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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Foi Quase Um Estupro

Ultimamente ando um pouco distante de minhas amigas de baladinhas, o professor tem ocupado muito o meu tempo e tenho medo que ele tire meu jeito moleca de ser, não que seja ruim amadurecer, mas é muito cedo ainda.
Felizmente aquele atraso nas regras foi um alarme falso de gravidez.
Continuo me divertindo em seduzir e depois me esquivar do pai da Carol, percebi que minha indiferença o deixa com mais tesão, ele fica me comendo com os olhos e excitado ao ver-me com minhas roupas provocativas. Seduzir e provocar são dois dos meus passatempos preferidos.

Eis que um dia estava sozinha com a Carol em sua casa, era tarde de sábado e íamos sair. Fiquei em seu quarto esperando ela tomar banho. Assim que a amiga entrou no banheiro eu ouvi a moto do pai dela chegando. Claro que não iria perder a chance de provocar o coroa. Deitei na cama da Carol com a bunda pra cima, a minha minissaia deixava minha bunda quase toda de fora, coloquei os fones no ouvido fingindo ouvir música.
O tarado não demorou a aparecer, ouvi seus passos chegando e quando parou. Com certeza ficou olhando para minha minha calcinha e as outras partes que ela não cobris. Naquele momento ele já deveria saber que a Carol estava no banho; pelo barulho do chuveiro na porta ao lado. O safado veio quietinho pensando que eu não estava ouvindo e deitou em cima de mim me prendendo e beijando o meu pescoço enquanto me encoxava.
— Oi princesa, não resisti quando vi este corpinho lindo.
— Sai de cima de mim seu tarado, a Carol está vindo.
— Eu ouço quando ela desligar o chuveiro — dá tempo da gente fazer rapidinho.

O pervertido já foi tirando seu pau pra fora e colocando entre minhas coxas. Continuou se esfregando em mim e com as mãos por baixo do meu corpo amassava meus seios.
— Paraaa seu sem noção! — eu vou gritar.
— Calma anjinho, sabe que eu sou louco por você e faço tudo com carinho.
Eu me contorcia todinha tentando sair dele, minha bunda estava toda de fora, ele abriu minhas pernas tentando se alojar entre elas. Eu não resistia o suficiente para evitá-lo, a porra desse joguinho de sedução é viciante, quanto mais emoção, mais eu quero jogar. O deixei abrir um pouco mais as minhas pernas e comecei a sentir o seu pinto roçar minha vagina por cima da calcinha. Ele afastou minha lingerie pro lado e tentou me penetrar forçando a minha fendinha.

Não conseguia mais resistir, a pegada bruta despertou o meu lado cadelinha e deixou-me doida de tesão. Minha boceta estava molhadíssima e facilitou a penetração, soltei um gemido ao senti-lo me invadindo. Ele se acomodou entre minhas pernas arreganhadas. Ainda fiz charminho virando meu rosto com carinha de bichinho com medo e falei:
— Paraaa! Eu não quero, sai de cima de mim!
Ele aproveitou a proximidade de nossas bocas e me beijou. O beijo veio bem a calhar para abafar o urro que eu daria ao sentir seu pau deslizar todo pra dentro de mim… Ahhh! Ficou gostoso demais quando ele começou a bombar, contudo tentei sair debaixo dele.
— Para seu maluco, você está sem camisinha, tira de dentro!
Ele bombava forte ao mesmo tempo em que me prendia tentando me imobilizar. Não sabia se dava um foda-se e curtia o momento, pois estava quase lá, ou se dava uma mordida nele antes que me enchesse de porra e me causasse mais problemas.
Foi quando a Carol abriu a porta do banheiro e me chamou:
— MILAAA!!! — Vem aqui rapidão!
Ele deu um salto saindo de cima de mim, o FDP quase me matou de dor com a súbita retirada de dentro da minha grutinha. Ajeitei-me enquanto olhava feio pra ele e fui atender a Carol.

Era coisa de meninas, desceu pra ela durante o banho.
Não dei mais chances pro pervertido me agarrar naquele dia, porém o danado me deixou subindo pelas paredes. 


