técnico foram um inferno, tive que suportar sua arrogância, autoritarismo e humilhações. A vadia ainda aqueceu o boato que circulava pelo colégio de que eu era a putinha dos professores.
Não consegui me vingar da vaca naquela época, já que o vice-diretor compactuava com ela e a denuncia que fiz ficou no vazio.
Iria à festinha com os rapazes, posto que antevi a chance de dar o troco na vadia. Levei minhas bebidas para casa, voltei rapidão e fui com eles.
O local da baladinha era tipo uma casa de campo, distante do meu bairro. Além dos quatro homens, quatro mulheres se juntaram a nós no caminho. Não conhecia ninguém além do Barba e não me enturmei com as duas moças e muito menos com as duas senhoras; acho que elas não foram com a minha cara. No entanto eu me dei bem com o pagodinho, apesar de não ser meu ritmo preferido, ainda assim dancei muitão com o noivo e um pouquinho com os outros caras.

Para variar, com o passar das horas tornei-me o centro das atenções no grupinho das senhoras, elas estavam sempre cochichando e olhando com desaprovação em minha direção. Fui bombardeada pelos seus olhares de cólera.
Anoiteceu e as comadres ficaram com o time desfalcado, uma delas foi embora com a filha e o marido. Eu estava animadíssima e só iria embora quando acabasse. Pensava em um plano que atingisse a noiva (no caso, a vaca da professora). A noite era uma criança, ainda havia muita bebida, carne assando, som de pagode e homens animados.
Eu iria animar ainda mais a festinha, pois descobri que por debaixo de uma lona no fundo do quintal, tinha uma piscina inflável. Só de farra falei que iria entrar para me refrescar. Foi a deixa para as outras duas mulheres irem para dentro da casa falando cobras e lagartos a meu respeito, uma delas que cortava um pão de torresmo fez um gesto ameaçador com a faca que estava em sua mão. Agora sim que eu entraria na piscina, nem que fosse só para contrariar as duas bruxas.
Dei goles esvaziando meu copo de bebida, fui até a piscina e a descobri. Maravilha! A bicha estava cheia d’água e limpa. Os homens estavam distantes uns 20 metros e só ficaram observando.
Eu não queria molhar minha bermuda, estava com uma calcinha pretinha que parecia um biquíni, fui tirando minha bermuda olhando e sorrindo para eles. O Barba já sabia que eu era doida de pedra e ficou de boa. Os outros dois fizeram cara de espanto e sorriso de quem torcia para que eu tirasse toda a minha roupa.
Como não captei protestos dos homens, terminei de tirar a bermuda e a joguei de lado, ergui e segurei a camiseta na altura dos seios e entrei na piscina.
O Denzel se aproximou de mim.
— Você é muito doida menina. Também é muito gata — sussurrou ele.
Apenas sorri e soltei um gritinho quando ele encheu a mão de água e jogou em mim.
— Paaara! Você está molhando minha camiseta — falei dengosa e fazendo biquinho.
Em tom de brincadeira ele sugeriu que eu tirasse a camiseta. Gostei da ideia e teria tirado se estivesse a sós com ele. Fiz charminho dizendo:
— Tá doido? Aquelas duas lá dentro me matam.
As mulheres voltaram para o quintal e comunicaram que estavam indo embora. Não sem antes fulminar-me com seus olhares desaprovadores e balançarem a cabeça negativamente.

O Denzel foi despedir-se delas, gritei para que ele me trouxesse outra bebida.
O Barba levaria as fulanas, mas antes de sair ele aconselhou:
— Juízo, Mila! — eu já volto.

Todos foram para dentro da casa. Aproveitei que as duas se mandaram, tirei minha camiseta e deitei meu corpo na piscina. O noivo voltou com a minha bebida e uma toalha, mas chegou apavorando ao ver-me de seios de fora.
— Veste a roupa sua doida! — o pessoal não foi ainda, a festa acabou e vamos todos embora.
Eu resmunguei que ainda era cedo, pedi que ele entrasse na piscina
e curtisse sua despedida de solteiro comigo. Ele sugeriu que era melhor eu não beber mais, pois eu já estava doidinha. Tomei o copo da sua mão e disse que era a saideira, dei um gole enquanto o apavorado pedia pelo amor de Deus para que eu me vestisse logo antes que o pessoal viesse atrás de nós.
— Tá bão, eu me visto.
Dei o copo pra ele e sai da piscina só de calcinha. O homem todo preocupado cobriu meu corpo com a toalha. Enxuguei o excesso de água e me vesti.
Pedi para ele me levar pra casa em seu carro, visto que o Barba levaria o outro carinha e as mulheres.
