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domingo, 25 de janeiro de 2015

Fugidinha com o Padrasto

Adoro festas de fim de ano. Na verdade, adoro é todo tipo de festa. Se você fizer uma, nem que seja de Cosme e Damião, me convida viu?
Já virou tradição, sempre comemoramos as festas de Natal na casa de meus avós maternos, isso desde quando meu pai ainda era casado com minha mãe. Faz dois anos que sai da casa de minha mãe em São Caetano do Sul e vim morar com meus avós aqui em Brotas-SP.
Neste ano, como no anterior, minha mãe veio com o André (meu padrasto). Eu tive um envolvimento sexual com ele quando ainda morávamos os três no mesmo lar. Foi um dos motivos pelo qual sai de casa e vim morar aqui. Todavia, nem minha mãe e nem meus avós nunca suspeitaram do nosso envolvimento. Eu que decidi afastar-me antes que a bomba explodisse.

— Você está linda hoje, Mila! Muito gata mesmo! Adoro quando você prende o cabelo assim, deixando uma parte cobrindo um olho!
 Exclamou o safado em um momento quando estávamos a sós.
“O que houve com o homem? Ele não é de elogiar”, pensei. Chegou pegando mais leve desta vez, por certo, enfim percebeu que não sou mais aquela menininha que é atraída por cada homem maduro e safado que vê pela frente. Ultimamente estou mais seletiva – pelo menos nos momentos de lucidez (risos) – estou tentando controlar minha hipersexualidade que se manifesta nos momentos em que vislumbro uma relação proibida.
Proibido… Ah! Esta palavra faz meus hormônios irem a mil, acabo forçando a situação e quando efetivamente começa o contato físico e a adrenalina é injetada em meu organismo, não consigo perceber a diferença entre o moral e o indecente, meu lado devassa toma as rédeas e conduz meus atos.
Faz tempo que não tenho contato físico com o André, aconteceram muitas coisas nestes meses que ficamos distantes, confesso que o curti muito e tenho saudades dos nossos momentos de “alto impacto”, ele é um amante que sabe proporcionar prazer, alterna sua brutalidade com carinhos. Eu adoro um tapinha bem dado na bunda, e fico completamente entregue com um “amo fazer amor com você gatinha”, dito no ouvido durante o momento mágico.
Foram muitos joguinhos de sedução durante aquela véspera de Natal, estava amando vê-lo subindo pelas paredes e tentando dar uma rapidinha comigo a cada hora. Tudo isso ia fazendo meus desejos aumentarem. Com o passar das horas, havia uma fornalha queimando meu sexo. Fico muito perigosa nestes momentos e faço muita bobagem.

Quando meu avô foi tomar banho, minha avó e minha mãe estavam com as mãos melecadas com a massa de torta e pastel, pensei "É agora", teríamos pelo menos quinze minutos, sai de mansinho da cozinha e passei pela sala, ao olhar e dar um toque com a cabeça para o André, ele já entendeu tudo e me seguiu, fomos para a casinha de ferramentas do meu avô. O tempo era curto, não teria preliminares, só queria apagar este fogo que me consumia. Nosso beijo foi algo doentio, quase que fiz seu lábio sangrar.
Cheio de pressa ele desceu sua bermuda e cueca, eu já estava jogando minha calcinha de lado quando ele segurava e lubrificava com saliva o seu membro ereto. Colocou-me sentada na mesinha onde fica a morsa, deitei meu corpo pra trás com minhas pernas levantadas e abertas pra receber seu pênis em minha xotinha que pulsava de tanto desejo… Ohooo! Não segurei o gemido quando o senti deslizando sem freios em minha grutinha. Suas mãos espremiam meus seios no mesmo ritmo de suas estocadas, o cheiro de oficina mecânica e o pó que pinicava minha bunda só aumentava meu tesão… Ah!
Não sei quantas bombadas levei e nem o tempo que passou, gozei gemendo como uma vadia, ele tapou minha boca e quase me esmagava com seu corpo deitado sobre o meu. Fui para outra galáxia ao sentir seu sêmen preenchendo e aquecendo tudo dentro de mim.
Minutos depois eu tinha retornado à terra e a razão. Meu anus umedecido com o creme que escorria de minha vagina, contraia de desejo, daria tudo por um anal do jeitinho que ele costumava fazer, bruto, viril e sem compaixão, todavia, o risco que corríamos era enorme, acreditei que mais tarde a gente conseguiria mais um momento como este. Meu avô toma banho rápido, melhor não facilitar. Saímos dali antes que fosse tarde demais.
A noite chegou e não conseguimos ter mais um momento de privacidade, porém haveria outra chance (ou outras), minha mãe tentava convencer meus avós a irem para a praia, eu só iria se eles fossem.
No dia seguinte durante o almoço de Natal, para minha surpresa, minha mãe conseguiu convencer meus avós a viajarem com eles e passar uns dias na praia. Por não 
curtirem agitação, raramente saem da cidade.
Ainda passamos aquela noite em Brotas. Na manhã seguinte partimos todos para a casa da minha mãe em São Caetano, de lá iríamos para o litoral onde o André havia alugado uma casa.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Um Sonho de Babá