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Loucuras Na Boleia do Caminhão

O bolo que dei no professor (meu namorado secreto) no dia do meu aniversário, foi o início de dias de trovoadas, tivemos mais uma de nossas inúmeras brigas, sempre por ciúmes  eu dou muitos bolos nele  Flertar é um dos meus passatempos favoritos. Ninguém é de ferro né gente?
Dias depois, estava em meu quarto passando creme em meu corpo e com a mão melecada massageei gostoso minha xotinha, deslizava o dedo pra dentro dela tocando meu grelo. A vários dias que não levava uma pegada com força.
Com o celular tirei uma selfie do meu corpinho nu enquanto me tocava, a enviei para o professor e perguntei se ele estava com saudades de sua gatinha... Funcionou.
Fizemos as pazes via celular, e no 
no dia seguinte, quando terminou a aula, eu vim de carona com ele. Demos vários amassos ali no carro mesmo e combinamos de ir passar um dia em Barra Bonita naquele final de semana. Um lugar, assim distante, seria melhor, posto que nossos encontros aqui nos arredores estão cada vez mais perigosos, já fomos vistos juntos por conhecidos lá do colégio, e o bicho pode pegar pra ele se o assunto chegar até a direção. E se chegar até minha casa, vai dar uma treta enorme.
Então no sábado eu já tinha falado uma mentira para meus avôs para poder passar o dia fora com o professor, e fui pro nosso ponto de encontro na BR. Ele já me esperava quando cheguei, elogiou minha roupa: uma bermudinha de cotton com regatinha folgadinha e um top por baixo. Entretanto, agora que estamos juntos, ele fica incomodado quando estou com um look sensual (homens são tão possessivos).
Seguimos pela BR, seria uma hora de viagem. Quando estávamos a poucos quilômetros de Jaú, começou uma fumaça e barulho na frente do carro, ele guiou com dificuldade, quase arrastando o veículo, até chegar ao acostamento logo à frente. Descemos pra olhar, parecia que uma roda estava presa, ele ia pegar o macaco quando parou uma caminhonete logo atrás, desceu um homem com roupa e cara de mecânico e perguntou se queríamos ajuda com o carro.
Resumindo... O homem tirou o bagulho todo ali que segura a roda, pois tinha travado, teria que levar para a oficina dele em Jaú, o rolamento da roda quebrou e tinha que ser trocado. O professor acompanhou o homem, eu fiquei ali tomando conta, pois tinha muitas pecinhas soltas no chão.
Não demorou cinco minutos e já estava um calor da porra, foi ai que percebi que deveríamos ter trazido água. Felizmente, parece que um caminhoneiro captou meu pensamento e parou demonstrando solidariedade.

— Oi moça, precisa de ajuda?
— Se você tiver um pouco de água eu aceito, estou morrendo de sede e de calor!
Ele perguntou o que tinha acontecido e eu resumi a história.
Ele foi todo prestativo “como todo homem é ao encontrar sozinha na estrada uma novinha com bermudinha socadinha e topzinho". Convidou pra eu ir na boleia do caminhão – na verdade era uma carreta – pois lá estava fresquinho e eu poderia tomar água e me refrescar enquanto esperava.
Eu não sou de assustar-me a toa com homens, e achei que era boa ideia, sei administrar estas situações – às vezes foge do controle, mas tudo acaba em festa (risos) – Aceitei o convite e fui em direção a porta do passageiro, ele todo feliz falou:
— Espera, vou descer pra te ajudar a subir!
Realmente a subida até a boleia era puxado. Ele desceu... Uaaau! Senti até falta de ar, sabe estes homens enormes que fazem queda de braço em filme de caminhoneiro americano? É este o tipo. Meu Deus, que homem fortão.
Pegou-me pela cintura como se eu fosse uma boneca Barbie e colocou-me lá em cima.
Huuum! Que lindo o caminhão, era novinho e bem moderno, tinha uma cama atrás dos bancos, e claro, fiquei cheia de idéias.
Ele percebeu meu olhar pra cama e meu sorrisinho, perguntou:
— Quer descansar ali moça? Fique à vontade!
Safado ele, mas bem simpático. Deu-me a garrafa d’água, agradeci e respondi que não estava cansada, apenas com calor, mas que tinha um sonho de aprender a dirigir um caminhão.
— Deve ser muito difícil dirigir este, aff é cheio de botões! Falei admirada.
— Quer aprender? É fácil, eu te ensino, vem aqui pertinho!
"Começou o jogo, to dentro (haha)". Pensei sorrindo.
Fui bem do ladinho dele, o grandão pegava em minha mão e levava até um botão para mostrar como fazia, quando a gente virava o rosto trocando olhares e sorrisos, nossos lábios quase se tocavam, podia sentir o calor que emanava do seu corpo másculo.
Tive uma ideia b
em safadinha, apimentaria aquele momento.
— Eu quero dirigir, deixa eu ir ai no volante?
Ele não entendeu o jogo e ameaçou sair do lugar para eu sentar.