Chegando à minha rua ele parou defronte de minha casa. Recusou meu convite para entrar; estava temeroso que tivesse mais alguém na residência. Contei sobre a viagem dos meus avós e que eu ficaria sozinha o final de semana inteirinho.
— Entra, vai! Fica comigo um pouquinho — supliquei de modo 
carente.
O homem disse que não era uma boa ideia, apesar de estar cheio de vontade, mas 
não poderia, pois se casaria na manhã seguinte e ainda tinha umas coisas para fazer naquela noite.
— Está tão escuro, estou com medo de entrar sozinha. Entra só um pouco até eu acender as luzes.
Ele entrou comigo dizendo que sairia após eu acender as luzes. Não ocorreu exatamente assim. Dentro de casa, em meu território, não foi difícil seduzir aquele macho musculoso. Começamos a trocar carícias e fomos deixando nossas roupas pelo chão a caminho do meu quarto. Instantes depois ambos estávamos nus e nos pegando nas preliminares com beijos e safadezas gostosas; eu massageando seu membro e ele se divertindo com a minha xoxota. Agachei aos seus pés saboreando aquela mangueira e conseguia engolir mais e mais a cada abocanhada. Fiz minha garganta se acostumar aos poucos com aquele volume roliço.
Ele se acomodou sentando em minha cama e entendi aquele olhar pidão, fui por cima dele, sentei guiando seu membro em minha boceta e desci devagar… Continuei descendo… Geeente! Que loucura de pau. Deitei o tronco sobre seu peito, fui remexendo subindo e descendo meus quadris enquanto era deliciosamente estocada.
Na sequência ele me segurou e me levantou com tamanha facilidade como se fosse uma boneca. Colocou-me com a cara enfiada no colchão e a bunda arrebitada pra ele. Aquele membro invadiu novamente o meu sexo me penetrando e parecendo não ter fim. O gato recomeçou com as estocadas enquanto eu mordia o lençol e gemi igual uma cadelinha. Curtia alucinada o meu meu primeiro orgasmo, aquilo era puro êxtase, mas o melhor estava por vir, o homem urrou e senti meu corpo ser eletrificado e estremecer quando ele multiplicou a força e rapidez das estocadas e despejou todo o seu leite dentro de mim… Ahhh! Sua ejaculação foi tipo um tsunami de sêmen se alastrando e invadindo tudo. Controlei meus espasmos de prazer entre suspiros e soluços. Meu coração palpitava querendo sair do meu peito.
Apesar de molinha, consegui levantar, fui ao banheiro e não demorei dois minutos. Assim que voltei falei que prepararia uma bebida para nós. Ele foi ao banheiro enquanto isso.
Retornei da cozinha com um copão de vodca com uma pitada de extrato de suco de laranja. Dei um gole e pedi para ele provar aquela delícia. Ele, que acabara de sair do banheiro, recolhia sua roupa dizendo que ia embora. Pegou o copo e enquanto bebia eu peguei um tubo de lubrificante KY que tinha deixado escondido e falei toda putinha:
— Você vai embora sem provar do meu cuzinho?
O homem sorriu e endoidou, disse que eu era safada e doidinha demais, que eu não o aguentaria e me rasgaria todinha.
Colei nele, dei mais um gole com o copo ainda em sua mão e o desafiei, disse que ele ia arriar primeiro.
Incentivei-o a beber mais dizendo que era bom e gostoso enquanto estava geladinho. Ele deu mais uns goles na vodca observando eu colocar uma porção generosa do gel em minha mão. Olhei vadiamente para ele e besuntei seu pinto o punhetando. O danado estava em ponto de bala novamente e retribuiu passando o gel geladinho no meu buraquinho. Pegou-me em seus braços e colocou-me de quatro com minhas mãos apoiadas no assento da cadeira do meu computador.

Meu buraquinho quis sugá-lo quando ele começou a esfregar em meu rego e a judiar de mim brincando de por e tirar a cabeça, até que por fim começou a me penetrar… Ohoooo! A dor era insignificante comparada ao prazer de sentir aquilo tudo deslizando gostoso em minhas entranhas; são momentos inesquecíveis.
Apesar de tudo aquilo arregaçando o meu cuzinho, não sentia dor, apenas prazer. Sua série de bombadas selvagens foi longa e enlouquecedora. O homem me fez delirar em um gozo sem fim. Quando tirou de dentro eu não me aguentava mais nas pernas, estava quase apagando, efeito da bebida (nosso copo já estava vazio) e da intensidade da “pegação”. Seu sêmen escorria em abundância do meu anus, nem tentei aparar, não tinha mais condições. Deitei em minha cama abraçadinha a ele que deitou junto comigo…
Era dia claro de sol quando fui acordada. O cara estava muito nervoso, pois passava das 13h do domingo. Era para ele ter casado às 9 da manhã.
