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sábado, 27 de setembro de 2014

Sexo e Reciclagem

Sozinha em casa em uma manhã de meio de semana, terminei de escrever a parte de “auto impacto” de mais um conto erótico. Escrever sobre relações sexuais, não convencionais, desperta em mim um desejo incontrolável de viver tal situação.
Só me tocar com o dedo não estava aliviando meu desejo, apelei para um tubinho de desodorante e fiz dele um brinquedinho. Introduzi o bastão em minha xotinha untada de gel. Aquela coisinha fria deslizou para dentro de mim e logo estava aquecido pelo calor de minha grutinha que ardia em chamas, visto que o desejo me consumia. Deixei o pensamento voar imaginando-me em um beco qualquer transando com um cara que encontrei meses atrás, o conheço faz alguns anos, ele trabalhava de faz tudo em meu colégio fazendo serviços de eletricista, pedreiro, pintor, entre outros. Porém, algum tempo atrás, depois de chegar seguidas vezes alcoolizado ao trabalho, ele foi demitido. Semanas depois soube que ele estava em profunda depressão, abandonou a família e sua casa, para ficar perambulando pelas ruas, constantemente embriagado.
Por acaso – ou não – certo dia eu passava no lugar e no momento exato em que ele tentava o suicídio, iria pular de cima de um viaduto. Conversamos um pouco e com carinho o fiz perceber que ele não era descartável. Depois que ele desistiu da ideia estúpida, o levei para almoçar e continuamos nossa conversa caminhando pelo parque. Não tive contato físico com ele, no entanto, continuei fantasiando, gemendo e remexendo em minha cama como se tivesse sido possuída por aquele homem sujo e maltrapilho.
Meu pensamento que voava longe foi interrompido pelo som da campainha que quase me mata de susto: “Aha não! Por que isto sempre acontece quando estou chegando ao clímax?” Perguntei a mim mesma em pensamento. Indecisa entre ter meu orgasmo ou atender quem chamava, continuei movimentando o tubinho dentro de minha boceta... Putz! O som da campainha novamente.
— PORRAAA! Agora soltei a voz mesmo.
Não ia mais rolar, perdi o clima. Vesti uma camiseta de dormir que é um pouco mais longa e fui resmungando porta afora para ver quem era o "corta barato". No portão estava um homem com uma carroça de mão, tipo estas de catador de recicláveis.
De imediato sorri e pensei “O destino está conspirando a meu favor, parece que o sonho quer virar realidade”. Era o mesmo cara da minha fantasia, ligeiramente mais apresentável.
Depois que nós trocamos cumprimentos e gentilezas e, após ele se refazer da surpresa em me ver – posto que até este momento ele não sabia onde eu morava – ele falou que recolher e vender recicláveis, agora era seu trabalho; seu ganha pão.
O convidei pra entrar e conversar um pouco, enquanto separaríamos o que ele poderia levar.
Fomos até a varanda dos fundos, sobre uma prateleira, bem no alto, havia jornais e revistas velhas, além de embalagens de papelão e outras coisas.
Peguei a escadinha e subi os quatro degraus da mesma, óbvio que minha intenção era deixar minhas partes íntimas ficarem visíveis pra ele. Eu pegava um pouco das tranqueiras e repassava para o homem que ia empilhando em um canto. Ao mesmo tempo eu procurava saber sobre sua vida e como tem se virado. Falou que não pensou nunca mais em suicídio, todavia, percebi o quanto ele ainda estava frágil como ser humano. Sua autoestima era zero. Não me deu nem uma cantada ou se insinuou, mesmo eu dando o maior mole, me exibindo toda safada e mostrando minhas partes íntimas trepada no alto daquela escada. O fogo ardia entre minhas pernas, agora não era mais uma fantasia, aquele homem estava ali me observando e era real. Estas situações me enlouquecem, eu não sou de perder chances, usei a velha tática da fragilidade na hora de descer e pedi para que ele me pegasse, ele pareceu ficar mais animadinho. Eu agachei, ele segurou-me pelas axilas me descendo até o chão. Ainda quase grudada ao seu corpo, o mirei nos olhos e perguntei:
— Você tem uma companheira ou namorada?
— Não tenho, acho que nem me lembro da última vez que estive com uma mulher.
— Mas você ainda sente desejos, não sente?
Ele meio sem jeito falou:
— Eu não tenho me importado com isso nos últimos anos.
Peguei em sua mão e falei para entrarmos na cozinha. Ainda segurando sua mão perguntei:
— E por mim, você sente desejos?
