Social Icons

sábado, 3 de janeiro de 2015

No Banho com Papai

Gostaria de ter dormido um pouco mais naquela manhã, porém fui acordada pelo barulho da porta abrindo e fechando antes que eu conseguisse abrir os olhos. Imaginei ter sido a minha avó que entrara em meu quarto, mas imediatamente lembrei que estava na casa do meu pai e não em minha casa.
Ainda estava acostumando a vista com a claridade dos raios de sol que entravam pela janela, relembrei os momentos de êxtase vividos com o Leandro horas atrás na cozinha daquela casa. Percorri a vista pelo quarto e não vi ninguém. Quem quer que tenha sido o meu observador, não permaneceu no quarto.
Era quase 9h quando sai da cama ainda sonolenta, peguei uma toalha e fui para o banho. Só acordaria de verdade após uma ducha morna e gostosa. Encontrei o banheiro ocupado; a porta estava trancada. Enquanto eu xingava mentalmente levei um susto com a voz do meu pai, virei o corpo e o visualizei vestido apenas com uma cueca de dormir. Ele completou sua frase dizendo que a Isabela acabara de entrar no banho e provavelmente iria demorar.
— Vem Mila! Usa o meu banheiro.
Huuum! Pensei: "Este tarado vai me atacar." Mas como resistir a chance de provocá-lo? Puta merda! Não consigo evitar este desejo mórbido por joguinhos sexualmente explícitos e perigosos. Dei um foda-se como sempre faço, aceitei o convite e fui para o banho em seu quarto.
Com certeza a novinha passou a noite com ele e foi usar o banheiro externo para manter as aparências. Que aparências? Estava mais que na cara que a garota era periguete dele.
Ele informou que ia verificar seus e-mails e que eu poderia ficar a vontade, não precisava ter pressa. Não tranquei a porta, tinha certeza absoluta que ele entraria e tentaria algo. Nossa! Fico excitada e enlouquecida imaginando estas situações, Deus do céu! Quando vou conseguir me livrar deste vício?

Cinco minutos depois, sentada no vaso sanitário, pensava: “Ele bem que poderia esquecer o computador ligado e seu e-mail aberto, gostaria tanto de saber em que meu pai anda metido no momento”.
Pouco depois estava no box tentando entender-me com aqueles registros do chuveiro; abri um pouco de cada um, saiu água e uma fumacinha discreta. Temerosa coloquei a mão para testar a temperatura, soltei um grito de dor quando a água quente – muito quente – queimou minha mão. Meu pai entrou
 no banheiro com cara de assustado.
— O que foi Mila?
— Esta merda de chuveiro queimou minha mão — respondi choramingando.
Ele pegou o meu braço para examinar e disse que não tinha vermelhidão e não era grave.