Eu falei que sentia muito, nós bebemos além da conta e a transa foi tão boa e intensa que acabamos por dormir demais. Ele quase me agrediu quando viu que seu celular estava desligado, disse que fodi com sua vida. Foi embora puto da vida.

Eu ainda estava sonolenta apesar de ter dormido por mais de treze horas. Voltei para a cama que estava cheia de marcas de atos sexuais. Antes de apagar e dormir mais um soninho gostoso, fiquei pensando sobre a dose cavalar de barbitúrico que coloquei na vodca que preparei para entorpecê-lo; adormeceria por horas até um rinoceronte. Infelizmente também tive que beber do mesmo "veneno" para não levantar suspeitas. Sei que foi loucura, todavia serviu aos meus propósitos, já que saboreei satisfeita a minha vingança.
Mas a vadia da professora que me aguarde, pois isso foi apenas uma amostra grátis.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Strip-Tease Acidental

Era hora do almoço, caminhei para a cozinha toda animada e cheia de fome... Credo! Perdi o ânimo no momento em que minha avó implicou com minhas roupas e pediu para eu vestir algo mais apropriado, pois tinha um homem estranho em casa e o mesmo iria almoçar conosco — Meu avô havia contratado o tal homem para carpir o terreno dos fundos de casa.
— Que saco! — murmurei.
Contrariada, porém, ainda com fome, falei que não iria almoçar na cozinha. Fiz meu prato, peguei um copo de suco, uma gelatina e fui para o meu quarto. Eu tinha o mau hábito de comer algum lanche ou a sobremesa em meu cantinho e defronte ao computador enquanto navegava na internet. Naquele dia levei a refeição completa. Estava vestida com uma regatinha bem folgada e um short jeans originalmente rasgadinho e bem surradinho. Soltei o botão do short, já que ele incomodou minha barriga que começara a ficar cheiinha.

Algum tempo depois que terminei de comer, levantei da cadeira equilibrando o prato com as sobras de comida e os outros bagulhos; os levaria para a cozinha antes que minha avó viesse reclamar que deixo resto de comida no quarto.
Mais uma vez fui vítima do imponderável, dia sim e outro também algo inusitado acontece comigo. Caminhava pelo corredor em direção à cozinha e o danado do shortinho começou a descer. Tentei mantê-lo no lugar dando passinhos curtos e com as pernas juntinhas, mas não deu resultado e não poderia usar as mãos que estavam ocupadas segurando toda aquela louça e talheres.
Enfim, o short desceu até meus pés; o pior é que aconteceu defronte a porta do banheiro e no exato momento em que o homem estranho saia dele. E nada está tão ruim que não possa piorar... Eu estava sem calcinha.
Putz! Não sabia se largava tudo e me cobria ou se me livrava do short e corria para o meu quarto. O homem ficou estático admirando aquela cena.
Pensei: Foda-se! já viu tudinho mesmo. Olhei para ele simulando uma carinha de sobressalto.
— Me ajuda moço! — segura estas coisas pra mim, por favor!
Receoso ele olhou para o outro lado para saber se meus avós observavam a gente. Só então esticou os braços e segurou os bagulhos. Agachei tranquila como se a situação fosse algo normal. Com certeza ele agora se deliciava com a visão dos meus seios que também estavam à mostra através do decote da minha regata soltinha.
Subi e abotoei o shortinho. Percebi que ele se preocupou mais com meus seios e menos com a louça, visto que o potinho de sobremesa estava tombado e escorria o restinho de creme de leite em sua calça. Alertei o homem e peguei um guardanapo de papel, usado, que estava no prato.
— Espera ai que limpo pro senhor.
Agachei e comecei a passar o papel próximo a sua braguilha, ele ficou todo sem graça dizendo enfaticamente que não era preciso e foi nesta hora que minha avó apareceu no corredor e viu a cena: Eu ajoelhada com a cara quase enfiada no órgão genital do homem e esfregando sua virilha.
Gente! Não foi fácil explicar para a vovó que aquilo não era nada do que parecia. Óbvio que omiti a parte em que fiquei de xotinha de fora. Menti dizendo que trombei levemente com o homem, o sujei e estava limpando por gratidão, já que ele segurou a louça evitando que caísse.