Ele um pouco confuso e sem confiança falou que eu deveria estar brincando com ele, o que uma moça jovem, bonita e tão perfumada ia querer com um João ninguém, sujo e sem dinheiro. Respondi dizendo:
— Eu te falei da outra vez, você não é descartável. — Apenas pense que podemos curtir este momento, como um homem e uma mulher.
Puxei uma cadeira e pedi pra ele sentar. Ele não acreditou quando eu abaixei entre suas pernas e alisei seu pênis por cima de sua calça e o estimulei aumentando sua autoestima com palavras e gestos.
Sua ereção foi imediata, assim como o desejo em seus olhos. Abri sua calça e coloquei seu membro pra fora... Aff! Exalava um odor enjoativo. Brinquei com a língua em seu pênis, o gosto a princípio causou-me náuseas, mas logo me deixou muito excitada e eu o suguei e adorei sentir seu sabor ácido... Seus grunhidos indicava que ele não demoraria a gozar caso eu continuasse com aquele boquete. Deixei seu membro molhadinho com minha saliva, em seguida olhei carinhosamente em seus olhos e pedi:
— Faz amor comigo? Não aguento mais de tesão.
Fiquei tocada ao ver a emoção e felicidade em seus olhos marejados.
Levantei minha camiseta, fiquei em pé o deixando entre minhas pernas, me ajeitei pegando em seu membro e o direcionei em minha fendinha. Ele me penetrou suave e lentamente... Ahaa! Curti aquele momento, quietinha e abraçada a ele, entreguei meu corpo jovem, limpo e perfumado para o homem sujo, de aparência rude, mas que mexia comigo de uma forma que não sei como explicar.
Comecei a subir e descer lentamente com aquele membro saindo e voltando até o fundo de minha boceta.
O toque de suas mãos ásperas e sujas apertando minha bunda e seu odor forte de suores contínuos não me repelia – ao contrário – deixava-me possuída. Comecei a quicar mais rápido sobre o seu membro, impossível segurar gritinhos e gemidos. Ah! Isso tudo é muito louco.
Após subir minha camiseta e amassar meus seios, ele abocanhou vorazmente meus mamilos inchados, alucinei de vez e praticamente pulava sobre seu pênis com meu clímax chegando, foi mágico, ele segurou forte em minha bunda comandando estocadas brutas que me fez imaginar que transava com um animal. Seu urro foi quase o uivo de um lobo e só aumentou meu gozo, gritei pulando com minha boceta em seu pau que pulsou e... Recebi seu primeiro jato de porra me preenchendo e aquecendo. Seu pau saiu de minha vagina, tamanho era o frenesi dos movimentos. Pensei rápido, nunca que eu perderia a chance de ter um anal, ainda mais com o desejo selvagem que me consumia. Com agilidade eu direcionei seu membro duro em meu anelzinho, tinha entrado apenas a cabeça quando recebi seu segundo jato de porra dentro do meu buraquinho, serviu como lubrificante... Levei um susto quando ele levantou rápido me segurando pela bunda, grudei em seu pescoço e o mordi ao sentir ele me comprimindo contra o seu corpo e seu pau atravessar meu anus adentro como se fosse uma flecha... Ohooo! Foi uma dor deliciosamente mágica, suas estocadas brutas me rasgavam o anelzinho enquanto jatos de esperma não tinham mais espaço dentro de mim, eu os sentia fluindo de meu ânus a cada movimento.
Aquilo pareceu ter durado muito tempo, quando esgotados diminuímos os movimentos, ele sentou me trazendo junto, nossos sexos ainda estavam encaixados. Deixei minha cabeça cair sobre seu ombro e permaneci quietinha com ele me segurando em um abraço. Sentia minhas nádegas toda molhada com suor, meu líquido de gozo e seu esperma. Contraí meu cuzinho todo arregaçado e expulsei seu membro mole de dentro. Não tinha forças para tentar conter os líquidos que escorriam em abundância de mim.
Logo depois, após eu recuperar o folego, mostrei a ele o banheiro. Limpei rapidamente aquela sujeira enquanto ele se banhava. Preparei um tupperware com a comida deliciosa de minha avó – era para ele levar – peguei uma camiseta e calça do meu avô e fui até o banheiro. Não o deixaria vestir sua roupa suada e melecada novamente. Ele já estava se enxugando, limpinho e cheirosinho. Aff! Tive muito autocontrole, eu queria pegar o danado e começar tudo de novo, mas não era prudente, ele teria que ir de imediato, logo nós teríamos a companhia dos meus avôs que voltariam do médico.
Após pegar o reciclável que separamos e me agradecer por tudo, ele pôs-se a caminhar.
— Volta na primeira segunda-feira do mês que vem! 
— falei, e sorri piscando um olho — Para pegar mais coisas, ok?
