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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O Surfista

Revisado 21/03/2015.
Continuando o conto anterior (Sexo na Piscina). O Deus grego loiro vinha ao longe com sua prancha. Dei uma ajeitada no cabelo, aumentei o decote no robe e aguardei ansiosa enquanto planejava uma investida rápida e eficiente.
Quando ele chegou em frente ao portão:
— E ai gata, beleza? — Eu vi quando você passou ontem à tarde com seu pai, achei melhor não te chamar!
“Meu pai... sabe de nada inocente! (haha)” Ironizei em pensamento, e depois expliquei que estava tudo bem, ontem eu não poderia ter ido com ele, pois estava indo almoçar com o pessoal!
— E hoje, você pode ir? Está a fim de tomar uns caldos?
O caldo que eu queria tomar era outro, abri o portão e convidei-o:
— Entra aqui fofo, toma café comigo! Acabei de levantar e não comi nada ainda!
Ele ficou com receio, pois ontem, disse a ele que minha situação era complicada.
— Pode entrar, estou sozinha hoje... Vem!

Peguei em sua mão e fomos pra dentro, ele deixou a prancha na área de entrada.
O levei até a cozinha e enquanto tomávamos café, fiquei sabendo algumas coisas a respeito dele, morava com os pais e a irmã mais nova, mudaram pra cidade faz menos de seis meses. Bom... Não ficaria somente na conversa, o tempo era curto e eu iria embora e não sei quando voltaria. Bora pra atividade. Levei ele pra conhecer a piscina e o convidei para um mergulho, ele aceitou e disse que esperava eu ir por o biquíni, obviamente ele percebeu que eu estava sem nada por baixo daquele robe curto, fino e que deixava meus seios quase de fora.
— Eu já estou de roupa de banho! Falei sorrindo enquanto tirava o robe e o jogava de lado.
Ele olhava meu corpo nu e parecia não acreditar no que estava acontecendo.
— Tira sua bermuda também, ou eu ficarei sem graça!
— Poxa gata, e se seu pai aparecer?
Garanti que não viria ninguém e tentei o deixar tranquilo. Pulei na água o encorajando.
— Tira isso, fofo e cai aqui dentro!
Ele ficou animadinho, tirou a bermuda e pulou dentro da piscina. Apostamos uma corrida a nado, ele roubou, segurou meu ombro quando eu estava chegando. Fingi brigar com ele, foi a deixa para eu o abraçar, olhar no fundo dos seus olhos e darmos o primeiro beijo. Carícias vieram a seguir 
e adorei sentir o seu membro a caminho de uma ereção; em segundos ficou bem vivo e se alojou entre minhas coxas enquanto rolava beijos e carícias cheios de desejos.
Com o tesão a mil, o levei para o quarto, deixamos um rastro de água pela casa e deitamos e rolamos com nossos corpos ainda molhados naquela cama desarrumada. Fiquei por cima dele e fui descendo com minha boca beijando aquele corpo jovem e másculo, cheguei ao seu pênis o lambendo todo antes de engolir ele todinho e voltar com a boca deixando somente uma porção dele entre meus lábios e chupá-lo até quase ele gozar. Parei antes, era cedo para uma ejaculação, deitei ao seu lado e foi sua vez de me deliciar com sua boca em meu sexo... Ai! Quando sua língua penetrou em minha fendinha, quase que gozo de imediato na boca daquele anjo dourado.
Ele estava ansioso, levantou e se ajeitou por cima de mim e fizemos um papai e mamãe de perder o fôlego.
Ahh! Meu gozo veio e fui agraciada com sua ejaculação acontecendo ao mesmo tempo... Putz! É de enlouquecer de tesão, gritei como uma vadia.
Quando suas pulsações terminaram, ele saiu de cima de mim, e deitou ofegante. Virei pro seu lado, fiz carinho em seu peito, enchi de elogios o meu amante loiro e depois o beijei cheia de desejos. Ainda com nossos lábios colados desci minha mão e foi prazeroso pegar em seu membro rígido e umedecido.
Ajeitei meu corpo por cima dele, guiando seu membro em minha fendinha que ainda escorria o sêmen que lhe fora injetado. Sentei com minha boceta o sentindo todinho em meu interior novamente.
Foram cavalgadas deliciosas cheias de gemidos, gritos e urros.
O clímax tardou um pouco mais, entretanto, foi tão intenso quanto da primeira vez... Deus! Como ele é gostoso, acho que hoje eu não saio de cima deste garoto.
Seus espasmos seguido de ejaculação vieram fortes e aqueceu um pouco mais o meu sexo que já estava em chamas.
Estava praticamente desfalecida com o êxtase, e quase morro de vez com um ataque do coração ao ouvir a campainha tocando. Com o coraçãozinho batendo a milhão, ainda consegui raciocinar, eu tinha ouvido uma buzina momentos atrás, liguei uma coisa a outra:
— Acho que é meu táxi! — Nossa! Há quanto tempo estamos fazendo? Falei sorrindo.
Ele ficou muito assustado, falei pra ficar tranquilo e ir ao banheiro se lavar. Eu iria pedir para o homem esperar.
Corri até a piscina, peguei o robe e fui até o portão ainda o vestindo, nem amarrei o laço, só o segurei fechado.
Pedi para o taxista esperar cinco minutos que estava terminando de me vestir.
Tomei uma ducha expressa, vesti a roupa, peguei o número do celular do gato e disse que entraria em contato quando viesse pra cá novamente. Após um beijo de despedida, pedi pra ele ir.