— Pode ficar ai, eu fico entre suas pernas! Sugeri quase ordenando.
Alojei-me em pé entre suas pernas e peguei no volante, claro que ele ficou praticamente me encoxando.
Eu fingia que dirigia e naturalmente sentei em seu colo, ele me abraçou e massageou meus seios por cima da roupa e beijou minha nuca e começou a falar um monte de coisas gostosas e safadas em meu ouvido. Sua barba por fazer causava arrepios e tesão, ainda mais quando senti algo duro por dentro de sua bermuda que roçava gostoso minha bunda.
Passou um caminhão e buzinou pra nós e foi embora, ele ficou preocupado e fechou as cortinas da boleia. Na sequência veio para o ataque, subiu meu topzinho e massageou meus seios nus com os mamilos inchados de desejo.
Não foi preciso muita conversa, eu já toda putinha e doidinha pra ser comida por aquele gigante, com jeitinho tirei minha bermuda e calcinha. Deitei com meu peito por cima do volante deixando meu rabinho e xotinha facinho pra ele chupar.
O grandão não titubeou, enfiou a língua no meu cuzinho e alternava na minha fendinha. Toda cadelinha, gemi feito uma puta... Já toda melecada com sua baba e doida pra ser penetrada pelo seu membro, pedi quase implorando que ele me penetrasse.
O homem desceu sua bermuda e roçou seu membro na entrada da minha boceta e foi enfiando aquele cacetão todinho dentro de mim...
— Ahaaa! Estremeci ao sentir aquele pênis preenchendo cada vãozinho dentro de mim, deitou seu corpo sobre o meu e bombou com vontade, suas estocadas levaram-me aos céus, eu mal conseguia mexer no ritmo de suas bombadas, pois era muito peso em cima de mim, sentia-me deliciosamente dominada e submissa... O prazer aumentava a cada instante, cheguei ao clímax do prazer e um gozo de arrancar gritinhos. No entanto, caiu a ficha, ele não pode gozar dentro...
— Moço, não goza dentro, por favor!
— Calma anjo, não tem perigo! Exclamou.
Continuou bombando bem fortão. De imediato meus espasmos aumentaram e meu gozo multiplicou ao sentir seus jatos de porra dentro de mim, tremi na base, mas era tanto o tesão e o orgasmo mágico que foi fácil dar um foda-se e me acabar de tanto mexer e gozar com aquele homem.
Depois do ato consumado e ainda entubada com aquele cacete, falei no desespero quase chorando:
— Você gozou em mim... Não podia gozar dentro!
— Eu sou saudável e limpinho anjo, e fiz vasectomia, não posso engravidar mais ninguém. Falou tentando me tranquilizar.
Senti firmeza no modo como ele falou, e continuei dando um foda-se, já estava completamente envolvida e queria mais. Não iria parar até ter o suficiente.
Ele pegou um rolo de papel, me deu um punhado e tirou seu membro de dentro. Aparei com o papel toda aquela meleca que escorria de dentro de mim.
Virei ficando ajoelhada no banco com ele entre minhas pernas, fazendo charminho eu falei:
— Você jura que fez vasectomia?
— Juro anjo, faz dois anos, não se preocupe!
Então nos beijamos muito gostoso.
— Adorei você caminhoneiro!
— Eu nunca tive alguém assim tão doce, linda e gostosinha anjo, adorei você também!
O pau do danado já estava quase durão novamente roçando em minha fendinha. Ele acariciava minha bunda com as duas mãos. Peguei e guiei seu pau em minha fendinha e fui deixando o corpo descer e sentindo tudo aquilo me penetrando novamente, dei um gemido gostoso virando o rosto e tomei um puta susto quando vi pela fresta da cortina o carro do mecânico vindo pela outra pista, ele só esperava a chance de retornar para passar pro nosso lado.
— PQP, meu namorando voltou! Falei em pânico.
Passei pro banco do passageiro e vesti rapidão calcinha e bermudinha. Ele também já tinha se vestido e abriu as cortinas.
Peguei a garrafa d’água e não deu tempo... Quando descia da boleia o carro encostou e o professor me olhou com cara de corno brabo e olhar de decepção.
O caminhoneiro falou:
— Vão precisar de ajuda ai companheiros?
— Não, obrigado! Responderam.
Ele ligou o caminhão, se despediu e saiu fora.
O professor encostou do meu ladinho enquanto o mecânico montava o bagulho.
— O que você foi fazer lá no caminhão? Rosnou ele.
— Eu estava passando mal aqui no calor, ele parou e eu pedi um pouco de água, ele vendo minha situação, falou pra eu ficar um pouco na cabine, tem ar condicionado e eu iria melhorar. Não deu cinco minutos e vocês chegaram!
Acho que não colou. Não fomos pra Barra Bonita, não tinha mais clima, voltamos e ele me deixou perto de minha casa e se foi com aquela cara de bundão. Nem me importei, eu não estou nem ai. Mesmo 
que ele tire a calça pela cabeça e deite na BR, eu nem ligo.
Só não poderia voltar pra casa agora, eu disse para meus avôs que ficaria o dia todo fora na excursão do colégio. Liguei pra Carol e ela estava sozinha em casa, falei que iria pra lá.
Passei na adega do Barba pra comprar um vinho, o beberia com a Carol.
Assim que o Barba me olhou, indagou:
— Sua bermuda não está do avesso Mila?
— Aff... Haha é verdade!
Naquele climão que estava no carro do professor, nem percebi que vesti dos avessos, lá na boleia do caminhão.
Sem me importar com a presença do Barba, tirei minha bermudinha e fiquei só de calcinha 
– O tiozinho babando de boca aberta – Arrumei a bermuda e a vesti novamente dando umas reboladinhas na hora de ajeitar no corpo.
— Menina, não judia assim do velho! E riu gostoso.
Paguei o vinho e fui embora sorrindo, ele me comendo com os olhos e com a mão no pau.