Houve uma época em que eu não perdia uma balada de sábado, então era raro eu acordar em minha cama ou em minha casa nas manhãs de domingo. Porém, naquele domingo acordei em meu quarto, e acreditem, acordei antes dos meus avós. O dia mal começava a clarear, mesmo assim resolvi levantar, pois meu estômago revirava e eu estava verde de enjoo pelo excesso de tequila que ingeri no dia anterior. Reencontrei um conhecido que não via há anos e brindamos umas vinte vezes pelo menos.
Precisando urgente de litros de água tônica, arrastei-me até a cozinha à procura de uma latinha, mas infelizmente não encontrei nada, nem com e nem sem gelo. Mantive aberta a porta da geladeira olhando com decepção para o seu interior... Jesus!! Soltei um grito de susto e quase cai dentro da Brastemp ao ouvir meu avô gritando:
— Outra vez Kamila!?
Acho que ele não gritou, meus ouvidos é que estavam muito sensíveis. Lá vem bronca, pensei, pois estava pelada, pra variar.
Quando ele me chama de Kamila e não de Mila é que está zangado. Sai de fininho me desculpando e ouvindo mais um sermão enquanto ia para meu quarto. Voltei alguns passos em direção à cozinha, deixei o corpo escondido por detrás da parede e coloquei apenas a cabeça para dentro.
— Vô! Quando você for comprar pão, compra uma água tônica pra mim, por favor?
O flagrei sorrindo quando voltei. Ele tentou disfarçar fechando a cara e fingindo estar sério.
— Eu compro, mas vai por uma roupa menina! Vai logo!
Quando meu avô voltou da padaria, informou que a gente ia almoçar na casa do seu Álvaro (dono do estabelecimento).
Mais tarde, durante o almoço lá na casa do homem, também estavam seu filho, a nora e o neto de três anos. Praticamente fui intimada a bancar a babá do pivete, isso seria na noite seguinte, já que o casal e os outros da família iriam a uma reunião de políticos e empresários em um clube da cidade. Como faltavam três dias para a noite de Natal, acabei entrando no espírito natalino e disse que cuidaria do pestinha. Só ajudaria porque o seu Álvaro é amigo do meu avô e pediu com jeitinho. Se o pedido fosse do filho, José Roberto, provavelmente daria uma desculpa para sair fora. Não simpatizo com ele, além de prepotente em demasia, tem um jeitão bem cafajeste e caráter duvidoso. O conheci ainda solteiro e trabalhando na padaria com o pai. Agora ele é assessor de um deputado (seu sogro).
Não mudou nada o cara, seu assédio começou cedo. O tarado aproveitou cada pequeno momento em que não éramos observados para dar-me cantadas, tocar em meu corpo, ou insinuar-se com malícias fazendo caras e bocas. Eu curto homens safados, porém, o que curto mais são situações de relação proibida, sexo com risco de terminar em flagra e escândalo… Ou pior.
Todavia, este homem tem um repelente natural e ainda por cima, é capacho de um político safado.
Deixei meu lado ninfa se divertir permitindo contatos propositais dos nossos corpos e chegamos a dar um selinho perigoso em um minuto de privacidade na varanda.
Eu ainda não sabia ao certo o que estava querendo fazer, só pensava em me divertir e deixá-lo em alguma situação bem constrangedora.
Depois do almoço eu esqueci temporariamente meu joguinho de sedução. Enjoei daquele papo de política e fui sozinha para o jardim da casa. Acomodei-me confortavelmente sentada sobre a grama, encostada em uma árvore e distante dos olhares de todos. Navegava em meu celular e nem percebi quando o safado se aproximou rápido e sorrateiro como se fosse um felino predador. Só notei sua presença quando sentou ao meu lado, agarrou-me e colocou-me em seu colo.
Contive meu grito de susto, acho que já esperava algo do tipo. Deixei o celular de lado, acomodei-me sentada em suas pernas e, antes que ele me beijasse, comentei:
— Como você é safado. — Não tem medo da treta que vai dar se pegarem a gente?
A resposta dele foi um beijo forçado e uma das mãos penetrando por dentro de minha camiseta e amassando meus seios por cima do sutiã.
— Calma homem! — está com muita sede e apressado.
— Você que me faz ficar louco menina.
Eu também acabo indo longe demais nesses joguinhos e deixando acontecer. Contudo, o interrompi quando tentou levantar minha camiseta e sutiã. Ele murmurava que estava doido para devorar meus mamilos. O pervertido parecia não se importar com o lugar em que estávamos e a merda que poderia dar, mas eu sabia muito bem em que tipo de situação poderia envolver meus avós.
Por sorte ouvimos a voz do filho dele que o chamou, ele voltou à realidade enquanto eu recompunha meus trajes levantando rápido de cima dele e sai fora o deixando com sua ereção. Cruzei com o garoto enquanto me dirigia para dentro da casa.