Ele deu um sorriso feliz e gostoso e disse que voltaria.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Fotos Comprometedoras

Eu ainda arquitetava minha vingança contra o casalzinho de amantes (meu padrasto André e minha prima Bruna). Decidi não usar, por enquanto, o vídeo que fiz dos dois transando no quarto e na cama da minha mãe. O André também é vingativo, eu sofreria as consequências, mas se eu fizer algo mais inteligente e que no momento atinja somente a vadia da Bruna, não me tornarei um alvo do André.
Já tinha algo em mente e uniria o útil ao agradável. O agradável seria transar mais uma vez com meu tio Israel (pai da Bruna), tenho o maior tesão por ele, não sei explicar, mas ele mexe muito comigo e o danado ainda  está me devendo uma transa descente em que eu também fique molinha em estado de  êxtase.
Durante a semana eu liguei duas vezes para o Israel, apenas para sondar e preparar o caminho; planejava chegar de surpresa em sua casa no final de semana. 
No domingo acordei cedo, minha mãe e o André ainda dormiam. Havia avisado com antecedência que sairia para pedalar minha bike, faço isso com frequência aos domingos e por  sorte era dia de sol. Tomei um iogurte, vesti um shortinho, um top, o tênis, peguei a bike e fui.
Pelas conversas que tive com o Israel durante a semana fiquei por dentro de como funcionava a rotina em sua casa, soube que minha “tia” ia à feira de domingo e a vadia da Bruna a acompanhava. Tinha uma base do horário que elas sairiam e cheguei antes. Fiquei parada em uma esquina próxima só na moita até ver as duas saírem e sumirem de vista. Pedalei até a casa, toquei a campainha e fui atendida pelo Israel ainda com a roupa de dormir. Ficou confuso e assustado ao ver-me tão cedo em sua residência.
— Mila... Aconteceu algo?
— Sim, aconteceu — respondi sorrindo — bateu saudades. Não vai me convidar para entrar?
Ele abriu o portão, deixei minha bike na garagem e fomos para a sala.
— Eu as vi indo pra feira e sei que temos tempo suficiente pra namorar um pouco.
Ele todo assustado e constrangido me chamou de doida e disse que não poderíamos fazer isso ali.
Ô homem medroso, teria que seduzi-lo, mas não dispunha de muito tempo, ainda queria vasculhar o PC da Bruna e tentar achar as fotos do seu strip-tease feito em minha casa; era parte do meu plano de vingança.
Falei toda meiguinha:
— Trouxe esse corpinho cheiroso e cheio de desejos todinho pra você titio, diz que me quer, vai!
E fui pra cima dele o abraçando e beijando na boca. O homem ainda hesitou um pouco antes de corresponder ao beijo. Enquanto eu roçava meu corpo no dele, enfiei minha mão por dentro do seu short e acariciei seu membro vivo e latejante. Lembrei-me do último encontro e do seu gozo precoce, então peguei mais leve.
— Vem tio, vamos pro seu quarto.
Peguei em sua mão puxando-o, ele não queria continuar, é um cagão, porém cedeu e fomos até o quarto do casal. Acredito que a vontade de transar comigo e se redimir das outras duas tentativas frustradas deu-lhe coragem.
A cama estava desarrumada, falei zoando:
— Ueba! Ainda vamos pegar a cama quentinha.
Tirei meu tênis, meu top e shortinho, ele olhava para o meu corpo nu admirando e quase babando, mas estático, sem tomar iniciativa. Eu tinha pressa e fui pra cima novamente o beijei e ao mesmo tempo subi sua camiseta até a altura do seu pescoço. Ele terminou de tirá-la. Beijei seu peito e fui descendo com minha boca até o cós do seu short e o desci com um puxão. Seu pênis ficou à minha disposição, o garrei e abocanhei… Caraca! Mal comecei a chupar e senti que ele já estava quase gozando. Tirei da minha boca rapidão, queria aproveitar aquele pinto duro, eu teria uma transa legal com ele mesmo que fosse "umazinha" apenas. Sentei na cama me oferecendo, ele acabou de se despir e veio pra junto de mim e nas carícias e amassos eu fiquei por cima e abocanhei rapidinho seu pênis para o deixar molhadinho com minha saliva. Fui pra dele ajeitando-o em minha boceta e desci devagar até ele estar todinho dentro da minha grutinha... Ah! Soltei um suspiro de felicidade e ainda sem mexer fui com meu rosto junto ao dele e nos beijamos com o corpo coladinho.
Comecei meus movimentos bem devagar o beijando e sentido suas mãos deslizando pelo meu corpo. Ele segurou em minha bunda unindo ainda mais nossos corpos e tocando bem fundo.
