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domingo, 30 de novembro de 2014

Rock Sexo e Porrada

Meu amigo Edgar, que trabalha comigo na administradora, fez 46 anos na sexta-feira e convidou todo o pessoal do escritório para uns comes e bebes em sua casa no final da tarde de sábado. Não seria uma festa, ele disse, apenas uma reunião com cervejas, caipirinha e espetinhos assados.
Havia confirmado a minha presença e cheguei em sua casa às 18h daquele sábado, toquei a campainha e ele apareceu no corredor falando para eu entrar que o portão estava aberto. O rock rolava solto no aparelho de som enquanto ele preparava um molho vinagrete.
— Pensei que estava atrasada. Cadê o pessoal?
— Eles devem estar chegando. Quer um pouco de caipirinha? Acabei de fazer.
Aceitei a bebida e me ofereci para ajudar.
Já anoitecia quando terminamos de fazer o vinagrete, secamos o copo de caipirinha e nada do pessoal chegar. Ele estava preparando outro copão de batida quando o telefone tocou. Ele me pediu para atender
... Era a Luana (sua irmã e minha patroa), disse que eles não viriam, a Clarinha (sua filha) estava gripada e com febre. Passei o fone para o Edgar. Ele ficou bem chateado, e após desligar desabafou:
— Não é a primeira vez que fazem isso, eles sempre arrumam uma desculpa para não virem aqui.
Ele convidara somente nós do escritório, não viria mais ninguém. Fiquei com dó dele, mas não demonstrei, tentei animá-lo:
— Vamos fazer a festa nós dois, não vai faltar comida, bebida e rock’n roll. Bora acender a churrasqueira? Eu tô com fome.
Ele sorriu e pareceu estar mais animado. Fomos para os fundos do terreno para por fogo no carvão.
Após algum tempo de agito ao som do rock e ingestão de bebidas, nós estávamos bem alegrinhos. O Edgar foi até seu quarto e, ao voltar, não aguentei e ri muitão, ele trajava um conjunto justíssimo de calça e colete de couro negro e trazia nas mãos um corpete e uma micro saia também negros. Pediu para eu vestir aquilo, 
disse que era para animar nossa festinha.
Eu adoro uma farra e não achei ridículo, apenas engraçado. Na verdade eu até curti. Peguei as roupas e fui trocar-me em seu quarto, fiquei somente com a calcinha e vesti aquele traje.
Meu amigo adorou quando voltei para o quintal dançando e me insinuando com aquela sainha e os seios salientes no bojo do corpete, infelizmente notei que sua animação estava passando do ponto e parecia que não era apenas por causa da bebida, ele consumiu algo mais forte.
Tentei prosseguir com o clima de diversão e continuei dançando com ele. A nossa dança ficou cheia de contatos de mão e corpos colados. Eu também estava bem alegrinha devido a quantidade de bebida ingerida, estava curtindo a música, nossas roupas, bem como a dança obscena. Infelizmente ele começou a exagerar e rapidamente foi se transformando em um novo cara bem cafajeste. Ainda não conhecia este Edgar. Tentei permanecer no jogo relevando as suas atitudes brutas, apeguei-me na lembrança do love gostoso que tivemos na festa de bodas de sua irmã.
Eu ainda o estava curtindo e deixei rolar, suas mãos sabiam onde acariciar meu corpo e a sua boca safada procurou a minha. Durante o beijo ele forçou o corpete para baixo deixando meus seios expostos, os acariciou e em seguida os amassou de maneira rude, senti um desconforto e dor com o modo como ele explorava meu corpo. As mordiscadas em meus mamilos praticamente viraram mordidas. Pedi para ser mais carinhoso, pois estava me machucando e deixando marcas em meu corpo. Com cara de sádico pegou-me nos braços e falou que iríamos continuar a brincadeira em seu quarto. Um misto de tesão e vontade de fugir tomou conta de mim, enquanto eu decidia se deixava rolar nós chegamos ao quarto e fui jogada na cama. O homem não perdeu tempo e foi com as mãos direto em minha calcinha.
— Para Edgar! Assim eu não curto.
Ele parecia alucinado e não ouvia meus protestos, rasgou um lado da minha calcinha enquanto eu persisti na minha recusa. O sem noção sentou por cima de mim, fiquei imobilizada com os quadris presos entre suas pernas e sua mão em meu peito, com a outra mão ele arrebentou botão e zíper de sua calça justa e tirou seu membro pra fora. O cara estava doidão e falava um monte de barbaridades, nunca imaginei que fosse tão bruto e vulgar como estava sendo naquele instante. Deitou s
eu corpo pesado sobre o meu mantendo-me presa e com a mão em meu sexo ele afastou para o lado a minha calcinha rasgada e tentou me penetrar.
Eu curto demais adrenalina, porém não estava curtindo mais nada daquilo, só esperava uma chance de sair de baixo dele. O homem não conseguia a penetração, pois eu não estava colaborando e dificultava ao máximo. Ele ficou puto, segurou em meu pescoço fazendo ameaças, comecei a ficar sem ar e parei de resistir. Com dificuldade e brutalidade o doido conseguiu penetrar a minha boceta e aliviou a pressão em meu pescoço quando dei tapinhas na sua mão dando a entender que ele estava me sufocando. Relaxei, fingi que curtia e até dei um falso gemidinho. Ele relaxou a atenção quando começou com suas estocadas aceleradas. Remexi gemendo e tateando com a mão no criado mudo a procura de algo grande, derrubei algumas coisas menores, mas segurei o que parecia ser um cinzeiro pesado o suficiente para o que eu queria. Segurando firme aquela peça na palma da mão, o acertei com uma pancada do lado da cabeça. Ele sentiu o golpe e tombou ao meu lado, saí o mais rapidamente que pude da cama, ele tentou segurar meu tornozelo, mas estava grogue com a pancada, bebida e sabe-se lá o que mais. Consegui fugir dele, peguei a chave que estava pelo lado de dentro da porta e o tranquei no quarto. Ouvi a sua voz empastada e cheia de ofensas, ele batia forte na porta tentando derrubá-la. Peguei minha bolsa e celular na sala e sai fora... “Aff! Que merda! Não posso ir pra casa com esta roupa.” Pensei. 

