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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Em Família – Irmãos e Amantes

Depois que transei com meu amigo Edgar na cama da Clarinha, filha dos meus patrões, em um dia que dormi na casa deles depois de uma festa, agora havia muita cumplicidade entre nós, mas continuamos apenas amigos e se pintar um clima novamente decidirei na hora se deixo rolar.
Dias depois, em uma noite de sábado, minha avó fez seu delicioso empadão de frango com palmito; guardei um pedaço e na manhã seguinte (domingo) fui pedalar minha bike e aproveitei para levar o salgado para o Edgar, eu havia prometido que levaria da próxima vez que minha avó o fizesse.
Só entregaria a guloseima e pedalaria de volta, acordei mais tarde que de costume e tinha muito que fazer em casa.
Ele ficou muito feliz por eu ter vindo e pediu gentilmente para eu entrar um pouco e conhecer o seu lar, comentou que estava fazendo a sua famosa batida de abacaxi com vodca e leite condensado. Eu não quis ser deselegante e entrei.
Enquanto 
me mostrava a casa, ofereceu-me o copo com vodca gelada em que estava bebericando, recusei dizendo que esperaria pela batida que era mais suave, pois ainda era muito cedo.
Depois de me mostrar CDs/DVDs e outras relíquias, o Edgar levou para a cozinha um monte de pequenos álbuns com suas fotos antigas e continuou preparando a batida enquanto fazia narrativas sobre cada foto que eu olhava.
A batida ficou uma delícia, era boa mesmo, apesar de ser muito calórica. Ainda olhava as fotos e notei que muitas eram da Luana (sua irmã e minha patroa). Explicou que adorava fotografar a mana.
— Parece que você e a Luana sempre se deram bem! Eu sempre quis ter uma irmã ou irmão mais velho! Desabafei.
A Luana tem dois anos a mais que o Edgar.
— Minha relação com ela j
á foi muito melhor do que você possa imaginar! Falou com um sorrisinho sacana e os olhos brilhando. 
— Não entendi Edgar, como assim? Eu já imaginava o que seria, pois sou graduada em “incestologia”, mas queria ouvir com detalhes.
Ele enrolou um pouco sem ir direto ao assunto, falei sorrindo:
— Caramba Edgar, pega um atalho!
Eu sentia que ele estava doidinho para me confidenciar algo apimentado, enfim, falou:
— O que vou te contar é TNT pura, a gente só conta para pessoas amigas e de confiança como você! Ele parecia bem sério agora.
— Tranquilo Edgar, vai morrer comigo!

Quem vai narrar agora é o Edgar. Senta que lá vem a história:

“Nesta época eu e a Luana éramos jovens e morávamos com nossos pais.
Eu sempre desejei minha irmã Luana e a achava muito sensual com seus seios fartos, e especialmente seu sexo lisinho e rosado. Eu sei por que eu tive a oportunidade de espiá-la várias vezes.  Eu também amava vê-la de lingerie e ficava doidão quando ela usava suas tangas minúsculas.

Houve uma vez que eu tive a chance de tocar sua boceta, mas eu sabia que se o fizesse eu estaria ferrado, com ela e com meus pais. Foi em um fim de semana que nossos pais não estavam em casa, minha irmã estava cochilando na frente da TV, uma perna sobre o braço da poltrona e a outra relaxadamente no chão.  Sua camisola ergueu acima do meio das coxas, cheguei pertinho lentamente e assisti a um show emocionante, minha irmã estava sem calcinha e sua boceta lisa com os lábios ligeiramente separados, estava totalmente visível e ao alcance de minha mão.  Eu admirei seu sexo por quase uma hora, tocando meu pau primeiramente por cima do meu short, depois enfiei minha mão por dentro do short e acariciei meu pau com vontade e fui me animando e o tirei pra fora e punhetei meu bichano alguns momentos e em seguida sai rápido e, escondido em meu quarto, gozei ainda com a imagem da boceta de minha irmã em minha mente.  Desde aquela noite, eu fiquei ainda mais tarado pela Luana.
Um dia ao vasculhar suas coisas eu encontrei revistas pornográficas. Ela certamente lia à noite em seu quarto e deveria se masturbar durante a leitura, porque em cada uma das minhas inspeções, as revistas não estavam na ordem que eu tinha deixado.
Chegou o fim de ano, estávamos de férias e também meus pais. Amigos de meus pais chegaram sem aviso prévio, portanto, eu tive que ceder-lhes o meu quarto e dividir o outro com a minha irmã por uma quinzena. Tudo foi decidido pelos meus pais e durante a tarde eu ajudei meu pai a remontar a beliche no quarto de minha irmã.

 Naquela noite comemoramos o aniversário de casamento dos meus pais. Após comer muito e beber mais do que estava acostumado, eu estava de pilequinho. Fingi que sentia dor de cabeça e subi indo pela primeira vez para o quarto onde dormiria com minha irmã.  A lua estava cheia e apesar das persianas eu a via muito bem pela janela do quarto.   Fiquei somente de short. Eu dormiria na cama de cima, mas deitei na cama de baixo, não iria dormir ainda, estava animado demais porque dividiria o quarto com a minha irmã e imaginava poder vê-la em roupas íntimas, ou quem sabe, nua.
Passou muito tempo até eu ouvir passos próximos a porta do quarto. Comecei a respirar longamente fingindo dormir, porém eu via através dos meus cílios, que minha irmã vinha em direção da cama, ela verificou se eu estava dormindo, sacudindo o meu braço, mas eu fingia dormir profundamente.
O momento que eu esperava finalmente chegou, Luana despiu-se revelando os seus seios nus e ela estava usando uma calcinha fio dental que mal escondia sua boceta lisinha. Então ela colocou uma camiseta para dormir e tirou o fio dental. Minha irmã apagou a luz do abajur, se inclinou sobre mim me beijando na testa e seus seios tocaram em minha boca, ela riu e disse baixinho:
— Bem... Acho que ele não vai se incomodar!
E levantou o lençol me descobrindo... Naquele momento meu coração começou a bater descontroladamente.
Eu sempre respirando profundamente e regularmente, senti que meu coração iria explodir ao sentir minha irmã levantando muito suavemente meu short para ver o meu pau.  
— Nossaaa... Que pênis grande que ele tem ai! Ela sussurrou, e deixou o meu pau de fora. Estou sonhando pensei, mas era real, o álcool certamente tirou as inibições dela.
Então minha irmã ajoelhada no tapete e inclinada sobre meu pau, começou a fazer de tudo com meu bichano, no início lambia e chupava apenas a cabeça, pra depois engolir o sugando com sua língua macia e sua boca quente. Era difícil me conter e, especialmente meus gemidos que iriam me trair.