Beijos queridos amigos... Até a próxima!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Reencontrando o Padrasto

Continuando com o dia do meu niver de 18 anos, depois que me despedi da Larissa, lembrei que meu celular ainda estava desligado, quando o liguei, estava infestado de ligações perdidas e SMS, boa parte era do professor – Pensaram que nós tínhamos terminado né? – Não terminamos, ainda carrego esta cruz (risos).
Ele era um de meus compromissos neste dia, liguei pra ele e pedi mil desculpas, falei mais uma mentirinha: que meus padrinhos chegaram de surpresa pela manhã e arrastaram-me pra passar o dia com eles, na pressa meu celular ficou em casa.

Marcamos de nos ver no dia seguinte.
Fui caminhando até minha casa e quando cheguei ao portão, um carro chegou junto comigo, fiquei espantada, pois era um carro igual o de minha mãe... E realmente era minha mãe, com o André meu padrasto.
Já dentro de casa ela disse que veio trazer meu presente e comemorar meu niver em um restaurante. Eles voltariam pra São Caetano pela manhã.
Eu e o André nunca mais tivemos intimidades depois daquele final de semana em que minha mãe terminou com ele (Conto: A Última Vez Com Meu Padrasto). Naquele dia em que ele veio pegar suas coisas, eu estava sozinha em casa, e nós transamos pela última vez. Depois deste dia, só nos falamos por telefone. Quando eles reataram eu já estava morando aqui com meus avós.
Parecia que ele queria recuperar o tempo perdido, me comia com os olhos. Pouco depois eu estava em meu quarto, somente com a toalha enrolada no corpo, quando o doido do meu padrasto entra em meu quarto.
— Procurando algo? Eu falei.
— Sim, mas já achei! Falou o safado.
Eu peguei um creme para o corpo, sentei na cama e disse:
— Meu avô vai ficar o bicho se desconfiar que você me assedia!
— Ele foi com sua mãe lá no fundão pegar umas frutas!
E o safado foi chegando mais perto e eu bem cadelinha, levantei uma perna colocando o pé em cima da cama e com o creme na mão alisei minha perna e fui subindo até minha coxa bem maliciosamente empurrando a toalha e deixando minha xotinha inteirinha a mostra pra ele.
Pude sentir que ele uivava por dentro feito um lobo no cio e em seguida o volume sob sua calça.
Minha xotinha estava só com uma faixinha de pelinhos bem aparadinhos. Uma obra de arte, feito em meu dia de princesa.
— Uaaau Mila... Arrasou, está muito gata!
— É melhor você ir antes que apareça alguém! Eu Falei e, bem safada abri a toalha que deslizou pelo meu corpo e caiu sobre a cama, peladinha eu passei o creme em meus seios massageando-os bem sedutora.
O homem perdeu o controle, veio pra cima de mim...
— Foda-se! Não dá pra resistir! Ele falou e agachou rapidão indo com as mãos e arreganhando minhas pernas e metendo a boca na minha boceta.
— Para seu doido, não quero mais você! Eu falei sem convicção, ainda sentia alguma atração por ele. E o deixei me dominar.
Ele me fez deitar na cama com as perninhas abertas pra cima enquanto socava sua língua bem fundo e sugava-me todinha...
— Paraaa, a porta está aberta!
Eu já estava toda putinha, aquilo não ia prestar, era questão de minutos pra dar merda, mas aquela língua selvagem e aquele dedo massageando meu grelo não me deixavam ter a noção do perigo.
Segurei em sua cabeça e gemendo baixinho esfreguei minha xotinha em sua cara e me contorcia... Não demorou e eu já estava chegando ao clímax quando ouvi a voz do meu avô passando pela janela do meu quarto que estava fechada.
O André no susto quis se soltar pra levantar, eu segurei com força em seus cabelos puxando sua cabeça e esfregando frenética minha boceta em sua cara, falei:
— Não para André eu vou gozar... Ahaaaa!
Comecei a gozar gostoso em sua boca ainda me esfregando nele que com brutalidade me empurrou e levantou em seguida.
— Sua doida, eles estão entrando!
— Doido é você seu FDP, vem me provocar e não segura o barulho, pode ir cagão!
Ele saiu do meu quarto rapidão e com a cara feia. Como diz o ditado: “Quem não pode com a mandinga, não carrega patuá” não é verdade?
Naquela noite depois que voltamos do jantar e fomos dormir, estava peladinha e toda delicinha por debaixo do lençol. Deixei meu gel e toalhinhas debaixo do travesseiro esperando que ele viesse no meio da noite pra gente continuar nosso joguinho perigoso e produzir um calor. Tenho 18 anos, às vezes sinto como se já tivesse 30, mas com a mentalidade de 5.
Esperei em vão, ele não teve coragem de voltar ao meu quarto, fiquei muito bolada. Vou pensar se dou outra chance pra ele no Natal, é quando nos veremos outra vez.

Beijos queridos amigos... Até a próxima!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Feliz Aniversário (Com Larissa)