Sai logo depois de pegar minhas coisas e dar uma conferida rápida na casa, e sem me preocupar com a bagunça, já que a mulher da limpeza viria amanhã.
Entrei no táxi e em poucos minutos estava no aeroporto.
Cheguei pouco antes das quatro da tarde em Brotas, ainda a tempo de dar minha pequena contribuição nas urnas.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

Sexo na Piscina

Continuando aquela tarde de sexta-feira à beira da piscina em Camboriú (Conto "O Advogado do Diabo")Anoitecera a algumas horas e o papo continuava; durante a maioria do tempo, sexo foi o tema predominante, bebida e comida foram os temas secundários. Felizmente os homens sugeriram sairmos para jantar, há muitos lugares divertidos e interessantes para curtir a noite na cidade. Depois do jantar fomos para um bar bem animado e um pouco mais Hot, não é uma boate com show de sexo ao vivo ou stripers, todavia, tivemos alguns seios de fora – bendita bebida – havia um karaokê onde as meninas mais animadas faziam sua dança sensual entre uma desafinada e outra. Em um momento da noite (ou já era madrugada?) uma garota conhecida da Monique a arrastou – e levou-me junto com ela – pra cima do pequeno palco, iriamos pagar o mico do karaokê cantando com ela.
A música era pra ser “Erotica da Madonna”, com certeza não iria dar certo, nosso inglês de ensino médio era uma barreira, em uma reunião rápida decidimos por “Perigosa das Frenéticas” – é nossa cara. Começamos até direitinho, mas depois que a fulana levantou a blusa balançando os seios enquanto dançava e a Monique a acompanhou, eu também entrei no embalo e nos tornamos a atração daquele boteco. Até pensei em levantar a saia e exibir minha calcinha para ver se colocavam notas de dólares como fazem nos filmes, mas pela cara que meu coroa fazia, eu decidi ficar apenas no topless (haha).
Pouco mais tarde era fim de festa e fim de noite, retornamos pra casa de praia pra dormir, não sem antes eu ter que recusar novamente a proposta do swing, eu já estava até propensa a entrar no jogo deles, desde que não tentassem forçar a barra armando situações, falei que deixaria a ideia amadurecer até amanhã. Fui para o quarto com meu amor, o Dr. e a garota foram para outro quarto. O homem proporcionou-me prazeres recheados de orgasmos antes de apagarmos.
Quando acordei pela manhã, estava enroscada embaixo do braço do meu amor e nossos corpos nus coladinhos, era cedo ainda e gostaria de dormir um pouquinho mais, porém a soneca de ontem a tarde deixou-me sem sono. Não consegui ficar deitada, o homem dormia tão gostoso que dava inveja, seria sacanagem acordá-lo.
Levantei, vesti um robe levinho e sedoso, dei uma passadinha rápida pelo banheiro e fui sentir o sol da manhã que parecia estar bem convidativo.
Sai pela porta da frente para avistar o mar... Acho que errei de porta, abri a porta do Olimpo, avistei um Deus grego, lindo, sarado, loiro com luzes nos cabelos, 1,80m de músculos e uns vinte e poucos aninhos... Ai! Ai! O gato voltava da praia carregando uma prancha. Caminhei até o portão, ele poderia passar batido, mas não despercebido. Brinquei com ele quando chegou pertinho:
— Tomou muitos caldos?
— Sempre tomo alguns, faz parte! Respondeu com um sorriso lindo e parou na minha frente apoiando a prancha no chão.
— E já cansou de pegar ondas hoje?
— Eu vim bem cedo, é quando tem as ondas maiores! — E você, pega onda também?
— Já tentei uns tempos atrás, consegui ficar em pé alguns segundos umas três vezes! Respondi rindo.
— Quer tentar de novo? — Eu te dou uns toques!
— Agora não dá! Respondi.
— Lá pelas três da tarde eu volto de novo, se estiver a fim...!
Estava com medo que o pessoal acordasse com nossa conversa. Sem entrar em detalhes, falei pra ele que a minha situação era complicada e, se desse, eu daria um pulinho na praia mais tarde e adoraria as aulas, despedi dele e entrei. O pessoal ainda dormia, peguei o filtro solar e fui tomar sol na beira da piscina, tirei o robe e apliquei o filtro spray em meu corpo nu. Deitei na espreguiçadeira de barriga pra cima, enquanto ganhava uma “corzinha” nas marcas do biquíni, deixei a imaginação viajar pensando como seria bom se o gato surfista estivesse aqui comigo, sentir suas mãos percorrendo em meu corpo nu... Alguns minutos depois virei pra bronzear o bumbum e ainda pensava no carinha, não demorou e senti uma presença e uma voz conhecida... 
— Jesus amado, que bundinha linda!
Era o safado do Dr. Gil, peguei o robe e o vestia enquanto ele falava.
— Poxa anjo, não se veste, você não imagina qual prazeroso é poder admirar este seu corpo tão lindo!
E a conversinha continuou, era a segunda oportunidade que ele teve de ficar a sós comigo, e agora o xaveco já era um assédio sexual. Fiquei na dúvida se era desejo que eu despertei neste homem ou será que ele fazia isso a mando do meu coroa pra me induzir ao sexo em grupo.
A Monique surgiu ali na área e logo depois o meu amor, fomos todos preparar o café e depois, pela primeira vez naquele final de semana, fomos pra praia e lá passamos o resto da manhã e início da tarde. Almoçamos em um quiosque e voltamos pra casa, naturalmente o pessoal foi tirando a roupa e os peladões caíram na piscina, eu não seria a desmancha prazeres, também tirei meu biquíni e mergulhei peladinha. Logo depois o Doutor já se pegava com a garota que era muito “profissa”, sabia como enlouquecer o homem, voltei minha atenção para o meu amor, em um cantinho da piscina, sentados nos degraus da parte rasa, acendemos nossas carícias, retribui as chupadas em meus seios sugando seu membro e fazendo-o gemer. 
Metade daquele pau estava em minha boca molhada, deixei-o lubrificado com minha saliva e sentei sobre ele com minha boceta. Soltei um gemido profundo e gostoso quando seu pau sumiu dentro de minha grutinha. Outros gemidos ecoavam no ambiente entre beijos ardentes e estocadas vigorosas, nossa química é muito forte, eu queria mordê-lo de verdade quando me beijava, tamanha era minha volúpia... Oh! Como é bom viver, quando o clímax se aproxima, você se deixa levar, sem pudores ou negativas, e completamente submissa se entrega ao momento de magia, ele tirou-me com cuidado de cima dele, adora gozar me pegando por trás, colocou-me de quatro e introduziu novamente em minha boceta. Ah! Amo esta pegada mais forte, e gemi bem cadelinha olhando o outro casal se pegando alucinado a menos de 3 metros. Gozei tremendo de prazer com as estocadas que batiam forte em minha bunda, meu amor urrou como um bicho e gozou dentro de mim, perdi até a fala tamanha era a intensidade do prazer que percorria todo meu corpo.
Depois de momentos tão intensos, eu precisava de mais um pouco de bebida. As insinuações referentes a sexo em grupo diminuíram, os homens viram que avancei bastante de ontem para hoje, sabiam que em breve eu cederia, mas acho que não seria neste final de semana. Continuamos com as atividades sexuais na sala, cada um com seu parceiro.
O dia terminou e a Monique iria embora – acabou o contrato dela (haha) – ela vota em outro município e viajaria esta noite. O doutor Gil a levou para o centro e voltou mais tarde, meu coroa viajaria com ele pra Blumenau pela manhã bem cedo, eu iria depois, meu voo sairia de Navegantes às 10h, deixaria a chave no lugar de costume para a mulher da limpeza pegar na segunda-feira.
Aff! Acordei assustada quando o despertador do celular do homem tocou, era muito cedo para acordar em um domingo, eu não iria levantar agora, deixei minha mochila pronta desde ontem, também já tinha feito o check-in on-line e marcado com o taxista de pegar-me às 9h. Passava pouco das 7h da manhã quando meu amor disse que estava indo, levantei e vesti o robe e os acompanhei até o portão, após um beijo ardente e despedidas fiquei olhando o carro dobrar a esquina e sumir. Virei a cabeça para o outro lado da rua antes de voltar para dentro... “Geeente, Deus existe!” Pensei comigo mesma, o Deus grego loiro vinha ao longe com sua prancha.
Última parte no próximo conto "O Surfista".


