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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Prazeres Mexicanos

Quando tocou o meu celular, naquela manhã de sexta-feira, não reconheci o número, posto que não constava de minha agenda; mesmo assim atendi. Eita! Era o meu pai dizendo que já estava em São Paulo (vindo do México) desde a última noite. Convidou-me para conhecer sua residência temporária. Ao perceber a minha hesitação ele insistiu no convite argumentando que precisava conversar comigo pessoalmente. Fiquei indecisa pensando se era prudente este reencontro, ainda por cima teria que manter segredo de sua chegada, pois meu avô e minha mãe jamais poderiam saber que ele estava no Brasil.
Enfim, combinei que iria no dia seguinte. Estava ciente que estava fazendo a escolha errada ao aceitar encontrá-lo, o tempo em que ficamos distantes apenas esfriou um pouco a química que sempre existiu entre nós. Por telefone ele estava mais cavalheiro “mais pai”, aparentemente, tentava reconquistar-me como filha.
Falei em casa que iria até a agência em São Paulo, 
na manhã seguinte, para acertar uns trabalhos. Dormiria na casa da minha mãe caso não desse para voltar no mesmo dia.
Meu pai comentou sobre a casa ter piscina e que eu poderia levar roupa de banho. Lembrei como era prazeroso provocar meu pai vestindo roupas insinuantes que realçavam partes do meu corpo. Também usava essa tática para conseguir regalias.
Decidida a reativar o joguinho escolhi somente biquínis com a calcinha fio-dental – não ao extremo, um pouco maior – queria parecer ousada, todavia, gosto de me sentir confortável e ao mesmo tempo atraente e provocante.
No dia seguinte fui para São Paulo como havia combinado com meu pai. Liguei para ele quando cheguei ao Metrô Barra Funda e nos encontramos na saída onde ficam os bloqueios. Após os abraços fomos para a casa onde, segundo ele, ficaria os próximos noventa dias. Depois retornaria ao México.
Durante o trajeto do Metrô até a casa, tentei fazê-lo perceber que a nossa relação íntima havia ficado lá no passado, e que no momento, eu queria e precisava que ele fosse apenas meu pai. Entretanto, o desejo do meu corpo não estava em sincronia com as minhas palavras. Minutos atrás, quando ele me abraçou defronte aos bloqueios da estação, fui novamente vítima daquele tremor seguido de arrepios que sufoca a garganta, acelera o coração e aquece o sexo causando desejos doentios e deixando o meu ser cheio de desejos imediatos. Queria ser forte o suficiente para controlar estes sentimentos e instintos e não deixar que percebam o quanto me torno submissa em certas situações, arriando as quatro rodas e ficando completamente entregue. Felizmente estávamos em lugar público, do contrário, teria procurado sua boca, esfregado meu corpo no dele e só Deus sabe tudo o que rolaria depois.
Seguimos abraçados até o estacionamento e consegui controlar meus desejos, recordei de suas pisadas na bola comigo e minha mãe, porém, impossível não recordar os vários momentos de prazeres e loucuras. 
O trajeto era curto e chegamos a casa. Gente! Que casa enorme. Zona norte de São Paulo, próximo ao Campo de Marte. Comecei a ficar muito preocupada e perguntei a mim mesma: “em que meu pai estava metido no momento?” Era necessário ter muita grana para bancar aquilo tudo. 
Respondendo a minha pergunta se ele tinha alugado a casa, respondeu que era de um amigo, o mesmo estava passando uma temporada na Europa, cedeu a casa como cortesia por serviços prestados pelo meu pai no passado. “Melhor não perguntar quais foram os serviços” pensei. 
Fiquei observando as sacadas dos quartos com vista para o quintal que mais parecia um parque com churrasqueira e forno de pizza, próximos de uma piscina. Ele disse que também havia um salão de festa e que a casa possui elevador.
Pensei sorrindo “com a grana da venda desta casa, não precisaria trabalhar nunca mais”. 
Fomos para o interior da residência, ainda pensava como será nossa relação de agora em diante. Desviei meu pensamento ao ver uma garota de shortinho e top do biquíni passeando pela sala. Após os cumprimentos, fiquei sabendo que Isabela era mexicana e veio com o pai e sua mãe, o casal trabalha para meu pai.
Apesar de não falarem nada a respeito de terem um caso, percebi pelos olhares e gestos, que ela e meu pai estão juntos. Raramente erro nestas avaliações, e se ainda conheço o homem, ele a trouxe como passa tempo para se divertir nas horas ociosas enquanto ele faz seus negócios e curte o Brasil. 
Em seguida conheci Palmira e Leandro – mãe e pai da novinha. 
Leandro… Grata surpresa. Sabe quando você olha bem no fundo dos olhos de outra pessoa e sente que já viveram algo em outra vida? E agora quer reviver tudo novamente, e de uma forma mais intensa? Pois foi isso que senti quando nossos olhares se cruzaram. Aquele homem de 1,80m de músculos, moreno claro, cabelo escuro, encaracolado e curto. Seu semblante é duro e sério. “Eu quero” pensei quase falando. Todavia, consegui controlar meus instintos de fêmea. Já tenho problemas demais no momento, preciso de soluções e não mais encrencas.