Luana então se deitou de costas no pequeno espaço que tinha ao meu lado, com as pernas afastadas sendo que uma ficou pra fora da cama e outra colada em mim, começou a se masturbar. O quarto estava iluminado pelo luar e através das minhas pálpebras parcialmente abertas, eu podia ver... Ela gemia baixinho se contorcendo e ainda pensando que eu estava dormindo “eu deduzi”. Parava vez ou outra para garantir que não me acordaria.
Observando o seu respirar, senti que ela estava a ponto de gozar. Meu pau latejava de tesão, ansiava por desfrutar do sexo dela. Arrisquei um bote, dei meia volta para o lado e deitei em cima de minha irmã.  Ela me rejeitou empurrando-me com as mãos... Depois de ter sido rejeitado, nem tive tempo de ficar frustrado, ela ansiosa puxou minha cueca até os meus joelhos, veio por cima de mim e com sua mão pegou em meu bichano e colocou em sua boceta e soltando o corpo deixou-o penetrá-la, houve apenas uma pequena resistência fazendo-a soltar um Ohooooo abafado e meu pau foi até o fim. Sua vagina estava ensopada.
Minha irmã muito animada não tinha mais nenhuma resistência com minhas mãos que acariciavam sua bunda enquanto ela subia e descia em cima de meu pau com as mãos espalmadas em meu peito... Foram momentos de prazer que não imaginei que seriam tão bons... E gozamos juntos... E novamente. Nada nos parou naquela noite, nós não trocamos uma palavra, mas trocamos as posições várias vezes. Pela primeira vez na minha vida, eu desfrutava de tudo que sonhara um dia fazer com uma garota, beijar a boca e seus seios e finalmente transar. Eu beijei e transei com uma garota, minha irmã.
Ainda extasiado de prazer, emoção e cansado, nós adormecemos.
Pela manhã Luana estava um pouco envergonhada, mas eu não, e ainda queria mais e mostrei-lhe a minha ereção matinal.  Minha irmã falou que temia que alguém nos flagrasse, mas pegou meu pau e me masturbava. Eu me sentia poderoso e o cara mais feliz do mundo, especialmente vendo-a se tocar na boceta ao mesmo tempo em que me punhetava. É muito emocionante vê-la esfregar seu clitóris. Quando ela gozou, parece que eu sentia o mesmo prazer e gozei muito, meus jatos de esperma foram em sua barriga e seios...
Nós transamos todas as noites seguintes. É o máximo foder todas as noites.
Quando chegou o dia dos amigos irem embora, eu tive que voltar para o meu quarto, mas eu continuei a transar com a Luana.
Por dois anos transamos com frequência, até que ela arrumou um namorado, mas ela ainda me procurava e a gente transava quando tínhamos oportunidade.
Pouco tempo antes dela se casar, nossas transas chegaram ao fim, apesar de eu ainda tentar seduzi-la, mas ela pediu pra colocar uma pedra em cima e nunca mais falarmos nisso, eu respeitei o pedido de minha irmã, mas ficou a saudade do tempo que éramos amantes.” – Fim.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 19 de julho de 2014

Ligeiramente Grávida

Na semana seguinte após ter me entendido com o professor, fui convidada novamente pelo diretor do colégio a visitar sua sala.
Aff! Será que eu colei chiclete na cruz?
— Seja o que for que disseram diretor, é mentira, eu não fiz nada de errado.
Depois dele ironizar a minha entrada espetacular falou que o motivo da conversa eram minhas vestes.

— Aqui é um estabelecimento de ensino e não um baile funk mocinha.
Eu argumentei que aquela era minha roupa do dia a dia: calça jeans, blusa e estava até de sutiã, mesmo a contragosto.
Tudo bem que minha blusa estava um palmo acima do umbigo e a calça um palmo abaixo, mas não exibia nada de íntimo, mesmo porque eu aparo os pelos da piriquita a deixando careca.
Enfim, precisei pegar emprestado uma camisa com um menino, ou iria voltar pra casa, levaria falta e mais uma advertência.
Para evitar novos problemas, não voltei de carona com o professor 
naquela sexta-feira, pois os boatos já corriam soltos no colégio.
Encontrei com ele na BR no sábado à tarde e fomos para sua casa.
Após um delicioso aquecimento preliminar ele pegou um preservativo, disse que tinha sido loucura transarmos sem camisinha das outras vezes. Peguei a borrachinha de sua mão e falei:

— Olha amor o que eu aprendi na internet.
Ele ficou doidinho quando eu coloquei a ponta da camisinha na boca e depois sobre o seu pênis e engoli ele todinho enquanto empurrava a borrachinha até embaixo.
Depois dele me comer nas posições mais gostosas possíveis, eu cheguei ao êxtase e mesmo não sentindo o esperma gostoso enchendo minhas entranhas, curti muito a borrachinha quentinha e cheiinha dentro de mim.
Trocamos algumas carícias enquanto recuperávamos o fôlego, ele deu uns tapinhas em minha bunda percorreu o meu rego com o dedo indo e vindo. Elogiou dizendo que era o bumbum mais lindo que já viu.
— Que provar para ver se também é gostoso? — falei sem me preocupar que me considerasse uma vadia. Na cama vale tudo.
Ele ficou surpreso com a minha oferta e disse que queria muito.
Brinquei com seu pau em minha boca até ele ficar rígido novamente, o cobri com um preservativo e me ajeitei sentando sobre ele… Ooooo Deeeus! Não tinha como não gemer alto ao sentir meu anelzinho sendo alargado enquanto engolia aquilo tudoCavalguei alucinada naquele nosso primeiro anal.
Depois ele me colocou de quatro e não parou de me enrabar e socar os dedos em minha boceta até eu ser agraciada com um gozo sem fim e quase desfalecer.
Enquanto ele se desfazia de mais uma borrachinha cheia, ele disse que sua ex nunca o deixou fazer isto e que havia amado de montão.

