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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Com a Nanda, Relembrando Papai

19 anos... Diferentemente de quando fiz 18 e o dia foi cheio de surpresas  a propósito, que saudades da Larissa, a doida foi para a Turquia  hoje foram apenas telefonemas e SMS dando os parabéns, alguns foram pessoalmente. Recusei convites para ir ao barzinho comemorar, realmente não estava em clima de festa.
No início da noite tive uma surpresa pra lá de agradável, minha amiga Nanda chegou de surpresa em minha casa pouco antes do jantar. Acabara de sair do banho e estava em meu quarto passando creme nas pernas, ouvi a campainha e o instinto alertou-me que a visita era pra mim. Realmente era, um minuto depois a Nanda entrou pela porta do meu quarto com um bolo lindo nas mãos e cantando “Parabéns a você”. Além de emocionada fiquei hiper feliz.
Ao refazer-me da emoção e depois dos cumprimentos, minha avó disse que jantaríamos em meia hora, meus avós saíram com o bolo e fiquei sozinha com a Nanda. Impossível não dar um beijo gostoso e cheio de paixão em minha amiga assim que ficamos a sós. Com esforço procuramos nos controlar, pois minha avó adora chegar de surpresa em meu quarto.
Contei para a amiga que meu pai ligou hoje para dar os parabéns e deixou-me com pensamentos perturbados, ele em breve estaria chegando em São Paulo. Pedi encarecidamente que ela não comentasse isso com ninguém, meus avôs e minha mãe não podem saber de sua vinda. A Nanda já sabe da relação que tive com meu pai e algumas aventuras que tivemos. Ela pediu para eu contar mais um dos casos que tive com ele:
– Na época do acontecido, minha mãe ainda não tinha a loja e passava a maior parte do tempo em casa, no entanto, dois dias por semana e sempre no final do dia, ela ia malhar em uma academia da região. Eu chegava do colégio antes de ela sair, e meu pai somente à noite. A guerrinha entre eu e meu pai estava a todo vapor, ele querendo me comer e eu apenas o enlouquecendo e fugindo na hora H. Cheguei do colégio aquela tarde, nem tinha tirado o uniforme e ouvi o barulho de nossa garagem abrindo, olhei pela fresta da cortina e avistei o carro do meu pai. Fiquei intrigada por ele chegar mais cedo que o de costume. Fiquei desconfiada que ele estivesse me seguindo, pois tenho quase certeza de ter visto seu carro quando eu voltava pra casa.
Apesar de ainda não ter a malícia de agora, já era cheia de ideias, iria fingir que fazia lição deitada no tapete da sala, deixei o caderno aberto e um lápis na mão, meu bumbum ficou virado para a porta de entrada e com certeza ele avistaria minha calcinha assim que entrasse. Coloquei os fones do Ipod para fingir não ouvir sua chegada. Apimentei mais, tirei a calcinha e a escondi no vão do sofá e deitei rapidão momentos antes da porta abrir.
— Oi anjinho, está estudando?
Eu ouvi o safado, mas não movi um fio de cabelo.
Agora tudo era silêncio, o tarado com certeza deveria ter abaixado e olhava, babando, para minhas partes íntimas. De repente tomei um susto ao sentir suas mãos em minha cintura fazendo cócegas. O que ele disse eu não sei escrever, era algo do tipo: “Bruuumm”… rs.
Tentei virar-me, porém, estava presa entre suas pernas com ele sentado em minhas coxas. Virei ligeiramente o tronco e a cabeça demostrando desconforto:
— Chegou cedo hoje, que houve? Ironizei.
— E valeu a pena, como é bom encontrar esta tesãozinha assim de sainha!
— Vê se me respeita que sou sua filha!
O tarado não se importa com nada, deitou sobre meu corpo e falou safadezas em meu ouvido, seu membro em fase final de ereção roçava em minha bunda, sua mão penetrava entre meu corpo e o tapete e acariciava meu seio.
— O papai te adora e é louco por você princesa! Murmurou o pervertido.
Beijou meu cangote sem se importar com minhas recusas, com uma mão tentava virar minha cabeça para beijar minha boca, eu lutava recusando, mas a adrenalina já começava a dominar minhas vontades. Que mal faria um beijo? Por um momento cedi e o beijei, era o nosso primeiro beijo de língua e de verdade. Arrependi-me achando que tinha ido longe demais e abortei o beijo, envergonhada virei o rosto para o tapete.
Percebi que ele abria sua calça e liberava seu membro, logo o senti entre minhas coxas quase em meu rego, minha saia já estava na cintura, minha bunda de fora e o homem me chamando de minha menina safadinha.
— Me larga, me deixa sair, minha mãe está chegando! Choraminguei.
O homem não ouvia mais o que eu dizia, lambia e chupava meu pescoço e roçou seu membro em minha fendinha, um tremor de medo e desejos tomou conta do meu corpo, apesar da raiva que sentia por ele ser tão canalha, eu sonhava quase todas as noites em ser sua mulher, sentir um orgasmo, não com meus dedos, mas com seu pênis dentro de mim...
Parei de resistir e fiquei quietinha e arrepiada ao sentir seus dedos molhados de saliva umedecendo minha xotinha. Julguei que era chegada a hora de acabar com a guerrinha e finalmente ser possuída por meu pai. Ele roçou novamente em minha vagina, tentei relaxar e abri mais minhas pernas ao sentir sua dificuldade em me penetrar… Ahh! Seu membro começou a me invadir e a sensação que senti era a de que rasgava meu sexo. Antes que eu gemesse com tamanha dor, ouvimos o interfone e ele saiu rápido de cima de mim. Após atender, disse que era minha mãe, o controle do portão não estava funcionando e ela o chamou para abrir o portão da garagem. Eu já havia recolhido minhas coisas e corria para meu quarto.
Quase que dou fim a minha vingança, tenho que ser mais forte em sua próxima investida.