Pouco depois já estava de biquíni e todos da casa estavam na piscina, já sabia que o Leandro não era pai da Isabela, e sim padrasto. O casal além de empregados são amigos do meu pai e também curtiam a piscina enquanto cuidavam do churrasco e dos outros afazeres.
A tarde passou muito rápido, anoitecia e eu perguntei para o meu pai o que ele queria falar comigo, pois eu ia embora, iria dormir na casa de minha mãe em São Caetano e voltaria para Brotas no dia seguinte. 
Ele explicou que não queria só conversar, queria curtir a companhia da filha, que sentiu muito minha falta durante todo este tempo que ficamos distantes. 
Resumindo: Eu também não estava a fim de ir para a casa de minha mãe, aceitei o convite pra dormir na casa do meu pai, amanhã a tarde voltaria pra Brotas. Tive que dar telefonemas mentindo que estava em Alphaville a trabalho e dormiria na casa de uma colega. 
Passava da meia noite quando todos foram dormir. Antes, tive que administrar umas investidas do meu pai, porém escapei fácil do seu assédio, ele ainda está na fase de tentar me reconquistar. 
Estava sozinha em um dos quartos e pensava a respeito de tudo que observei aquele dia. Sobre a novinha: Imagino que ela foi entregue ao meu pai (pela mãe e o padrasto) em troca de benefícios – dinheiro no caso – todavia, ela realmente parece ter uma paixão pelo coroa. Isso me incomoda muito, principalmente porque ela aparenta ser ambiciosa e do tipo que não aceita perder tão fácil. 
Não senti um clima amistoso entre ela e seus pais. Sem querer e sem ser notada, eu assisti uma conversa entre eles três, pelo tom e nível da conversa, parece que ela os odeia. Diante de meu pai ela se faz de bobinha e inocente. Já conheço esta tática de se vestir com pele de cordeirinho, mas saber ser muito sedutora e assim conseguir enlouquecer seu alvo – no caso, meu pai – agindo de modo contraditório (tenho medo, não quero, porém querendo). Garota experta que sabe fazer bem seu joguinho de sedução irresistível. 
Putz! Não conseguia dormir, meu estomago queimava, era o resultado de muitas doses de tequila e limão. Em silêncio, pois não queria incomodar ninguém, desci até a cozinha. Iria procurar algum antiácido ou algo para fazer um chá. Comecei a fazer a busca na cozinha abrindo algumas portas embaixo no balcão... Nada além de panelas, panos e material de limpeza. Abri as portinhas de cima e estiquei-me toda tentando pegar umas caixinhas de chá que estavam na prateleira do alto. Quase morri de susto quando senti uma presença atrás de mim, só consegui virar a cabeça, pois ele estava quase colado em meu corpo. 
— Posso ajudar? Perguntou o Leandro, com carinha de sério. 
— Que susto você me deu! Murmurei. 
Apontei para uma caixinha no armário e expliquei que queria pegar o chá de camomila para curar minha azia. 
Ele 
apenas esticou o braço, estando ainda por detrás de mim, e pegou o chá. Afastou-se um passo, ofereceu-me a caixinha e perguntou se eu queria ajuda com o fogão.
Nossa! Aquele olhar novamente penetrando em minha alma e em meus desejos secretos. Fodam-se os outros problemas, não resistirei a chance de viver momentos tão intensos, esta pode ser a única chance de ficar com este gato. 
— Eu acho que minha azia passou, estou sentindo outra coisa! Respondi o encorajando a descobrir qual era meu sentimento, apostei no poder do meu olhar sedutor. 
Ele era ótimo em avaliar olhares, se livrou do chá e veio pra cima de mim me abraçando e me beijando. Uau! Foi o que imaginei desde o primeiro olhar. Foi alta tensão e choques estimulantes percorreram meu corpo ao sentir sua boca morna e cheia de volúpia. Com seu corpo prensou o meu contra o balcão e o abracei apertando cada vez mais aquele corpo másculo e tentando fundi-lo ao meu.

