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domingo, 30 de novembro de 2014

Rock Sexo e Porrada

Meu amigo Edgar, que trabalha comigo na administradora, fez 46 anos na sexta-feira e convidou todo o pessoal do escritório para uns comes e bebes em sua casa no final da tarde de sábado. Não seria uma festa, ele disse, apenas uma reunião com cervejas, caipirinha e espetinhos assados.
Havia confirmado a minha presença e cheguei em sua casa às 18h daquele sábado, toquei a campainha e ele apareceu no corredor falando para eu entrar que o portão estava aberto. O rock rolava solto no aparelho de som enquanto ele preparava um molho vinagrete.
— Pensei que estava atrasada. Cadê o pessoal?
— Eles devem estar chegando. Quer um pouco de caipirinha? Acabei de fazer.
Aceitei a bebida e me ofereci para ajudar.
Já anoitecia quando terminamos de fazer o vinagrete, secamos o copo de caipirinha e nada do pessoal chegar. Ele estava preparando outro copão de batida quando o telefone tocou. Ele me pediu para atender
... Era a Luana (sua irmã e minha patroa), disse que eles não viriam, a Clarinha (sua filha) estava gripada e com febre. Passei o fone para o Edgar. Ele ficou bem chateado, e após desligar desabafou:
— Não é a primeira vez que fazem isso, eles sempre arrumam uma desculpa para não virem aqui.
Ele convidara somente nós do escritório, não viria mais ninguém. Fiquei com dó dele, mas não demonstrei, tentei animá-lo:
— Vamos fazer a festa nós dois, não vai faltar comida, bebida e rock’n roll. Bora acender a churrasqueira? Eu tô com fome.
Ele sorriu e pareceu estar mais animado. Fomos para os fundos do terreno para por fogo no carvão.
Após algum tempo de agito ao som do rock e ingestão de bebidas, nós estávamos bem alegrinhos. O Edgar foi até seu quarto e, ao voltar, não aguentei e ri muitão, ele trajava um conjunto justíssimo de calça e colete de couro negro e trazia nas mãos um corpete e uma micro saia também negros. Pediu para eu vestir aquilo, 
disse que era para animar nossa festinha.
Eu adoro uma farra e não achei ridículo, apenas engraçado. Na verdade eu até curti. Peguei as roupas e fui trocar-me em seu quarto, fiquei somente com a calcinha e vesti aquele traje.
Meu amigo adorou quando voltei para o quintal dançando e me insinuando com aquela sainha e os seios salientes no bojo do corpete, infelizmente notei que sua animação estava passando do ponto e parecia que não era apenas por causa da bebida, ele consumiu algo mais forte.
Tentei prosseguir com o clima de diversão e continuei dançando com ele. A nossa dança ficou cheia de contatos de mão e corpos colados. Eu também estava bem alegrinha devido a quantidade de bebida ingerida, estava curtindo a música, nossas roupas, bem como a dança obscena. Infelizmente ele começou a exagerar e rapidamente foi se transformando em um novo cara bem cafajeste. Ainda não conhecia este Edgar. Tentei permanecer no jogo relevando as suas atitudes brutas, apeguei-me na lembrança do love gostoso que tivemos na festa de bodas de sua irmã.
Eu ainda o estava curtindo e deixei rolar, suas mãos sabiam onde acariciar meu corpo e a sua boca safada procurou a minha. Durante o beijo ele forçou o corpete para baixo deixando meus seios expostos, os acariciou e em seguida os amassou de maneira rude, senti um desconforto e dor com o modo como ele explorava meu corpo. As mordiscadas em meus mamilos praticamente viraram mordidas. Pedi para ser mais carinhoso, pois estava me machucando e deixando marcas em meu corpo. Com cara de sádico pegou-me nos braços e falou que iríamos continuar a brincadeira em seu quarto. Um misto de tesão e vontade de fugir tomou conta de mim, enquanto eu decidia se deixava rolar nós chegamos ao quarto e fui jogada na cama. O homem não perdeu tempo e foi com as mãos direto em minha calcinha.
— Para Edgar! Assim eu não curto.
Ele parecia alucinado e não ouvia meus protestos, rasgou um lado da minha calcinha enquanto eu persisti na minha recusa. O sem noção sentou por cima de mim, fiquei imobilizada com os quadris presos entre suas pernas e sua mão em meu peito, com a outra mão ele arrebentou botão e zíper de sua calça justa e tirou seu membro pra fora. O cara estava doidão e falava um monte de barbaridades, nunca imaginei que fosse tão bruto e vulgar como estava sendo naquele instante. Deitou s
eu corpo pesado sobre o meu mantendo-me presa e com a mão em meu sexo ele afastou para o lado a minha calcinha rasgada e tentou me penetrar.
Eu curto demais adrenalina, porém não estava curtindo mais nada daquilo, só esperava uma chance de sair de baixo dele. O homem não conseguia a penetração, pois eu não estava colaborando e dificultava ao máximo. Ele ficou puto, segurou em meu pescoço fazendo ameaças, comecei a ficar sem ar e parei de resistir. Com dificuldade e brutalidade o doido conseguiu penetrar a minha boceta e aliviou a pressão em meu pescoço quando dei tapinhas na sua mão dando a entender que ele estava me sufocando. Relaxei, fingi que curtia e até dei um falso gemidinho. Ele relaxou a atenção quando começou com suas estocadas aceleradas. Remexi gemendo e tateando com a mão no criado mudo a procura de algo grande, derrubei algumas coisas menores, mas segurei o que parecia ser um cinzeiro pesado o suficiente para o que eu queria. Segurando firme aquela peça na palma da mão, o acertei com uma pancada do lado da cabeça. Ele sentiu o golpe e tombou ao meu lado, saí o mais rapidamente que pude da cama, ele tentou segurar meu tornozelo, mas estava grogue com a pancada, bebida e sabe-se lá o que mais. Consegui fugir dele, peguei a chave que estava pelo lado de dentro da porta e o tranquei no quarto. Ouvi a sua voz empastada e cheia de ofensas, ele batia forte na porta tentando derrubá-la. Peguei minha bolsa e celular na sala e sai fora... “Aff! Que merda! Não posso ir pra casa com esta roupa.” Pensei. 