Beijos queridos amigos, até a próxima!

domingo, 26 de outubro de 2014

O Advogado do Diabo

Qual seria a reação do meu pai se ele descobrisse que tenho um caso sério com um homem casado e mais velho que ele? Não quero nem imaginar a possibilidade, quando ele chegar do México eu volto a me preocupar, por hora, já tenho meus avós e minha mãe para driblar. Aproveitei que na sexta-feira não teria aula e preparei o terreno durante a semana contando mais uma de minhas mentiras em casa. Na sexta viajei cedinho para encontrar meu amor em Itajaí. Fui pra lá algumas vezes este ano para passar o final de semana com ele em sua casa de praia. Quando estive em Camboriú, em outras oportunidades, sempre ficamos sozinhos curtindo nossa intimidade ou nossos passeios, diurnos e noturnos. Desta vez havia uma visita, o Dr. Gil – seu advogado – meu coroa já havia falado sobre ele anteriormente; além dele trabalhar como advogado em sua empresa há muitos anos, também é seu melhor amigo. Agora o conheci pessoalmente e, não só de ouvir falar. Achei o quarentão simpático e gentil, mas com um que de misterioso. Desde o início ele fez de tudo para me agradar, procurei retribuir e ser cortês com o melhor amigo do meu namorado, porém, não sei se exagerei ou ele confundiu as coisas. Pouco mais tarde, na primeira oportunidade em que ficamos a sós por alguns minutos na beira da piscina, ele começou a me xavecar, sutil no início e pegajoso a seguir, insistia para que eu ficasse à vontade, ou seja, pelada.
— Relaxa e não se incomode comigo, pode tirar seu biquíni! Incentivou o safado.
Eu fico nua quando estou somente com meu coroa, a área da piscina não é visível para os vizinhos. Parece que o Dr. já sabia muito a meu respeito.
— Mais tarde, talvez, não estou com vontade agora!
De tardezinha, depois do almoço, meu coroa e o Dr. Gil saíram com o carro, foram cuidar de alguns assuntos profissionais e disseram que voltariam antes do anoitecer.



Enchi minha taça com um vinho frisante geladinho e fui para a piscina. Com o Gil distante eu poderia nadar nua (adoro). Quando acabou o vinho e a minha vontade de nadar, tomei uma ducha e fui para o quarto tirar uma soneca. Estava com sono, quando sai de Brotas hoje ainda era madrugada.
Vesti uma regata, calcinha e cai na cama.
Não sei quanto tempo dormi, estava deitada na cama de bumbum pra cima e acordei assustada quando senti que alguém sentou ao meu lado e segurou em minha cintura. Agarrei o travesseiro, acho que queria usar como arma. Sorri ao ver que era o meu coroa, e o desejei ao ver seu olhar faminto por sexo. Moveu-me pra cima dele, joguei o travesseiro de lado, acomodei-me em seu colo e nos beijamos apaixonadamente. Sua boca sugava minha língua enquanto suas mãos deslizavam em meu tronco subindo e retirando minha regata; a mesma fez uma pequena pausa ao enroscar a bainha em meus mamilos durinhos que não foram obstáculo suficiente, no movimento seguinte meus seios estavam totalmente expostos e balançando. Os massageou carinhosamente enquanto eu retribuía alisando seu pênis por cima da bermuda. Soltei gemidinhos sentindo a pontinha de sua língua passando rápido e repetitivamente em meus mamilos.
Observando a porta aberta, perguntei pelo Gil, respondeu que ele só voltaria mais tarde.
Continuou com as carícias e eu curtia de olhinhos fechados e usando somente o tato, libertei seu membro, massageei suas bolas, deslizei com as pontas dos meus dedos por toda sua extensão. Ajoelhada no colchão segurei aquele mastro com as duas mãos, curvei-me e brinquei com minha língua e lábios em sua glande. Ele puxou minha calcinha até o meio de minhas coxas, com suavidade alisou meus quadris e bumbum deslizando a mão até minha xotinha massageando-a com a mão em forma de concha, seu dedo deslizou pra dentro de minha fendinha, estremeci de prazer e abocanhei seu pênis o sugando e punhetando com a boca. Eu não aguentava mais de tanto desejo, olhei para o homem fazendo minha carinha de bichinho pidão implorando que me penetrasse. Terminei de tirar a calcinha, ele também se despiu da cintura pra baixo. Fui pra cima dele e ainda esperei segundos intermináveis o vendo lubrificar um pouco mais seu membro para depois guia-lo até meu sexo. Só ajeitei meu corpo sobre o dele e deixei que me dominasse e preenchesse cada espacinho da minha fendinha... Ahh! Estes momentos felizes compensam cada dificuldade vivida ou que venha futuramente. Suas mãos seguravam firme em minha bunda me fazendo subir suavemente e depois descer sem freios enterrando seu membro todinho dentro de mim.
Levantei meus braços para que ele terminasse de tirar minha regata e em seguida abraçar-me abocanhando meu seio.