De Piriguete na calçada:
Sai pelo portão e parei na porta da garagem, tirei e joguei fora o que restou de minha calcinha rasgada que estava descendo por minha perna. Um carro parou embaixo, bem na rampa de entrada, a porta do lado do motorista se abriu e alguém veio em minha direção. Era um vizinho do Edgar que mora em uma casa um pouco abaixo, ele é cliente da administradora. Fiquei sem saber o que fazer ou dizer. Quando ele me viu, estancou sem palavras. Acredito que nem em seus fetiches ele imaginaria ver-me vestida daquele jeito. Fiquei constrangida, afinal, não era uma roupa para usar em público, todavia ele era minha única ajuda no momento, sorri para ele e perguntei se poderia me ajudar. Antes de responder ele deu um grande sorriso, me comeu com os olhos e elogiou minha roupa. Disse que lamentava que a sua mulher não tivesse um 'look' assim tão sensual. Enfim perguntou como poderia ser útil. Agradeci-lhe o elogio e expliquei que precisava ir para casa imediatamente. Ele permaneceu em silêncio por um momento, continuando a devorar-me com os olhos. Novamente fiquei sem graça, da posição inferior que o homem estava deveria ter uma boa visão das minhas partes íntimas.
— Por favor, moço, você pode me dar uma carona até minha casa? — falei quase implorando.
— Estou procurando meu cão que deu uma fugidinha, mas tudo bem, o malandro voltará sozinho quando estiver com fome.
Falou para eu entrar no carro. Entrei, fechei a porta e desci o vidro ao ver ele se aproximar da porta, perguntou sobre o Edgar.
Falei que ele bebeu demais, se trancou no quarto e dormiu. O restante das minhas roupas ficaram presas no quarto, expliquei. Ele permanecia em pé na minha frente, eu só via sua braguilha, não conseguia ver seu rosto, mas eu sabia que ele me olhava. A sua calça começou a inchar. Meus seios, apertados no corpete praticamente transbordavam pelo decote, meus mamilos estavam duros e visíveis. Coloquei minha cabeça para fora e ele apenas deu um passo para trás. Quase enfiei a cara direto contra sua virilha. Pedi desculpas e disse que realmente precisava ir naquele instante. Ele se desculpou e apressadamente entrou no seu veículo. Levou-me até minha casa. Administrei suas cantadas e indiretas durante o trajeto.

Quando chegamos eu agradeci o homem, desci e ele saiu dirigindo só com a mão esquerda, a direita estava agarrada no seu pinto, com certeza se masturbaria no caminho de volta.
Minha preocupação passou a ser com meus avós, teria que arrumar uma boa desculpa para justificar a roupinha de biscate. Quanto ao Edgar... Segunda-feira teríamos uma conversa muito difícil.



