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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Strip-tease para o Titio

Noite de sexta-feira, falava ao celular com a Bruna (sobrinha do meu padrasto).
— Mila! Posso ir ai amanhã pra você me ajudar a fazer um blog?
— Pode — respondi a contra gosto —, mas vem depois das três que eu vou trabalhar na loja até as duas.
E após mais dois minutos de conversa, ficou combinado que ela viria no dia seguinte.
Eu e a Bruna não somos amigas, não somos do tipo de ficar ligando uma para a outra ou de sairmos juntas. Nossos papos acontecem somente quando há reunião de família. Na última reunião em minha casa ela pediu algumas informações sobre como fazer um blog.

Durante a semana ela ligou duas vezes para mim, achei estranho seu súbito interesse por informática, não combina com o perfil dela.
No dia seguinte acordei mal, sentia uma cólica danada. Fui para o trabalho na loja da minha mãe e tentei o máximo que deu, no sábado há muito movimento, mas logo minha mãe percebeu que eu estava atrapalhando mais do que ajudando e dispensou-me perto das 11h. Ela me deu o dinheiro para o táxi e mandou eu ir pra casa. Ainda havia tempo para que eu melhorasse, caso contrário ligaria para a Bruna e adiaria o nosso compromisso.
Quando cheguei em casa estranhei o silêncio, o som não estava ligado tocando aquelas músicas bregas que meu padrasto adora. Até pensei que ele havia saído, mas ao perceber uma jaqueta feminina, que não era minha e nem da minha mãe, jogada sobre o sofá da sala, acendeu meu sinal de alerta. Fui nas pontas dos pés para não ser percebida. Silenciosa como um gato subi as escadas e ouvi uma voz feminina vindo do quarto da minha mãe. Cheguei bem próximo à porta e reconheci a voz da Bruna. Pelo pouco que ouvi da conversa ficou claro que alguma sacanagem rolava ali. Decidi não interromper aquela putaria, ia observar um pouco mais. Sai pela sala ao lado, pulei para a varanda e fiquei observando pelo vão da grade com um olho no cantinho da janela.
A garota acabara de tirar sua saia ficando somente de sutiã e calcinha, parecia fazer um strip-tease ou uma cena erótica amadora. Ela soltou seu sutiã fazendo charminho, sorria enquanto o segurava ainda cobrindo os seios.
Eu ainda não tinha visão do André (meu padrasto), pois não queria correr o risco de expor-me demais e ser vista, porém conseguia ouvi-lo.
Vi luzes de flashes e não acreditei que ele a fotografava pelada. A sonsa nem se importava e continuava a se exibir dando alguns passos de dança. A vadia soltou o sutiã e o deixou cair no chão, apertou os seios os massageando e depois os ofereceu provocativamente. A putinha desceu as mãos alisando seu corpo e rebolou enquanto descia maliciosamente sua calcinha até os pés. Os flashes continuaram sem trégua. Pensei: “como são burros, estão produzindo provas de suas sacanagens”.
Após tirar a calcinha ela sorriu bem safada oferecendo-a pra ele e a jogou em direção à cama. "Que vagabunda!" Como não percebi antes que rolava um clima entre eles?
A vadia mais parecia uma menina grande, tipo as modelos esqueléticas de passarela, mas confesso que achei até legal aquele corpo magro e branco, contrastava com seu cabelo escuro e comprido. Os seus seios eram miúdos, sua bunda pequena, mas redondinha, pernas longas e finas que deixam um espaço entre suas coxas exibindo a fendinha de sua boceta de pelos ralinhos.
Ela foi em direção à cama e saiu do meu ponto de visão.
Agachada passei para o outro lado da janela para poder observá-los na cama. Fiquei quietinha, escondida e observando. Coloquei o meu celular para filmar.
A Bruna estava de joelhos ao lado da cama acariciando o pênis do canalha do meu padrasto que já estava peladão sentado na cama. Maior fdp este homem, deveria estar se achando o fodão pegando mãe, filha e sobrinha nas horas vagas. Eu voltei a me concentrar naquele momento, deixaria a vingança para depois.
A putinha agarrou o membro, abaixou a cabeça e passeou a língua de baixo para cima e retornou passeando com a língua naquele pinto até abocanhá-lo e engoliu ele todinho até engasgar. Ela recuou a boca e ficou sugando engolindo e recuando novamente. Eu mesmo sem participar era capaz de sentir o quanto estava gostoso aquele pinto. Meu padrasto continuava a afagar a cabeça da vadia que o chupava todinho. Além de inveja senti muito tesão, apesar da raiva que me consumia por ter bancado a inocente e deixado que me usassem para que ela se infiltrasse em minha casa enquanto eu e minha mãe estávamos ausentes. Agora entendi o repentino interesse por informática.
A fulana ainda mamava quando ele a pegou pelos braços e a colocou deitada de costas na cama e foi por cima dela beijando-a, se esfregando e quase esmagando aquele corpo frágil. O André foi descendo com a boca e se deteve por mais tempo em seus seios pequenos. A vadia com os olhos fechados correspondia e se entregava demonstrando já terem intimidade. Praticamente eu sentia aquela língua selvagem penetrando a minha fendinha, levei a mão até minha boceta, não foi difícil começar a tocar meu sexo pelo vão do meu short folgadinho e por cima da calcinha que já estava molhada.
O sádico agora a submetia aos seus caprichos de macho, ele a pegou com brutalidade e a virou de bruços colocando-a de quatro, deu uns tapas em sua bunda e meteu boca e dedos em sua boceta e bunda. A cadela gemia e se contorcia toda parecendo um réptil, arrebitou o rabo e apoiou o rosto no travesseiro. Eu estremeci de desejo, sabia que era o momento em que ele a penetraria com seu membro e até relaxei abrindo minhas pernas imaginando que fosse eu a privilegiada.

