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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O Surfista

Continuando o conto anterior (Sexo na Piscina). O Deus grego loiro vinha ao longe com sua prancha. Dei uma ajeitada no cabelo, aumentei o decote no robe e aguardei ansiosa enquanto planejava uma investida rápida e eficiente.
Quando ele chegou  ao portão:
— E ai gata, beleza? — eu vi quando você passou ontem à tarde com seu pai, achei melhor não te chamar.
“Meu pai? Sabe de nada inocente, hahaha”. Ironizei em pensamento. Depois expliquei que tudo bem, pois estava indo almoçar com o pessoal e não poderia ir surfar.
— E hoje? — está a fim de tomar uns caldos?
Eu tinha outros planos, abri o portão e convidei-o:
— Entra aqui fofo, toma um café comigo, primeiro — acabei de levantar e ainda não comi nada.
Ele ficou com receio, pois havia dito no dia anterior que minha situação era complicada.
— Pode entrar, estou sozinha hoje… Vem!

Peguei em sua mão e fomos para dentro, ele deixou a prancha na área da entrada.
O levei até a cozinha e enquanto tomávamos café fiquei sabendo algumas coisas a respeito dele: morava com os pais e a irmã mais nova, mudaram para Camboriú há menos de seis meses.
Eu não ficaria somente na conversa, o tempo era curto, iria embora logo e não sei quando voltaria. Então bora pra atividade. Levei ele para conhecer a piscina e o convidei para um mergulho, ele aceitou e disse que esperaria eu por o biquíni. Obviamente ele percebeu que eu estava sem nada por baixo daquele robe curto, fino e que deixava meus seios quase de fora.
— Eu já estou de roupa de banho — falei e sorri tirando o robe e o jogando de lado.
Ele admirou o meu corpo nu e parecia não acreditar no que estava acontecendo.

— Tira sua bermuda também, ou eu ficarei sem graça.
— Poxa gata e se seu pai aparecer?
Garanti que não viria ninguém e tentei o deixar tranquilo. Pulei na água o encorajando.
— Tira isso, fofo e cai aqui dentro!
Ele ficou animadinho, tirou a bermuda e pulou dentro da piscina. Apostamos uma corrida a nado. Ele roubou, segurou meu ombro quando eu estava chegando. Fingi brigar com ele, foi a deixa para eu o abraçar, olhar no fundo dos seus olhos e darmos o primeiro beijo. Carícias vieram a seguir 
e adorei sentir o seu membro a caminho de uma ereção; em segundos ficou bem vivo e se alojou entre minhas coxas enquanto rolava mais carícias cheias de desejos.
Com o tesão a mil o levei para o quarto. Deixamos um rastro de água pela casa e deitamos e rolamos com nossos corpos ainda molhados naquela cama desarrumada. Fiquei por cima dele e fui descendo com minha boca beijando aquele corpo novinho e másculo. Cheguei ao seu pênis o lambendo como se fosse um pirulito, engoli-o todinho e voltei com a boca deixando somente uma porção dele entre meus lábios. Chupei aquele danado até quase ele gozar. Ainda era cedo para uma ejaculação, deitei ao seu lado e foi sua vez de me deliciar com sua boca em meu sexo… Ai! Quando sua língua penetrou em minha fenda, quase que gozei de imediato na boca daquele gato.
Ele estava ansioso e com o tesão aceso como uma brasa, levantou e se ajeitou por cima de mim e fizemos um papai e mamãe de perder o fôlego.
Ahh! Meu gozo veio e fui agraciada com sua ejaculação acontecendo ao mesmo tempo… Putz! É de enlouquecer de tesão, gritei como uma vadia.
Quando suas pulsações terminaram, ele saiu de cima de mim, e deitou ofegante. Virei pro seu lado, fiz carinho em seu peito, enchi de elogios o meu amante loiro e depois o beijei ainda insatisfeita e cheia de desejos. Com os nossos lábios colados, desci minha mão e foi prazeroso pegar em seu membro umedecido e senti-lo rígido.
Ajeitei meu corpo por cima dele, guiando seu membro em minha fendinha que ainda escorria o sêmen que lhe fora injetado. Sentei descendo devagar até ele estar todinho em meu interior novamente.
Foram cavalgadas mágicas recheadas de gemidos, gritos e urros.
O clímax tardou um pouco mais, no entanto foi tão intenso quanto da primeira vez… "Deus! Como é gostoso, acho que hoje eu não saio de cima deste garoto." Pensei comigo quase delirando.
Seus espasmos seguido da ejaculação vieram fortes e aqueceu um pouco mais o meu sexo que já estava em chamas.
Fiquei praticamente desfalecida com o êxtase, e quase morro de vez com um ataque do coração ao ouvir a campainha tocando. Com o coraçãozinho batendo a milhão ainda consegui raciocinar, eu tinha ouvido uma buzina momentos atrás, liguei uma coisa à outra:
— Acho que é meu táxi — nossa! Há quanto tempo estamos fazendo? — falei sorrindo.
Ele ficou muito assustado, falei para ficar tranquilo e ir ao banheiro se lavar. Eu iria pedir para o homem esperar.
Corri até a piscina, peguei o robe e fui até o portão terminando de vesti-lo, nem amarrei o laço, só o segurei fechado.
Pedi para o taxista esperar cinco minutos que estava terminando de me vestir.
Tomei uma ducha expressa, coloquei a roupa, peguei o número do celular do gato e disse que entraria em contato quando viesse pra Camboriú novamente. Dei-lhe um beijo de despedida e pedi que se fosse.

Sai logo depois de pegar minhas coisas e dar uma conferida rápida na casa, nem me preocupei com a bagunça, já que a mulher da limpeza viria na manhã seguinte.
Entrei no táxi e em poucos minutos estava no aeroporto.
Cheguei pouco antes das quatro da tarde em Brotas, ainda a tempo de dar minha pequena contribuição nas urnas.

Beijos queridos amigos, até a próxima!

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