Curtia cada segundo com aquele homem, era delicioso o contato com seu corpo morno e de um perfume natural que me enlouquecia. E o seu beijo... Ahaa! que beijo gostoso. Queria poder ficar com o ele naquela cama o resto do dia e amá-lo de todas as formas. Porém despertei do sonho quando senti algo morno me enchendo as entranhas... Putz! De novo não, chorei por dentro, eu queria tanto gozar junto com ele e ficar desfalecida de tanto prazer. Por que ele não consegue demorar mais um pouquinho?
Fiquei muito puta, mas tentei controlar a situação, fiquei quietinha em cima dele e enquanto dava selinhos nos seus olhos e lábios, falei:
— Fica quietinho a gente continua já. É tão gostoso sentir ele quietinho aqui dentro de mim.
Aff! Não deveria ter dito isso, ele acabou de me encher com seu sêmen e o bicho ficou molinho e miudinho.
Sai de cima dele, fiz uns carinhos naquela coisa mole e melecada, lambi a porra que ainda gotejava, fiz meu máximo chupando e acariciando aquele pênis... Tudo em vão, não consegui deixá-lo em forma novamente. Ele aparentando estar super chateado me pediu desculpas. Disfarcei a raiva e levei na boa dizendo:
— Sussa tio, a gente se curte outro dia, com calma e em outro lugar.
Levantei e fui ao banheiro. Ao passar pelo quarto da Bruna ouvi o barulho do computador ligado, eis a chance a qual eu precisava. Entrei no quarto, liguei o monitor e... Que sonho, o e-mail dela estava aberto. Com certeza acharia coisas muito interessantes, pensei. Nos e-mails enviados havia muitos que foram para o André e para um carinha que ela estava namorando há algum tempo. Encaminhei estes e-mails para uma conta fake que eu tenho, não tinha tempo para ficar lendo todos. Infelizmente não achei as fotos que tanto queria.
Estava apagando os rastros dos e-mails encaminhados quando o homem chegou na porta:
— Mila, sua doida, o que está fazendo ai?
— Só estava dando parabéns para uma amiga, lembrei agora que era niver dela.
— A Bruna vai ficar doida se souber que alguém mexeu no computador dela — falou bravo.
Falei que já tinha acabado e que ela não iria saber. O Israel é analfabeto virtual, foi fácil enrolar ele.
Desliguei o monitor e me levantei. Ainda estava pelada e o homem enrolado em uma toalha presa na altura da cintura. Ficou me apavorando para que eu me vestisse que logo elas chegariam. Cheguei juntinho dele e toda safadinha fui com a mão por debaixo de sua toalha, segurei seu pênis e falei:
— Nossa tio, como você mexe comigo, me deixa sentir ele todinho dentro de mim novamente? 
Seu pinto voltou a crescer em minha mão, procurei sua boca e o beijei sem largar o danado. Meu sexo queimava como uma caldeira, estava louca de vontade de gozar com ele. Mordendo seus lábios e punhetando o danado, fui empurrando seu corpo com o meu, até encostá-lo à cama da Bruna e cairmos os dois deitados, comigo por cima dele. 
 — Você é doida menina, aqui não. Elas já devem estar chegando.
Eu ainda por cima dele calei a sua boca com um novo beijo, com uma mão abri sua toalha e coloquei seu pau entre minhas coxas o apertando e esfreguei meu corpo no do homem.
— Para Mila, aqui não. — Ele falava sem convicção e sem me deter, acredito que ele também estava com o tesão a mil por estar prestes a transar na cama da filha. O medo deveria ser apenas o de deixar vestígios. A ideia de transar com o pai da vadia, na cama dela estava quase me fazendo gozar somente com seu pau nas minhas coxas.
— Eu gosto tanto de você tio, adoro seu cheiro, amo seus beijos. Deixa eu sentir você dentro de mim mais um pouquinho, por favor.
Levantei rápido e sentei ajeitando seu membro duro em minha fendinha e fui sendo penetrada deliciosamente.
Ohoo, Deus! De imediato o êxtase tomou conta de mim, enfim eu tinha um orgasmo gostoso com este homem. Gemi, dei gritinhos e fui aos céus com seus jatos de porra me inundado e eu me acabando de mexer sentindo meu corpo todo em deleite. Eu me acabava de prazer e seria o máximo se a Bruna me visse naquele instante, naquela situação com o seu pai despejando litros de sêmen em minha grutinha. Ahh! Eu ganharia o ano.
Foi o maior bom, fiquei toda molinha e deitei meu corpo sobre o dele. Nos beijamos longa e amorosamente e ficaria quietinha e coladinha nele por muito tempo, no entanto, tocou a campainha e ele quase me jogou de costa no chão. Taqueopariu! Equilibrei-me e consegui ficar em pé. Seu pau molinho, quando saiu de dentro de mim, trouxe junto muito líquido viscoso batendo um pânico nele e em mim também, por sorte melecou apenas o chão onde eu estava em pé ao lado da cama e a toalha que estava por debaixo dele.