De Piriguete na calçada:
Sai pelo portão e parei na porta da garagem, tirei e joguei fora o que restou de minha calcinha rasgada que estava descendo por minha perna. Um carro parou embaixo, bem na rampa de entrada, a porta do lado do motorista se abriu e alguém veio em minha direção. Era um vizinho do Edgar que mora em uma casa um pouco abaixo, ele é cliente da administradora. Fiquei sem saber o que fazer ou dizer. Quando ele me viu, estancou sem palavras. Acredito que nem em seus fetiches ele imaginaria ver-me vestida daquele jeito. Fiquei constrangida, afinal, não era uma roupa para usar em público, todavia ele era minha única ajuda no momento, sorri para ele e perguntei se poderia me ajudar. Antes de responder ele deu um grande sorriso, me comeu com os olhos e elogiou minha roupa. Disse que lamentava que a sua mulher não tivesse um 'look' assim tão sensual. Enfim perguntou como poderia ser útil. Agradeci-lhe o elogio e expliquei que precisava ir para casa imediatamente. Ele permaneceu em silêncio por um momento, continuando a devorar-me com os olhos. Novamente fiquei sem graça, da posição inferior que o homem estava deveria ter uma boa visão das minhas partes íntimas.
— Por favor, moço, você pode me dar uma carona até minha casa? — falei quase implorando.
— Estou procurando meu cão que deu uma fugidinha, mas tudo bem, o malandro voltará sozinho quando estiver com fome.
Falou para eu entrar no carro. Entrei, fechei a porta e desci o vidro ao ver ele se aproximar da porta, perguntou sobre o Edgar.
Falei que ele bebeu demais, se trancou no quarto e dormiu. O restante das minhas roupas ficaram presas no quarto, expliquei. Ele permanecia em pé na minha frente, eu só via sua braguilha, não conseguia ver seu rosto, mas eu sabia que ele me olhava. A sua calça começou a inchar. Meus seios, apertados no corpete praticamente transbordavam pelo decote, meus mamilos estavam duros e visíveis. Coloquei minha cabeça para fora e ele apenas deu um passo para trás. Quase enfiei a cara direto contra sua virilha. Pedi desculpas e disse que realmente precisava ir naquele instante. Ele se desculpou e apressadamente entrou no seu veículo. Levou-me até minha casa. Administrei suas cantadas e indiretas durante o trajeto.

Quando chegamos eu agradeci o homem, desci e ele saiu dirigindo só com a mão esquerda, a direita estava agarrada no seu pinto, com certeza se masturbaria no caminho de volta.
Minha preocupação passou a ser com meus avós, teria que arrumar uma boa desculpa para justificar a roupinha de biscate. Quanto ao Edgar... Segunda-feira teríamos uma conversa muito difícil.



Beijos queridos amigos, até a próxima!



sábado, 22 de novembro de 2014

Vingança em Família

No aniversário da piriguete da Bruna “minha prima” ela fez uma festinha em sua casa. Meu padrasto André foi direto do trabalho pra lá — casa do seu irmão — e no mínimo deu uns amassos na sobrinha putinha em algum canto da casa e bem debaixo do nariz do seu irmão e cunhada. Minha mãe só iria à noite após fechar a loja. Quanto a mim, falei que não estava a fim de festa e fiquei em casa.
Assim que começou a escurecer fui ao mercadinho comprar algo para comer mais tarde, já que não teria janta, estaria sozinha em casa e o mercadinho logo fecharia.