Voltando ao presenteLogo depois minha avó chamou a gente para jantar, em seguida fizemos nossa festinha a quatro, com bebidas, muitas fotos e comemos o bolo.
Não foi preciso insistir pra Nanda dormir em minha casa, com alegria percebi que ela já veio com esta intenção, emprestei-lhe uma camisola quando pediu pra tomar um banho antes de dormir. Eu vesti minha camisolinha, deixei apenas o abajur aceso e aguardava ansiosa sua volta. Ela retornou ao quarto caminhando devagar e se adaptando a pouca luminosidade, imaginei ver um anjo quando ela cruzou os raios de luz emitidos pelo abajur, a projeção de sua silhueta através do tecido fino era algo mágico, imediatamente pedi que ela parasse e desse um passo para trás.
Mesmo sem entender a princípio, ela atendeu meu pedido.
— Fica paradinha ai só um pouquinho! Supliquei.
Pequei minha câmera, não iria perder a chance de registrar cena tão linda: o perfil do seu corpo parecendo um desenho de formas perfeitas, a curva do seu quadril formando um S com sua cintura e o seio médio, firme e empinadinho com os mamilos salientes que quase furavam sua camisola.
Ela sorriu encabulada, estava sem graça diante da câmera, porém, atendeu meu pedido e fez algumas poses.
Após a seção de fotos tranquei a porta, peguei em sua mão e a levei pra minha cama.
Diferente de outras vezes, hoje tínhamos tempo, mesmo assim nos livramos rapidamente do restante da roupa que ainda nos cobria e começamos a saciar a vontade de se possuir, sorver cada gota, chegar ao momento mágico do clímax e transformar aquela noite em momentos de magia. Hoje me bastava estar ao seu lado e lhe dizer cada frase maluca que me viesse à cabeça, sentir seu corpo quente que desperta meus desejos, seu aroma e sabores estimulantes que entorpece fazendo-me esquecer de que há um mundo a nossa volta. Sua voz carregada de erotismo, sussurrando em meu ouvido, seu beijo doce, e língua macia, eram como um portal que me transportava a um mundo só de prazeres. Foi difícil conter o gemido ao sentir sua língua e lábios delicados descendo por meu corpo e levando-me ao êxtase ao penetrar em meu sexo. Não sei que hora adormecemos, abraçadas e de rosto colado. Foi maravilhoso acordar pela manhã e sentir que cada segundo vivido com a Nanda durante esta noite, valeu a pena. Foi mais um Feliz Aniversário.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
Conto anterior com a Fernanda: Meninos e Meninas

Um comentário:

  1. Se fosse teu pai teria feito você gozar em minha lingua primeiro,depois encheria essa delicinha de buceta de porra,bjs

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