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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Minha Amiga Travesti

Certo dia, para não ficar sozinha em casa, fui a uma cerimônia e festa de bodas de prata com meus avós. Eles são amigos do casal.
Logo que chegamos ao evento procurei afastar-me dos meus avós, visto que eles não me deixariam beber.

Circulava sozinha por aquela casa enorme e topei com um garçom que servia champanhe. Gente! O cara era "O" garçom; exageradamente fofo e gato. Conclui que a festa não seria de todo um tédio. Parei defronte a ele e soltei um:
— Uau! Preciso frequentar mais este tipo de festa — falei fazendo carinha de safadinha.
— Pode me servir uma taça, por favor?
— Mas a senhorita já é maior de idade?
Tenho certeza que o safado perguntou com outras intenções.
Eu usei o meu jeitinho e tentei ser sedutora.
— Sou e tenho idade suficiente para muitas outras coisas, viu? — quebra essa gato.
Após um sorriso lindo ele falou:
— Tá bom! Mas não exagera na bebida, vou ficar de olho em você minha linda.
— Também vou ficar de olho em você fofo.
Peguei a taça, agradeci, dei uma piscadinha maliciosa e sai caminhando. Ao passar pela porta que saia no jardim dos fundos
 alguém vindo pela direita esbarrou em mim. Meu braço balançou e o champanhe derramou quase todo.
— Droga! — exclamei.
A desastrada era uma garota que eu já havia "filmado" antes na cerimônia. Com seus 20 e poucos anos, cabelos longos e castanhos. O brilho dos seus olhos azuis combinavam com um lindo vestido também azul e uma gargantilha em tom de ouro branco com pedrinhas brilhantes. Não sou especialista em preciosidades, mas aquilo deveria ser uma joia, e valiosa.
Muitos outros detalhes chamaram-me a atenção, inclusive o corte do seu vestido que mostrava parte daquele corpo esguio e bronzeado.
Olha gente! Impossível não desejá-la (hahaha).

Quando ela falou:
— Desculpe, eu sou um desastre, derramei toda a sua bebida.
Percebi algo diferente e não era somente pelo tom da voz. Apesar de linda, ao ficarmos cara a cara, notei que era um travesti ou transformista.
— Ai! Que peninha, só tomei um gole — desabafei.
Ela (doravante a chamarei de ela) falou bem simpática:
— Espera só um minuto, vou pegar uma bebida pra nós.
Eu agradeci e sorri esperançosa, estava mesmo a fim de beber, pois não tinha mais nada para fazer ali.
Ela voltou com uma garrafa de champanhe em uma mão e duas taças na outra. Levantou a garrafa e falou bem alegre:
— Olha o que consegui pra nós.
Alguns tiozinhos curiosos olharam para nós com olhos saudosos dos seus tempos de pegação. Pela aparência deles imaginei que estivessem definitivamente aposentados, e não era somente no trabalho.
— Festa bem devagar não acha?  — ela murmurou.
— Com certeza, de gatinhos e interessantes, só tem alguns garçons — falei baixinho e depois sorri em tom debochado.
Ela riu parecendo concordar com meu comentário impertinente.
— Vamos pro jardim? — ela incentivou.
— Bora! A noite está fresquinha, mas bem gostosa.
Saímos caminhando e nos distanciando das outras pessoas. Olhando ao fundo vimos um pergolado de madeira com bancos e plantas; um lugar discreto onde poderia beber meu champanhe em paz.
Chegando lá sentamos em um banco, ela me serviu a bebida e ficamos conversando e trocando informações.
Larissa é o nome que ela adotou. 22 anos de idade e morava em Vitória-ES. Era sobrinha do casal das bodas e veio acompanhando sua mãe. Disse que trabalhava como acompanhante vip, atendia somente homens. Era ativa e passiva.
— Meu tio não se conforma por eu ser travesti, ele acredita que eu trabalho com turismo. Se ele soubesse de toda a história nem me deixaria entrar aqui — e riu gostoso após sua revelação.
A Larissa se abria comigo e parecia estar bem a vontade, criou-se uma cumplicidade entre nós. Talvez porque ambas somos promiscuas, eu acho.
A conversa estava excitante.
— Mas você só transa com homens? —  perguntei.
— Eu só atendo homens no trabalho, mas eu curto mulheres fora dele.