Pouco depois no mercado, parada defronte a porta de vidro do freezer, estava em dúvida olhando para pizzas, lasanhas, hambúrgueres e pratos prontos congelados; optei pelo hambúrguer de frango. Depois caminhei até o corredor das bebidas para escolher algo e dei de cara com o Diogo — namorado da Bruna — eu o conheço a muito tempo, é só um colega de bairro e nunca rolou de ficarmos. Enquanto trocávamos cumprimentos e colocávamos a conversa em dia, observei seu carrinho cheio de bebidas, falou que levaria para a festinha era um de seus presentes para ela. Não sou maquiavélica, porém, minha mente se encheu de ideias perversas, ainda tinha sede de vingança contra a Bruna. Pensei rápido e não perdi tempo em executar um plano meio no improviso: falei que meu chuveiro não estava ligando e se ele poderia dar uma olhada rápida pra mim. Minha intenção era retardar sua ida à festa o máximo de horas que fosse possível e produzir provas de que ele estava em minha companhia.
Ele falou que levaria a bebida e depois iria até a minha casa. Fiz um dengo falando que morava tão pertinho, ele olharia rapidão para ver se era grave; perderia só cinco minutos da festinha que rolaria a noite toda, com certeza.
O convenci e fomos para casa em seu carro, quando ele estacionou na entrada falei que esqueci de comprar uma bebida — esqueci de propósito — e o mercadinho já iria fechar. Como bom cavalheiro ele deixou eu pegar uma de suas bebidas, menos o Campari, disse que era para a vadia (não com essas palavras). "Caraca! Falhou, era justamente o que eu queria", pensei contrariada. Tudo bem… Peguei um Contini, era o menos pior entre as outras bebidas.
Já em casa mostrei-lhe onde era o banheiro, ele se encaminhou até lá e eu fui rapidão ao meu quarto, tirei o shortinho, a blusa e vesti um kimono para cobrir meu corpo que estava só de calcinha e sutiã.
— MILAAA!… Não tem nada com o chuveiro, está ok.
— Ué, será que só dá defeito comigo? — falei ao chegar por detrás dele.
O carinha me comeu com os olhos, o kimono curtinho se encaixava bem em meu corpo, sua seda fina e leve dava um look sexy à curva do meu quadril. O que ele deve ter estranhado foi a câmera fotográfica em minha mão, mas não fez comentário, apenas disse que tinha que correr para a festa. Tive que usar novamente o meu poder de convencimento para ele não ir.

Consegui evitar que o apressado fosse embora, despertei seu interesse em ficar mais um pouco pedindo que ele me fotografa-se em trajes íntimos, pois queria enviar as fotos para uma agência onde faria um teste de modelo. — mentira, claro — O safado começou a perder a pressa e disse que poderia ficar mais alguns minutos. Ao descermos as escadas comentei que antes precisava de uma bebida para dar coragem; fomos até a cozinha pegar gelo e ainda no interior da copa comecei a ensaiar poses enquanto tomávamos os primeiros goles daquele vermute. Ele mirou a câmera em minha direção e começou com os cliques. Fiz charminho dizendo que ainda não estava pronta — mentira, meu lado devassa estava morrendo de vontade de se exibir.
Devagarinho fui soltando o laço e virando o corpo, quando estava de costas pra ele abri totalmente o kimono e continuei girando o corpo devagar e me exibi para ele com os braços abertos segurando o tecido de seda como se fosse uma bandeira ao vento. Ele começou a clicar feito doido registrando as minhas partes íntimas cobertas somente com o pequeno par de rendas negras.
— Capricha nas fotos, não corta a minha cabeça! — aconselhei em tom de brincadeira.
Fui até o som e coloquei uma música para dar um clima gostoso e continuei a minha exibição com uma dança maliciosa. Tirei totalmente o kimono o largando no piso, subi na mesa e cheia de sensualidade fiz poses segurando de modo insinuante a tira da minha calcinha, a seguir o bojo do sutiã, umedeci meus lábios e encarei a câmera do modo mais sedutor que consegui. Continuei com o joguinho e brincando de mostra e esconde até que tirei o sutiã, o rodei como um laço sobre a cabeça e o joguei ao chão. Desci a minha calcinha até os joelhos movendo suavemente os meus quadris, a soltei e ela deslizou sozinha até os meus pés. Levantei a lingerie com a ponta do pé direito e a joguei sobre ele.