Intensificando as estocadas me fez gemer rebolando em seu membro... Ahh! Chegou o clímax, momento mágico que é um alucinógeno, fico completamente entorpecida e entregue. Foi quase uma overdose de prazer quando ouvi seus urros e seu esperma inundando minha grutinha, gemia tanto que ouvia ecoar pela casa toda parecendo um coro.
estava quietinha agora, recobrava minhas energias, no entanto, continuava a ouvir os gemidos, com certeza não era o eco, pois eu nem gemia mais.
— Você ouviu isso? Indaguei.
— Isso o que?
Ele respondeu sem querer dar importância.
— Os gemidos lá de fora!
Ele me abraçou pedindo para que eu deixasse pra lá e curtisse com ele mais um pouco. Pedi um tempinho, falei que ia rapidão ao banheiro, ele deu de ombros, já sabia o que eu iria ver.

Fui de mansinho até a porta que dá para a piscina e vi o Dr. Gil com uma mulher, os dois no auge de uma transa. Os peladões perceberam minha presença e olharam pra mim, mas sem parar com os movimentos e estocadas...
— Veio participar meu anjo? O safado falou ofegante.
Só então dei conta que ainda estava pelada e meladinha, nem respondi, cobri as partes com as mãos ao mesmo tempo em que me virei indo ao banheiro, meu coroa vinha em minha direção:
— Vem linda, vamos lá pra fora!
— Pode ir se quiser, vou tomar um banho e me vestir! Falei braba.
No banheiro eu pensava sobre a moça, ela é bem novinha e parece ser uma piriguete ou garota de programa. Meu namorado ultimamente quis inserir novidades em nossa relação, já quis saber se eu topava um swing ou sexo com mais uma mulher. Eu disse que não curtia, que ele me satisfaz etc. e tal, mas ele ainda não desistiu de me convencer. Eu até faria com mais uma mulher ou casal,  mas seria apenas para satisfazer sua vontade, o que eu curto mesmo é adrenalina, sexo proibido, correr riscos, isto deixa minha libido a milhão e fico cheia de energia para proporcionar e receber prazer. Após o banho coloquei um shortinho e a regata, peguei uma bebida e fui pra piscina tentar ser sociável, mesmo ainda estando com raiva, pois eles tentaram me manipular.
A garota e o Dr. Já estavam de biquíni e sunga respectivamente, acho que foi a pedido do meu coroa. Fiquei sabendo que a garota (Monique – Deve ser nome de guerra –) tem 19 anos, é garota de programa vip. Este final de semana não cabe em um conto, relato mais no próximo.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O Retorno de Papai