***

Os dias passaram. Duas semanas depois, em uma quinta-feira qualquer, eu estava começando a ficar preocupada. As cólicas eram fraquinhas — isso era bom —, mas minha menstruação estava atrasada e isso era muito mal.
Deduzi que o uso da camisinha começou tarde demais.
Dei o bolo no professor no final de semana, disse que não estava legal. Realmente não estava e fui piorando, sentia muito sono e um tremendo mal estar. Além disso os meus mamilos estavam inchados e doloridos.
No sábado fui à farmácia e comprei um teste de gravidez que faria em casa na manhã seguinte. Ainda naquela tarde de sábado eu estava no sofá da sala pensando na barra que seria se realmente estivesse grávida. Bateu uma tristeza e meus olhos se encheram de lágrimas, foi quando meu avô entrou e viu a minha carinha de choro.
— O que foi bebê? — tá dodói?
Meu avô ainda me tratava como seu eu tivesse três anos de idade, eu adorava, ele era muito carinhoso e atencioso comigo.
— É só cólica e dor de cabeça, passa logo — expliquei.
— Deve ser falta do colo do vovô.
Eu adoro o colo dele desde pequenininha, é o único que nunca abusou desta situação, sempre me tratou como criança.
Sentei em seu colo e o abracei, tive uma vontade tão grande de chorar e contar a minha aflição. Ele acariciava meus cabelos dizendo:
— O vô vai proteger e cuidar do meu bebê.
Sentia-me segura ali com meu avô, se realmente estivesse grávida, contaria pra ele primeiro, tenho certeza que ele me apoiaria neste momento tão difícil.

… Estava do sexto pro sétimo mês de gravidez. Alisava meu barrigão deitada em minha cama.
Senti alguém deitando por detrás de mim. Este mesmo alguém me abraçou e segurou em meus seios que estavam enormes naquele período. Só então me dei conta que estava nua. Eu não vi quem era, mas pela voz eu sabia que era o meu avô. Ele sussurrou em meu ouvido:
— O vovô vai ser carinhoso com seu bebê.
Quando senti o contato do seu corpo, percebi que ele estava peladão. Levantou a minha perna e foi se acomodando no vão formado e ficou coladinho em minha bunda com sua perna entre as minhas. Gelei quando começou a roçar seu pau em minha boceta, fiquei muito assustada com a segurança do meu bebê e, não, por estar sendo comida por meu avô. Quando senti que me penetrou, também senti todo o seu carinho e de repente deduzi que estaria protegida. Senti muito tesão e desejo, pois não tinha tido relação sexual desde que engravidara.

Deixei fluir e comecei a mexer devagar e aumentando o movimento no ritmo de suas estocadas em meu sexo. Tinha a sensação de estar em transe ou entorpecida. Não demorou e ele gozou dentro de mim, desesperada eu quis gozar junto, mas não tinha forças para continuar a remexer meus quadris. Senti frio e ouvi alguém chamar meu nome ao longe e bem baixinho. Não dei importância, estava curtindo o momento e queria desesperadamente chegar ao clímax.
A voz que chamara aumentou o volume e parecia estar se aproximando e eu a reconheci, era a voz da minha avó. Por um instante eu até quis sair dali, no entanto eu estava quase gozando e tudo aquilo era bom demais… Ela estava chegando e eu não conseguia ou não queria mais parar. Meu avô sem se importar continuava bombando em minha boceta… Senti uma mão no meu ombro e o grito de minha avó:
— MILAAA! — A Carol está te chamando.
Acordei assustada, tinha dormido no colo do meu avô e ele deve ter me colocado deitada no sofá. Não tinha barrigão, que alívio, foi só um sonho. Fui atender a Carol.
Na manhã seguinte fiz o teste de gravidez que comprei e felizmente ele deu negativo. Fiquei aliviada, mas se não descesse nos próximos sete dias eu teria que fazer um novo teste.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Bebinha no Parque

Primeiro dia de aula após as férias de julho. Estava no pátio e o professor Marcelo se aproximou de mim se desculpando. Eu ainda estava puta com ele, mas até que foi engraçado nosso primeiro e último encontro: no auge daquela transa — com ele em pé me segurando em seus braços — eu gemia gostoso com mais um orgasmo quando sua ex-esposa surgiu batendo na porta de modo ensandecido. Ele praticamente correu da sala para a cozinha de sua casa, comigo grudada em seu pescoço e nossos sexos ainda encaixados.
Voltando para o presente e o pátio da escola: após a seção de desculpas ele entregou meu caderno que havia ficado em seu carro naquele dia e disse:
— Seu dinheiro está ai dentro.

Ainda faltava um objeto de minha propriedade, era a minha calcinha que ficou em sua casa quando eu sai às pressas naquele dia. Eu abri o caderno e falei com carinha de brava:
— Mas a minha calcinha não está aqui e ela combina com esta blusa amarela — levantei a frente da minha saia.
— Olha pra esta calcinha vermelha, não combina, quero a amarelinha de volta — ele ficou tenso.
— Baixa isso sua doida! — você vai encrencar nós dois.
Ele não sabia onde enfiar a cara.
Os dias passaram, eu dei um gelo no homem, mas ele tentava envolver-me com suas palavras de carinho. Um dia em que a última aula foi com ele, após o sinal o pessoal saia rapidão, mas ainda havia algumas "testemunhas". O professor pediu para que eu fosse até sua mesa e me surpreendeu presenteando-me com uma gargantilha (a mesma era banhada a ouro). Que micão, fiquei sem graça e sem ação só sentindo os olhares da turminha pra cima de nós. Voltei ao meu lugar tentando parecer natural.
Nas aulas seguintes o professor insistentemente procurava o meu olhar, eu tentava não demonstrar emoção, mas era difícil competir com o meu desejo de transar com ele novamente. Certo dia eu não consegui reagir ao perceber que eu era o seu alvo, correspondi e fui fisgada por aquele olhar de desejos. De imediato e mentalmente me chamei de idiota por não conseguir tratá-lo friamente.