Exibi-me peladinha virando meu corpo e sendo fotografada por todos os lados enquanto fazia minhas poses ensaiadas. No início era uma brincadeira improvisada e apenas uma desculpa para atrasá-lo, no entanto eu senti um prazer enorme em estar sendo observada e registrada em fotos, cometia o mesmo erro da vadia da Bruna e produzia provas que poderiam complicar minha vida caso alguém as visse. Adorei o joguinho que estava mexendo demais comigo.
Minha adrenalina aumentava vendo sua ereção indisfarçável, era evidente que ele estava morrendo de desejos em ter-me em seus braços e por um momento esqueci minha vingança. Adorei seu olhar guloso em minhas partes íntimas sentia o desejo que emanava do seu corpo em minha direção como se fossem choques elétricos. Sentia tremores a cada flash disparado e instintivamente o desejei vendo-o se aproximar e fazer closes de meus seios, vagina e bumbum.
Acho que o atrai como as cadelas no cio atraem os cães, eu mesma sentia o odor do meu sexo, e era muito agradável. Impossível descrever todos os sentimentos, só curtia o prazer do momento e o fogo que queimava todo meu interior.

Dancei com graça e com toda a sexualidade que emanava de mim ao som de Swingin’ do Tom Petty fazendo gestos provocativos em sua direção e movendo suavemente meu corpo no ritmo da música que preenchia o ambiente.
— Gata, você está me enlouquecendo.
Sua voz foi um sussurro, sua mão tocou em minha coxa e foi deslizando em direção da minha boceta; deixei que avançasse até tocá-la… Ahh! A contra gosto segurei sua mão a tirando devagar e o repreendi:
— Assim não, você está avançando o sinal.
— Desculpe linda, é que você me deixou doidão.
— Quero ficar doida também, me deixa fotografar você?
Ele falou que estava preocupado que chegasse alguém: minha mãe e meu padrasto, por exemplo, também já era tarde e tinha que ir para a festa ou a Bruna iria ficar puta com ele. Eu já havia explicado que minha mãe iria direto do trabalho para a casa da garota e que o André não larga a cachaça quando está com o irmão. Enquanto eu falava eu enchia os nossos copos novamente e ainda nua me e aproximei dele oferecendo a bebida.
— A gente também pode fazer uma festinha rápida aqui se você ficar mais um pouquinho, deixa eu fotografar você, vai?! — falei com todo o meu poder de sedução e dei um selinho em seus lábios, brindamos, bebemos e o convenci a ficar um pouco mais e bancar o modelo. Fomos para a sala e ele não foi nada sútil, se despiu tão rápido que parecia ter as roupas em chamas. Fui clicando minha câmera e chegando pertinho daquele corpo nu… Ele sentou no sofá.
— Vem gata, chega de foto né?
Atendi seu pedido, larguei a câmera e agarrei seu membro, a sensação foi muito gostosa ao fechar minha mão e sentir o calor e macies de sua pele. Acho que ele não fez circuncisão, a glande estava quase que coberta, mesmo com sua ereção. Adorei deslizar a pele para baixo e para cima.
— É tão macio e úmido — falei o punhetando devagar.
Peguei a câmera e fiz fotos mostrando apenas seu pênis em minha mão. Ele reclamou, já estava impaciente.
Eu também não sou de ferro, como resistir ao jogo sexual? Faço loucuras nesta hora. Sem o deixar perceber, coloquei minha câmera no modo filmar e a coloquei na mesinha com a lente voltada para nós. Voltei minha atenção ao seu membro, ele me incentivava a continuar, mas nem era preciso, eu também queria ir além das fotos. Alojei-me entre suas pernas e com a boca em seu pênis pude sentir seu sabor e seu aroma, sua pélvis exalava um perfume agradável e convidativo. Descer e subir o prepúcio com os lábios é algo mágico.
Ansiosa aguardava por seu leite que encheria minha boca a qualquer momento… Droga! Ele pediu para eu parar e puxou-me fazendo eu sentar em seu colo e demos nosso primeiro beijo. Impossível não pensar o qual prazeroso seria ver a cara da “prima” assistindo eu sentada no colo do seu namorado, com ambos nus ainda por cima, seria o golpe fatal na vadia da Bruna.
Já explodindo de tesão levantei um pouco o corpo e ele ajeitou seu membro em minha boceta, fechei os olhos e suspirei ao deixar meu corpo descer e ser penetrada. Procurei sua boca e devorei seus lábios e língua. Não queria que tivesse acontecido tão rápido, queria prendê-lo por muito mais tempo, contudo parei de pensar na vadia e curti aquele corpo quente e cheio de vida.
Viajei nas suas carícias e no contato dos nossos corpos colados. Pequenos tremores anunciavam o momento mágico que viria a seguir, apoiei as mãos em seus ombros cavalgando e remexendo de maneira alucinada aguardando seu esperma para intensificar o meu orgasmo que explodia… Porém a casa caiu e o momento foi de terror, ouvi o estalo característico do portão de nossa garagem abrindo.
— Rápido, rápido, é minha mãe, pega tudo que é seu e vem comigo — supliquei nervosa, ansiosa e empurrando ele escada acima.
Ele correu comigo me xingando e falando que sabia que ia dar merda. Em meu quarto o fiz entrar debaixo da minha cama, pelado e com suas roupas e sapatos nas mãos.
— Pelo amor de Deus, fica quieto ai até eu te chamar! — minha mãe deve ir para o banho ou sair logo para a casa da Bruna, eu te chamo, não sai daí! — ele continuou resmungando dizendo que eu o havia fodido.
Apavorada pensei:"Caralho, o Contini e os copos! PORRA, A CÂMERA…"
Já com o kimono no corpo desci correndo e… Não deu tempo, minha mãe acabara de abrir a porta da sala, "agora fodeu grandão", pensei. Minha câmera ainda estava filmando na mesinha da sala e a garrafa com os copos estavam na mesa da copa. Por sorte ela estava apressada demais para perceber algo diferente, falou que tomaria um banho expresso antes de sair.
Aproveitando que ela subiu, tirei e escondi o cartão de memória da minha câmera, também lavei os copos e escondi a garrafa de bebida. Iria deixar o Diogo lá em meu quarto até minha mãe sair. Tadinho dele, infelizmente se envolveu em uma guerra de meninas em que vale tudo para derrotar sua inimiga.
Mas no final deu tudo certo, minha mãe saiu e eu libertei o homem que, naquele momento, ficou muito zangado comigo, mas garanto que em breve até se oferecerá para terminarmos o que começamos. Meu dia estava ganho, faltava enviar minhas fotos para a nuvem e formatar o cartão, depois comeria meu hambúrguer de frango e terminaria com a garrafa de vermute.

