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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Em Família – Irmãos e Amantes

Depois que transei com meu amigo Edgar na cama da Clarinha, filha dos meus patrões, em um dia que dormi na casa deles depois de uma festa, agora havia muita cumplicidade entre nós, mas continuamos apenas amigos e se pintar um clima novamente decidirei na hora se deixo rolar.
Dias depois, em uma noite de sábado, minha avó fez seu delicioso empadão de frango com palmito; guardei um pedaço e na manhã seguinte (domingo) fui pedalar minha bike e aproveitei para levar o salgado para o Edgar, eu havia prometido que levaria da próxima vez que minha avó o fizesse.
Só entregaria a guloseima e pedalaria de volta, acordei mais tarde que de costume e tinha muito que fazer em casa.
Ele ficou muito feliz por eu ter vindo e pediu gentilmente para eu entrar um pouco e conhecer o seu lar, comentou que estava fazendo a sua famosa batida de abacaxi com vodca e leite condensado. Eu não quis ser deselegante e entrei.
Enquanto 
me mostrava a casa, ofereceu-me o copo com vodca gelada em que estava bebericando, recusei dizendo que esperaria pela batida que era mais suave, pois ainda era muito cedo.
Depois de me mostrar CDs/DVDs e outras relíquias, o Edgar levou para a cozinha um monte de pequenos álbuns com suas fotos antigas e continuou preparando a batida enquanto fazia narrativas sobre cada foto que eu olhava.
A batida ficou uma delícia, era boa mesmo, apesar de ser muito calórica. Ainda olhava as fotos e notei que muitas eram da Luana (sua irmã e minha patroa). Explicou que adorava fotografar a mana.
— Parece que você e a Luana sempre se deram bem! Eu sempre quis ter uma irmã ou irmão mais velho! Desabafei.
A Luana tem dois anos a mais que o Edgar.
— Minha relação com ela j
á foi muito melhor do que você possa imaginar! Falou com um sorrisinho sacana e os olhos brilhando. 
— Não entendi Edgar, como assim? Eu já imaginava o que seria, pois sou graduada em “incestologia”, mas queria ouvir com detalhes.
Ele enrolou um pouco sem ir direto ao assunto, falei sorrindo:
— Caramba Edgar, pega um atalho!
Eu sentia que ele estava doidinho para me confidenciar algo apimentado, enfim, falou:
— O que vou te contar é TNT pura, a gente só conta para pessoas amigas e de confiança como você! Ele parecia bem sério agora.
— Tranquilo Edgar, vai morrer comigo!

Quem vai narrar agora é o Edgar. Senta que lá vem a história:

“Nesta época eu e a Luana éramos jovens e morávamos com nossos pais.
Eu sempre desejei minha irmã Luana e a achava muito sensual com seus seios fartos, e especialmente seu sexo lisinho e rosado. Eu sei por que eu tive a oportunidade de espiá-la várias vezes.  Eu também amava vê-la de lingerie e ficava doidão quando ela usava suas tangas minúsculas.

Houve uma vez que eu tive a chance de tocar sua boceta, mas eu sabia que se o fizesse eu estaria ferrado, com ela e com meus pais. Foi em um fim de semana que nossos pais não estavam em casa, minha irmã estava cochilando na frente da TV, uma perna sobre o braço da poltrona e a outra relaxadamente no chão.  Sua camisola ergueu acima do meio das coxas, cheguei pertinho lentamente e assisti a um show emocionante, minha irmã estava sem calcinha e sua boceta lisa com os lábios ligeiramente separados, estava totalmente visível e ao alcance de minha mão.  Eu admirei seu sexo por quase uma hora, tocando meu pau primeiramente por cima do meu short, depois enfiei minha mão por dentro do short e acariciei meu pau com vontade e fui me animando e o tirei pra fora e punhetei meu bichano alguns momentos e em seguida sai rápido e, escondido em meu quarto, gozei ainda com a imagem da boceta de minha irmã em minha mente.  Desde aquela noite, eu fiquei ainda mais tarado pela Luana.
Um dia ao vasculhar suas coisas eu encontrei revistas pornográficas. Ela certamente lia à noite em seu quarto e deveria se masturbar durante a leitura, porque em cada uma das minhas inspeções, as revistas não estavam na ordem que eu tinha deixado.
Chegou o fim de ano, estávamos de férias e também meus pais. Amigos de meus pais chegaram sem aviso prévio, portanto, eu tive que ceder-lhes o meu quarto e dividir o outro com a minha irmã por uma quinzena. Tudo foi decidido pelos meus pais e durante a tarde eu ajudei meu pai a remontar a beliche no quarto de minha irmã.