Beijos queridos amigos, até a próxima!



sábado, 22 de novembro de 2014

Vingança em Família

A piriguete da Bruna “minha prima” fará hoje sua festinha de aniversário, André (meu padrasto) foi direto do trabalho pra lá – casa da sobrinha putinha – e, no mínimo, já deram uma rapidinha debaixo do nariz do meu “tio”. Minha mãe só irá de noite, após fechar a loja, falei que não estava a fim de festa e fiquei em casa. Pouco depois começava a anoitecer, não estava com fome ainda, mesmo assim fui ao mercadinho comprar algo para comer mais tarde, já que não teria janta, estaria sozinha em casa e o mercadinho logo iria fechar.
No mercadinho: Estava em dúvida, parada defronte a porta de vidro do freezer olhando para pizzas, lasanhas, hambúrgueres e pratos prontos congelados; optei pelo hambúrguer de frango.
Caminhei até o corredor das bebidas para escolher algo e dei de cara com o Diogo – namorado da Bruna – eu o conheço a muito tempo aqui do bairro, é só colega, nunca rolou de a gente ficar – talvez por ele ser pegajoso demais para o meu gosto e querer ser mais exibido que eu – Enquanto trocávamos cumprimentos e colocávamos a conversa em dia, observei seu carrinho cheio de bebidas, falou que levaria para a festinha era um de seus presentes pra ela. Pensei rápido, ainda tinha sede de vingança, não sou maquiavélica, porém, minha mente encheu de ideias e não perdi tempo em executar um plano meio no improviso, falei que meu chuveiro não estava ligando e se ele poderia dar uma olhada rápida pra mim. Minha intenção era retardar sua ida à festa o máximo de horas que fosse possível e produzir provas de que ele estava em minha companhia.
Ele falou que levaria a bebida e depois iria a minha casa. Eu moro perto do mercadinho, falei pra ele só olhar rapidão e ver se era grave, a festinha pode esperar um pouco, pois com certeza iria rolar a noite toda.
Fomos pra casa em seu carro, na hora de descer falei que esqueci de comprar uma bebida – foi de propósito – e o mercadinho já iria fechar. Como bom cavalheiro ele deixou eu pegar uma de suas bebidas, menos o Campari que era para a vadia.
Eita... Falhou, era justamente o que eu queria. Tudo bem, peguei um Contini, era o menos pior entre as outras bebidas.
Já em casa eu mostrei-lhe onde era o banheiro, se encaminhou até ele e eu entrei em meu quarto, tirei rapidão o shortinho e blusa e vesti um kimono para cobrir meu corpo que estava só de calcinha e sutiã.
— MILAA... Não tem nada com o chuveiro, está ok!
— Ué, será que só dá defeito comigo? Falei ao chegar por detrás dele.
O homem me comeu com os olhos, o kimono curtinho se encaixa bem em meu corpo, sua seda fina e leve dá um look sexy à curva do meu quadril. Ele também deve ter estranhado a câmera fotográfica em minha mão.
Após evitar que o apressado fosse embora, despertei seu interesse em ficar mais um pouco pedindo que ele me fotografa-se em trajes íntimos, pois queria enviar as fotos para uma agência onde faria um teste de modelo – mentira é claro – o safado disse que poderia ficar mais quinze minutos. Ao descermos as escadas comentei que antes precisava de uma bebida para dar coragem. Fomos até a cozinha pegar gelo e tomar uns goles daquele vermute.
Ainda na copa comecei com as poses e ele com as fotos. Após um pouco de charminho, fiquei de costas e abri o kimono e fui virando devagar com ele aberto como uma bandeira ao vento.
— Capricha nas fotos, não corta minha cabeça e pés! Aconselhei.
Fui até o som e coloquei uma música para dar um clima gostoso e continuei minha exibição com uma dança maliciosa. Tirei o kimono e o soltei no chão, subi na mesa cheia de sensualidade e fazendo poses segurando de modo insinuante a tira da minha calcinha ou o bojo do sutiã. Umedecia meus lábios e encarava a câmera do modo mais sedutor que conseguia. Continuei com o joguinho e brincando de mostra e esconde tirei o sutiã e logo depois minha calcinha.
Exibi-me peladinha pra ele virando meu corpo e sendo fotografada por todos os lados enquanto eu fazia minhas poses ensaiadas. No início era uma brincadeira improvisada e apenas uma desculpa para atrasá-lo. Entretanto, eu senti um prazer enorme em estar sendo observada e registrada em fotos, cometia o mesmo erro da vadia da Bruna e produzia provas que poderiam complicar minha vida caso alguém visse. Adorei o joguinho que estava mexendo demais comigo.
Minha adrenalina aumentava vendo sua ereção indisfarçável, era evidente que ele estava morrendo de desejos em ter-me em seus braços e por um momento esqueci minha vingança. Adorei seu olhar guloso em minhas partes íntimas sentia o desejo que emanava de seu corpo em minha direção como se fossem choques elétricos, sentia tremores a cada flash disparado e instintivamente o desejei vendo-o se aproximar e fazer closes de meus seios, sexo e bumbum.