Até a próxima história, amigos.

sábado, 15 de novembro de 2014

Dormindo com o Inimigo

Minha mãe sofreu um acidente de carro na tarde de sábado quando voltava do trabalho, chorei muito quando recebi a notícia, pois a princípio parecia grave, em razão dela ter ficado inconsciente por horas. Felizmente a pancada forte em sua cabeça só a fez perder os sentidos, além de ter sofrido algumas escoriações. O médico disse que ela passaria a noite em observação e teria alta na manhã seguinte.
Não recordava de algum dia ter dormido sozinha com meu pai em nossa casa, e não pretendia ter a companhia dele naquela noite.

Logo após ficar sabendo que minha mãe estava bem eu já pensei em um plano para dar uma fugidinha. Gustavo, um carinha do meu colégio, toda semana insistia para eu ir com ele a uma baladinha na casa do seu irmão mais velho (Vinícius) que divide o aluguel com amigos da faculdade.
Eu já fiquei algumas vezes com o Gustavo nas festinhas de aniversário que a turminha costuma fazer, mas nunca passou de beijos e algumas carícias mais íntimas quando era possível, porém sem sexo. Não planejei ir à baladinha para transar com ele só queria um pouco de diversão em algo diferente do que costumo frequentar.
Após o consentimento de minha mãe e
u iria dormir na casa de uma amiga, já havia combinado com "minha cúmplice" por telefone e ela mentiria caso alguém ligasse para confirmar. Meu pai ficou inconformado ao saber que eu não dormiria em casa, era evidente a frustração dele. O safado maquiavélico estaria imaginando antecipadamente tudo que faria comigo durante uma noite inteira sem testemunhas. Eu sabia que ele estava puto, no entanto fingiu aceitar a decisão de minha mãe, do contrario começaria a levantar suspeitas sobre suas atitudes comigo — se é que minha mãe já não desconfiava de algo.
Fui para a casa da amiga e fiquei lá até dez da noite, foi quando o Gustavo ligou dizendo que estava me esperando em uma rua próxima. Despedi da amiga, sai de fininho e partiu baladinha.
Chegamos à casa do Vinícius e parecia que alguns dos seus colegas não gostaram muito da minha presença, talvez se perguntando: "O que esta novinha faz aqui?"
Apesar do meu jogo de cintura, no início fiquei bem deslocada, mas com o passar do tempo conquistei a simpatia do irmão e estava cada vez mais alegrinha, ele trouxe outra bebida pra mim; era a terceira ou quarta.
Estava soltinha e me acabando de tanto dançar, mas acho que despertei ciúmes de duas garotas que não gostaram muito da atenção que o dono da casa me dispensava, davam risadinhas olhando sem parar em minha direção. Uma delas não me era estranha, contudo não recordava de onde a conhecia. Pouco depois as duas subiram junto com dois carinhas, provavelmente para uma seção de sexo em algum quarto.
Eu ganhei mais uma bebida:
— Aff! Já estou "lokona"e com fome — falei tropeçando nas palavras e dei mais um gole no veneno.
O Gustavo disse que ia pegar algo pra gente comer. Enquanto isso pedi para o Vinícius mostrar-me onde era o banheiro, ele abraçou-me pela cintura e disse que me levaria.
Subimos as escadas e, mesmo estando de porre, lembro que os outros carinhas riam zoando e falaram algo sobre novinha e abate.
Vinícius entrou comigo no banheiro.
— Fica à vontade linda, eu fico de costas.
Acho que foi isso que ele disse, eu estava viajando de tão zonza. Desci minha calça e calcinha sem importar-me com sua presença e sentei no vaso para fazer xixi, aproveitei para fechar e descansar os olhinhos de pálpebras pesadas… Apaguei com certeza e acordei debruçada no gabinete do lavatório, entorpecida pelo álcool e lentamente fui percebendo várias coisas anormais: minha blusa erguida, meus seios de fora, minha calça jeans e calcinha arriadas até os pés e, o mais sério, um pênis com preservativo penetrando minha boceta.