2 de dezembro, véspera do meu aniversário, estava no banho e após deixar minhas pernas lisinhas aparava os pelinhos da minha xotinha com a intenção de ficar impecável no dia do meu niver. Atendi meu celular... Surpresa agradável era a Larissa (meu amigo travesti de Vitória-ES). A maluca disse para eu arrumar uma desculpa em minha casa, pois ela estava embarcando no avião lá em Vitória, passaria a noite em Campinas e iria, com um carro alugado, encontrar-me pela manhã próximo ao meu colégio. Ela me levaria para passar um dia de princesa e comemoraríamos, somente as duas, os meus 18 anos.
Depois daquela transa maravilhosa com Larissa na festa de bodas, nós só tivemos contato através de alguns SMS e telefonemas.
Eu já tinha outros planos para o dia do meu niver, mas este convite era irrecusável, tentaria dar conta dos outros compromissos no final do dia.
Não foi difícil arrumar uma desculpa para dar aos meus avôs, então teria o dia todo para curtir com a Larissa.
Ela foi pontual, quando cheguei ao lugar combinado já me esperava, desejou-me um feliz aniversário e no abraço me deu um selinho. Não era prudente ficarmos expostas ali, então seguimos pela estrada até o lugar que ela havia reservado.
Geeente! Eu já conhecia estes lances de dia de noiva e dia de princesa, entretanto este foi além do que eu imaginava, era um lugar lindo, luxuoso e bem aconchegante. E o mais legal, tinha o complemento erótico.
Foram massagens relaxantes, limpeza e hidratação de pele, depilação íntima e tudo mais que a princesa tinha direito – no caso euzinha... rs –. Passamos uma manhã bem mulherzinhas e na sequência fomos para o nosso momento de intimidade em uma das suítes lindas do local que davam direito à piscina com cachoeira e banho Ofurô.
— Caraca mano! Eu quero ficar morando aqui! Falei zoando.
Nos acomodamos no colchão d’água já de olho no champanhe dentro de um balde de gelo e também nos morangos. Alguns brinquedinhos eróticos retirados pela amiga do seu estojinho me deixaram bem excitada. Viajava na imaginação antecipando as delicias e os muitos prazeres que vivenciaria naquele lugar.
Larissa com toda sua suavidade acariciou meu rosto, beijou-me gostoso e foi abrindo lentamente meu roupão deixando meus seios nus com os mamilos eriçados de tesão ao seu dispor. Após quase ser enlouquecida com sua boca agradavelmente morna e macia, eu abri seu roupão e retribui da mesma forma, ao mesmo tempo em que ela retirava seu roupão. Desci com a boca até seu pênis, beijei, percorri com os lábios e língua e abocanhei seu membro lindo que me deu tanto prazer da outra vez.
Larissa gemia ajoelhada afagando meus cabelos, bombou sua rola em minha boca com estocadas suaves e no ritmo de uma foda.
Deitei com as perninhas abertas ainda vestida com o roupão, porém todo aberto exibindo meu corpo nu pra ela que veio com a cabeça entre minhas pernas e... Ahaa! Que língua safada e como ela sabe fazer gostoso. Com a cápsula vibratória tocando meu sexo ela fazia eu me contorcer com arrepios de prazer, daria tudo para eternizar este momento. Não consegui segurar muito tempo e gozei em sua boca urrando de prazer com os espasmos de tesão que senti.