Com a mão na xotinha corri até o quarto do casal para pegar minhas roupas e tênis e corri para o banheiro. Limpei-me rapidão e vesti tudo às pressas enquanto ouvia a campainha tocar novamente. Ele veio até a porta do banheiro já de camiseta e bermuda, falou para eu esperar na cozinha e foi até lá fora. Ele não demorou a voltar, disse que eram duas testemunhas de Jeová, e que ele os dispensou logo e dispensou a mim também:
— Pelo amor de Deus, Mila, vai embora rápido!
Não precisou pedir duas vezes, dei-lhe um selinho e um elogio por proporcionar-me uma manhã mágica. Peguei minha bike e sai fora.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 13 de setembro de 2014

Safadezas Com Meu Tio Lúcio

Era final de sexta-feira santa, ainda restavam dois dias de feriado prolongado para curtir. A noite estava agradavelmente quente, acabara de tomar uma ducha gostosa e teclava em meu quarto, nuinha pra variar.
Minha avó entrou “apavorando”:
— Mila, veste uma roupa criatura e vai dormir logo que amanhã cedo teremos visitas.
Eu adoro constranger minha avó; então perguntei:
— Vó? Será que vem algum gato fofo pra eu paquerar?
— Milaaa, toma vergonha na cara, você ainda é criança. S
e veste logo e vai dormir!
Acho que minha avó ainda não percebeu que faz tempo que deixei de ser criança e tornei-me uma moça. Desliguei o PC e vesti uma camisola. Assim que ela saiu do meu quarto eu tirei a camisola e fui dormir.
Acordei sentindo uma mão alisando minha bunda, acho que já era de manhã, não sei ao certo, estava em ponto morto ainda. Meu corpo nu estava parcialmente descoberto. Abri os olhos com dificuldade e vi meu tio Lúcio. Ele é afilhado da minha avó, mas eu o chamo de tio. Convivi muito com ele quando eu era mais jovem. Eu passava parte das minhas férias escolares com meus avós nesta mesma casa. Naquela época eu ainda morava com meus pais. Meu tio Lúcio morava em uma casa aqui ao lado dos meus avós e sua mãe trabalhava para eles. Ele se mudou para outra cidade, conseguiu um trabalho legal e sua mãe foi junto.
— Ai tio, que susto. Estava sonhando que um bandido me assaltava.
Bem safadinha fiz parecer que era
 a coisa mais natural do mundo eu estar exibindo meu corpo nu apenas parcialmente coberto pelo lençol e com o agravante de sua mão estar pousada na minha bunda a alisando. 
— Cheguei a tempo de lhe proteger — falou o safado.
— E faz tempo... “Bocejei” que você chegou?
Ele e sua atual mulher eram as visitas esperadas.
— Acabamos de chegar. "respondeu" — Nossa, nem parece aquela menina que eu pegava no colo para atravessar o rio, você agora é uma mulher e ainda mais linda, Kamila.
E rasgou elogios sobre o meu corpo e disse umas sacanagens enquanto eu continuava deitada e me espreguiçando gostoso e cobrindo os seios com o lençol todo bagunçado, mas descobrindo a xoxota que ficou a mercê de sua mão que ainda tocava o meu corpo. Tentei cobrir a periquita e acabar com a brincadeira.
— Não se cubra ,Mila, está linda assim.
Quando percebi sua intenção de meter a mão em meu sexo, foi só o tempo de eu dizer:
— Para tio!
E ouvimos a voz de sua mulher se aproximando e o chamando. Ele saiu do meu quarto rápido e resmungando algo.

O dia passou com muito joguinho de sedução, olhares maliciosos, toques de mão e uma puta encoxada que ele me deu quando eu lavava meu chinelo no tanque, senti seu pau dentro do meu rego sob a roupa e se tivéssemos um pouco mais de privacidade, com certeza ele teria me comido ali mesmo.
De noite estávamos todos na área dos fundos comendo pizza caseira e outras guloseimas que minha avó preparou. A música em meu toca CD animava a reunião. Aos poucos ia tirando eles para dançarem comigo, ora meu avô e hora meu tio. Ele já estava bem animadinho depois de algumas cervejas e destilados. Por várias vezes deixou sua mão escorregar até minha bunda e me apertou com vontade roçando sua rola em meu ventre. Seus olhos não saiam dos meus seios que se insinuavam pelo decote da minha blusa. Eu tenho um imã que atrai os homens maduros e casados, o perigo é que adoro este jogo de sedução e assédio quando o ambiente tem regras e temos que fazer tudo escondido. Eu administrava o quanto podia contornando a situação para os outros não perceberem.