Minha taça estava quase vazia, ela serviu-me novamente olhando em meus olhos de um modo bem safado... O champanhe transbordou pela borda da taça molhando minha mão.
— Ui! Desculpe Kamila.
— Não foi nada. E você pode me chamar de Mila.
Troquei a taça de mão e enfiei meus dedos molhados de bebida na boca e chupei provocativamente olhando para ela, que falou:
— Uuumm! Esse dedinho deve estar gostoso.
— Experimenta! Falei oferecendo meu dedo pra ela.
Larissa pegou minha mão e levou até sua boca e chupou meus dedos de uma maneira gostosamente sedutora. Minha libido estava a mil. Ela molhou seu dedo em sua taça e o levou em direção à minha boca.
— Sua vez! — foi quase uma ordem, e bem persuasiva.
Terminei o gole que tinha iniciado, coloquei minha taça de lado e enfiei seu dedo em minha boca e o suguei com minha língua e lábios. Chupei o saboreando com carinha de quero mais. A garota acariciou meu rosto, desceu as mãos até alcançar meus seios e os tocou suavemente. Percebendo que eu não resisti, deslizou meu vestido tomara que caia até deixar meus seios de fora. Voltou a acariciá-los e deixou-me arrepiada ao sentir sua mão sobre minha pele nua.
— Você é muito linda Mila (ele sorriu ao pronunciar "Mila" pela primeira vez) de rosto e de corpo, tenho inveja dos seus seios novinhos e naturais.
Abaixou e deu-me muito prazer chupando, lambendo e mordiscando meus mamilos durinhos e entumecidos de tanto tesão.
— Você que é muito linda Larissa, não lembra em nada um homem.
Ela pegou minha mão e levou por debaixo do seu vestido e fez-me pegar em seu membro.
— E isto, o que te lembra? — falou toda insinuante.
— Uau! Lembra prazer — admiti.
Era um pau que enchia minha mão, eu estava ensopadinha e queria ver aquele membro ao vivo.
— Mostra pra mim! — pedi bem safadinha.
Ela subiu o vestido e tirou seu pinto de dentro da calcinha e o exibiu.
— Geeente! Que lindo. — falei segurando e alisando seu membro roliço e de cabeça rosadinha.
Eu não iria passar vontade, agachei, puxei um pouco sua calcinha e o chupei com muita vontade. Ela gemia baixinho e afagava meus cabelos.
Pouco depois nós trocamos de posição; sentei no banco, ela foi acariciando minhas pernas por debaixo do meu vestido e subiu até o cós de minha calcinha e a puxou gentilmente até tirá-la por completo. Agachou na minha frente, levantou minha perna e ficou por debaixo de mim com a boca em meu sexo e deu-me uma chupada digna de um Oscar.
— Ahaa! Eu tentava gemer baixinho deliciando seus dedos e língua brincando em minha boceta. O tesão dominou-me de vez e se eu não fosse possuída naquele instante eu teria um treco.
— Eu quero você Larissa, vem, por favor, eu não aguento mais.
Ela levantou e olhou em volta para ver se ainda estávamos sozinhas naquele local. Sentou ao meu lado, pegou uma camisinha em sua bolsinha, tirou da embalagem e perguntou se eu sabia colocar a camisinha com a boca. Respondi que sabia mais ou menos.
Ela me ensinou. Dei a torcidinha no bico, segurei o reservatório da porra com a língua, ajeitei aquela camisinha na cabeça do seu pênis e a fui desenrolando enquanto descia com minha boca engolindo seu membro e empurrado a camisinha com os lábios. Acabei de ajeitar com as mãos, alisando e apreciando aquele órgão ereto.
Ela pegou em minha mão, levou-me para detrás do banco e curvou-me apoiada no encosto. Depois de levantar meu vestido deixando-me nua da cintura para baixo, brincou um pouco esfregando seu pênis em meu sexo antes de penetrar minha grutinha e levar-me aos céus. Aii! Que delícia sentir aquele pinto. Remexi acompanhando o ritmo de suas estocadas e nem me importaria se aparecesse algum tiozinho, já que aquela transa estava boa demais.
Foram momentos inesquecíveis de prazer. Quando cheguei ao orgasmo não consegui controlar um... — Ohooooo! Um pouco mais longo e alto de tão bom que foi.
Ela estava curtindo e aumentou o ritmo das bombadas. A danada deixou-me toda entregue e bem cadelinha. Segundos depois do seu gemido gostoso senti seus espasmos, sua ejaculação e a borrachinha morna e cheiinha dentro de mim. Deuuus! Delirei e quase arriei minhas perninhas bambas. O desejo era ficar ali com Larissa o resto da noite e curtir novos momentos de magia.
Alguns minutos depois de estarmos recompostas após os momentos de loucura, tomamos o restinho do champanhe e fomos para dentro do casarão tipo moças bem comportadas.
Foi minha primeira vez com uma travesti e foi magia pura. Será que com o gato do garçom teria sido tão bom quanto foi com a Larissa? Só saberei se experimentar, não é?




Beijos queridos amigos, até a próxima.

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