Depois de mais uns goles de champanhe e mordermos juntas o mesmo morango, deixei meu roupão de lado enquanto Larissa escolhia outro brinquedinho em seu estojinho do prazer, era um vibrador que ela deixou untou com o gel e deixou reservado.
Nossas preliminares me deixaram incandescente e com os batimentos cardíacos acelerados. 
Com a boca coloquei a camisinha em seu membro e posicionei-me já recebendo a Larissa por cima de mim roçando seu pau em minha fendinha enquanto me beijava a boca. Bom menino aquele membro, já havia aprendido o caminho e foi pra dentro de mim sem que eu, e nem ela, precisa-se guiá-lo com a mão.
Hum! Delícia o sentir deslizando e preenchendo minha grutinha enquanto eu enlaçava a Larissa com minhas pernas e braços e nos pegávamos em um papai e mamãe maravilhoso.
Ela pediu para eu pegar o vibrador e socar em seu rabinho, demorou, acariciei aquela bunda redondinha de pele de seda e fui enfiando devagar e delirando com o tesão que eu sentia. estes momentos são impagáveis. Com nossos corpos coladinhos, beijos ardentes, mordidinhas e brincadeiras de língua, chegamos ao orgasmo que veio de forma múltipla parecendo um terremoto. Difícil dizer qual de nós gemeu ou gritou mais alto, somente sei que foi um momento mágico de puro êxtase.
Depois do clímax permanecemos unidas pelo sexo durante alguns minutos, eu ainda segurava o vibrador ligado dentro dela e só 
retornei das estrelas quando ele pediu pra tirar.
Levantamos,fomos para a piscina e logo depois para o Ofurô. As carícias continuaram e Larissa pela primeira vez comeu meu rabinho – Ohoo... Que pinto! – Eu empinava e remexia minha bunda debruçada na beirada daquela banheira cheia de pétalas de rosas, não tive como conter os gritos com meu orgasmo vindo novamente. Quando a Larissa gemeu bem cadela, senti as pulsações do seu cacete e a camisinha quentinha dentro do meu cuzinho, nesse intante tive o orgasmo final que coroou aquele dia de prazer.
Foi uma loucura, nunca gozei tanto ao mesmo tempo.
Ela pediu frutos do mar para o nosso almoço e um mini bolo de aniversário com direito a velinha e música de parabéns como complemento. Eu estava tão feliz, porém infelizmente chegou a hora de ir embora e minha amiga deixou-me próximo da minha casa.
— Obrigada mesmo Larissa, foi o melhor presente de aniversário que tive na vida, este será inesquecível!
— Seu carinho e companhia, Mila também foi meu melhor presente até hoje!
Demos um beijo longo de despedida, agora sem se preocupar se alguém nos visse, ela embarcaria para Vitória naquela noite... Ai ai! Já estou com saudades.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Minha Amiga Travesti

Certo dia, para não ficar sozinha em casa, fui a uma cerimônia e festa de bodas de prata com meus avós. Eles são amigos do casal.
Logo que chegamos ao evento procurei afastar-me dos meus avós, visto que eles não me deixariam beber.