Noite do dia seguinte:
Fui lá bancar a babá. Quando o casal saiu o garoto já dormia em seu quarto. Depois de meia hora de tédio, não aguentei de curiosidade e fui conhecer melhor o quarto do casal; o mesmo tinha chamado minha atenção quando a mulher mostrou-me a casa rapidamente assim que cheguei.
Olhando e agora também tocando os detalhes, gostei ainda mais; grande, moderno e claro.
Encantei-me com os vestidos de festa, porém, minha atenção recaiu sobre um porta-joias em uma prateleira no alto. Peguei e abri descobrindo muita coisa linda, não sei qual o valor ou se eram verdadeiras, mas atraiam e alegravam a vista. Coloquei um colar de ouro branco com contas brilhantes, divino, entretanto sem ostentar em demasia. Experimentei alguns anéis, eram de muito bom gosto, singelos, porém marcavam presença.

Ah! Eu tinha que experimentar tudo aquilo com um dos vestidos maravilhosos. Peguei uns dos que amei; longo, preto com detalhes brilhantes, show demais. Tirei meu jeans, camiseta, também o sutiã. O decote insinuante do vestido enchia minha cabeça que viajava na imaginação, era capaz de ouvir os elogios e sentir olhares de desejos penetrando pelo vão do tecido acariciando meus seios ao mesmo tempo em que os entorpecia com meu perfume. Vesti aquela preciosidade e amei ao olhar-me no espelho, o tecido delicado realçava bem as curvas do meu corpo. Fiz charme como se agradecesse a galanteios e dei alguns passos de dança simulando estar em um baile. Putz! Preciso de uma bebida, pensei. Fui rapidão até o barzinho da sala e peguei um pouquinho de uma vodca gelada que estava no frigobar... Mais uns passinhos de dança... E logo depois mais um bocado do líquido sedoso.

E o tempo passou.

Não sabia se dormia ou estava entorpecida pela bebida quando senti que minha calcinha estava sendo forçada e removida. Antes que eu esboçasse uma reação, ela já tinha passado pelos meus pés. Eu ainda estava com o vestido caríssimo da mulher, queria correr para tirá-lo, mas não conseguia levantar-me do sofá, pois estava dominada pelo homem e sua cabeça estava entre minhas pernas e sugou meu sexo me fazendo estremecer com o contato de sua boca.
Fiquei apavorada com a ideia de sermos pegos pela mulher. O mandei parar empurrando sua cabeça… Ahh! O danado socou a língua brincando com meu clitóris, foi tanto o tesão que não tive forças para resistir e me entreguei totalmente. Joguei uma perna por cima do encosto do sofá e fiquei arreganhadinha deixando sua língua enorme que parecia não ter fim ir fundo em minha grutinha despertando prazeres e sensações até então adormecidos.
Agitei meu corpo segurando em sua cabeça tentando fazer aquela língua que parecia um réptil continuar agitando dentro de mim. Ele se libertou, subiu deslizando sua língua pelo meu corpo até chegar a minha boca. Senti o gosto salgado do meu sexo durante o beijo enquanto seu membro impaciente forçava a entrada da minha vagina. Ele não conseguia me penetrar e me deixava cada vez mais ansiosa e cheia de desejos.
Aii! Enfim pude senti-lo lá dentro e enlouqueci, nossos beijos agora eram mordidas de desejos. Ficamos com nossos sexos fundidos e ardendo em chamas como uma fornalha. Minha boca úmida deslizava pelo seu pescoço e ombro suados, gemendo no ritmo de suas estocadas. De repente ficou tudo muito claro como raios do sol, era o clímax chegando… E uma voz chamando meu nome e uma mão em meu ombro me fez despertar… Aff! Os raios de sol era a luz da sala que foi acesa. A transa não passou de um sonho, adormeci no sofá da sala, porém, só depois de ter vestido minha roupa novamente e ter guardado o vestido e as joias da mulher.
Desculparam-se pela demora. O táxi que os trouxe, estava a minha espera e me levaria pra casa.
“É seu José Roberto, parece que você só vai me comer em sonho.” Pensei sorrindo ao entrar no táxi.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 3 de janeiro de 2015