Peguei as coisas de volta e o agradeci tentando não rir. Em seguida, ainda ouvindo a música que vinha do meu quarto, caminhei dançando e sorrindo em direção à cozinha sendo observada pelo olhar reprovador da minha avó, com certeza. O homem sem saber o que dizer, saiu de fininho e foi terminar o serviço no terreno.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Baby Sitter para todas as idades

Em um passado recente quando eu ainda trabalhava na administradora de imóveis da Luana e seu Gabriel.
Certa tarde de sexta-feira a Luana estava bem abatida e reclamava de enjoo e dor no abdômen. Com o passar das horas ela só piorava. Já era quase final de expediente quando seu Gabriel disse que a levaria ao hospital. Alguém precisaria pegar a filha deles (Clarinha) na escola e ficar com ela até o casal voltar. Eu me ofereci e o Edgar (irmão da Luana) se prontificou a dar-me uma carona até a escola e depois me deixaria com a garota na casa dela.
Só tive notícias às 21 horas, foi quando seu Gabriel ligou perguntando se eu poderia dormir na casa e cuidar da menina. Respondi que sim e que já havia ligado para meus avós contando sobre o ocorrido.
Resumo do que ele disse: “A dor da Luana pode ser uma crise de apendicite aguda, ela ficará internada até que o diagnóstico seja definitivo, pois poderá precisar de cirurgia de emergência. Vou ficar no hospital acompanhando. A Luana falou pra você escolher à vontade alguma roupa dela que você queira vestir.”
Ele passou outras recomendações e conversou um pouco com a filha antes de desligar.
A Clarinha tem sete anos e muita energia, aproveitou que os pais não estavam em casa e abusou da minha generosidade. Depois da pizza comemos Danette com os dedos, lambemos os potinhos e lambuzamos as nossas caras. E ela também suas roupas.

Depois da farra na cozinha precisei arrastar quase à força a "porquinha" para o banheiro e tomar banho com ela.
Depois de limpinha e cheirosinha eu a maquiei deixando-a bem gatinha, pegamos as roupas da Luana e brincamos de desfile. Eu adoro uma farra e brincar de modelo.
Só consegui por a garota para dormir quando era meia noite.
Acordei cedo na manhã seguinte, fui para a cozinha preparar o café, depois acordaria a bagunceira da Clarinha. Peguei uma leiteira para esquentar um pouco de água, quando abri a torneira só ouvi um barulho vindo dela, parecia que a “bicha” estava engasgada. Até pensei que não tinha água, no entanto saiu um jato com uma pressão enorme, parecia uma explosão dentro da leiteira que escapou da minha mão e voou água para todos os lados, principalmente em mim.
Estava vestida com minha calcinha e uma camisetinha que encontrei entre as roupas da Luana. Fiquei toda molhada com meus seios, ventre e não sei mais que partes transparecendo como se eu estivesse nua. Os mamilos ficaram acesos, bem durinhos com o susto e a água fria.
— QUE MERDA! — desabafei.
Estava puta da vida com a torneira e ainda tomei outro susto com a presença do seu Gabriel me olhando e rindo. Estava parado na porta entre a cozinha e a sala.
— Você também foi vítima da torneira assassina? Acontece sempre que falta água durante a noite — comentou.
Após recuperar-me do segundo susto, escondi os seios com as mãos e falei sorrindo:
— Aff! Que torneira cruel. O senhor também quase me mata de susto.
Apesar do desconforto da água em meu corpo, eu estava adorando aquela situação, seu olhar de compaixão e ao mesmo tempo de invasão em meu corpo excitou-me muito.
Ele se desculpou pelo susto, elogiou meu “modelito” sensual e gentilmente se ofereceu para pegar uma toalha pra mim.
— Não precisa seu Gabriel, vou rapidão me trocar e já volto para fazer o café!
Caminhei em sua direção e foram segundos de troca de olhares, quando passei por ele e pela porta, nossos braços se tocaram... Ai! Foi como receber um choque elétrico, um arrepio percorreu o meu corpo, ainda não saberia dizer se foi porque eu estava praticamente nua na frente do meu patrão ou se a química entre nós era forte. Eu continuei andando e com certeza ele estaria olhando a minha bunda coberta pela pequena calcinha.
Seguiu-me até o banheiro, fiquei apreensiva e pensando: “será que ele está pensando em me agarrar?”
Na administradora ele ainda não teve esta chance, apesar de eu frequentar muito sua sala. Ele me cortejou algumas vezes, porém nunca foi deselegante. Sabe ser insinuante e cavalheiro e apesar de sempre ter me tratado com respeito, senti que hoje ele aproveitaria a chance e daria o bote.