Ajoelhado por detrás dela ele ajeitou o corpo e começou a introduzir seu pênis na boceta que deveria estar pingando de tão molhada. O homem não foi nada carinhoso, deu uma estocada bruta arrancando gritos de dor de sua presa. Eu gemi baixinho junto com a garota, sabia que ela, assim como eu, deveria estar adorando sentir aquele membro alargando seu sexo. Seus gemidos eram o de uma cadela ferida. Urrava com a cara enfiada no travesseiro.
E o clima esquentou também na varanda, quando dei por mim já estava com dois dedos enfiados em minha boceta, não consegui segurar um gemido gostoso que abafei tapando a boca com a mão.

Ele não demorou muito e tirou de dentro dela que permaneceu de quatro e submissa. Que vagabunda, ela arrebitou ainda mais a bunda oferecendo o cu pra ele. O safado se divertiu com a língua naquele rabinho, deveria estar lubrificando, pois em seguida ajeitou o cacete e enterrou no cu da magrela. A vadia chorou, gritou e gemeu muito, com certeza de prazer, pois remexia a bunda igual às cachorras do funk. Aha! como eu queria sentir aquela dor e aquele membro todinho dentro de mim. Abafei mais um gemido e estremeci com meu orgasmo que molhou toda a minha mão e a minha calcinha que estava apenas afastada para o lado. Eu flutuava de olhinhos fechados gozando e ouvindo os gritos e gemidos da garota. Quando ouvi os urros do André percebi que ele também chegara ao clímax.
Depois de satisfeito ele tirou de dentro e deu para ver aquele buraco aberto vomitando esperma, ele a limpou com sua camiseta para não cair  no lençol. Ela levantou e correu para o banheiro do quarto.
Morrendo de inveja afastei-me da varanda com cuidado antes que fosse vista. Estava com muita raiva e encarar os dois naquele momento não seria prudente. O súbito interesse dela por blogs e computador era só um pretexto para ir à minha casa sem levantar suspeitas. Deduzi que eles já transavam há muito mais tempo, talvez na casa dos pais dela, já que o André não saia de lá.
Mas ainda obtive lucro, o vídeo que fiz será útil 
um dia.
Passado um tempinho eu liguei para o celular da piriguete e apesar de já estar bem melhor depois de alguns orgasmos solitários, falei que estava sentindo muita cólica, tomei remédio e estava indo mais cedo para casa e repousaria. Pedi que ela viesse outro dia. A vadia fingindo que não estava em minha casa e trabalhando toda sua falsidade disse:
— Que chato, Mila, espero que você fique legal logo. Irei outro dia então.
Eu fui até a casa de uma colega que mora perto, daria um tempo pra vagabunda da Bruna ir embora. Quando voltei para casa, uma hora depois, nenhum dos dois estavam lá. Foi melhor assim, em vista de não saber qual seria a minha reação, ou esbofetearia o André ou abriria minhas pernas pra ele.

Ainda estava subindo pelas paredes, esta teria troco, eles que me aguardem.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

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