Na saída da aula ele insistiu muito para que eu aceitasse uma carona, pois ele precisava falar comigo, eu não aceitei, mas combinamos de ir ao parque no dia seguinte (sábado) para conversarmos, distante da escola seria melhor para nós dois.
Naquele sábado pela manhã nos encontramos na BR, bem próximo de minha casa. Combinamos de comprar um lanche para comermos no parque. Enquanto ele ia à lanchonete da loja de conveniência, eu fui pegar água e algo mais para bebermos; escolhi um Martini bianco e copos descartáveis. Nos encontramos no caixa e ele olhou esquisito pra bebida, mas no fundo gostou.

Nosso piquenique foi agradável e rolaram alguns beijos naquele parque movimentado. Eu já o tinha perdoado depois de bebermos toda a garrafa. Combinamos de ir até sua casa para termos privacidade em nosso namoro.
Quando desci do carro, já no interior de sua garagem, percebi que havia bebido um pouquinho a mais, estava bem alegrinha (acho que de porre mesmo). Entramos na sala e eu nem consegui chegar ao sofá, sentei no chão mesmo.
Lembro que ele se agachou tomando-me em seus braços e beijou-me. Não recordo do tempo decorrido e dos detalhes sem importância, só recordo de já estar sem calcinha sentada em seu colo com seu membro todinho enfiado em minha boceta e remexendo bem safada. Beijei-o com muito tesão enquanto sentia suas estocadas.
Ele sabia como provocar meu tesão a ponto de me enlouquecer. Cheguei ao primeiro orgasmo… Ahhh! Magia pura, deve ser igual a estar no paraíso.
Acho que tive um apagãozinho ficando fora de área novamente, quando "voltou o sinal" estava debruçada sobre o sofá, toda entregue e submissa com ele atrás de mim socando em meu sexo. Virei meu rosto e brincamos com nossas línguas, queria que momentos assim fossem eternos.
Eu já estava chegando ao clímax novamente e sentia que ele ia gozar também. Estava completamente cadelinha querendo sentir a porra daquele homem me inundado… Estremeci de prazer com meu orgasmo, porém ele ameaçou tirar de dentro.
— Eu te mato se parar agora! — falei autoritária.
Segurei seu braço e empurrei minha bunda contra seu corpo mexendo e gozando feito doida.
— Não para amor, não paaaraa!
Eu implorava com voz de choro e o êxtase tomou conta do meu corpo quando o líquido morno me invadiu. Aaaii! Gemi e gritei com meus espasmos de gozo intenso. Só me lembro de ouvi-lo dizer:
— Você me tira a razão sua maluquinha.
Achei bem carinhoso aquele “maluquinha”.

Acordei assustada, não sabia onde estava e aos poucos fui me localizando. Estava deitada nua em sua cama e morrendo de sede, minha cabeça doía. Eu devo ter apagado de vez e ele me trouxe pra cama, mas por que eu estava nua? Lembrei vagamente dele me dando um banho.
Vesti uma camisa que estava no quarto, servia como um vestido em mim. Fui até a sala e o encontrei navegando em seu note.
— Nossa professor, já é tardão, você deveria ter me acordado.
— Vou fazer algo pra gente comer, princesa.

— Deixa pra próxima, preciso ir embora.
Peguei umas batatinhas que tinham sobrado do lanche e fiquei beliscando.
— Tenho que ir agora ou vai dar treta com meus avôs 
— você me leva?
Ele ainda tentou convencer-me a dormir com ele naquela noite dizendo que eu poderia ligar para meus avós e dar-lhes uma desculpa.
Expliquei que não dava e planejaríamos para outro dia.
No caminho de casa fui pensando: “Estamos levando isto muito a sério e alguém pode se machucar”.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Estudo e Sedução

A agitação da minha vida social tirou meu foco dos estudos, o primeiro semestre do terceiro ano do colégio foi um drama, eu até que me esforço, sento na primeira fileira pertinho da mesa dos professores e sempre me ofereço pra ajudar em algo nas aulas. Geralmente estou de saia e blusa e nas minhas cruzadas de pernas, deixo os professores – quando são homens é claro – verem bem mais que minhas coxas, minhas calcinhas de rendinha, por exemplo, mas já teve um caso excepcional que eu estava sem calcinha, eu a perdi antes de chegar ao colégio.
Adoro blusas decotadas, e quando é de abotoar, eu abro propositalmente um botão a mais para deixar meus seios insinuantes quando estou escrevendo.
Sobre as matérias: Ciências Humanas eu tiro de letra, e Química também, principalmente a “Química dos corpos” (risos), no entanto, cálculo não é o meu forte. Eu tenho aulas de matemática e física com o professor Marcelo – É meu primeiro ano com ele – Muito fofo o professor, gato mesmo, fisicamente lembra muito o Thiago Lacerda – ator da TV globo.
Na semana anterior às férias de meio de ano, trombei com o professor no pátio e ele me convidou para as aulas de reforço durante as férias. Na verdade era um comunicado, eu teria que aceitar.
— Você vai precisar de aulas de reforço nas férias Kamila, serão três dias por semana e somente nas duas primeiras semanas de julho, gostaria que viesse.
— Legal, venho sim professor, não quero ir para recuperação no final do ano, é muito cruel.
Tudo acertado começaria na próxima terça-feira de manhã.
Fui terça e nos outros dois dias daquela semana fria.
Na semana seguinte, felizmente saiu o sol e o dia estava agradável, coloquei um vestido leve e que eu adoro. De material escolar eu levava apenas um caderno, lapiseira e borracha.
Cheguei cedo e somente o professor estava na sala de aula. Na semana anterior houve muitas trocas de olhares entre nós, ele passou boa parte da aula olhando minhas coxas e decote, mas não tivemos a oportunidade como tínhamos naquele momento, somente nós dois conversando enquanto a turma não chegava.
Eu já sabia que ele era casado com a professora de filosofia, ela não leciona em minha classe. Ele disse que não deu certo, brigou com ela e estavam separados há semanas. Ela voltou a morar com seus pais.
— Que pena, sinto muito. Vocês têm filhos? — ele respondeu que não.
O pessoal começou a chegar e a sala ficou cheia. Naquela turma tinha somente um menino da minha classe, ele era muito chato e bobão. Pegávamos o mesmo ônibus e eu passava vergonha com suas idiotices.
Horas depois, ao final da aula, todos estavam saindo rápido; afinal eram férias. Fiquei enrolando um pouco, pois queria dar tempo pro menino chato sair, eu pegaria o próximo ônibus.
Quando fiquei a sós na sala com o professor ele quis saber um pouco mais sobre mim. Sendo simpática e receptiva eu dei minha ficha completa, inclusive comentei onde morava. Ele falou que morava no bairro vizinho.
Enquanto isso eu fantasiava como seria transar com aquele professor, ali mesmo em cima de sua mesa.
Eu ainda estava viajando em meus pensamentos quando ele falou de modo carinhoso:
— Aceita uma carona até perto de sua casa Kamila?
Opa! Adorei, a conversa fora do colégio poderia ser mais produtiva e não correria o risco de pegar o ônibus com o menino bobão.
— Claro professor, adoraria.