Acho que o atrai como as cadelas no cio atraem os cães, eu mesma sentia o odor do meu sexo, e era muito agradável. Impossível descrever todos os sentimentos, só curtia o prazer do momento e o fogo que queimava todo meu interior.
Dancei com graça e com toda a sexualidade que emanava de mim ao som de Swingin’ do Tom Petty fazendo gestos provocativos em sua direção e movendo suavemente meu corpo no ritmo da música que preenchia o ambiente.
— Gata, você está me enlouquecendo!
Sua voz foi um sussurro, sua mão tocou em minha coxa e foi deslisando em direção da minha xotinha; deixei que avançasse até tocá-la... Ahh! A contra gosto segurei sua mão a tirando devagar e o repreendi:
— Assim não, você está avançando o sinal!
— Desculpe linda, é que você me deixou doidão!
— Quero ficar doida também, me deixa fotografar você?
Entre outras coisas ele falou que já era tarde e que tinha que ir para a festa da namorada e também estava preocupado com minha mãe e meu padrasto. Já havia explicado que minha mãe iria direto do trabalho para a casa da garota e que o André não larga a bebida quando está com o irmão.
Com mais uns goles, promessas e meu poder de sedução, o convenci a ficar mais um pouco e bancar o modelo.
Fomos pra sala e ele não foi nada sútil, se despiu tão rápido que parecia ter formigas nas roupas. Fui clicando minha câmera e chegando pertinho daquele corpo nu, ele sentou no sofá.
— Vem gata, chega de foto né?
— Só mais uma fofo!
Agarrei seu membro e a sensação foi muito gostosa ao fechar minha mão e sentir o calor e macies de sua pele, acho que ele não fez circuncisão, a glande estava quase que coberta – mesmo com sua ereção – adorei deslizar a pele para baixo e para cima, é tão macio e úmido, fiz umas fotos mostrando apenas seu pênis em minha mão. Todavia, eu não sou de ferro, como resistir ao jogo sexual? Faço loucuras nesta hora. Sem o deixar perceber, coloquei minha câmera no modo filmar e a coloquei na mesinha com a lente voltada pra nós. Voltei minha atenção ao seu membro, ele me incentivava a continuar, mas nem era preciso, eu também queria ir além das fotos. Alojei-me entre suas pernas e com a boca em seu pênis pude sentir seu sabor e seu aroma, sua pélvis exalava um perfume agradável e convidativo. Descer e subir o prepúcio com os lábios é algo mágico, ansiosa aguardava por seu leite que encheria minha boca a qualquer momento... Droga, ele pediu para eu parar e puxou-me fazendo eu sentar em seu colo, demos nosso primeiro beijo e impossível não pensar o qual prazeroso seria ver a cara da “prima” assistindo eu sentada no colo do seu namorado, seria o golpe fatal na vadia da Bruna.
Já explodindo de tesão levantei um pouco o corpo e ele ajeitou seu membro em minha fendinha, fechei os olhinhos e suspirei ao deixar meu corpo descer e ser penetrada enquanto procurava sua boca e devorava seus lábios e língua, não queria que tivesse acontecido tão rápido, queria prendê-lo por muito mais tempo. Parei de pensar na vadia e curti aquele corpo quente e cheio de vida, pequenos tremores anunciavam momentos mágicos... Porém, foram momentos de terror, ouvi o estalo característico do portão de nossa garagem abrindo.
— Rápido, rápido, é minha mãe, pega tudo seu e vem!
Supliquei nervosa, ansiosa e empurrando ele escada acima. Em meu quarto o fiz entrar debaixo da minha cama, pelado e com suas roupas e sapatos na mão.
— Pelo amor de Deus, fica quieto ai até eu te chamar! — Minha mãe deve ir para o banho ou sair logo para a casa da Bruna, eu te chamo, não sai daí!
Apavorada pensei "Caralho, o Contini e os copos! PORRA, A CÂMERA!"
Já com o kimono no corpo, desci correndo e... Não deu tempo, minha mãe acabara de abrir a porta da sala, por sorte estava apressada demais para perceber algo diferente, tipo: Minha câmera ainda filmando na mesinha. Falou que tomaria um banho rápido antes de sair. Aproveitando que ela subiu, tirei e escondi o cartão de memória da minha câmera, também lavei os copos e escondi a garrafa de bebida.
Iria deixar o Diogo lá em meu quarto até minha mãe sair. Tadinho, infelizmente ele se envolveu em uma disputa de meninas.
No final deu tudo certo, minha mãe saiu e libertei o homem, que no momento ficou muito zangado comigo, mas garanto que em breve vai querer terminar o que começamos. Meu dia estava ganho, agora enviaria minhas fotos para a nuvem e formataria o cartão, comeria meu hambúrguer de frango e terminaria com a garrafa de bebida.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 15 de novembro de 2014