Assim que entrei no banheiro ele parou na porta e disse:
— Faz anos que a Luana não veste esta camiseta, ficou linda em você Kamila. Nossa! Seu corpinho é perfeito menina.
Não é comum, mas fiquei meio sem graça. Agradeci, peguei uma toalha e coloquei uma mão na maçaneta dando a entender que iria fechar a porta.
— O senhor me dá licença seu Gabriel? Vou tirar esta roupa molhada e me enxugar.
Ele segurou a porta com uma mão, com a outra ele acariciou meu rosto.
— Que pena, você está linda assim. A roupa realçou as curvas do seu corpo jovem e sensual.
E foi descendo a mão em meu ombro e chegando seu corpo junto ao meu. Suas mãos chegaram até meus seios e ele os acariciou por cima daquele tecido fino, eu larguei a toalha no chão e com as duas mãos em seu peito eu o afastei sem ser rude.
— Não faz isso seu Gabriel, por favor!
— Eu gosto muito de você Kamila, você não imagina como tem sido difícil controlar meus desejos. Eu te quero muito meu anjo.
Ele passou para dentro do banheiro, fechou a porta e prendeu-me com um abraço apertado. Suas mãos seguraram minha bunda prensando meu corpo contra o dele e se esfregando em mim. Sussurrando palavras em meu ouvido, tentava seduzir-me. Eu ainda tentei inutilmente soltar-me dele.
— Para seu Gabriel! A Clarinha já deve estar acordada.
O safado só me dizia sacanagens e enfiou a mão por dentro de minha calcinha e percorreu a mão pelo meu rego até chegar a minha vagina, a massageou introduzindo o dedo médio... Aha! Aí foi covardia. Fechei meus olhinhos, mordi meus lábios e curti o tesão que senti.
Tem certas atitudes em alguns homens que desperta o meu lado devassa. Também não resisto a mistura de sexo com situação de risco. Ainda não estava completamente entregue, mas deixei rolar.
Ele foi andando devagar e me empurrando com seu corpo até o box, puxou pra cima minha regatinha a tirando. Fazendo elogios aos meus seios nus, suas mãos os apertavam e sua boca brincava com meus mamilos. Soltei um gemidinho agudo quando ele chupou ferozmente mordiscando algumas vezes meus biquinhos durinhos. Putz! Fiquei com os pelinhos arrepiados.
— Ainda quer que eu pare? Ironizou o safado, ele já sabia que havia me dominado.
Eu bem dengosa e sem nenhuma convicção respondi:
— Paaraaa!
Com minha boca entreaberta e os lábios úmidos procurei os seus e nosso beijo foi com desespero, o mordi levemente e ele apertou minha bunda forçando minha xotinha contra seu membro ainda por dentro das calças, esfregou-me naquele volume duro.
Retirou minha calcinha e depois de mais elogios, dessa vez sobre minha nudez, segurou-me pelos quadris virando meu corpo e colocou-me apoiada com as mãos na borda da banheira. Acariciou meu bumbum arrebitado e se ajoelhou por debaixo de mim. Suas chupadas arrancaram meus gemidos e alguns gritinhos contidos. Estava prontinha e louquinha para ser enrabada por aquele coroa. Contorci meu corpo sentindo sua língua fazendo o percurso da minha fendinha ao meu buraquinho.
Ele se levantou e baixou as calças junto com a cueca. Ao deparar-me com seu membro duro e curvado pra cima eu não decepcionei os que me chamam de garota safada. Também não me fiz de rogada, ajoelhei aos seus pés agarrando aquele negócio e enchendo a minha boca. O punhetei e deixei-o molhadinho com minha saliva enquanto entre um gemido e outro o homem afagava meus cabelos.
Voltei pra posição de bumbum arrebitado e virei o rosto para trás com carinha de sapeca, nem precisei dizer nada, ele veio arrastando os pés com a calça arriada, roçou minha boceta e a penetrou sem dó empurrando até chegar ao fundo de minha alma. Ohoo! Remexi meus quadris enquanto aquela "banana" ia e vinha em meu sexo. Estava curtindo aquele momento gostoso e por mim ficaria ali por muito tempo, contudo senti as pulsações de gozo do homem e seus jatos enchendo minha grutinha. Toquei com desespero meu clitóris remexendo alucinada. O coroa estava perdendo o pique, mas continuava bombando em minha boceta, só que o seu pau estava amolecendo e meu gozo não vinha. Ofegante ele diminuiu ainda mais o ritmo. Eu ia gritar “NÃO PARA”, porém ouvi outro grito antes:
— MILAAAA!!!