Saímos juntos da sala de aula, ele sugeriu que eu esperasse do lado de fora, na calçada, enquanto ele ia pegar o carro no estacionamento.
Ainda caminhávamos pelo corredor do colégio quando cruzamos com a sua ex, ela me pediu licença e chamou-o para conversar. Deixei os dois e fui para o pátio de entrada e fiquei enrolando uns cinco minutos até ver o professor sair se dirigindo ao estacionamento. Fui para a calçada ficando a alguns metros do portão. Ele veio logo.

Ao entrar no carro perguntei zoando:
— O que foi? Ela quer voltar?
— Não, ela queria pegar umas coisas que ainda estão lá em casa. Queria ir hoje, mas eu disse que tinha um compromisso e não estava indo para casa e que ela fosse amanhã ou depois — falou com um leve tom de maldade na voz.
Eu disse em tom de brincadeira:
— Ueba! O compromisso é comigo? E aonde vamos?
— Aonde você quiser ir moça, mas seu namorado não iria ficar bravo?
— Não tenho namorado.
— Não tem porque você não quer não é Kamila? Uma moça tão bonita, eu vejo como os meninos te assediam.
— Eu acho que você também ouve o que as patricinhas invejosas do colégio falam: “Que sou a putinha dos professores”.
— Não ouvi falarem isso Kamila, e se ouvisse não daria ouvidos, não ligo para fofocas.
— Eu não sou putinha, mas também não sou santinha. Mas sei que o falatório é por minha culpa, curto muito fazer joguinhos de sedução, principalmente quando há riscos. Adoro sentir a adrenalina de situações perigosas. Melhor ser feliz e invejada do que ser santinha e frustrada.
Depois dele ouvir tudo e fazer cara de espanto e surpresa o com meu desembaraço, foi a vez dele me surpreender. Confessou que já faz algum tempo que esperava a chance de ficar a sós comigo. Disse que eu mexia muito com ele e 
o havia seduzido. Sonhava diariamente em ter-me em seus braços.
Agora ele agia como o professor tarado que quer comer a menininha. Ele gastou o verbo, como dizem, tentando me convencer que a muito tempo gosta de mim. Ele parou defronte a uma casa e disse que era onde ele morava, convidou-me para entrar e conhecer seu cantinho. Eu aceitei sem cerimônia, afinal ele não parecia ser um psicopata.
Já no interior da casa – na sala – eu gostei de ver, era bem arrumadinha e tinha um sofá bem gostoso. Eu não costumo perder tempo e quando ele perguntou se eu queria beber um suco ou água, falei:
— Eu prefiro um beijo, professor.
E abri meus braços o convidando, ele me agarrou pela cintura e o abracei pelo pescoço. Nossas bocas se fundiram em um beijo. Ele também não perdeu tempo e ainda me beijando caminhou comigo em seus braços em direção ao sofá. Acomodou-me sobre as almofadas, falou palavras carinhosas enquanto beijava meu pescoço.  Sua boca foi descendo… Puxou para baixo o meu vestido despindo os meus seios e os sugou parecendo estar faminto. O contato da sua barba por fazer, em 
minha pele, arrepiava meu corpo inteirinho.
Ele continuou descendo me beijando e sugando até a minha virilha, afastou minha calcinha para o lado e arrancou um gemido do fundo da minha alma ao lamber a minha fendinha.
Quando ele levantou para tirar sua camisa, eu tirei minha calcinha bem maliciosamente e a balancei exibindo pra ele.
— Dá ela de presente pra mim? — disse ele esticando o braço para pegar.
Eu de brincadeira fingia que ia dar e puxava de volta.
— Não dou, você é mau, me deu 5 na prova — 
Falei toda dengosa e de biquinho.
— Vai ganhar 10 nas próximas se me der a calcinha.
— Olha... Promessa é dívida professor.
E dei a calcinha pra ele. Após pegar, cheirar e beijar, enfiou no bolso da calça agradecendo.
— Seu doido! era brincadeira, não vou embora sem calcinha né?
Enfiei a mão no seu bolso e puxei minha calcinha, ele tentava pegar de volta brincando de luta comigo, deitou-me enfiando sua cabeça entre minhas coxas e começou a chupar lentamente meu sexo. Ahaa! Sua língua safada lambendo e penetrando em minha boceta ao mesmo tempo em que sua barba áspera roçava minha pele estava me enlouquecendo. Meu corpo estremeceu com pequenos choques de prazer.
Ele descobriu rápido os meus pontos mais sensíveis e como me dominar. Seus movimentos calmos e suaves deixou-me cada vez mais possuída. Estava quase gozando em sua boca sentindo sua
 língua brincando dentro de mim. Senti uma frustração passageira quando ele interrompeu aquele momento mágico e levantou para tirar suas calças e cueca. A pequena espera foi compensada quando vi seu membro duro apontando pra cima, senti um tesão enorme. Ajoelhei e abocanhei com carinho e o fiz gemer com minhas chupadas e engolidas. O professor gemia segurando minha cabeça e fazendo aquele pênis entrar e sair da minha boca.
Levantou-me pegando em minhas coxas e bunda. Ficou em pé comigo em seus braços, abracei seu pescoço enquanto ele ajeitava seu órgão em minha boceta a penetrando e me deixando maluquinha. Caraca! Como estava bom. Remexi meu corpo trepada em seu membro estocando fundo em mim com os apertos que ele dava em minha bunda. Meu coração palpitava forte e agora era absurdo o prazer que eu sentia. Com cinco minutos achava que ia morrer. Com quinze minutos eu tinha certeza, já estava no céu... Ahaaaa!
Comecei a gemer mais alto quando senti o clímax chegando… A porra da campainha tocou.
— Não, professor! Não para pelo amor de Deus! Eu vou gozar — falei com desespero me agarrando forte nele e mexendo bem vadia e gemendo de tesão.
— Não para, professor… não paaara... Ahaaaa!
Naquele instante bateram na porta e uma voz de mulher chamou o nome dele.
Ele tapou a minha boca abafando o meu 
gemido e falou:
— Puta merda! É minha ex — falou e saiu andando comigo que continuava curtindo meu orgasmo maravilhoso grudada em seu pescoço e com seu pinto ainda enterrado em minha boceta.
Já na cozinha...
— Desculpe, Kamila, mas pelo amor de Deus, você tem que ir embora, se ela te vê aqui eu estarei com minha vida fodida.
Soltei um suspiro de fim de gozo e decepção.
— E como vou sair se ela está na porta?
Falei brava enquanto descia do seu colo.
— Vai aqui pelos fundos que sairá na rua de trás — desculpe anjo, mas vai rápido, por favor!
Ele estava tão desesperado que ia me empurrando.
A mulher continuava batendo quase arrebentando a porta e gritando:

