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domingo, 6 de julho de 2014

Rodoviária de Campinas

Em um final de domingo em que eu voltava de Itajaí, desci em Viracopos e fui para a rodoviária, passava um pouco das 18h e o próximo ônibus para Brotas sairia somente às 20h5m. Fui comer algo, pois eu chegaria em casa somente depois das onze da noite.
Cheguei ao caixa da lanchonete juntinho com um cara super simpático que cedeu-me a vez. Dois minutos depois, enquanto aguardávamos o pedido, ele puxou conversa:
— Está chegando ou saindo de viagem?
— Chegando, mas ainda vou pegar um ônibus para Brotas, eu moro lá.
O carinha aparentava ter uns 25 anos, negro, alto e de sorriso lindo, lembrava o Dida “goleiro”. Pegamos nossos lanches e ficamos ali mesmo na ponta do balcão. Perto daquele gigante eu parecia um chaveirosinho. Durante nosso papo era impossível não sentir um calorzinho me aquecendo
 as partes ao notar seu olhar explorando o meu corpo e me despindo em pensamento. Por outro lado, eu não conseguia disfarçar meu interesse por seu membro que parecia ter uma ereção acobertada pela calça Black jeans justa. Aquele negócio deveria estar sufocado sendo esmagado pelo tecido grosso.
Esforcei-me para continuar atenta ao assunto da conversa: ele disse que morava a duas quadras dali, trabalhava como técnico em refrigeração e algumas coisas mais sobre ele.
Terminamos de lanchar e um clima começou a rolar, saímos da lanchonete e sentamos em um banco para continuar o papo.

 Vou te fazer companhia até a hora do seu embarque — Ele falou.
Adorei, queria muito que ficasse.
Aparentemente eu o incomodei, já que não conseguia parar de olhar para sua região genital. Ele examinou a si mesmo e perguntou:
— O que foi linda, tem algo errado comigo?

Fiquei sem graça por ter sido notada a minha indiscrição. 
— Desculpe, é o volume em sua calça — não está te machucando?
— Quando tenho uma ereção incomoda ficando quase insuportável — ele riu gostoso após seu comentário.
— Geeente! — falei fazendo cara de espanto.

Fiquei em dúvida se ele estava me zoando ou se estava realmente afirmando que aquilo ainda estava mole.
Arrepiei quando ele acariciou o meu rosto.
— Você é muito bonita Kamila.
Fui pega de surpresa, ele pegou em minha nuca me puxando pra ele e me beijou. Ah! Claro que correspondi, eu já estava com o fogo ardendo por debaixo e toda úmida. Após saborear o primeiro beijo trocamos olhares sem nada dizer, mas que dizia tudo, queríamos um ao outro naquele momento. Nos abraçamos e senti o gosto de sua boca na minha novamente em um beijo carregado de tesão.