Estava lerdinha, sem forças e não consegui me livrar de duas mãos fortes que me seguravam pela cintura. Aquele membro deslizou para dentro de mim e fez uma pausa encontrando a resistência do meu hímen complacente. De início pensei que fosse o Gustavo e fiquei indecisa se relaxava, deixava rolar e curtia o momento, ou reunia forças para tirá-lo de dentro de mim. Optei pelo prazer, relaxei curtindo suas estocadas, porém percebi que não era quem eu pensava, pois ouvi a voz do Gustavo do lado de fora do banheiro chamando por mim e pelo irmão, desesperadamente dizia que meu pai veio me buscar. Só então levantei a cabeça e vi o reflexo do Vinícius pelo espelho. Em um movimento brusco ele tirou seu pênis de dentro, apavorada nem me importei com a dor do movimento brusco, busquei forças para me recompor rápido. Meu colega ficou em pânico mais do que eu, aflito chamava por nós novamente quando o Vinícios abriu a porta do banheiro. Ele perguntou alguma coisa sobre o que estávamos fazendo ali dentro, eu estava grogue, sem entender direito o acontecido e só pensava o que diria para o meu pai… Descemos.


Papai após falar um montão e ameaçar os carinhas, arrancou-me da festa. No interior do carro, bêbada e praticamente apagada, não entendia o que ele dizia, mas sabia que era bronca.
Quando paramos na garagem de casa ele teve que levar-me escorada, eu tropeçava em minhas pernas tentando caminhar. Na sala pegou-me nos braços e carregou-me escada acima, inocentemente até pensei que ele me colocaria pra dormir em minha cama, mas não, ele foi até o quarto deles e colocou-me sentada na beirada da cama do casal. Eu estava zonza demais e minha cabeça pesava uma tonelada. Quando se abaixou para tirar meus sapatos eu deixei meu corpo cair na cama, iria dormir ali mesmo pensei.
Assustei quando começou a tirar minha calça, queria o mandar parar, mas eu mal conseguia falar e não tinha forças para nada. O ouvi dizer algo sobre um banho frio, tentei dizer para ele ir sozinho que eu ia dormir, mas cadê a voz? 
Quando dei por mim já estava sem a calça e a blusa e só de calcinha, ele pegou no cós para tirá-la, eu segurei forte com as duas mãos dizendo não seguidas vezes.
Minha próxima lembrança é a de acordar estremecendo de frio e sentindo uma água gelada em meu corpo, eu ainda estava agarrada à minha calcinha, a soltei para tirar o cabelo molhado do meu rosto e tentava respirar debaixo daquela água fria. Aquilo durou uma eternidade, por várias vezes tentei, sem sucesso, sair dali.

Finalmente ele desligou o chuveiro e cobriu-me com a toalha ficando por detrás de mim enquanto me enxugava e me segurava. Eu ainda estava de porre, contudo percebi o safado me encoxando, amassando meus seios e aproveitando ao máximo minha situação. Quando senti seu dedo tocando meu sexo eu tentei me livrar dele, o tarado pegou-me no colo levando-me de volta pra cama.
— Quero ir pro meu quarto — balbuciei.
— Calma, anjinho, relaxa e dorme aqui com o papai.
E não adiantaram minhas negativas e tentar sair da cama, porém ele estava sendo carinhoso, cobriu-me, apagou a luz deixando só o abajur aceso. Recusei sua tentativa de beijo por mais de uma vez e virei de costa. Ele tentava vencer-me com caricias, sem forçar a barra; sou fraca nessas horas, adoro receber carinho. Fez cafuné, alisou meus ombros nus dizendo palavras de afeto.