Dormindo com o Inimigo

Minha mãe sofreu um acidente de carro na tarde de sábado quando voltava do trabalho, a princípio, após saber do ocorrido, chorei muito, pois ela ficou inconsciente por horas. Felizmente não foi grave, a pancada forte na cabeça só a deixou inconsciente e também sofreu algumas escoriações. O médico disse que ela passaria a noite em observação e teria alta na manhã seguinte.
Não recordava de algum dia ter dormido sozinha com meu pai em nossa casa, e não pretendia dormir naquela noite.

Logo após ficar sabendo que minha mãe estava bem, eu já pensei em um plano para dar uma fugidinha. Gustavo, um carinha do meu colégio, toda semana insistia para eu ir com ele a uma baladinha na casa do seu irmão mais velho – O irmão Vinícius que divide o aluguel com amigos da faculdade – Eu já fiquei algumas vezes com o Gustavo nas festinhas de aniversário que a turminha costuma fazer, mas nunca passou de beijos e algumas carícias mais íntimas quando possível, sem sexo.
Não planejei ir à baladinha para transar com ele, queria somente um pouco de diversão em algo diferente do que costumo frequentar.
Eu iria dormir na casa de uma amiga, após o consentimento de minha mãe, já havia combinado com "minha cúmplice", por telefone, e ela mentiria caso alguém ligasse para confirmar. Meu pai ficou muito contrariado ao saber que eu não dormiria em casa, era evidente a frustração dele. O safado maquiavelicamente estaria imaginando tudo que faria comigo durante uma noite inteira sem testemunhas. Eu sabia que ele estava puto, porém fingiu aceitar a decisão de minha mãe, do contrario começaria a levantar suspeitas sobre suas atitudes comigo – se é que minha mãe já não desconfiava de algo.
Fui para a casa da amiga e fiquei lá até dez da noite, foi quando o Gustavo ligou dizendo que estava me esperando em uma rua próxima. Despedi da amiga, sai de fininho e "partiu baladinha".
Chegamos à casa do Vinícius e parecia que alguns dos seus colegas não gostaram muito da minha presença, talvez se perguntando: "O que esta novinha faz aqui?"
Apesar do meu jogo de cintura, no início fiquei bem deslocada, entretanto, com o passar do tempo, conquistei a simpatia do irmão e estava cada vez mais alegrinha, ele trouxe outra bebida pra mim; era a terceira ou quarta.
Estava soltinha e me acabando de tanto dançar, mas acho que despertei ciúmes de duas garotas que não gostaram muito da atenção que o dono da casa me dispensava, ficavam com risadinhas olhando sem parar em minha direção, uma delas não me era estranha, porém não recordava de onde a conhecia. Pouco depois as duas subiram junto com dois carinhas, provavelmente para uma seção de sexo em algum quarto.
Eu ganhei mais uma bebida:
— Aff! Já estou "lokona"e com fome — falei tropeçando nas palavras e dei mais um gole no veneno.
O Gustavo disse que ia pegar algo pra gente comer. Enquanto isso, pedi para o Vinícius mostrar-me onde era o banheiro, ele abraçou-me pela cintura e disse que me levaria.
Subimos as escadas para o andar de cima, e mesmo estando de porre, lembro que os outros carinhas riam zoando e falaram algo sobre novinha e abate.
Vinícius entrou comigo no banheiro.
— Fica à vontade linda, eu fico de costas.
Acho que foi isso que ele disse, eu estava viajando de tão zonza. Desci minha calça e calcinha sem importar-me com sua presença e sentei no vaso para fazer xixi, aproveitei para fechar e descansar os olhinhos de pálpebras pesadas... Apaguei com certeza, acordei debruçada no gabinete do lavatório, entorpecida pelo álcool e, lentamente fui percebendo várias coisas anormais, minha blusa erguida, meus seios de fora, minha calça jeans e calcinha arriadas até os pés e, o mais sério, um pênis com preservativo penetrando minha boceta.
Estava lerdinha, sem forças e não consegui me livrar de duas mãos fortes que me seguravam pela cintura. Aquele membro deslizou para dentro de mim e fez uma pausa encontrando a resistência do meu hímen complacente. De início pensei que fosse o Gustavo, indecisa se relaxava, deixava rolar e curtia o momento, ou reunia forças para tirá-lo de dentro de mim. Optei pelo prazer, relaxei curtindo suas estocadas, porém percebi que não era quem eu pensava, pois ouvi a voz do Gustavo do lado de fora do banheiro, chamando o irmão desesperadamente dizendo que meu pai veio me buscar. Só então levantei a cabeça e vi o reflexo do Vinícius pelo espelho. Em um movimento brusco ele tirou seu pênis de dentro de minha vagina, apavorada nem senti dor e busquei forças para me recompor rápido. Meu colega ficou em pânico – mais do que eu – chamou novamente quando nós já saíamos do banheiro. Ele perguntou alguma coisa sobre o que estávamos fazendo ali, eu não estava entendo muito e no momento só pensava o que diria para o meu pai que estava lá embaixo.