Não sei definir o que estou sentindo agora, se é pavor ao pressentir a volta de um passado não muito distante, ou o desejo doentio de reviver uma relação proibida, que foi mantida em segredo a sete chaves – até agora –. Fiquei nesta dúvida ainda a pouco, ao receber um telefonema de meu pai (o biológico) que mora no México. Muitas lembranças de momentos vividos começaram a perturbar minha mente, hora ficando com uma tremenda sensação de culpa, hora não contendo o sorriso ao lembrar os momentos felizes.
Um destes momentos acontecia com frequência, contarei a seguir: 
Ainda éramos uma família normal – aos olhos da sociedade – também não tinha rolado sexo propriamente dito entre eu e papai (eu ainda o chamava assim). Não rolou, mas por inúmeras vezes, foi por detalhes que não aconteceu. Eu gostava muito do meu pai, não somente tipo: sentimento de filha pra pai, era mais complexo, eu sentia ciúmes dele com minha mãe, ficava mal quando sabia que eles estavam na cama fazendo amor. Eu o flagrei uma vez, com uma moça que era nossa diarista e, infelizmente, também fui testemunha ocular de outra transa dele com novinha em minha casa. Ainda houve a suspeita que ele pegava uma garota que "foi" minha colega e vizinha, por pouco não consegui flagrar os dois em “vias de fato”, contudo, ficou a certeza que ali existia algo.
Meu pai sempre foi um tarado muito safado, mas eu também já tinha os meus poderes, adorava o joguinho de sedução e bolinagem, no entanto, sempre me esquivava no último instante e, mesmo estando doidinha pra que meu pai me fizesse mulher, não o deixava me possuir. Era por pura vingança, não queria ser apenas mais uma em sua lista.
A sala de casa era testemunha da maioria de suas investidas, com frequência nós três assistíamos algum filme na TV a cabo durante a noite. Depois do banho eu vestia meu pijama (leve ou quentinho, dependendo da temperatura) e ficava deitada com meu pai no sofá maior, minha mãe ficava no menor. Em uma noite fria, estava deitada na frente do meu pai com ele me abraçando, o danado sempre foi muito prudente quando minha mãe estava presente, contudo, nós estávamos cobertos com um edredom que facilitava a ele avançar o sinal, esta não seria a primeira vez. Depois de alguns minutos de filme a sua mão penetrou por debaixo da minha camisa curta, arrepiei ao sentir seu toque em minha pele, a milímetros da base de meus seios nus. Eu começava a tomar gosto pela adrenalina do perigo. Mantive um olho na TV e o outro em minha mãe enquanto lentamente ia diminuindo a distância entre meu bumbum e o pênis de papai.
Mais alguns minutos passaram e seus dedos deslizaram acariciando meus seios, quando ele apertou de leve meus mamilos inchadinhos de tesão, eu estremeci. Minha mãe olhou pra mim e perguntou:
— Está com frio Mila?
Sorri dizendo que sim e fingi que me ajeitava com o edredom, aproveitei o movimento e acomodei minha bunda no pênis de papai e fiquei encostadinha sentido seu membro endurecendo e se alojando em meu rego – sob nossas roupas.
Não demorou muito e, mais uma vez minha mãe adormeceu antes de acabar o filme. O homem não perdeu tempo, enfiou um braço por debaixo de mim, abraçou-me 
amassando meus seios ao mesmo tempo em que esfregava seu corpo no meu .
Apesar de estar no clima e adorando tudo que ele fazia, fiquei apreensiva quando ele desceu ligeiramente minhas calças do pijama. Entretanto quando senti seu membro duro e quente se instalando entre minhas coxas, pirei grandão, instintivamente eu segurei aquele membro e o esfreguei seguidamente em minha fendinha e remexia meu corpo forçando contra o dele. Ele sussurrou em meu ouvido:
— Sua safadinha... deixa eu por dentro!
Eu balancei a cabeça, várias vezes, em sinal de não e continuei segurando e esfregando-me em seu membro, estava quase gozando quando ele com sua brutalidade, que lhe é peculiar, afastou minha mão, enfiou uma perna entre as minhas deixando-me arreganhada e tentava uma penetração.

Bateu um medinho, mas eu o desejava, queria senti-lo dentro de mim e, enfim, ser sua mulher. Aquela adrenalina estava quase me levando a fazer uma loucura, por pouco não me entreguei por inteira ao meu pai, mas eu sou sangue ruim, “você ainda vai comer muito em minha mão antes de penetrar nesta fendinha papai” falei em pensamento adorando sentir-me cruel. Em um movimento rápido afastei-me dele e quase cai do sofá.

Ajeitei rápido minha calça e falei alto:
— MÃE! VOU DORMIR!
Ele subiu seu moletom rapidão ainda debaixo do edredom, quase ao mesmo tempo em que minha mãe acordava e dizia:
— Nossa! Dormi de novo... Já acabou o filme?
Respondi que ainda não, mas que eu estava morrendo de sono e ia dormir, ela também disse que iria. Já o meu pai... (haha) ele ficaria mais um pouquinho – não era prudente levantar com a barraca armada.
Mas estou recordando tudo isto porque no telefonema, meu pai disse que está embarcando para o Brasil, passará uma temporada aqui no país. Logo depois que ele e minha mãe se separaram, ele foi para o México e permaneceu lá até agora. Acredito que esta volta irá mexer comigo e muitos à minha volta, então, não faltarão oportunidades e contos para dar mais detalhes.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 11 de outubro de 2014