Circulava sozinha por aquela casa enorme e topei com um garçom que servia champanhe. Gente! O cara era "O" garçom; exageradamente fofo e gato. Conclui que a festa não seria de todo um tédio. Parei defronte a ele e soltei um:
— Uau! Preciso frequentar mais este tipo de festa — falei fazendo carinha de safadinha.
— Pode me servir uma taça, por favor?
— Mas a senhorita já é maior de idade?
Tenho certeza que o safado perguntou com outras intenções.
Eu usei o meu jeitinho e tentei ser sedutora.
— Sou e tenho idade suficiente para muitas outras coisas, viu? — quebra essa gato.
Após um sorriso lindo ele falou:
— Tá bom! Mas não exagera na bebida, vou ficar de olho em você minha linda.
— Também vou ficar de olho em você fofo.
Peguei a taça, agradeci, dei uma piscadinha maliciosa e sai caminhando. Ao passar pela porta que saia no jardim dos fundos
 alguém vindo pela direita esbarrou em mim. Meu braço balançou e o champanhe derramou quase todo.
— Droga! — exclamei.
A desastrada era uma garota que eu já havia "filmado" antes na cerimônia. Com seus 20 e poucos anos, cabelos longos e castanhos. O brilho dos seus olhos azuis combinavam com um lindo vestido também azul e uma gargantilha em tom de ouro branco com pedrinhas brilhantes. Não sou especialista em preciosidades, mas aquilo deveria ser uma joia, e valiosa.
Muitos outros detalhes chamaram-me a atenção, inclusive o corte do seu vestido que mostrava parte daquele corpo esguio e bronzeado.
Olha gente! Impossível não desejá-la (hahaha).

Quando ela falou:
— Desculpe, eu sou um desastre, derramei toda a sua bebida.
Percebi algo diferente e não era somente pelo tom da voz. Apesar de linda, ao ficarmos cara a cara, notei que era um travesti ou transformista.
— Ai! Que peninha, só tomei um gole — desabafei.
Ela (doravante a chamarei de ela) falou bem simpática:
— Espera só um minuto, vou pegar uma bebida pra nós.
Eu agradeci e sorri esperançosa, estava mesmo a fim de beber, pois não tinha mais nada para fazer ali.
Ela voltou com uma garrafa de champanhe em uma mão e duas taças na outra. Levantou a garrafa e falou bem alegre:
— Olha o que consegui pra nós.
Alguns tiozinhos curiosos olharam para nós com olhos saudosos dos seus tempos de pegação. Pela aparência deles imaginei que estivessem definitivamente aposentados, e não era somente no trabalho.
— Festa bem devagar não acha?  — ela murmurou.
— Com certeza, de gatinhos e interessantes, só tem alguns garçons — falei baixinho e depois sorri em tom debochado.
Ela riu parecendo concordar com meu comentário impertinente.
— Vamos pro jardim? — ela incentivou.
— Bora! A noite está fresquinha, mas bem gostosa.
Saímos caminhando e nos distanciando das outras pessoas. Olhando ao fundo vimos um pergolado de madeira com bancos e plantas; um lugar discreto onde poderia beber meu champanhe em paz.
Chegando lá sentamos em um banco, ela me serviu a bebida e ficamos conversando e trocando informações.
Larissa é o nome que ela adotou. 22 anos de idade e morava em Vitória-ES. Era sobrinha do casal das bodas e veio acompanhando sua mãe. Disse que trabalhava como acompanhante vip, atendia somente homens. Era ativa e passiva.
— Meu tio não se conforma por eu ser travesti, ele acredita que eu trabalho com turismo. Se ele soubesse de toda a história nem me deixaria entrar aqui — e riu gostoso após sua revelação.
A Larissa se abria comigo e parecia estar bem a vontade, criou-se uma cumplicidade entre nós. Talvez porque ambas somos promiscuas, eu acho.
A conversa estava excitante.
— Mas você só transa com homens? —  perguntei.
— Eu só atendo homens no trabalho, mas eu curto mulheres fora dele.