Papai após falar um montão e ameaçar os carinhas, arrancou-me da festa. No carro, bêbada e praticamente apagada, não entendia o que ele dizia, mas sabia que era bronca.
Quando paramos na garagem de casa ele teve que levar-me escorada, eu tropeçava em minhas pernas tentando caminhar. Na sala pegou-me nos braços e carregou-me escada acima, inocentemente até pensei que ele me colocaria pra dormir em minha cama, mas ele foi até o quarto deles e colocou-me sentada na beirada da cama do casal. Eu estava zonza demais e minha cabeça pesava uma tonelada, quando se abaixou para tirar meus sapatos, eu deixei meu corpo cair na cama, iria dormir ali mesmo pensei.
Assustei quando começou a tirar minha calça, queria o mandar parar, mas eu mal conseguia falar e não tinha forças para nada. O ouvi dizer algo sobre um banho frio, tentei dizer pra ele ir sozinho que eu ia dormir, mas cadê a voz? Quando dei por mim já estava sem a calça e a blusa e só de calcinha, ele pegou no cós para tirá-la, eu segurei forte com as duas mãos dizendo não seguidas vezes.
Minha próxima lembrança é a de acordar estremecendo de frio e sentindo uma água gelada em meu corpo, eu ainda estava agarrada a minha calcinha, a soltei para tirar o cabelo molhado do meu rosto e tentava respirar debaixo daquela água fria. Aquilo durou uma eternidade, por várias vezes tentei, sem sucesso, sair dali.