Festinha a Três

Meu trabalho obriga-me a ir muitas vezes ao cartório e, foi natural começar uma amizade com a Amanda, uma garota que trabalha lá e geralmente sou atendida por ela. O fato de ela ser mais nova do que eu, ainda estudar o colégio e não frequentar as baladinhas noturnas, não foi empecilho pra gente se relacionar fora do trabalho, ela passou o domingo em minha casa, comigo e meus avós. Neste mesmo domingo, nós combinamos de ir ao cinema no sábado seguinte, somente nós duas.
Chegou o sábado, era finalzinho do dia quando fui encontrá-la em sua casa  ela mora pertinho do centro. Foi somente neste dia que conheci pessoalmente a mãe da Amanda, (Neide é o nome dela). As duas assistiam TV quando eu cheguei, após as formalidades, eu fiquei na sala e sentei no sofá, bem ao lado da Neide, enquanto minha amiga foi para o banho.
Mãe e filha moram sozinhas, Amanda, assim como eu, também é filha de pais separados. A Neide, tem 36 anos – fiquei sabendo depois – é uma mulher muito bonita e jovial, não aparenta ter mais que 25, cabelos negros e volumosos, olhos castanhos e penetrantes, que pareciam ler o meu íntimo. Estremeci ao seu primeiro olhar quando ficamos a sós, naquele exato momento, senti que meu corpo não resistiria a nenhum pedido vindo daquela mulher de lábios carnudos e de olhar felino; que não escondia seu desejo por mim. Eu estava com um vestido tomara que caia, florido e curtinho, fiquei um pouco sem graça pois, ela não tirava os olhos de minhas pernas, minhas coxas estavam expostas – aquele vestidinho não cobria o suficiente quando eu me sentava. Ela deu uma pequena investida, talvez pra testar-me e descobrir se eu era acessível:
— Adorei seu perfume! Posso sentir mais de pertinho?
Respondi que sim, ela aproximou o nariz do meu pescoço e cheirou meu cangote duas vezes e seus lábios deram um selinho no meu pescoço. Me arrepiei até o último pelinho, olhando em meus olhos ela pergunta:
— Eu te assustei?
— Não... “respondi” Eu só não estava esperando, mas curti muito!
A Neide é uma mulher bem direta, não ficou se insinuando, pegou logo um atalho.
— Você além de muito bonita, é muito sensual e atraente Kamila, a gente pode falar outra hora, somente nós duas?
Respondi que sim, ela pediu o número do meu celular e após salvá-lo em sua agenda falou:
— Por que você não liga pra sua casa e diz que vai dormir aqui, hoje?
— Mas e a Amanda, ela não vai achar estranho? “respondi”
— Fala com ela, só depois que vocês saírem do cinema, diz que é tarde pra ir pra sua casa!
— Entendi, combinado!
E sorri pra ela que sorriu de volta alisando minhas coxas com carinho.
A Amanda saiu do banho, fui com ela até seu quarto ajudá-la na maquiagem. A Mandinha se maquia como se fosse pra escola, ir para o cinema, é como ir para uma baladinha, a gente tem que ir preparada pra causar firmão (risos). Finalmente, eu e minha amiga fomos para o cinema.
Bem mais tarde, saindo da sessão após assistir o filme, falei com ela sobre dormir em sua casa, ela adorou, eu liguei para meus avós dizendo que dormiria na Amanda.
De volta a sua casa, (Arnaldo, um quarentão, namorado da Neide) também estava lá, cumprimentou-me com carinha de sério, isso diante da Amanda, em outros momentos, distante do olhar dela, ele não me pareceu tão sério.
O casal começava mais uma garrafa de vinho, eu e a Amanda, também bebemos do vinho enquanto comíamos a pizza que eles haviam pedido.
Pouco depois da meia noite nós fomos nos arrumar pra dormir, o homem já tinha ido pro quarto do casal, dormiria lá. Após uma ducha rápida, fiquei apenas de regata que a Amanda me emprestou, e minha calcinha. Enquanto a amiga estava no banheiro, recebi um torpedo da Neide, dizia que a noite poderia ser bem mais divertida se eu fosse até o quarto dela, assim que a Amanda dormisse e, que o casal estava ansioso a minha espera.
Apesar da hora e do vinho, eu estava sem sono, adrenalina e desejo de aventura deixam-me eletrificada, adoro estas situações, o tesão vai a milhão.
Pouco depois de deitar, a Amanda apagou, fui do ladinho dela e a chamei baixinho pra testar... “apagou mesmo” pensei sorrindo. Sai de mansinho e fui até o quarto do casal, Arnaldo estava só de cueca, sentado na cama vendo TV, Neide ao lado dele, somente de camisola, pretinha de alcinha, massageava os pés com um creme. Eu estava super nervosa, não seria minha primeira vez com um casal, entretanto, eu mal os conhecia, e ainda não estava a par das regras do jogo em que acabara de entrar, mas quando eu vi um virar para o outro e os dois se beijando e se alisando, entrei no clima. Neide sentou com os pés pra fora da cama e estendeu a mão me chamando pra junto dela, aninhei-me entre suas pernas, elogiou e massageou meus quadris, bumbum e devagar tirou minha regata pra depois massagear meus seios... Eu senti pequenos tremores como se fossem choques, ao sentir o toque suave de sua boca em meus seios, gemi cheia de tesão, ronronando como uma gatinha. Após deixar-me doidinha, ela lentamente tirou sua camisola deixando a mostra seus seios fartos, firmes de mamilos rosados, ajoelhei e abracei seu corpo nu, sentindo seus seios esfregando em meu corpo, ela procurou minha boca, fui contemplada com um beijo ardente e doce.
Arnaldo pediu para eu subir na cama, instalei-me entre os dois, ele afagou meus cabelos puxando-me em sua direção e me beijou sugando minha língua. Minha calcinha descia e passava pelos meus pés, era a Neide deixando-me peladinha naquela cama com eles. Admirei seu corpo nu, sua xoxota depilada e bem lisinha, parecia tão apertadinha quanto a minha. Adorei quando me propôs um 69, era tudo que eu queria naquele momento, sentir o sabor daquela fenda rosada e ter minha fendinha penetrada por sua língua. Flutuei quando sua língua brincou com meu grelo... Aff, fui aos céus ao sentir outra língua deslizando pelo meu rego e penetrando fundo em meu buraquinho, queria poder eternizar este momento: Sugando aquela xana cheirosa, e sendo sugada pelo casal. O momento mágico do êxtase chegou, tirei a boca do sexo dela e gemi bem cadelinha e me contorcia com os espasmos de prazer enquanto eles devoravam minha boceta e anus.
Aquelas preliminares continuaram por mais tempo, proporcionando prazeres a nós três, Arnaldo percebendo que eu quase implorava pra ser penetrada, ajeitou-me de quatro na cama, para em seguida me penetrar com seu membro revestido com uma borrachinha preservativa. Oho! Prendi a respiração e curti cada milímetro daquele pênis penetrando em minha xotinha, a cada pouquinho que entrava, sentia que estava mais perto do céu, soltei um suspiro de satisfação quando o senti todo dentro de mim. A Neide se ajeitou na cabeceira da cama, com as pernas abertas e sua xana lisinha ao alcance de minha boca. Suguei sua boceta cheirosa, enquanto levava muitas bombadas deliciosas e, cheguei ao clímax novamente, pela terceira ou quarta vez, e o gozo foi maior ao senti o néctar da Neide que gozou em minha boca, ela se contorcia gemendo baixinho, Arnaldo não deve ter resistido ao ver as duas fêmeas se contorcendo de prazer, seu pênis pulsou em minha boceta e senti seu gozo morninho que enchia a borrachinha. Momentos como este são impagáveis.
Mas o mundo não acabaria nesta noite, eu já tive o suficiente por hoje, nós continuaríamos a três em uma próxima oportunidade. Deixei o casal terminar a diversão a dois, fiz uma higiene rápida, fui em silêncio para o quarto, a Amanda dormia profundamente. Dormi também, o soninho dos anjos.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Cursinho Privé