Minha taça estava quase vazia, ela serviu-me novamente olhando em meus olhos de um modo bem safado... O champanhe transbordou pela borda da taça molhando minha mão.
— Ui! Desculpe Kamila.
— Não foi nada. E você pode me chamar de Mila.
Troquei a taça de mão e enfiei meus dedos molhados de bebida na boca e chupei provocativamente olhando para ela, que falou:
— Uuumm! Esse dedinho deve estar gostoso.
— Experimenta! Falei oferecendo meu dedo pra ela.
Larissa pegou minha mão e levou até sua boca e chupou meus dedos de uma maneira gostosamente sedutora. Minha libido estava a mil. Ela molhou seu dedo em sua taça e o levou em direção à minha boca.
— Sua vez! — foi quase uma ordem, e bem persuasiva.
Terminei o gole que tinha iniciado, coloquei minha taça de lado e enfiei seu dedo em minha boca e o suguei com minha língua e lábios. Chupei o saboreando com carinha de quero mais. A garota acariciou meu rosto, desceu as mãos até alcançar meus seios e os tocou suavemente. Percebendo que eu não resisti, deslizou meu vestido tomara que caia até deixar meus seios de fora. Voltou a acariciá-los e deixou-me arrepiada ao sentir sua mão sobre minha pele nua.
— Você é muito linda Mila (ele sorriu ao pronunciar "Mila" pela primeira vez) de rosto e de corpo, tenho inveja dos seus seios novinhos e naturais.
Abaixou e deu-me muito prazer chupando, lambendo e mordiscando meus mamilos durinhos e entumecidos de tanto tesão.
— Você que é muito linda Larissa, não lembra em nada um homem.
Ela pegou minha mão e levou por debaixo do seu vestido e fez-me pegar em seu membro.
— E isto, o que te lembra? — falou toda insinuante.
— Uau! Lembra prazer — admiti.
Era um pau que enchia minha mão, eu estava ensopadinha e queria ver aquele membro ao vivo.
— Mostra pra mim! — pedi bem safadinha.
Ela subiu o vestido e tirou seu pinto de dentro da calcinha e o exibiu.
— Geeente! Que lindo. — falei segurando e alisando seu membro roliço e de cabeça rosadinha.
Eu não iria passar vontade, agachei, puxei um pouco sua calcinha e o chupei com muita vontade. Ela gemia baixinho e afagava meus cabelos.
Pouco depois nós trocamos de posição; sentei no banco, ela foi acariciando minhas pernas por debaixo do meu vestido e subiu até o cós de minha calcinha e a puxou gentilmente até tirá-la por completo. Agachou na minha frente, levantou minha perna e ficou por debaixo de mim com a boca em meu sexo e deu-me uma chupada digna de um Oscar.
— Ahaa! Eu tentava gemer baixinho deliciando seus dedos e língua brincando em minha boceta. O tesão dominou-me de vez e se eu não fosse possuída naquele instante eu teria um treco.
— Eu quero você Larissa, vem, por favor, eu não aguento mais.
Ela levantou e olhou em volta para ver se ainda estávamos sozinhas naquele local. Sentou ao meu lado, pegou uma camisinha em sua bolsinha, tirou da embalagem e perguntou se eu sabia colocar a camisinha com a boca. Respondi que sabia mais ou menos.
Ela me ensinou. Dei a torcidinha no bico, segurei o reservatório da porra com a língua, ajeitei aquela camisinha na cabeça do seu pênis e a fui desenrolando enquanto descia com minha boca engolindo seu membro e empurrado a camisinha com os lábios. Acabei de ajeitar com as mãos, alisando e apreciando aquele órgão ereto.
Ela pegou em minha mão, levou-me para detrás do banco e curvou-me apoiada no encosto. Depois de levantar meu vestido deixando-me nua da cintura para baixo, brincou um pouco esfregando seu pênis em meu sexo antes de penetrar minha grutinha e levar-me aos céus. Aii! Que delícia sentir aquele pinto. Remexi acompanhando o ritmo de suas estocadas e nem me importaria se aparecesse algum tiozinho, já que aquela transa estava boa demais.
Foram momentos inesquecíveis de prazer. Quando cheguei ao orgasmo não consegui controlar um... — Ohooooo! Um pouco mais longo e alto de tão bom que foi.
Ela estava curtindo e aumentou o ritmo das bombadas. A danada deixou-me toda entregue e bem cadelinha. Segundos depois do seu gemido gostoso senti seus espasmos, sua ejaculação e a borrachinha morna e cheiinha dentro de mim. Deuuus! Delirei e quase arriei minhas perninhas bambas. O desejo era ficar ali com Larissa o resto da noite e curtir novos momentos de magia.
Alguns minutos depois de estarmos recompostas após os momentos de loucura, tomamos o restinho do champanhe e fomos para dentro do casarão tipo moças bem comportadas.
Foi minha primeira vez com uma travesti e foi magia pura. Será que com o gato do garçom teria sido tão bom quanto foi com a Larissa? Só saberei se experimentar, não é?




Beijos queridos amigos, até a próxima.
 

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