No Banho com Papai

Gostaria de ter dormido um pouco mais naquela manhã, porém fui acordada pelo barulho da porta abrindo e fechando antes que eu conseguisse abrir os olhos. Imaginei ter sido a minha avó que entrara em meu quarto, mas imediatamente lembrei que estava na casa do meu pai e não em minha casa.
Ainda estava acostumando a vista com a claridade dos raios de sol que entravam pela janela, relembrei os momentos de êxtase vividos com o Leandro horas atrás na cozinha daquela casa. Percorri a vista pelo quarto e não vi ninguém. Quem quer que tenha sido o meu observador, não permaneceu no quarto.
Era quase 9h quando sai da cama ainda sonolenta, peguei uma toalha e fui para o banho. Só acordaria de verdade após uma ducha morna e gostosa. Encontrei o banheiro ocupado; a porta estava trancada. Enquanto eu xingava mentalmente levei um susto com a voz do meu pai, virei o corpo e o visualizei vestido apenas com uma cueca de dormir. Ele completou sua frase dizendo que a Isabela acabara de entrar no banho e provavelmente iria demorar.
— Vem Mila! Usa o meu banheiro.
Huuum! Pensei: "Este tarado vai me atacar." Mas como resistir a chance de provocá-lo? Puta merda! Não consigo evitar este desejo mórbido por joguinhos sexualmente explícitos e perigosos. Dei um foda-se como sempre faço, aceitei o convite e fui para o banho em seu quarto.
Com certeza a novinha passou a noite com ele e foi usar o banheiro externo para manter as aparências. Que aparências? Estava mais que na cara que a garota era periguete dele.
Ele informou que ia verificar seus e-mails e que eu poderia ficar a vontade, não precisava ter pressa. Não tranquei a porta, tinha certeza absoluta que ele entraria e tentaria algo. Nossa! Fico excitada e enlouquecida imaginando estas situações, Deus do céu! Quando vou conseguir me livrar deste vício?

Cinco minutos depois, sentada no vaso sanitário, pensava: “Ele bem que poderia esquecer o computador ligado e seu e-mail aberto, gostaria tanto de saber em que meu pai anda metido no momento”.
Pouco depois estava no box tentando entender-me com aqueles registros do chuveiro; abri um pouco de cada um, saiu água e uma fumacinha discreta. Temerosa coloquei a mão para testar a temperatura, soltei um grito de dor quando a água quente – muito quente – queimou minha mão. Meu pai entrou
 no banheiro com cara de assustado.
— O que foi Mila?
— Esta merda de chuveiro queimou minha mão — respondi choramingando.
Ele pegou o meu braço para examinar e disse que não tinha vermelhidão e não era grave.