Adormeci e não sei se sonhava ou delirava, senti uma boca na minha e agora não resisti e correspondi ao beijo, abracei papai pelo pescoço, senti seu abraço forte e só então percebi que o safado já estava pelado. Fiquei arrepiada quando seu corpo roçou no meu e seu membro foi se instalando entre minhas coxas. Suas carícias ficaram mais quentes, sua boca saiu da minha e foi descendo enquanto ele soltava a toalha do meu corpo e abocanhava meus seios… Ahh! Eu vivi um conflito entre fugir daquele quarto ou finalmente me entregar ao meu pai, não sabia onde terminava o medo e começava o meu tesão. Enquanto estava na dúvida de como reagir, minha calcinha já tinha passado pelos meus pés e estava de perninhas dobradas, abertas e estremecendo de prazer com sua língua dentro de minha fendinha… "Ai Deus! Não vou resistir." Pensei ainda indecisa. Sabia que a penetração seria iminente. De repente tudo veio ao mesmo tempo em minha cabeça, os flagras que dei em meu pai com outras garotas, sua falta de respeito comigo e minha mãe…
Fiquei com muita raiva e mesmo doida de vontade de transar com ele, não o deixaria me penetrar. Minha mente queria evitá-lo, mas meu corpo não respondia por igual, estava submissa sentindo sua boca em meu sexo. Quando ele se ergueu e veio se ajeitando por cima de mim com seu membro latejando de duro forçando minha vagina eu já estava mais desperta e decidi agir.
— Espera um pouco pai! — acho que vou vomitar — falei demonstrando náusea e voz ansiosa.
Sai de baixo dele meio na forçada, ele falou para eu usar o banheiro do dormitório, mas eu corri para o meu quarto e tranquei com chave. Em segundos ele estava batendo à porta, falei que só abriria quando minha mãe voltasse, ele ameaçou de arrombar, falei que faria um escândalo e ligaria para a polícia — ligaria nada, só queria mantê-lo distante de mim naquela noite —. E consegui, não rolou mais nada, porém tive que fazer xixi em meu vaso de flores.


Pela manhã ele voltou a chamar, acordei assustada e com uma dor de cabeça da porra, ele disse que estava indo para o hospital buscar minha mãe, antes fez um trato comigo: não falaria nada pra mamãe que me tirou bêbada de uma festa e eu não falaria que ele tentou me estuprar. Não foram exatemente suas palavras, mas foi o que aconteceu na verdade. Demorei mais de uma hora antes de sair do meu quarto e quando ainda estava deitada lembrei-me de onde conhecia a garota da festa, ela trabalhava em uma lanchonete defronte ao prédio em que meu pai tinha o escritório. Com certeza foi aquela vadia que ligou para ele me dedurando.

Até a próxima história, amigos. Beijos.