O CD no aparelho chegou ao fim, estava indo ao meu quarto pegar outro. Tio Lúcio pediu para ir comigo, queria escolher um também. Assim que adentramos o meu quarto ele não perdeu tempo.
— Anjo, depois daquela visão maravilhosa do seu corpinho nu em sua cama, passei o dia todo lhe desejando, olha como você me deixa.

Pegou em minha mão e colocou sobre seu pau, senti o volume ainda sob sua bermuda, encheria minhas duas mãos.
— Para tio! Alguém pode ver a gente.
— Não consigo, Mila, você me deixa doido.
Cheio de agilidade ele me puxou pra junto dele apertando minha bunda. Fiquei envolvida com seu corpo cobrindo o meu e seus beijos em meu pescoço. Sua boca permaneceu junto a minha jugular chupando suavemente. Fiquei arrepiadinha.
Ele é quase quarentão, alto de pele parda, não tem um corpo sarado, mas é bem atraente. Eu já estava quase entregue e deixando me levar por aquele homem de corpo tão quente e másculo.
— Paaara tio! A janela está aberta.
Ele enfiou as mãos por debaixo da minha saia e segurou firme em minhas nádegas. Eu pirei quando suas mãos foram por dentro da minha calcinha massageando e percorrendo por minha bunda nua.
— Eu não aguento mais, menina, estou quase gozando nas calças. Quero fazer uma loucura aqui com você.
Eu até que estava preocupada com minha avó, ela poderia aparecer a qualquer momento, contudo a minha vontade de transar rapidinho com ele estava me tirando a razão.
O doido tirou seu pau pra fora e colocou entre minhas coxas.
Nooossa! Aí não prestou, fiquei molhadíssima e o abracei pelo pescoço e olhei em seus olhos com minha carinha maliciosa e cheia de desejos:
— Promete fazer bem gostoso e não judiar de mim?
Meu tio ficou doidão.
— Prometo tudo minha princesa.
Falou já descendo minha calcinha até meus pés. Eu adoro esta parte do jogo e, muito putinha, levantei meus pezinhos e ele acabou de tirá-la.
Eu não ligava mais para o perigo, meu lado ninfa agora só pensava no sexo, ele com sua bermuda e cueca nos pés sentou na beirada da cama com seu membro duro e curvado apontando pra cima.
Pegou-me pela cintura e colocou-me em cima dele. Sentei com minha boceta encharcadinha naquele pinto e meus tremores de tesão foi aumentando enquanto aquele membro sumia aos poucos dentro de mim. Suspirei de prazer quando ele assumiu de vez o controle segurando em minha bunda e me fazendo subir e descer naquela vara.
— Ahaa tiiio! Eu gemia baixinho com as mãos em seus ombros, a cabeça caída para trás e rebolando suave sincronizada com as subidas e descidas. A adrenalina do perigo faz meu tesão ir a milhão. Já estremecia de prazer com meu orgasmo chegando e não contive um gemido:
— Ohooo… Caralho! Despenquei das nuvens ao ouvir a voz da minha avó me chamando e passos que se aproximavam vindos do piso de madeira do corredor. Sai rápido de cima dele, ajeitei minha saia e chutei minha calcinha pra debaixo da cama. Ao mesmo tempo tio Lúcio vestiu sua bermuda às pressas, depois agachou ficando de costas para a porta e fingindo que escolhia um CD no rack ao lado da minha cama. A tarefa era esconder o volume do seu membro (risos).
Minha avó assim que chegou à porta olhou pra mim e pude ler a mensagem daquele olhar: “Eu sei que você está aprontando alguma menina." Ela pediu para ajudá-la na cozinha. Respondi com a carinha mais inocente do mundo:
— Já estou indo vó.
Ela fez um sinal com a mão querendo dizer “vem já”. Sai logo, antes que ela visse algo que não deveria. Fui com ela sem a minha calcinha. Meu tio só virou a cabeça e disse que escolheria um CD e já iria também. Ele ainda precisava de um tempinho para ficar em condições apresentáveis.
Putz! Orgasmo interrompido é pior que espirro que ameaça e não vem.
Após ajudar minha avó na cozinha, fui com ela servir as guloseimas. Meu avô me pegou pra dançar mais um pouco, logo depois foi novamente a vez do meu tio, agora sob os olhares de reprovação da minha "tia". Algum tempo depois ela me pegou de canto e falou:
— O que você está fazendo menina? Ele é seu tio, além de ter idade pra ser seu pai.