Dias atrás voltei ao colégio onde terminei o ensino médio, não que tenha batido saudades, queria apenas falar com o professor Marcelo. Poderia ter ligado, mas não faria o mesmo efeito que estando in loco, toda cheirosa e exalando simpatia. Eu queria que ele me desse umas aulas particulares. Era só aula mesmo gente! Imaginei que por telefone ele recusaria, ainda deveria estar bolado com as mancadas que eu dei. Então, precisava reconquistá-lo antes, nada melhor que aparecer de surpresa, toda delicinha e pegar uma carona com ele até sua casa.
Cheguei faltando 20 minutos para o fim das aulas, o inspetor deixou-me entrar e ficar esperando no pátio. Assim que vi o professor a caminho do estacionamento fui para o portão de saída. Assim que o vi saindo eu fiz uma brincadeira levantando a minha minissaia e deixando minha coxa de fora para chamar a sua atenção. Completei fazendo o sinal de pedido de carona com a mão. O professor parou e falou bem sério:
— Você não perde esta mania de brincar com tudo.
— Desculpaaa, só queria chamar sua atenção.
Perguntei se ele estava indo pra casa, respondeu que sim, pedi com jeitinho para me levar junto, pois queria ter um papo sério com ele.
Durante o trajeto eu não disse qual seria o motivo da conversa, apenas colocamos o papo em dia, quis saber como estava sua vida amorosa, contou que voltou a conversar com sua ex esposa, porém ainda não era certo uma reconciliação. Ele quis saber o mesmo de mim. Quando disse que estava sozinha ele baixou o “escudo” ficando mais animado.
Quando chegamos a sua casa, ele quis logo saber qual era o assunto. Eu enrolei um pouco mais:
— Poxa amor. Está com pressa que eu vá embora?
Ele se desculpou e me ofereceu algo para beber. Depois almoçamos e fomos para o sofá. Ele não perguntara mais sobre qual era o assunto. Começamos algumas carícias e o primeiro beijo depois de meses afastados teve um sabor renovado. Ele confessou que sentia muito a minha falta e que apesar de eu nunca o ter levado a sério, além de ter pisado na bola com ele, mesmo assim não conseguia me esquecer e ainda me queria. Estávamos abraçados, enfiei as mãos por dentro de sua camisa e acariciei suas costas nuas, sussurrei em seu ouvido que eu nunca esqueci os momentos maravilhosos que passamos juntos e que queria reviver cada momento de prazer novamente. Fui com a mão em seu membro e senti o volume por cima de sua calça. O danado deslizou suas mãos sobre meus seios os massageando para em seguida abrir o primeiro botão de minha blusa, antes que ele abrisse o segundo, o interrompi:
— Espera amor, me deixa falar antes.
Ele queria chegar logo aos “finalmentes”, mas eu consegui ser ouvida.
Falei que ia fazer a prova para escriturária no concurso do Banco do Brasil e precisava ter umas aulas. Ele já deu aula em cursinho para este tipo de concurso —,
 o professor sabe tudo.
Ele estava ansioso para voltar “pro rala e rola” e concordou em dar-me aulas em sua casa. Evidente que ele imaginou que rolaria uma seção de sexo comigo após cada aula. Então ficou tudo combinado, dias e horários. Demonstrando agradecimento, o beijei com volúpia e o deixei desabotoar minha blusa até o último botão expondo meus seios nus. Sua boca morna sugou meus mamilos com a sede de quem não faz amor há muito tempo, deitou-me nas almofadas, tirou sua camisa, deitou seu corpo o roçando sobre o meu enquanto me beijava. Seus beijos chegaram até minha cintura, ele foi com as mãos no cós de minha saia pretendendo tirá-la.
— Shii amor, desculpa... Estou menstruada.
Foi um balde de água fria em seu entusiasmo. No início, em nossas primeiras relações, o fiz acreditar que eu fico muito dolorida durante este ciclo e, não iria rolar; nem por trás. Claro que era só para fugir da relação quando não estava a fim, pois na verdade, eu sinto é mais tesão quando entro no ciclo.
Decidi por um boquete para não deixá-lo naquele estado de insatisfação.

— Deixa eu aliviar esta tensão ai! Falei com cara de safadinha.
Ajoelhei no tapete, libertei seu membro que latejava de desejos e o fiz sumir todinho em minha boca.
Não demorou até ele começar a urrar com seu gozo e despejar o que parecia ser litros de esperma em minha boca, o homem estava mesmo necessitando da minha visita.
Na semana seguinte voltei para a primeira aula. A cara de decepção que ele fez quando viu a Carol junto comigo era de dar dó. Depois foi a cara de arrependimento quando soube que ela também assistiria a todas as aulas.
Será que ele pensou que eu estava voltando assim de linguinha de fora tipo: “tô louca pra voltar.”
Eu não queria reatar nossa relação. Era excitante quando ele era meu professor no colégio. Os riscos que nós corríamos era o tempero de nossa relação. Depois que sai do colégio virou sexo sem emoções, não sentia mais intensidade em meus orgasmos — isso nas raras vezes em que chegava ao clímax — virou uma relação sem graça.
Muito menos queria ter aulas, a Carol que me convenceu a fazer a prova do concurso. Ser escriturária não é o meu sonho de consumo. Fiz tudo isso para dar uma força para minha amiga, no mínimo vou adquirir um pouco de conhecimento.
A Carol e o professor até que fazem um casal bonitinho, quem sabe os dois — ou nós três — possamos nos entender até o final do cursinho (risos).