— Eu sei que você está aí, abre esta porta! — ela parecia estar puta de raiva, ia dar treta com certeza.
Passei pro lado de fora e ele fechou a porta. Puta merda! Minha calcinha ficou no bolso dele, mas agora não poderia voltar. 
Porra! Meu caderno também ficou no carro dele e com o meu dinheiro dentro.
Merda! Seriam mais de 30 minutos de caminhada até minha casa.
Sem grana e sem calcinha fui andando, no caminho eu pensava “Será que a professora viu quando eu entrei no carro dele na porta do colégio?”
Só saberei depois das férias, não vou mais ao reforço, acredito que já estou aprovada na matéria dele (risos).


Beijos queridos amigos, até a próxima!

domingo, 6 de julho de 2014

Rodoviária de Campinas

Em um final de domingo em que eu voltava de Itajaí, desci em Viracopos e fui para a rodoviária, passava um pouco das 18h e o próximo ônibus para Brotas sairia somente às 20h5m. Fui comer algo, pois eu chegaria em casa somente depois das onze da noite.
Cheguei ao caixa da lanchonete juntinho com um cara super simpático que cedeu-me a vez. Dois minutos depois, enquanto aguardávamos o pedido, ele puxou conversa:
— Está chegando ou saindo de viagem?
— Chegando, mas ainda vou pegar um ônibus para Brotas, eu moro lá.
O carinha aparentava ter uns 25 anos, negro, alto e de sorriso lindo, lembrava o Dida “goleiro”. Pegamos nossos lanches e ficamos ali mesmo na ponta do balcão. Perto daquele gigante eu parecia um chaveirosinho. Durante nosso papo era impossível não sentir um calorzinho me aquecendo
 as partes ao notar seu olhar explorando o meu corpo e me despindo em pensamento. Por outro lado, eu não conseguia disfarçar meu interesse por seu membro que parecia ter uma ereção acobertada pela calça Black jeans justa. Aquele negócio deveria estar sufocado sendo esmagado pelo tecido grosso.
Esforcei-me para continuar atenta ao assunto da conversa: ele disse que morava a duas quadras dali, trabalhava como técnico em refrigeração e algumas coisas mais sobre ele.
Terminamos de lanchar e um clima começou a rolar, saímos da lanchonete e sentamos em um banco para continuar o papo.

 Vou te fazer companhia até a hora do seu embarque — Ele falou.
Adorei, queria muito que ficasse.
Aparentemente eu o incomodei, já que não conseguia parar de olhar para sua região genital. Ele examinou a si mesmo e perguntou:
— O que foi linda, tem algo errado comigo?

Fiquei sem graça por ter sido notada a minha indiscrição. 
— Desculpe, é o volume em sua calça — não está te machucando?
— Quando tenho uma ereção incomoda ficando quase insuportável — ele riu gostoso após seu comentário.
— Geeente! — falei fazendo cara de espanto.

Fiquei em dúvida se ele estava me zoando ou se estava realmente afirmando que aquilo ainda estava mole.
Arrepiei quando ele acariciou o meu rosto.
— Você é muito bonita Kamila.
Fui pega de surpresa, ele pegou em minha nuca me puxando pra ele e me beijou. Ah! Claro que correspondi, eu já estava com o fogo ardendo por debaixo e toda úmida. Após saborear o primeiro beijo trocamos olhares sem nada dizer, mas que dizia tudo, queríamos um ao outro naquele momento. Nos abraçamos e senti o gosto de sua boca na minha novamente em um beijo carregado de tesão.