Não sei até onde ela viu, se foi só a dança maliciosa, o meu bumbum sem a calcinha ou algo mais grave. Senti-me em saia mais justa do que a das moças do salão de automóvel. Barraco é o que eu menos queria.
Fingi não ter entendido e banquei a bobinha, desculpei-me por eu ser muito extrovertida e meio sem noção, falei que iria me comportar.
Apesar dos contratempos, eu ainda estava subindo pelas paredes, mas a noite chegava ao fim e não rolaria mais nada.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Strip-tease para o Titio

Noite de sexta-feira, falava ao celular com a Bruna (sobrinha do meu padrasto).
— Mila! Posso ir ai amanhã pra você me ajudar a fazer um blog?
— Pode — respondi a contra gosto —, mas vem depois das três que eu vou trabalhar na loja até as duas.
E após mais dois minutos de conversa, ficou combinado que ela viria no dia seguinte.
Eu e a Bruna não somos amigas, não somos do tipo de ficar ligando uma para a outra ou de sairmos juntas. Nossos papos acontecem somente quando há reunião de família. Na última reunião em minha casa ela pediu algumas informações sobre como fazer um blog.

Durante a semana ela ligou duas vezes para mim, achei estranho seu súbito interesse por informática, não combina com o perfil dela.
No dia seguinte acordei mal, sentia uma cólica danada. Fui para o trabalho na loja da minha mãe e tentei o máximo que deu, no sábado há muito movimento, mas logo minha mãe percebeu que eu estava atrapalhando mais do que ajudando e dispensou-me perto das 11h. Ela me deu o dinheiro para o táxi e mandou eu ir pra casa. Ainda havia tempo para que eu melhorasse, caso contrário ligaria para a Bruna e adiaria o nosso compromisso.
Quando cheguei em casa estranhei o silêncio, o som não estava ligado tocando aquelas músicas bregas que meu padrasto adora. Até pensei que ele havia saído, mas ao perceber uma jaqueta feminina, que não era minha e nem da minha mãe, jogada sobre o sofá da sala, acendeu meu sinal de alerta. Fui nas pontas dos pés para não ser percebida. Silenciosa como um gato subi as escadas e ouvi uma voz feminina vindo do quarto da minha mãe. Cheguei bem próximo à porta e reconheci a voz da Bruna. Pelo pouco que ouvi da conversa ficou claro que alguma sacanagem rolava ali. Decidi não interromper aquela putaria, ia observar um pouco mais. Sai pela sala ao lado, pulei para a varanda e fiquei observando pelo vão da grade com um olho no cantinho da janela.
A garota acabara de tirar sua saia ficando somente de sutiã e calcinha, parecia fazer um strip-tease ou uma cena erótica amadora. Ela soltou seu sutiã fazendo charminho, sorria enquanto o segurava ainda cobrindo os seios.
Eu ainda não tinha visão do André (meu padrasto), pois não queria correr o risco de expor-me demais e ser vista, porém conseguia ouvi-lo.
Vi luzes de flashes e não acreditei que ele a fotografava pelada. A sonsa nem se importava e continuava a se exibir dando alguns passos de dança. A vadia soltou o sutiã e o deixou cair no chão, apertou os seios os massageando e depois os ofereceu provocativamente. A putinha desceu as mãos alisando seu corpo e rebolou enquanto descia maliciosamente sua calcinha até os pés. Os flashes continuaram sem trégua. Pensei: “como são burros, estão produzindo provas de suas sacanagens”.
Após tirar a calcinha ela sorriu bem safada oferecendo-a pra ele e a jogou em direção à cama. "Que vagabunda!" Como não percebi antes que rolava um clima entre eles?
A vadia mais parecia uma menina grande, tipo as modelos esqueléticas de passarela, mas confesso que achei até legal aquele corpo magro e branco, contrastava com seu cabelo escuro e comprido. Os seus seios eram miúdos, sua bunda pequena, mas redondinha, pernas longas e finas que deixam um espaço entre suas coxas exibindo a fendinha de sua boceta de pelos ralinhos.
Ela foi em direção à cama e saiu do meu ponto de visão.
Agachada passei para o outro lado da janela para poder observá-los na cama. Fiquei quietinha, escondida e observando. Coloquei o meu celular para filmar.
A Bruna estava de joelhos ao lado da cama acariciando o pênis do canalha do meu padrasto que já estava peladão sentado na cama. Maior fdp este homem, deveria estar se achando o fodão pegando mãe, filha e sobrinha nas horas vagas. Eu voltei a me concentrar naquele momento, deixaria a vingança para depois.
