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domingo, 30 de novembro de 2014

Rock Sexo e Porrada

Meu amigo Edgar, que trabalha comigo na administradora, fez 46 anos na sexta-feira e convidou todo o pessoal do escritório para uns comes e bebes em sua casa no final da tarde de sábado. Não seria uma festa, ele disse, apenas uma reunião com cervejas, caipirinha e espetinhos assados.
Havia confirmado a minha presença e cheguei em sua casa às 18h daquele sábado, toquei a campainha e ele apareceu no corredor falando para eu entrar que o portão estava aberto. O rock rolava solto no aparelho de som enquanto ele preparava um molho vinagrete.
— Pensei que estava atrasada. Cadê o pessoal?
— Eles devem estar chegando. Quer um pouco de caipirinha? Acabei de fazer.
Aceitei a bebida e me ofereci para ajudar.
Já anoitecia quando terminamos de fazer o vinagrete, secamos o copo de caipirinha e nada do pessoal chegar. Ele estava preparando outro copão de batida quando o telefone tocou. Ele me pediu para atender
... Era a Luana (sua irmã e minha patroa), disse que eles não viriam, a Clarinha (sua filha) estava gripada e com febre. Passei o fone para o Edgar. Ele ficou bem chateado, e após desligar desabafou:
— Não é a primeira vez que fazem isso, eles sempre arrumam uma desculpa para não virem aqui.
Ele convidara somente nós do escritório, não viria mais ninguém. Fiquei com dó dele, mas não demonstrei, tentei animá-lo:
— Vamos fazer a festa nós dois, não vai faltar comida, bebida e rock’n roll. Bora acender a churrasqueira? Eu tô com fome.
Ele sorriu e pareceu estar mais animado. Fomos para os fundos do terreno para por fogo no carvão.
Após algum tempo de agito ao som do rock e ingestão de bebidas, nós estávamos bem alegrinhos. O Edgar foi até seu quarto e, ao voltar, não aguentei e ri muitão, ele trajava um conjunto justíssimo de calça e colete de couro negro e trazia nas mãos um corpete e uma micro saia também negros. Pediu para eu vestir aquilo, 
disse que era para animar nossa festinha.
Eu adoro uma farra e não achei ridículo, apenas engraçado. Na verdade eu até curti. Peguei as roupas e fui trocar-me em seu quarto, fiquei somente com a calcinha e vesti aquele traje.
Meu amigo adorou quando voltei para o quintal dançando e me insinuando com aquela sainha e os seios salientes no bojo do corpete, infelizmente notei que sua animação estava passando do ponto e parecia que não era apenas por causa da bebida, ele consumiu algo mais forte.
Tentei prosseguir com o clima de diversão e continuei dançando com ele. A nossa dança ficou cheia de contatos de mão e corpos colados. Eu também estava bem alegrinha devido a quantidade de bebida ingerida, estava curtindo a música, nossas roupas, bem como a dança obscena. Infelizmente ele começou a exagerar e rapidamente foi se transformando em um novo cara bem cafajeste. Ainda não conhecia este Edgar. Tentei permanecer no jogo relevando as suas atitudes brutas, apeguei-me na lembrança do love gostoso que tivemos na festa de bodas de sua irmã.
Eu ainda o estava curtindo e deixei rolar, suas mãos sabiam onde acariciar meu corpo e a sua boca safada procurou a minha. Durante o beijo ele forçou o corpete para baixo deixando meus seios expostos, os acariciou e em seguida os amassou de maneira rude, senti um desconforto e dor com o modo como ele explorava meu corpo. As mordiscadas em meus mamilos praticamente viraram mordidas. Pedi para ser mais carinhoso, pois estava me machucando e deixando marcas em meu corpo. Com cara de sádico pegou-me nos braços e falou que iríamos continuar a brincadeira em seu quarto. Um misto de tesão e vontade de fugir tomou conta de mim, enquanto eu decidia se deixava rolar nós chegamos ao quarto e fui jogada na cama. O homem não perdeu tempo e foi com as mãos direto em minha calcinha.
— Para Edgar! Assim eu não curto.
Ele parecia alucinado e não ouvia meus protestos, rasgou um lado da minha calcinha enquanto eu persisti na minha recusa. O sem noção sentou por cima de mim, fiquei imobilizada com os quadris presos entre suas pernas e sua mão em meu peito, com a outra mão ele arrebentou botão e zíper de sua calça justa e tirou seu membro pra fora. O cara estava doidão e falava um monte de barbaridades, nunca imaginei que fosse tão bruto e vulgar como estava sendo naquele instante. Deitou s
eu corpo pesado sobre o meu mantendo-me presa e com a mão em meu sexo ele afastou para o lado a minha calcinha rasgada e tentou me penetrar.
Eu curto demais adrenalina, porém não estava curtindo mais nada daquilo, só esperava uma chance de sair de baixo dele. O homem não conseguia a penetração, pois eu não estava colaborando e dificultava ao máximo. Ele ficou puto, segurou em meu pescoço fazendo ameaças, comecei a ficar sem ar e parei de resistir. Com dificuldade e brutalidade o doido conseguiu penetrar a minha boceta e aliviou a pressão em meu pescoço quando dei tapinhas na sua mão dando a entender que ele estava me sufocando. Relaxei, fingi que curtia e até dei um falso gemidinho. Ele relaxou a atenção quando começou com suas estocadas aceleradas. Remexi gemendo e tateando com a mão no criado mudo a procura de algo grande, derrubei algumas coisas menores, mas segurei o que parecia ser um cinzeiro pesado o suficiente para o que eu queria. Segurando firme aquela peça na palma da mão, o acertei com uma pancada do lado da cabeça. Ele sentiu o golpe e tombou ao meu lado, saí o mais rapidamente que pude da cama, ele tentou segurar meu tornozelo, mas estava grogue com a pancada, bebida e sabe-se lá o que mais. Consegui fugir dele, peguei a chave que estava pelo lado de dentro da porta e o tranquei no quarto. Ouvi a sua voz empastada e cheia de ofensas, ele batia forte na porta tentando derrubá-la. Peguei minha bolsa e celular na sala e sai fora... “Aff! Que merda! Não posso ir pra casa com esta roupa.” Pensei. 