 Naquela noite comemoramos o aniversário de casamento dos meus pais. Após comer muito e beber mais do que estava acostumado, eu estava de pilequinho. Fingi que sentia dor de cabeça e subi indo pela primeira vez para o quarto onde dormiria com minha irmã.  A lua estava cheia e apesar das persianas eu a via muito bem pela janela do quarto.   Fiquei somente de short. Eu dormiria na cama de cima, mas deitei na cama de baixo, não iria dormir ainda, estava animado demais porque dividiria o quarto com a minha irmã e imaginava poder vê-la em roupas íntimas, ou quem sabe, nua.
Passou muito tempo até eu ouvir passos próximos a porta do quarto. Comecei a respirar longamente fingindo dormir, porém eu via através dos meus cílios, que minha irmã vinha em direção da cama, ela verificou se eu estava dormindo, sacudindo o meu braço, mas eu fingia dormir profundamente.
O momento que eu esperava finalmente chegou, Luana despiu-se revelando os seus seios nus e ela estava usando uma calcinha fio dental que mal escondia sua boceta lisinha. Então ela colocou uma camiseta para dormir e tirou o fio dental. Minha irmã apagou a luz do abajur, se inclinou sobre mim me beijando na testa e seus seios tocaram em minha boca, ela riu e disse baixinho:
— Bem... Acho que ele não vai se incomodar!
E levantou o lençol me descobrindo... Naquele momento meu coração começou a bater descontroladamente.
Eu sempre respirando profundamente e regularmente, senti que meu coração iria explodir ao sentir minha irmã levantando muito suavemente meu short para ver o meu pau.  
— Nossaaa... Que pênis grande que ele tem ai! Ela sussurrou, e deixou o meu pau de fora. Estou sonhando pensei, mas era real, o álcool certamente tirou as inibições dela.
Então minha irmã ajoelhada no tapete e inclinada sobre meu pau, começou a fazer de tudo com meu bichano, no início lambia e chupava apenas a cabeça, pra depois engolir o sugando com sua língua macia e sua boca quente. Era difícil me conter e, especialmente meus gemidos que iriam me trair.

Luana então se deitou de costas no pequeno espaço que tinha ao meu lado, com as pernas afastadas sendo que uma ficou pra fora da cama e outra colada em mim, começou a se masturbar. O quarto estava iluminado pelo luar e através das minhas pálpebras parcialmente abertas, eu podia ver... Ela gemia baixinho se contorcendo e ainda pensando que eu estava dormindo “eu deduzi”. Parava vez ou outra para garantir que não me acordaria.
Observando o seu respirar, senti que ela estava a ponto de gozar. Meu pau latejava de tesão, ansiava por desfrutar do sexo dela. Arrisquei um bote, dei meia volta para o lado e deitei em cima de minha irmã.  Ela me rejeitou empurrando-me com as mãos... Depois de ter sido rejeitado, nem tive tempo de ficar frustrado, ela ansiosa puxou minha cueca até os meus joelhos, veio por cima de mim e com sua mão pegou em meu bichano e colocou em sua boceta e soltando o corpo deixou-o penetrá-la, houve apenas uma pequena resistência fazendo-a soltar um Ohooooo abafado e meu pau foi até o fim. Sua vagina estava ensopada.
Minha irmã muito animada não tinha mais nenhuma resistência com minhas mãos que acariciavam sua bunda enquanto ela subia e descia em cima de meu pau com as mãos espalmadas em meu peito... Foram momentos de prazer que não imaginei que seriam tão bons... E gozamos juntos... E novamente. Nada nos parou naquela noite, nós não trocamos uma palavra, mas trocamos as posições várias vezes. Pela primeira vez na minha vida, eu desfrutava de tudo que sonhara um dia fazer com uma garota, beijar a boca e seus seios e finalmente transar. Eu beijei e transei com uma garota, minha irmã.
Ainda extasiado de prazer, emoção e cansado, nós adormecemos.
Pela manhã Luana estava um pouco envergonhada, mas eu não, e ainda queria mais e mostrei-lhe a minha ereção matinal.  Minha irmã falou que temia que alguém nos flagrasse, mas pegou meu pau e me masturbava. Eu me sentia poderoso e o cara mais feliz do mundo, especialmente vendo-a se tocar na boceta ao mesmo tempo em que me punhetava. É muito emocionante vê-la esfregar seu clitóris. Quando ela gozou, parece que eu sentia o mesmo prazer e gozei muito, meus jatos de esperma foram em sua barriga e seios...
Nós transamos todas as noites seguintes. É o máximo foder todas as noites.
Quando chegou o dia dos amigos irem embora, eu tive que voltar para o meu quarto, mas eu continuei a transar com a Luana.
Por dois anos transamos com frequência, até que ela arrumou um namorado, mas ela ainda me procurava e a gente transava quando tínhamos oportunidade.
Pouco tempo antes dela se casar, nossas transas chegaram ao fim, apesar de eu ainda tentar seduzi-la, mas ela pediu pra colocar uma pedra em cima e nunca mais falarmos nisso, eu respeitei o pedido de minha irmã, mas ficou a saudade do tempo que éramos amantes.” – Fim.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

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