— Caraca! É a Clarinha seu Gabriel — sussurrei temerosa.
Ele tirou aquela coisa morta de dentro de mim.
— Fica ai Kamila! Eu cuido da Clara.
Ele arrumou suas roupas enquanto eu pegava as minhas e entrava no Box fechando a cortina.
Ele saiu do banheiro e falou para a Clarinha acompanhá-lo até o quarto para pegar umas coisas que a mãe dela pediu. Não ouvi mais nada após ele fechar a porta e se afastarem. Liguei o chuveiro e nem tive tesão suficiente para me tocar e chegar a um clímax solitário.
Depois do banho fui vestir minhas roupas que estavam no quarto da Clarinha e sai ao encontro deles no quarto do casal. Tentando parecer natural perguntei:
— Como está a Luana seu Gabriel?
— Está bem, ela vem pra casa hoje, eu só vim pegar umas roupas pra ela. Não precisou de cirurgia, mas ficará em observação até o final do dia.
Ele falava serenamente, mas percebi seu olhar de frustração por não me fazer gozar. Também fiquei muito frustrada e meu fogo já havia apagado. A química com ele não rolou, no entanto sabia que muita coisa mudaria em nosso relacionamento a partir daquele dia. 
No final das contas fomos os três tomar café na padaria, depois ele me deixou em casa e foi para o hospital com a Clarinha.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Amante Latino

No sábado de carnaval sai cedinho de Brotas rumo à São Paulo. Em casa eu disse que iria para o litoral com algumas colegas do trabalho e voltaríamos somente na quarta de cinzas. Na verdade eu estava indo para a casa do meu pai.
Felizmente o trânsito estava ótimo e o ônibus chegou ao terminal Barra Funda muito antes do esperado. Liguei para o meu pai, o combinado era ele vir me pegar no Metrô, entretanto ele explicou que ainda estava fazendo compras em um atacadista. Perguntou se eu poderia esperar um pouco, ele me pegaria em menos de uma hora. Respondi que não era necessário, iria dar uma passadinha no Shopping comprar umas coisas que estava precisando, depois pegaria um ônibus. Ele comentou que estava acompanhado da namoradinha e a mãe da mesma, mas o Leandro (seu braço direito) estava na casa, caso eu resolvesse ir direto pra lá.
“Opa! Fodam-se as compras e o busão. Vou de táxi!” Pensei toda animada.
Tentei não demonstrar minha repentina felicidade, falei que estava tudo bem, de qualquer maneira eu demoraria no shopping.
Após desligar, corri para o ponto de táxi e mandei o taxista voar.
Em menos de quinze minutos eu já estava tocando o interfone da casa. Quando ouvi a voz do Leandro fiquei arrepiadinha, o desejei dia após dia depois que transamos na cozinha quando estive aqui pela primeira vez.
Já dentro da casa, e após me certificar de que ele estava sozinho, larguei minhas coisas no chão da sala de estar e me atirei em seus braços. Após beijos de perder o fôlego e abraços de fundir os corpos, o deixei a par da conversa que tive a pouco com meu pai, a gente tinha um tempinho para se curtir. Não perdemos mais tempo e continuamos com as carícias enquanto nos despíamos. Estava somente de calcinha quando ele pegou-me no colo e sugeriu que fossemos para a varanda lateral, de lá conseguiríamos ouvir os sons de pessoas chegando.
Acomodou-me no pequeno sofá e deixou-me pelada enquanto explorava todo o meu corpo com sua boca morna. Em segundos eu já estava de perninhas abertas na posição de franguinho assado, gemendo e delirando com sua língua e dedo no interior de minha xotinha... Ah! Este homem me acelera ladeira abaixo e sem freios. Como ele consegue fazer assim tão gostoso? Enlacei seu pescoço com minhas pernas e não segurei meu gozo que veio rápido e intenso, urrei de tanto tesão gozando em sua boca que me sugava todinha.
Quando retomei parte do controle sobre meu corpo, troquei de posição com ele e tentei retribuir um pouco do prazer que senti. Brinquei com seu membro o colocando e apertando entre meus seios, e depois em minha boca. O suguei aguardando ansiosa os seus jatos de mel… que peninha, ele interrompeu meu boquete, em compensação levou-me às nuvens ao colocar-me de quatro no sofá e penetrar minha fendinha com seu membro ainda meladinho com a minha saliva. Devagar e carinhosamente ele chegou ao fundo de minha vagina e transformou os momentos a seguir em pura magia e êxtase.