A seguir ele falou em meu ouvido:
— Vamos para um lugar mais tranquilo linda?
— Não posso, tenho que pegar meu ônibus — respondi com frustração, pois eu estava muito a fim de ficar com ele.
— Eu trago você a tempo, linda, prometo.
Olhei para o relógio da rodoviária, ainda faltava uma hora e meia pro embarque. Eu estava afinzona dele, no entanto tinha medo, poderia ser tudo mentira o que ele havia dito até então. Por outro lado, era delicioso imaginar que estaria fazendo sexo com um estranho que não sabia quem era e nem o que ele pretendia fazer comigo. Era muita adrenalina. Mesmo nos dias de hoje, com alguns anos a mais de experiência e depois de tomar alguns revés, meu tesão ainda vai a milhão quando entro em um jogo correndo riscos e sem conhecer as regras.
Eu já havia tomado decisões erradas antes, mas continuava incorrigível. Decidi ir com ele sem pensar muito.
— Então linda, vamos?
— Onde você vai me levar? — tem que ser aqui perto.
— Podemos ir pra minha casa, fica a 5 minutos andando — vamos?
Algo nele me inspirava confiança, dei um foda-se pro perigo e pulei de cabeça. No caminho ele falou que dividia a casa com um amigo, o mesmo trabalhava em um restaurante e chegaria somente depois da meia noite.
Assim que chegamos a sua casa aproveitamos cada segundo, levou-me ao seu quarto e entre beijos e carícias ele me despia e também tirava sua roupa. Perguntei se eu poderia tomar uma ducha rapidinho; ele me deu uma toalha e fui ao banheiro. Após a ducha expressa eu voltei enrolada no tecido felpudo, ele estava deitado em sua cama coberto com o lençol.
— Vem gata, deita aqui.
Eu soltei a toalha úmida e a larguei em uma cadeira enquanto sentia-me envaidecida e seduzida ouvindo os seus elogios ao meu corpo. Ele levantou o lençol mostrando o seu corpo nu... Meu Deeeuus! O que era tudo aquilo? Naquele momento, sim, seu membro começava uma ereção; e era incrivelmente grande a ponto de deixar-me assustada e preocupada com o comprimento, todavia também fiquei doidinha para tocá-lo e senti-lo.
Eu deitei e recebi seu abraçando seguido de um longo beijo e o calor do seu corpo másculo se esfregando em mim. Segurei seu pinto e ainda estava em dúvida se era mesmo real. Curvei-me e chupei aquele pirulito gigante... Sim, era real e delicioso.
Após gostosas preliminares ele veio por cima de mim, ajeitou seu sexo no meu e foi introduzindo devagar me fazendo suspirar.
O tempo em que fui penetrada por toda a extensão do seu pênis pareceu durar minutos, estremeci com arrepios comparando aquele pau com uma enguia se invadido todo o meu interior. Minhas palpitações estavam no ritmo do seu pênis latejante chegando ao fundo de minha vagina. Mantive a respiração presa até que tudo aquilo me penetrou arrancando-me um gemido de satisfação e contentamento.
Ele começou a movimentar-se para frente e para trás, eu sentia um ligeiro desconforto no abdômen, seu membro tocava o colo do meu útero, mas não diminuía o prazer. Ele intensificou as estocadas, pois com certeza notou a euforia em meu rosto. Eu comecei com meus movimentos instintivamente para acompanhar os movimentos dele. Foram momentos de intensa magia com ele se controlando para retardar a ejaculação.

Aumentei meus movimentos no momento do clímax, ele acompanhou meu ritmo. Sem me reprimir eu gritei feito uma louca com o meu orgasmo... Caraca! Que tesão, não conseguia me controlar e também o fiz gemer cravando minhas unhas em suas costas. O som mais estridente de sua respiração, somado as estocadas vigorosas em minha boceta era o prenúncio do seu gozo.  E ele urrou de prazer, senti sua ejaculação poderosa aquecendo ainda mais a minha grutinha. O homem quase me matou de prazer, eu estremeci a cada pulsar do seu membro, senti contrações descontroladas em minha vagina. A sensação de êxtase foi como fogos em noite de Réveillon.
Lentamente minhas palpitações voltaram ao normal, estava acabadinha e deliciosamente satisfeita. Quando ele lentamente retirou aquela mangueira de dentro de mim e beijou-me, eu aninhei meu corpo ao dele e deitei a cabeça em seu peito… Tive um apagãozinho. Eu me entrego de corpo e alma nestes momentos de prazer intenso, acho que perdi a consciência por alguns instantes ou simplesmente adormeci. Acordei com ele me acariciando, abri meus olhos um pouco assustada, mas fiquei tranquila ao ver o seu sorriso enorme.
— Foi maravilhoso, gata — ele disse e insinuou continuar com os momentos de pegação. Eu adoraria, mas tinha que pegar meu ônibus.
— Que horas são? — perguntei preocupada.
Passava das dezenove e trinta.
— Eu tenho que ir fofo, adoraria fazer toda essa delicia novamente, mas tenho meia hora para pegar meu ônibus.

Falei que voltaria em breve para curtirmos mais um pouco e pedi para tomar outra ducha. Mesmo ficando ligeiramente contrariado ele entendeu. Fomos ao banheiro para fazer a higiene juntos e quase produzimos mais um pouco de calor, porém não havia nem mais um minuto a perder.
Consegui pegar meu ônibus a tempo e no caminho fui lendo as mensagens de carinho que ele me enviara via celular.


Beijos queridos amigos, até a próxima!



terça-feira, 1 de julho de 2014

Sexo Animal

Alguns dias depois que o pai da Carol comprou a barraca nova e a estreamos no Camping, ele voltou a fazer marcação cerrada em cima de mim.
— Vocês lembram né que eu prometi pensar no caso dele? (conto: Sexo a Três no Camping).
Então, ele achou que eu já tinha pensado demais. Até na saída do colégio ele foi me esperar com sua moto, em um dia que a Carol não foi ao colégio.