Finalmente ele desligou o chuveiro e cobriu-me com a toalha, colocou-me em pé sobre o tapetinho de pano e ficou por detrás de mim, ele me enxugava e me segurava. Eu ainda estava de porre, mas percebi o safado me encoxando, amassando meus seios, xotinha e aproveitando ao máximo minha situação.
O tarado pegou-me no colo levando-me de volta pra cama.
— Quero ir pro meu quarto! Balbuciei.
— Calma anjinho relaxa e dorme aqui com o papai!
E não adiantaram minhas negativas e tentar sair da cama, porém ele estava sendo carinhoso, cobriu-me, apagou a luz deixando só o abajur aceso. Recusei seu beijo por mais de uma vez e virei de costa pra ele que sem forçar a barra, tentava vencer-me com caricias – adoro receber carinho – Alisou muito meu corpo e dizia palavras de afeto, eu dormi e não sei se sonhava ou delirava, senti uma boca na minha e agora não resisti e correspondi ao beijo, abracei papai pelo pescoço, senti seu abraço forte e só então percebi que o safado já estava pelado. Fiquei arrepiada quando seu corpo roçou no meu e seu membro foi se instalando entre minhas coxas. Suas carícias ficaram mais quentes, sua boca saiu da minha e foi descendo enquanto ele soltava a toalha do meu corpo e abocanhava meus seios... Ahaa! Eu vivi um conflito entre fugir daquele quarto ou finalmente me entregar ao meu pai, não sabia onde terminava o medo e começava meu tesão.
Enquanto estava na dúvida de como reagir, minha calcinha já tinha passado pelos meus pés e estava de perninhas dobradas, abertas e estremecendo de prazer com sua língua dentro de minha fendinha... "Ai Deus! Não vou resistir." Pensei ainda indecisa. Sabia que a penetração seria iminente. De repente tudo veio ao mesmo tempo em minha cabeça, os flagras que dei em meu pai com outras garotas, sua falta de respeito comigo e minha mãe... Fiquei com raiva e tesão, e mesmo doida para transar com ele, não o deixaria me penetrar. Demorei muito para decidir, ele tirou a boca do meu sexo e veio se ajeitando por cima de mim com seu membro latejando de duro forçando minha fendinha.
— Espera um pouco pai, acho que vou vomitar! Falei demonstrando náusea e voz ansiosa.
Sai de baixo dele meio na forçada, e enquanto ele falava para eu ir ao banheiro ali do quarto do casal, eu corri para o meu quarto e tranquei com chave.
Em segundos ele estava batendo na porta, falei que só abriria quando minha mãe voltasse, ele ameaçou de arrombar, falei que faria um escândalo e ligaria para a polícia – ligaria nada, só queria mantê-lo distante de mim naquela noite – e consegui, não rolou mais nada, porém tive que fazer xixi em meu vaso de flores.

Pela manhã ele voltou a bater na porta, acordei assustada e com uma dor de cabeça da porra, ele disse que estava indo para o hospital buscar minha mãe, antes fez um trato comigo: não falaria nada pra mamãe que me tirou bêbada de uma festa e eu não falaria que ele tentou me estuprar. Não foi bem assim que ele falou, mas foi o que aconteceu na verdade. Enrolei mais uma hora antes de sair do quarto, quando ainda deitada lembrei-me de onde conhecia a garota da festa, ela trabalhava em uma lanchonete defronte ao prédio que meu pai tinha o escritório. Com certeza foi aquela vadia que ligou para ele me dedurando.


Beijos amigos, até a próxima!