A seguir ele falou em meu ouvido:
— Vamos para um lugar mais tranquilo linda?
— Não posso, tenho que pegar meu ônibus — respondi com frustração, pois eu estava muito a fim de ficar com ele.
— Eu trago você a tempo, linda, prometo.
Olhei para o relógio da rodoviária, ainda faltava uma hora e meia pro embarque. Eu estava afinzona dele, no entanto tinha medo, poderia ser tudo mentira o que ele havia dito até então. Por outro lado, era delicioso imaginar que estaria fazendo sexo com um estranho que não sabia quem era e nem o que ele pretendia fazer comigo. Era muita adrenalina. Mesmo nos dias de hoje, com alguns anos a mais de experiência e depois de tomar alguns revés, meu tesão ainda vai a milhão quando entro em um jogo correndo riscos e sem conhecer as regras.
Eu já havia tomado decisões erradas antes, mas continuava incorrigível. Decidi ir com ele sem pensar muito.
— Então linda, vamos?
— Onde você vai me levar? — tem que ser aqui perto.
— Podemos ir pra minha casa, fica a 5 minutos andando — vamos?
Algo nele me inspirava confiança, dei um foda-se pro perigo e pulei de cabeça. No caminho ele falou que dividia a casa com um amigo, o mesmo trabalhava em um restaurante e chegaria somente depois da meia noite.
Assim que chegamos a sua casa aproveitamos cada segundo, levou-me ao seu quarto e entre beijos e carícias ele me despia e também tirava sua roupa. Perguntei se eu poderia tomar uma ducha rapidinho; ele me deu uma toalha e fui ao banheiro. Após a ducha expressa eu voltei enrolada no tecido felpudo, ele estava deitado em sua cama coberto com o lençol.
— Vem gata, deita aqui.
Eu soltei a toalha úmida e a larguei em uma cadeira enquanto sentia-me envaidecida e seduzida ouvindo os seus elogios ao meu corpo. Ele levantou o lençol mostrando o seu corpo nu... Meu Deeeuus! O que era tudo aquilo? Naquele momento, sim, seu membro começava uma ereção; e era incrivelmente grande a ponto de deixar-me assustada e preocupada com o comprimento, todavia também fiquei doidinha para tocá-lo e senti-lo.
Eu deitei e recebi seu abraçando seguido de um longo beijo e o calor do seu corpo másculo se esfregando em mim. Segurei seu pinto e ainda estava em dúvida se era mesmo real. Curvei-me e chupei aquele pirulito gigante... Sim, era real e delicioso.
Após gostosas preliminares ele veio por cima de mim, ajeitou seu sexo no meu e foi introduzindo devagar me fazendo suspirar.
O tempo em que fui penetrada por toda a extensão do seu pênis pareceu durar minutos, estremeci com arrepios comparando aquele pau com uma enguia se invadido todo o meu interior. Minhas palpitações estavam no ritmo do seu pênis latejante chegando ao fundo de minha vagina. Mantive a respiração presa até que tudo aquilo me penetrou arrancando-me um gemido de satisfação e contentamento.
Ele começou a movimentar-se para frente e para trás, eu sentia um ligeiro desconforto no abdômen, seu membro tocava o colo do meu útero, mas não diminuía o prazer. Ele intensificou as estocadas, pois com certeza notou a euforia em meu rosto. Eu comecei com meus movimentos instintivamente para acompanhar os movimentos dele. Foram momentos de intensa magia com ele se controlando para retardar a ejaculação.

Aumentei meus movimentos no momento do clímax, ele acompanhou meu ritmo. Sem me reprimir eu gritei feito uma louca com o meu orgasmo... Caraca! Que tesão, não conseguia me controlar e também o fiz gemer cravando minhas unhas em suas costas. O som mais estridente de sua respiração, somado as estocadas vigorosas em minha boceta era o prenúncio do seu gozo.  E ele urrou de prazer, senti sua ejaculação poderosa aquecendo ainda mais a minha grutinha. O homem quase me matou de prazer, eu estremeci a cada pulsar do seu membro, senti contrações descontroladas em minha vagina. A sensação de êxtase foi como fogos em noite de Réveillon.
Lentamente minhas palpitações voltaram ao normal, estava acabadinha e deliciosamente satisfeita. Quando ele lentamente retirou aquela mangueira de dentro de mim e beijou-me, eu aninhei meu corpo ao dele e deitei a cabeça em seu peito… Tive um apagãozinho. Eu me entrego de corpo e alma nestes momentos de prazer intenso, acho que perdi a consciência por alguns instantes ou simplesmente adormeci. Acordei com ele me acariciando, abri meus olhos um pouco assustada, mas fiquei tranquila ao ver o seu sorriso enorme.
— Foi maravilhoso, gata — ele disse e insinuou continuar com os momentos de pegação. Eu adoraria, mas tinha que pegar meu ônibus.
— Que horas são? — perguntei preocupada.
Passava das dezenove e trinta.
— Eu tenho que ir fofo, adoraria fazer toda essa delicia novamente, mas tenho meia hora para pegar meu ônibus.

Falei que voltaria em breve para curtirmos mais um pouco e pedi para tomar outra ducha. Mesmo ficando ligeiramente contrariado ele entendeu. Fomos ao banheiro para fazer a higiene juntos e quase produzimos mais um pouco de calor, porém não havia nem mais um minuto a perder.
Consegui pegar meu ônibus a tempo e no caminho fui lendo as mensagens de carinho que ele me enviara via celular.


Beijos queridos amigos, até a próxima!



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