Aff, será que eu cobrei pedágio dos reis magos? Como diria o Félix.
Por sorte ninguém em especial viu quando eu subi na moto e vim de carona com ele. O safado parou no meio do caminho e quis me levar pro motel. Eu já estava irritada com a perseguição dele vociferei:
— Para de me seguir, que eu não sou novela — E nunca mais me espere na porta do colégio ou não olho mais pra sua cara — E eu não posso ir pro motel, deixei meus documentos em casa!
— Eu não aguento mais de tesão Mila, se não transar com você hoje eu enlouqueço e faço uma bobagem!
— Espera até domingo de manhã, meus avós irão pra igreja e a gente vai ter tempo pra curtir!
— Mas hoje ainda é quinta, não vou aguentar gata! Vamos lá pra casa do meu irmão, eles foram pra Ribeirão Preto e só voltam amanhã!
Não gostei muito da ideia de ficar sozinha com este homem tarado lá na casa, eu já fui lá algumas vezes com a Carol, é um terreno enorme afastado de outras casas e tem um cachorro enorme que fica cheirando minha bunda.
Mas pensando bem, era menos arriscado que em casa e também já me livraria do assédio dele por um bom tempo.
— Bora então, quando chegar lá eu ligo pra minha avó dando uma desculpa pelo atraso!
Lá chegando fomos recebidos pelo cachorrão, ele acompanhou a gente até o terreiro dos fundos. O pai da Carol pegou uma toalha que estava na mesa da varanda e arrumou-a no gramado debaixo de uma árvore ali no quintal.
— Vamos fazer picnic? Falei zoando.
— Não tenho a chave da casa, vamos ter que ficar aqui fora princesa!
Não me importei, acho que era até melhor. Fui tirando minha roupa, cheia de charme e provocadora, ele olhava babando e rasgando elogios. Fiquei somente com minha calcinha e coloquei tudo em cima da mesa longe do alcance do cachorro.
Ele fez o mesmo, mas tirou até a cueca.
— Vem princesa, vamos pro nosso dia de núpcias!
Falou bem sacana enquanto me pegava no colo e levou-me até a toalha, ficamos ali ajoelhados, ele elogiava meu perfume, a maciez da minha pele e juventude do meu corpo enquanto lambia e beijava meu pescoço, ombros e seios. Após um abraço nos beijamos bem demorado enquanto eu alisava sua bunda com carinho e ele com as mãos em minha nuca quase tirando meu fôlego com a volúpia do seu beijo.
Seu pau durão roçava meu ventre, coloquei-o entre minhas coxas e apertei sua bunda com força com as duas mãos. Ele parou de me beijar e falou um monte de sacanagem no meu ouvido.
Agachei pegando seu pênis com as duas mãos. Chupei a cabeça o engolindo devagar até sentir aquele membro entrando em minha garganta. Arranquei gemidos do homem, engolindo e voltando a boca devagar e brincando com minha língua por toda a extensão do nervo ereto.
Como diz o ditado: Eu teria dado um boi pra não transar com ele. Agora daria uma boiada pra não sair desta transa (haha).
Tirei minha calcinha e fiquei de quatro.
— Vem amor, quero sentir tudo isso dentro de mim!
Já havia deixado seu membro molhadinho de saliva. Ele ajeitou a cabeça em minha xotinha e foi enfiando aos poucos, eu me derreti toda.
— Ahaa, como isso é bom!

E comecei a mexer enquanto o sentia me alargando e tocando fundo dentro de mim. Ele foi aumentando o ritmo pegando-me firme pela cintura, meu gemido alto deve ter assustado ou excitado o cachorrão, ele nos observava ali pertinho uivando baixinho.
Aquela pegada continuou intensa por muito tempo. Quando senti suas contrações, o êxtase tomou conta do meu corpo, não era mais eu ali. Gozei falando e também ouvindo bobagens:
— Bem forte agora amooor... Me fode gostoso seu fdp!
Ele começou a bombar feito louco e gozamos juntos, eu agora não gemia, e sim urrava bem alto ao sentir aquele jorro de porra morna enchendo tudo dentro de mim.

Suas estocadas foram diminuindo até seu pau ficar molinho. Quando ele tirou de dentro, desabou exausto ao meu lado.
Eu permaneci quietinha e molinha, ainda de quatro, com os olhinhos fechados e com a cabeça apoiada no chão e curtindo um restinho de espasmo do meu gozo.

Tomei um puta susto ao sentir um peso sobre mim, era o cachorrão roçando aquele pinto enorme em minha bunda enquanto abraçava minha cintura com as patas. O pai da Carol quando viu, rosnou:
— SAI DAÍ NERO!!!
— Calma amor, ele também quer se divertir! Falei sorrindo.
E o pintão do Nero hora roçava meu cuzinho e hora minha xotinha, mas ele não conseguia me penetrar.
O pai da Carol ainda argumentou e reclamou.
— Vem cá amor, deita aqui na frente pra eu brincar com você enquanto ele brinca ai atrás! 
Eu pedi.
Ele deitou e eu abocanhei o seu membro e, enquanto chupava aquele pau ainda molinho e pingando, com a mão levei o pintão do Nero e o introduzi em minha boceta, o resto ele fez sozinho, socou tudo lá dentro.
— Ohooo!!!
Parecia que aquele pauzão ia me atravessar. E ele bombava bem rápido fungando no meu cangote, eu rebolava minha bunda e sugava e engolia o pênis do homem que reviveu e preencheu minha boca. A visão do Nero me comendo deve ter excitado o coroa de montão.

Foram minutos de sexo e loucura. Quando percebi que o homem ia gozar, eu o punhetei com a mão e a boca, ele gozou com tanto prazer que sentia seu tremor junto com os jatos de porra em minha boca.
Quase engasguei engolindo o esperma e estremecendo com o êxtase que percorreu todo o meu corpo... Ahh, o Nero gozou dentro de mim inundando-me todinha.Tirei a boca do pau do homem e gemi alucinada. Dei muitos gritinhos enquanto gozava sem parar.
Geeente, como isso é bom. O caroço no pinto do Nero cresceu bem na entrada da minha boceta... Caraca, Isso é impagável.
Após quase desabar de tanto gozo, falei carinhosa com ele afagando sua cabeça:
— Devagar agora menino!
Ele ainda ficou um tempinho com aquele bafão quente em minha orelha e curtindo meu carinho, quando ele tirou seu pintão vermelho de minha boceta, seu caroço saiu como se fosse uma rolha de champanhe estourando, junto veio muita porra e líquido de dentro de mim.

Ele começou a lamber a meleca em minha xotinha, eu sentei e evitei que ele continuasse, apesar de que estava morrendo de vontade, pois estava muito gostoso.
Acariciei o sexo do homem que estava molinho, parece que hoje eu não teria o anal novamente, que pena. Mas não falei nada, ele parecia contrariado, acho que era ciúmes do Nero (risos).


Depois tomamos banho de mangueira, eu e o Nero fizemos a maior bagunça. Em seguida, no caminho de volta pra casa, eu disse que curti bastante, mas que era pra ele diminuir a marcação ou não teria outra vez.

Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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