Ele tirou sua boca da minha e desceu indo direto aos meus seios que ele havia deixado de fora com suas carícias. Fiquei um pouco preocupada, não conheço o movimento da casa. 
— Estou com medo que alguém pegue a gente! Indaguei. 
Ele me tranquilizou dizendo que o pessoal dorme muito e não levantam durante a noite. Ajoelhou no chão e brincou com minha xotinha a apertando com o polegar e indicador, ainda por cima do meu shortinho. Contorci-me toda, estava com medo de aparecer alguém, meu pai, por exemplo, mas quando pensava nisso só aumentava meu desejo de amar aquele homem e ser possuída de todas as maneiras naquela cozinha. Ele beijou-me toda enquanto descia meu short até o meio de minhas pernas, precisei esforçar-me muito para não gemer alto quando tive meu sexo tocado por sua boca e em seguida ser penetrada por sua língua.

Fiquei completamente entregue e alheia ao resto da casa após ele virar-me e deliciar-me com sua língua em meu anelzinho… Deeeus! Remexi igual a um réptil, ou ele me possuía naquele instante ou eu iria espancá-lo. Ele ficou em pé, desceu e tirou sua calça de moletom, eu com os movimentos das pernas fiz meu short ir até os pés e me livrei dele. Posicionei-me de costas com o corpo dobrado e as mãos apoiadas no balcão, o homem ajeitou seu membro em minha fendinha, foram duas esfregadelas e penetrou-me, Ohoo! Agora eu não o deixaria parar nem se meu pai chegasse armado. 
Momentos de magia, prazeres infinitos, foram os minutos seguintes. Quando cheguei ao clímax, o que senti é impossível de narrar… Ahh! Devo ter flutuado por toda a galáxia e retornei molinha e quase desfalecida. Quando senti a pulsação do seu membro e ainda sentindo meus espasmos, preparei-me para o grande final em que seria preenchida pelo seu esperma, no entanto, ele tirou de dentro e gozou fora em minha bunda, continuei com meus movimentos e ele deslizando seu pênis que amolecia, mas não sem antes untar todo o meu bumbum.
Pegamos papel toalha para nos limparmos, já nem lembrava mais da azia, vesti meu short e fui de mansinho para meu quarto, ele veio logo atrás, joguei um beijo pra ele e fui me deitar. Agora iria dormir igual a um recém-nascido. 




Beijos queridos amigos, até a próxima!

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