Após um show de urros e gritinhos ele tirou de dentro. Voltei a agarrar seu membro e o suguei o deixando ir e voltar dentro de minha garganta. O danado novamente não me deliciou com o sabor do seu leite, contudo o melhor estava por vir: colocou-me debruçada no sofá e proporcionou-me o melhor anal de minha vida… Deeeuus! Desta vez perdi o controle, este mexicano gostoso me fez gemer como uma vadia.
Fiquei quase desfalecida depois de orgasmos seguidos.
Ofegante ele sentou no sofá.
Meu ânus contraia alargado que foi pelo membro roliço e inundado de sêmen que escorria pela minha vagina e pernas. Deitei do ladinho dele ajeitando minha cabeça em suas pernas e ronronei como uma gatinha curtindo suas mãos percorrendo e acariciando meu corpo. Dormiria ali por horas se fosse possível.
O momento “Zen” foi bruscamente interrompido pelo som do interfone que me fez levantar com um salto.
— É meu pai! Sussurrei assustada.
O Leandro explicou que ele não toca o interfone, disse algo mais que eu nem ouvi, pois já estava correndo sala adentro com minha calcinha na mão. No caminho juntei o resto das minhas roupas que estavam espalhadas pelo chão, corri escada acima e tranquei-me no banheiro.
Logo depois o mexicano gostoso chegou à porta e disse que foi o carteiro que tocou. Completou dizendo que deixou minha mochila no quarto. Agradeci sem abrir a porta.
Após fazer a higiene e me recompor, desci e o encontrei na cozinha. Depois de alguns risos e um zoar com o outro, ele comentou que o pessoal estava chegando, a mulher acabara de ligar.
Após mais um beijo que provavelmente seria o último daquele dia, sai com a bebida que ele me serviu e acomodei-me ao lado da piscina. Com a minha melhor carinha de anjo, preparei-me para encarar o pessoal que estava chegando.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Novinha Top Secret

Os últimos meses de convivência entre meus pais antes da separação foram recheados de tensão. Eu não entendia ao certo o que estava acontecendo, mas era algo ligado a uma pequena empresa em que meu pai era sócio e que estava envolvida em contrabando. A coisa piorou muito quando o pai de uma garota (vizinha nossa) acusou meu pai de assediar a novinha e o ameaçou, disse que não levaria o caso para a polícia, ia resolver do modo dele. No entanto, não chegou a cumprir a ameaça, uma semana depois ele voltava do trabalho, parou com o carro em um semáforo e segundo uma testemunha, ele foi abordado por dois caras em uma moto (provavelmente assaltantes). Quando ele tentou arrancar com o carro, o garupa atirou duas vezes na cabeça do homem que morreu ali mesmo.
Claro que a polícia ficou sabendo sobre a treta que o falecido teve com meu pai, o intimaram a depor na delegacia. Ele foi liberado, já que no momento do crime ele estava em outro local muito distante rodeado por muitas pessoas que comemoravam o aniversário de um amigo em um bar no centro de São Paulo. Também não conseguiram ligar meu pai aos bandidos que nunca foram localizados, e nem a moto.
O assédio a novinha (vou chamá-la de Anita) e suspeita de pedofilia ficou no vazio. A menina continuou negando que ele a tivesse assediado e jurava que nunca houve nada entre eles.
Eu sabia que ela não falava a verdade e escondia algo podre. Quando estava com minha turminha, sempre ouvia conversinhas que rolavam sobre a garotinha. Aquela carinha de santinha, bobinha e infantil, não passava de fachada. Na verdade, ela era a alegria dos tiozinhos da rua, vendia seu corpinho de menina aos senhores casados (ou não) em troca de míseros trocados, sorvetes e bijuterias.
Desde o momento que a conheci, suspeitei que ela não tivesse apenas sorte, pois frequentemente ela chegava correndo e toda feliz dizendo que achou dinheiro na rua ou que ganhou um sorvete ou algo de alguém em uma bomboniere.
Eu só percebi que o meu pai também pegava a novinha, poucos dias antes da discussão que o pai dela teve com o meu. Foi em uma tarde de quinta-feira em que voltei mais cedo da escola. Teve prova na penúltima aula e quem acabava podia ir embora, já que não teria a última. Voltei rapidão pra casa, pois minha mãe provavelmente estaria na academia, assim ela tem feito ultimamente nas tardes das quintas-feiras.
Meu pai costuma vir mais cedo nestes dias, é um dos poucos momentos em que podemos ficar juntos sem ter que fazer tudo rapidinho.
Assim que entrei pelo portão de casa, assustei-me com a garota que estava saindo pela porta da sala. Quando a interpelei sobre o que fazia na minha casa, ela contou novamente uma história de dinheiro achado na rua e que veio me chamar pra ir à sorveteria com ela.