A putinha agarrou o membro, abaixou a cabeça e passeou a língua de baixo para cima e retornou passeando com a língua naquele pinto até abocanhá-lo e engoliu ele todinho até engasgar. Ela recuou a boca e ficou sugando engolindo e recuando novamente. Eu mesmo sem participar era capaz de sentir o quanto estava gostoso aquele pinto. Meu padrasto continuava a afagar a cabeça da vadia que o chupava todinho. Além de inveja senti muito tesão, apesar da raiva que me consumia por ter bancado a inocente e deixado que me usassem para que ela se infiltrasse em minha casa enquanto eu e minha mãe estávamos ausentes. Agora entendi o repentino interesse por informática.
A fulana ainda mamava quando ele a pegou pelos braços e a colocou deitada de costas na cama e foi por cima dela beijando-a, se esfregando e quase esmagando aquele corpo frágil. O André foi descendo com a boca e se deteve por mais tempo em seus seios pequenos. A vadia com os olhos fechados correspondia e se entregava demonstrando já terem intimidade. Praticamente eu sentia aquela língua selvagem penetrando a minha fendinha, levei a mão até minha boceta, não foi difícil começar a tocar meu sexo pelo vão do meu short folgadinho e por cima da calcinha que já estava molhada.
O sádico agora a submetia aos seus caprichos de macho, ele a pegou com brutalidade e a virou de bruços colocando-a de quatro, deu uns tapas em sua bunda e meteu boca e dedos em sua boceta e bunda. A cadela gemia e se contorcia toda parecendo um réptil, arrebitou o rabo e apoiou o rosto no travesseiro. Eu estremeci de desejo, sabia que era o momento em que ele a penetraria com seu membro e até relaxei abrindo minhas pernas imaginando que fosse eu a privilegiada.

Ajoelhado por detrás dela ele ajeitou o corpo e começou a introduzir seu pênis na boceta que deveria estar pingando de tão molhada. O homem não foi nada carinhoso, deu uma estocada bruta arrancando gritos de dor de sua presa. Eu gemi baixinho junto com a garota, sabia que ela, assim como eu, deveria estar adorando sentir aquele membro alargando seu sexo. Seus gemidos eram o de uma cadela ferida. Urrava com a cara enfiada no travesseiro.
E o clima esquentou também na varanda, quando dei por mim já estava com dois dedos enfiados em minha boceta, não consegui segurar um gemido gostoso que abafei tapando a boca com a mão.

Ele não demorou muito e tirou de dentro dela que permaneceu de quatro e submissa. Que vagabunda, ela arrebitou ainda mais a bunda oferecendo o cu pra ele. O safado se divertiu com a língua naquele rabinho, deveria estar lubrificando, pois em seguida ajeitou o cacete e enterrou no cu da magrela. A vadia chorou, gritou e gemeu muito, com certeza de prazer, pois remexia a bunda igual às cachorras do funk. Aha! como eu queria sentir aquela dor e aquele membro todinho dentro de mim. Abafei mais um gemido e estremeci com meu orgasmo que molhou toda a minha mão e a minha calcinha que estava apenas afastada para o lado. Eu flutuava de olhinhos fechados gozando e ouvindo os gritos e gemidos da garota. Quando ouvi os urros do André percebi que ele também chegara ao clímax.
Depois de satisfeito ele tirou de dentro e deu para ver aquele buraco aberto vomitando esperma, ele a limpou com sua camiseta para não cair  no lençol. Ela levantou e correu para o banheiro do quarto.
Morrendo de inveja afastei-me da varanda com cuidado antes que fosse vista. Estava com muita raiva e encarar os dois naquele momento não seria prudente. O súbito interesse dela por blogs e computador era só um pretexto para ir à minha casa sem levantar suspeitas. Deduzi que eles já transavam há muito mais tempo, talvez na casa dos pais dela, já que o André não saia de lá.
Mas ainda obtive lucro, o vídeo que fiz será útil 
um dia.
Passado um tempinho eu liguei para o celular da piriguete e apesar de já estar bem melhor depois de alguns orgasmos solitários, falei que estava sentindo muita cólica, tomei remédio e estava indo mais cedo para casa e repousaria. Pedi que ela viesse outro dia. A vadia fingindo que não estava em minha casa e trabalhando toda sua falsidade disse:
— Que chato, Mila, espero que você fique legal logo. Irei outro dia então.
Eu fui até a casa de uma colega que mora perto, daria um tempo pra vagabunda da Bruna ir embora. Quando voltei para casa, uma hora depois, nenhum dos dois estavam lá. Foi melhor assim, em vista de não saber qual seria a minha reação, ou esbofetearia o André ou abriria minhas pernas pra ele.

Ainda estava subindo pelas paredes, esta teria troco, eles que me aguardem.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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