— Mas está doendo — falei manhosa e fazendo biquinho.
Ele assoprou minha mão, alisou meu braço e disse que a dor ia passar logo. O tarado não mudou nada, do mesmo modo que costumava fazer no passado, o homem não perdeu tempo, envolveu-me com um abraço. Só então preocupei-me com a minha nudez, mas não desejei afastar-me ou cobrir as partes, curti aquele abraço e saboreei cada centímetro de contato com o seu corpo, ele ainda estava só de cuecas, em segundos revivi sensações e emoções vividas anteriormente. Sei que deveria rejeitá-lo… Mas não consegui, minha mente ficou cheia de recordações dos momentos de prazeres infinitos. Estava indo pelo caminho que eu temia e que tentei evitar nos últimos anos. Deeeus! Dai-me forças para fugir deste homem, não quero ser novamente a sua amante e conviver com esta culpa. Contudo ele tinha o dom de me dominar, era impossível resistir as suas carícias e uma infinidade de frases tentadoras ditas ao meu ouvido.
Aconteceu, eu não o resisti e o beijei ardendo de desejos de reviver nosso passado promíscuo. Novamente iria entregar-me inteira ao meu pai. O desejo de sentir nossos sexos se fundindo era tudo o que queria naquele momento, tipo uma obsessão. Obediente como uma cadelinha o deixaria fazer tudo que quisesse comigo. Após nosso beijo cheio de desejos ele abraçou-me bem apertado e fungando em meu pescoço comentou o quanto era delicioso o meu perfume e que o entorpecia. Sua boca brincava com meus seios enquanto eu afagava seus cabelos e travava uma guerra interior, quis novamente reunir forças para recusar suas carícias e afastar-me, entretanto meu corpo dizia que eu não era mais dona de minha vontade. Meu desejo agora era ordenar-lhe que me colocasse de quatro e me penetrasse judiando de mim e fazendo uso da brutalidade que lhe era peculiar, mas como bônus levar-me à loucura como sempre fazia.
Ele tirou a cueca e seu membro ereto era um convite para sugá-lo, lubrificá-lo para em seguida o sentir deslizar todinho e sumir em meu interior… TocTocToc! Estremeci com as batidas na porta do quarto, ele deixara a porta do banheiro aberta… Fodeu! Ouvimos a voz da Palmira, ainda do lado de fora do quarto, dizendo para meu pai que poderia descer, pois a mesa do café estava pronta. Na verdade eu imaginei que ela sabia que o “patrão” estava comigo no banho, ela queria evitar que a Isabela também soubesse disso. Era o instinto de mãe protegendo a cria. Meu pai abriu um pouco a porta do box e gritou que desceria em cinco minutos.
Caraca! O homem foi direto com a boca em meu sexo.
— Ahh, paaara pai! — na verdade eu quis dizer: "Se parar agora eu te mato".

Com os olhinhos fechados contorci meu corpo e gemi baixinho quando sua língua penetrou minha vagina e brincou com meu clitóris. Fiquei completamente entregue e a sua disposição para mergulhar de cabeça nesta nova fase de loucuras.
Ele me virou de cara para a parede azulejada, inclinou meu corpo e veio por detrás enlaçando minha cintura com um braço e colando seu corpo ao meu. O mundo não existia mais, era apenas eu e ele. Meu corpo quente e trêmulo ansiava por sentir a invasão do meu sexo por seu membro. Ele se ajeitou roçando em minha fendinha me fazendo sentir de imediato meus primeiros espasmos, já gozaria pela primeira vez… Ohooo! Seu membro me invadiu e deslizou deliciosamente me alargando, tive que ser forte para meu corpo não desabar já que minhas pernas ficaram molinhas. Prendi a respiração curtindo cada centímetro que penetrava em minha grutinha... TocTocToc. Puta merda! Novamente as batidas.
— PATRÃÃÃO!!! É ELE NO TELEFONE.
O autor do chamado fora de hora foi o Leandro, também do lado de fora do quarto. Meu pai abortou a penetração, virei com carinha de decepção e olhar de quem implorava para que ele não parasse. Vi sua expressão de preocupação, pediu mil desculpas e perguntou se a gente poderia continuar depois.
De repente caiu a ficha e percebi a bobagem que estava fazendo, fiquei confusa e não respondi nada. Ele puxou-me em seus braços e beijou-me em meio ao vapor que preenchia todo o box, pedi para ele regular a temperatura da água, o fez e saiu rápido.
Terminei meu banho, não sem antes aliviar a tensão hormonal tocando continuamente meu sexo com os dedos.
Pouco depois do café fiquei sabendo que o tal de “Ele” que o Leandro disse era o chefe do meu pai lá no México. Ainda tentei extrair mais e saber que porra de chefe é esse já que meu pai não é empregado de ninguém — segundo ele — mas não consegui saber de mais nada. Iria curtir um pouco mais da piscina e voltaria para Brotas depois do almoço.




Beijos queridos amigos, até a próxima!


 

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