sábado, 8 de novembro de 2014

Meninos e Meninas

Voltei à casa de minha amiga Fernanda (a Nanda) algum tempo depois daquele final de semana em que vivi loucuras com ela e seu pai  cada um em momentos diferentes , sei que sou promíscua e um tanto devassa, reconheço a falha, no entanto, minhas amizades verdadeiras são mais importantes que um prazer sexual. Fiquei mal com minha consciência depois daquele final de semana que transei com filha e depois com pai, sem que um soubesse o que rolava entre eu e o outro. Caramba! Eu curti muito os dois e o desejo de repetir tudo novamente era maior que meu sentimento de culpa por trair a confiança de minha amiga ao receber-me em sua casa.
O sábado foi de chuva pela manhã, o céu ainda estava nublado e poderia chover a qualquer momento. Havia descido do ônibus na avenida, pertinho da casa da amiga. Caminhei rápido, pois havia água acumulada no chão e não queria tomar um banho daquela água imunda... Tarde demais:
— FILHO DA PUTAAA!!!
Gritei indignada para um sem noção que passou a milhão jogando aquela água podre em mim... “Caralho, nunca mais uso esta roupa.” Pensei.
Felizmente estava pertinho da casa da Nanda, só que depois de ter sobrevivido àquela tragédia ainda tive que aguentar os risos e a gozação da Nanda a me ver naquele estado. Fui direto para o banho, ela gentilmente veio até o banheiro e pegou minha roupa suja para lavar. Quando terminei o banho já estava calma e acabei até achando graça do ocorrido, lembrei que minha amiga ainda não tinha visto a tattoo que eu fiz na virilha esta semana. Desci para mostrar-lhe a obra de arte. Estava segura de que somente nós duas estávamos na casa.
Certas cenas não acontecem somente no cinema, também acontecem comigo. O imponderável adora ver-me constrangida. Entrei na sala toda animada apenas com a toalha cobrindo meu corpo nu, a Nanda estava na área de serviço colocando roupa no varal. Caminhei ao seu entcontro passando pela cozinha e me preparando para fazer uma graça e exibir a tattoo. Quando cheguei à porta dei um pulinho para dentro da área de serviço com a toalha toda aberta e gritei:
— Tchanraam!
Putz! A Nanda não estava sozinha, o Léo acabara de passar pela porta da garagem com mais dois carinhas. Depois de soltar um gritinho tentei cobrir o corpo pelado com a toalha e desejei que surgisse um buraco no chão para eu sumir dentro dele. Sai correndo para o quarto com a Nanda atrás de mim, joguei-me em sua cama, ela deitou ao meu lado e quase morremos de rir.
— Sua doida! — ela falou sem parar de rir.  Você parecia um emoticon que eu tinha no MSN. Era um hominho que abria o casaco pra mostrar o pinto.
— Putz! Que micão  falei rindo. — Só queria te mostrar minha tattoo.
Após a seção de risos ela olhou-me com carinho e com a voz amável pediu:
— Deixa eu ver sua tattoo?
Do jeitinho que ela pediu estimulou-me a mostrar-lhe até minha alma e meus segredos mais secretos. Algo nela mexe demais comigo, mas não somente com minha libido, eu sinto que poderia confiar-lhe minha vida.
Pedi que fechasse a porta, e apesar de adorar exibir-me, não queria que os meninos interrompessem este momento que se anunciava.
Ela trancou a porta e foi se aproximando de mim com os olhos curiosos e gulosos, eu ainda deitada de costas. Movi o corpo e deixei as pernas entreabertas pra fora da cama, ela ajoelhou defronte a mim apoiando levemente suas mãos em meus joelhos. Olhando em seus olhos abri devagar minha toalha expondo meu corpo nuinho pra ela.
— Nossa Mila! — ficou linda e bem delicada.
Ela alisou a tattoo (era uma cereja com um raminho e a folha) em seguida foi com a boca e a beijou, continuou beijando e movendo a boca por minha virilha até chegar a meu sexo... Ahaa! Estava morrendo de saudade de sentir sua língua macia, sua boca morna e sua maneira tão feminina de proporcionar-me prazer. Afaguei seus cabelos e ronronei baixinho como uma gatinha, sua língua penetrava minha fendinha e brincava com meu clitóris, seus dedos completavam aquele momento de pura magia fazendo-me sentir tremores com a excitação que percorria meu corpo... Ahhh! Estes momentos divinos em que o êxtase se apossa do corpo e da alma. Ouvi sininhos e o clímax fez-me levitar ao gozar em sua boca, ela parecia que se deliciava com a sua bebida preferida, sugou cada gota em minha fendinha.
Ainda sentia pequenos tremores e os espasmos diminuíam. Ela levantou ficando ainda entre minhas pernas, sentei na cama e desabotoei seu shortinho e o desci até o chão, ela levantou os pés para eu tirá-los de vez. Abracei forte sua cintura encostando um lado do meu rosto em seu ventre para depois o beijar e brincar com a língua em seu umbigo. Um perfume delicioso emanava de seu corpo, estava entorpecida e morrendo de vontade de sentir o sabor do seu sexo lisinho e rosado. Fui mais para o meio da cama e ela sentou de frente pra mim com suas pernas enlaçando minha cintura e as mãos em minha nuca. No abraço ela expressou toda sua ternura, e nossos beijos foram recheados de desejos.
Eu a fiz deitar, enquanto tirava sua calcinha, apreciava aquela fendinha minúscula, tipo a de uma menininha. Suas roupas já estavam todas no chão e, suas pernas erguidas e dobradas. Com a cabeça entre suas pernas, a beijei, esfreguei minha boca em seu sexo e a fiz estremecer quando a penetrei com minha língua, iria retribuir os momentos de puro êxtase e também me deliciar sentindo o seu gozo em minha boca – Isso teria acontecido se não tivéssemos sido interrompidas – nos assustamos com batidas na porta e, em seguida, a voz do Léo:
— Nandaaa! Telefone, é a mãe.
— Estou indo — rosnou a Nanda com raiva. — Merda! Espera um pouquinho, Mila. Vou ver o que ela quer.
Ela vestiu somente a camiseta e o shortinho sem a calcinha. Enrolei a toalha em meu corpo e fiquei esperando ela voltar.
Infelizmente quando ela voltou, disse que teria que ir até a Rotisserie de sua mãe, eu fui com ela, se o comandante estivesse em casa eu pensaria em um modo de ficar (rsrs).


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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