De Piriguete na calçada:
Sai pelo portão e parei na porta da garagem, tirei e joguei fora o que restou de minha calcinha rasgada que estava descendo por minha perna. Um carro parou embaixo, bem na rampa de entrada, a porta do lado do motorista se abriu e alguém veio em minha direção. Era um vizinho do Edgar que mora em uma casa um pouco abaixo, ele é cliente da administradora. Fiquei sem saber o que fazer ou dizer. Quando ele me viu, estancou sem palavras. Acredito que nem em seus fetiches ele imaginaria ver-me vestida daquele jeito. Fiquei constrangida, afinal, não era uma roupa para usar em público, todavia ele era minha única ajuda no momento, sorri para ele e perguntei se poderia me ajudar. Antes de responder ele deu um grande sorriso, me comeu com os olhos e elogiou minha roupa. Disse que lamentava que a sua mulher não tivesse um 'look' assim tão sensual. Enfim perguntou como poderia ser útil. Agradeci-lhe o elogio e expliquei que precisava ir para casa imediatamente. Ele permaneceu em silêncio por um momento, continuando a devorar-me com os olhos. Novamente fiquei sem graça, da posição inferior que o homem estava deveria ter uma boa visão das minhas partes íntimas.
— Por favor, moço, você pode me dar uma carona até minha casa? — falei quase implorando.
— Estou procurando meu cão que deu uma fugidinha, mas tudo bem, o malandro voltará sozinho quando estiver com fome.
Falou para eu entrar no carro. Entrei, fechei a porta e desci o vidro ao ver ele se aproximar da porta, perguntou sobre o Edgar.
Falei que ele bebeu demais, se trancou no quarto e dormiu. O restante das minhas roupas ficaram presas no quarto, expliquei. Ele permanecia em pé na minha frente, eu só via sua braguilha, não conseguia ver seu rosto, mas eu sabia que ele me olhava. A sua calça começou a inchar. Meus seios, apertados no corpete praticamente transbordavam pelo decote, meus mamilos estavam duros e visíveis. Coloquei minha cabeça para fora e ele apenas deu um passo para trás. Quase enfiei a cara direto contra sua virilha. Pedi desculpas e disse que realmente precisava ir naquele instante. Ele se desculpou e apressadamente entrou no seu veículo. Levou-me até minha casa. Administrei suas cantadas e indiretas durante o trajeto.

Quando chegamos eu agradeci o homem, desci e ele saiu dirigindo só com a mão esquerda, a direita estava agarrada no seu pinto, com certeza se masturbaria no caminho de volta.
Minha preocupação passou a ser com meus avós, teria que arrumar uma boa desculpa para justificar a roupinha de biscate. Quanto ao Edgar... Segunda-feira teríamos uma conversa muito difícil.



Beijos queridos amigos, até a próxima!



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