— Mas está doendo — falei manhosa e fazendo biquinho.
Ele assoprou minha mão, alisou meu braço e disse que a dor ia passar logo. O tarado não mudou nada, do mesmo modo que costumava fazer no passado, o homem não perdeu tempo, envolveu-me com um abraço. Só então preocupei-me com a minha nudez, mas não desejei afastar-me ou cobrir as partes, curti aquele abraço e saboreei cada centímetro de contato com o seu corpo, ele ainda estava só de cuecas, em segundos revivi sensações e emoções vividas anteriormente. Sei que deveria rejeitá-lo… Mas não consegui, minha mente ficou cheia de recordações dos momentos de prazeres infinitos. Estava indo pelo caminho que eu temia e que tentei evitar nos últimos anos. Deeeus! Dai-me forças para fugir deste homem, não quero ser novamente a sua amante e conviver com esta culpa. Contudo ele tinha o dom de me dominar, era impossível resistir as suas carícias e uma infinidade de frases tentadoras ditas ao meu ouvido.
Aconteceu, eu não o resisti e o beijei ardendo de desejos de reviver nosso passado promíscuo. Novamente iria entregar-me inteira ao meu pai. O desejo de sentir nossos sexos se fundindo era tudo o que queria naquele momento, tipo uma obsessão. Obediente como uma cadelinha o deixaria fazer tudo que quisesse comigo. Após nosso beijo cheio de desejos ele abraçou-me bem apertado e fungando em meu pescoço comentou o quanto era delicioso o meu perfume e que o entorpecia. Sua boca brincava com meus seios enquanto eu afagava seus cabelos e travava uma guerra interior, quis novamente reunir forças para recusar suas carícias e afastar-me, entretanto meu corpo dizia que eu não era mais dona de minha vontade. Meu desejo agora era ordenar-lhe que me colocasse de quatro e me penetrasse judiando de mim e fazendo uso da brutalidade que lhe era peculiar, mas como bônus levar-me à loucura como sempre fazia.
Ele tirou a cueca e seu membro ereto era um convite para sugá-lo, lubrificá-lo para em seguida o sentir deslizar todinho e sumir em meu interior… TocTocToc! Estremeci com as batidas na porta do quarto, ele deixara a porta do banheiro aberta… Fodeu! Ouvimos a voz da Palmira, ainda do lado de fora do quarto, dizendo para meu pai que poderia descer, pois a mesa do café estava pronta. Na verdade eu imaginei que ela sabia que o “patrão” estava comigo no banho, ela queria evitar que a Isabela também soubesse disso. Era o instinto de mãe protegendo a cria. Meu pai abriu um pouco a porta do box e gritou que desceria em cinco minutos.
Caraca! O homem foi direto com a boca em meu sexo.
— Ahh, paaara pai! — na verdade eu quis dizer: "Se parar agora eu te mato".

Com os olhinhos fechados contorci meu corpo e gemi baixinho quando sua língua penetrou minha vagina e brincou com meu clitóris. Fiquei completamente entregue e a sua disposição para mergulhar de cabeça nesta nova fase de loucuras.
Ele me virou de cara para a parede azulejada, inclinou meu corpo e veio por detrás enlaçando minha cintura com um braço e colando seu corpo ao meu. O mundo não existia mais, era apenas eu e ele. Meu corpo quente e trêmulo ansiava por sentir a invasão do meu sexo por seu membro. Ele se ajeitou roçando em minha fendinha me fazendo sentir de imediato meus primeiros espasmos, já gozaria pela primeira vez… Ohooo! Seu membro me invadiu e deslizou deliciosamente me alargando, tive que ser forte para meu corpo não desabar já que minhas pernas ficaram molinhas. Prendi a respiração curtindo cada centímetro que penetrava em minha grutinha... TocTocToc. Puta merda! Novamente as batidas.
— PATRÃÃÃO!!! É ELE NO TELEFONE.
O autor do chamado fora de hora foi o Leandro, também do lado de fora do quarto. Meu pai abortou a penetração, virei com carinha de decepção e olhar de quem implorava para que ele não parasse. Vi sua expressão de preocupação, pediu mil desculpas e perguntou se a gente poderia continuar depois.
De repente caiu a ficha e percebi a bobagem que estava fazendo, fiquei confusa e não respondi nada. Ele puxou-me em seus braços e beijou-me em meio ao vapor que preenchia todo o box, pedi para ele regular a temperatura da água, o fez e saiu rápido.
Terminei meu banho, não sem antes aliviar a tensão hormonal tocando continuamente meu sexo com os dedos.
Pouco depois do café fiquei sabendo que o tal de “Ele” que o Leandro disse era o chefe do meu pai lá no México. Ainda tentei extrair mais e saber que porra de chefe é esse já que meu pai não é empregado de ninguém — segundo ele — mas não consegui saber de mais nada. Iria curtir um pouco mais da piscina e voltaria para Brotas depois do almoço.




Beijos queridos amigos, até a próxima!


Nenhum comentário:

Postar um comentário

 

Translate

Total de visualizações de página