sábado, 8 de novembro de 2014

Meninos e Meninas

Voltei à casa de minha amiga Fernanda (a Nanda) algum tempo depois daquele final de semana em que vivi loucuras com ela e seu pai  cada um em momentos diferentes , sei que sou promíscua e um tanto devassa, reconheço a falha, no entanto, minhas amizades verdadeiras são mais importantes que um prazer sexual. Fiquei mal com minha consciência depois daquele final de semana que transei com filha e depois com pai, sem que um soubesse o que rolava entre eu e o outro. Caramba! Eu curti muito os dois e o desejo de repetir tudo novamente era maior que meu sentimento de culpa por trair a confiança de minha amiga ao receber-me em sua casa.
O sábado foi de chuva pela manhã, o céu ainda estava nublado e poderia chover a qualquer momento. Havia descido do ônibus na avenida, pertinho da casa da amiga. Caminhei rápido, pois havia água acumulada no chão e não queria tomar um banho daquela água imunda... Tarde demais:
— FILHO DA PUTAAA!!!
Gritei indignada para um sem noção que passou a milhão jogando aquela água podre em mim... “Caralho, nunca mais uso esta roupa.” Pensei.
Felizmente estava pertinho da casa da Nanda, só que depois de ter sobrevivido àquela tragédia ainda tive que aguentar os risos e a gozação da Nanda a me ver naquele estado. Fui direto para o banho, ela gentilmente veio até o banheiro e pegou minha roupa suja para lavar. Quando terminei o banho já estava calma e acabei até achando graça do ocorrido, lembrei que minha amiga ainda não tinha visto a tattoo que eu fiz na virilha esta semana. Desci para mostrar-lhe a obra de arte. Estava segura de que somente nós duas estávamos na casa.
Certas cenas não acontecem somente no cinema, também acontecem comigo. O imponderável adora ver-me constrangida. Entrei na sala toda animada apenas com a toalha cobrindo meu corpo nu, a Nanda estava na área de serviço colocando roupa no varal. Caminhei ao seu entcontro passando pela cozinha e me preparando para fazer uma graça e exibir a tattoo. Quando cheguei à porta dei um pulinho para dentro da área de serviço com a toalha toda aberta e gritei:
— Tchanraam!
Putz! A Nanda não estava sozinha, o Léo acabara de passar pela porta da garagem com mais dois carinhas. Depois de soltar um gritinho tentei cobrir o corpo pelado com a toalha e desejei que surgisse um buraco no chão para eu sumir dentro dele. Sai correndo para o quarto com a Nanda atrás de mim, joguei-me em sua cama, ela deitou ao meu lado e quase morremos de rir.
— Sua doida! — ela falou sem parar de rir.  Você parecia um emoticon que eu tinha no MSN. Era um hominho que abria o casaco pra mostrar o pinto.
— Putz! Que micão  falei rindo. — Só queria te mostrar minha tattoo.
Após a seção de risos ela olhou-me com carinho e com a voz amável pediu:
— Deixa eu ver sua tattoo?
Do jeitinho que ela pediu estimulou-me a mostrar-lhe até minha alma e meus segredos mais secretos. Algo nela mexe demais comigo, mas não somente com minha libido, eu sinto que poderia confiar-lhe minha vida.
Pedi que fechasse a porta, e apesar de adorar exibir-me, não queria que os meninos interrompessem este momento que se anunciava.
Ela trancou a porta e foi se aproximando de mim com os olhos curiosos e gulosos, eu ainda deitada de costas. Movi o corpo e deixei as pernas entreabertas pra fora da cama, ela ajoelhou defronte a mim apoiando levemente suas mãos em meus joelhos. Olhando em seus olhos abri devagar minha toalha expondo meu corpo nuinho pra ela.
— Nossa Mila! — ficou linda e bem delicada.
Ela alisou a tattoo (era uma cereja com um raminho e a folha) em seguida foi com a boca e a beijou, continuou beijando e movendo a boca por minha virilha até chegar a meu sexo... Ahaa! Estava morrendo de saudade de sentir sua língua macia, sua boca morna e sua maneira tão feminina de proporcionar-me prazer. Afaguei seus cabelos e ronronei baixinho como uma gatinha, sua língua penetrava minha fendinha e brincava com meu clitóris, seus dedos completavam aquele momento de pura magia fazendo-me sentir tremores com a excitação que percorria meu corpo... Ahhh! Estes momentos divinos em que o êxtase se apossa do corpo e da alma. Ouvi sininhos e o clímax fez-me levitar ao gozar em sua boca, ela parecia que se deliciava com a sua bebida preferida, sugou cada gota em minha fendinha.
Ainda sentia pequenos tremores e os espasmos diminuíam. Ela levantou ficando ainda entre minhas pernas, sentei na cama e desabotoei seu shortinho e o desci até o chão, ela levantou os pés para eu tirá-los de vez. Abracei forte sua cintura encostando um lado do meu rosto em seu ventre para depois o beijar e brincar com a língua em seu umbigo. Um perfume delicioso emanava de seu corpo, estava entorpecida e morrendo de vontade de sentir o sabor do seu sexo lisinho e rosado. Fui mais para o meio da cama e ela sentou de frente pra mim com suas pernas enlaçando minha cintura e as mãos em minha nuca. No abraço ela expressou toda sua ternura, e nossos beijos foram recheados de desejos.
Eu a fiz deitar, enquanto tirava sua calcinha, apreciava aquela fendinha minúscula, tipo a de uma menininha. Suas roupas já estavam todas no chão e, suas pernas erguidas e dobradas. Com a cabeça entre suas pernas, a beijei, esfreguei minha boca em seu sexo e a fiz estremecer quando a penetrei com minha língua, iria retribuir os momentos de puro êxtase e também me deliciar sentindo o seu gozo em minha boca – Isso teria acontecido se não tivéssemos sido interrompidas – nos assustamos com batidas na porta e, em seguida, a voz do Léo:
— Nandaaa! Telefone, é a mãe.
— Estou indo — rosnou a Nanda com raiva. — Merda! Espera um pouquinho, Mila. Vou ver o que ela quer.
Ela vestiu somente a camiseta e o shortinho sem a calcinha. Enrolei a toalha em meu corpo e fiquei esperando ela voltar.
Infelizmente quando ela voltou, disse que teria que ir até a Rotisserie de sua mãe, eu fui com ela, se o comandante estivesse em casa eu pensaria em um modo de ficar (rsrs).


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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