Mesmo eu dizendo que ela sabe que neste horário eu não estou em casa, ela conseguia justificar sua presença ali. Deus, a garota era demoníaca, conseguia se sair bem manipulando as pessoas com argumentos convincentes ao mesmo tempo em que se fazia de bobinha.
Assustada com aquela criatura que estava à minha frente e com um terrível mau humor por começar a imaginar o que ela acabara de fazer na companhia do safado do meu pai, recusei o convite da sorveteria e entrei em casa emputecida.
Eu não queria acreditar que o meu pai estivesse pegando aquela biscatinha. Correndo nervosa pelas escadas cheguei ao piso superior. A porta do quarto dos meus pais estava aberta e conseguia ouvir o barulho da ducha enquanto vistoriava o cômodo.  Quando visualizei a cama ainda arrumada e as roupas do homem jogadas no chão ao lado do pequeno sofá tive a certeza que ele transou com a Anita ali, pois ele faz o mesmo comigo pra não deixar marcas na cama em que ele dorme com minha mãe.
Senti um misto de ódio e tesão ao imaginar a vadiazinha de franguinho assado naquele sofá e meu pai ofegante enquanto bombava  na boceta dela. Fiquei possuída e, mesmo querendo matá-lo, o desejei como nunca. Despi-me e fui para o banho ali na suíte do casal.
Meu pai até estremeceu de susto quando adentrei peladinha pela porta do banho que estava aberta.
— Oi! Posso tomar banho com você? Perguntei já entrando no box.
Ele murmurou várias coisas tipo: quando foi que eu cheguei; por que cheguei tão cedo, etc.
Não dei respostas concretas e agachei-me e fui com as mãos em seu membro. Ele tentou evitar dizendo que não e que minha mãe chegaria logo. O safado só aumentava meu tesão ao lembrar-me do perigo, queria ele agora e a chance de ser flagrada era combustível para minha libido.
Ele gemeu altão quando segurei em seu sexo e movi a pele para baixo e abocanhei seu membro molhado pela água do chuveiro. Tolamente imaginei que os gemidos fossem de prazer, então continuei chupando não me importando com suas recusas e ais.
Não consegui fazer o bicho endurecer apesar de todo o meu desempenho. Continuei massageando aquela coisa murcha, porém ele grosseiramente me afastou. Falou que seu pênis estava machucado. Eu havia percebido marcas avermelhadas que pareciam irritação de pele, logo abaixo da glande. Perguntei o que era. Ele odeia se explicar, disse que não sabia e que apareceu do nada. Ainda se mostrou muito irritado.
Levantei o encarando, colei meu corpinho no dele:
— Você não me quer? Não sou mais sua princesa? Indaguei com carinha de decepção.
— Eu te quero muito anjinho. O papai não está bem hoje e sua mãe vai chegar logo. Vai por uma roupa, por favor! Vai!
Filho da puta, ele deve ter se pegado por horas com aquela putinha, aquelas marcas são de pinto esfolado por algum buraquinho apertado. Já vi seu pênis assim antes, foi no início de nossas relações.
Não falei nada, sai chutando tudo no caminho até o meu quarto. Ah! Estava possessa de raiva e isto não iria ficar assim. Tranquei-me no quarto e sem hesitar liguei para o meu avô e contei tudo o que sabia sobre o meu pai e a Anita, e até aumentei um pouco. Meu avô prometeu que não me envolveria na história. Ele ligou meu pai ao suposto assalto e morte do pai da garota e somado aos outros fatos que pesavam contra papai, era a deixa pra ele o encurralar.
Meu avô nunca gostou do genro, foi contra o casamento desde o início. Ele aproveitou este momento e todos os indícios que pesavam contra meu pai, para afastá-lo de nossas vidas.
No dia seguinte acordei mais calma, arrependi-me por ter agido por impulso quando a raiva me invadiu, contudo, não voltaria atrás, estava feito e fim de papo.
Por fim, meu pai teve que fugir estrategicamente para o México, meu avô mesmo estando na reserva, ainda usou seu poder de coronel dando duas escolhas ao meu pai (ou sai do país e não volta mais, ou vai pra cadeia). Sorte dele que meu avô nunca suspeitou do envolvimento que meu pai tinha comigo, ou teria uma terceira opção: Amigos do meu avô dariam um perdido nele (e para sempre). Isto eu não permitiria, ele ainda é meu pai.
Aqueles foram os últimos dias dele no Brasil. Ficou anos no “exílio” e reapareceu apenas agora, escondido, apenas de passagem, cheio de grana e segredos.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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