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sexo, UFC e Arte

Apressei o passo, porém, aquele vestido longo e o salto alto foram feitos para deslizar com graça e feminilidade; nunca para praticar atletismo. Acabara de fugir de uma festa após rolar um clima pesado onde fui envolvida, a causa do barraco como sempre era por ciúmes. Procurava por um ponto de táxi que ficaria a duas quadras dali. Chegando ao final da primeira quadra avistei três carinhas que bebiam de uma garrafa passando de um para o outro. Era visível uma fumaça no ar que parecia ser de cigarros, no entanto quando cheguei próximo ao trio senti o cheiro doce e percebi que não era um cigarro comum. Deveria ter dado meia volta alguns passos atrás, demorei a pressentir o perigo, era tarde para retroceder ou mudar de calçada. Fiquei com medo ao ver a atenção deles toda voltada para mim. Passei por eles ouvindo suas gracinhas, rezei para poder seguir em frente sem ser molestada fisicamente, mas os três idiotas vieram atrás de mim e me assediaram com um tom ameaçador. Pensei em tirar os sapatos e correr até o ponto de táxi… Também não era mais possível, dois deles se colocaram ao meu lado e um que parecia ser o líder dos imbecis se pôs à minha frente andando de costas e falando barbaridades:
— E ai novinha, não curtiu a festa? — Bora fazer uma festinha com a gente.
Ele segurava em seu membro e dizia:
— Você gosta de pau grande? — Vai gozar gostoso aqui com meu meninão.
Impossível argumentar com aqueles babacas, estava tensa e morrendo de medo, a rua era comercial e tudo estava fechado, posto que era mais de meia noite.

Nada está tão ruim que não possa piorar. Alguns passos à frente nós chegamos a uma viela, eles pararam e me agarraram. Não tive nem a chance de gritar, um deles deu-me uma gravata e com a outra mão tapou minha boca. Só e indefesa naquela rua deserta bateu o terror, sabia que em segundos estaria sendo violentada pelos monstros. Arrastaram-me beco adentro onde só havia caçambas de lixo. Eles gargalhavam falando sobre o que fariam comigo. Ainda presa pela gravata vi a cara sádica de um outro pegando nas alças do meu vestido e o descendo até meus pés. Fiquei somente de calcinha e a mesma não demorou a ser arrancada pelo animal que não se deu ao trabalho de tirá-la, ele a rasgou como se fosse uma folha de papel e a jogou longe. Desceu suas calças e segurou seu membro com uma mão e a minha perna direita com a outra. Mandou os outros dois me imobilizarem. Esperneei e tentei arranhar a cara de um deles. O estupro era eminente, seu membro úmido de saliva abriu espaço em minha fendinha a penetrando e me violando... É uma porra este vício por adrenalina, eu chorava por estar sendo forçada e humilhada, todavia inconscientemente a perversão era mais forte que a razão, sentia prazer com aquela violação. Ainda lutando sem sucesso senti um desconforto quando aquele membro grosso tocou meu hímen complacente. O cara “pirou grandão”:
— CARALHO VÉI! A NOVINHA É CABAÇO.
Suas mãos agora seguravam em minha bunda com um de seus dedos praticamente dentro do meu anelzinho, ele forçou remexendo e curtindo sadicamente. Antes que sua estocada fosse suficiente para atravessar o meu hímen, um clarão iluminou a todos nós, eram os faróis de um carro que parou na entrada do beco. Ao mesmo tempo em que seu membro saia de dentro de mim e minhas pernas eram soltas, ouvi a voz de alguém que veio do carro os mandando pararem com aquilo. Era um homem de terno, moreno claro e bem alto. Ágil como um felino ele pulou acertando o suposto líder com uma pesada na cara e antes que o golpeado chegasse ao chão, o desconhecido deu um golpe com o pé chutando de baixo para cima acertando o queixo de um outro o pondo a nocaute. O terceiro que já havia me largado e parecia ser o mais covarde, falou que não fez nada e tentou sair fora, mas levou um soco na boca e desabando em seguida. O primeiro a cair tentava se levantar, gemia e praguejava, porém ficou inerte novamente ao levar um chute na cara.
— Vem moça, vamos sair daqui!
Falou meu salvador enquanto eu terminava de vestir meu vestido. 

Cheia de raiva fui até aquele "viado" que me estuprava e dei-lhe um chute no saco, enquanto ele se contorcia com um gemido doído, entrei no carro e ele saiu cantando pneus.
— Você deve ser um anjo que caiu do céu — falei —, como viu a gente ali?
— Eu estava em meu carro e vi quando você passou, já estava de olho nestes moleques e deduzi que eles iam mexer com você.
Ainda refazendo-me do susto, mas toda curiosa, perguntei:
— Mas o que você fazia sozinho no carro há esta hora?
— Eu estava acompanhado.
— Putz! Desculpe, pode me deixar em um ponto de táxi e volta pra pegar ela.
— Eu já tinha me despedido, ela voltou pra festa.
Contei que meu “namorado” fez uma cena de ciúmes por imaginar que me viu beijando outro cara na festa. A namorada do cara também entrou no embalo. Depois de mandar todos irem se foder eu sai fora.
Odeio estes Zés regrinhas que enxergam o mundo como um conjunto de normas.
Dei a entender ao meu salvador (Carlos Alberto, o nome dele) que era tudo um mal entendido e fui acusada de algo que não fiz. Mas na verdade aconteceu, pensei rindo comigo mesma. Um dia corrijo este meu defeito de querer ter todos e ser o centro das atenções.
Carlos Alberto levou-me até minha casa, não conversamos muito sobre nós, falamos mais da festa, trocamos telefone e voltaríamos a nos falar em breve. Agora já sabia que ele morava sozinho em uma rua próxima da minha, era artista plástico, fotógrafo e mestre em capoeira.
Ainda parados defronte da minha casa, ele me convidou para posar para ele nos próximos dias. Não descobri se o motivo do convite era o meu rosto de menina sapeca, ou por estar exibindo parte dos meus seios em meu decote generoso ou se era por ter-me visto peladinha lá no beco. Pouco importava, claro que aceitei o convite. Adoro me exibir para uma lente de câmera, a pintura será algo novo e diferente, excita-me a ideia de viver uma cena tipo a do Titanic (risos).
Após um selinho, nos despedimos.



Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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