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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Virgem e nua debaixo de um homem

Em um passado não muito distante, quando ainda era eu , meu pai e minha mãe em nossa casa.
Era noite de sábado, quase 11 da noite, meu pai disse que estava passando mal com fortes dores no peito, minha mãe o levaria para o hospital. Pediu para eu arrumar minhas coisas que no caminho me deixaria na casa da Elaine, que além de amiga, naquela época também era sócia da minha mãe na loja de roupas.
Assim que chegamos a Elaine nos aguardava no portão. Desci rápido e minha mãe seguiu com meu pai.
— Fica tranquila, Mila, tudo vai acabar bem — disse enquanto entrávamos.
Levou-me para o quarto de hóspedes, já era tarde e falou para irmos dormir.
Passava das 9 horas da manhã quando acordei meio confusa. Após alguns segundos localizei-me. A casa estava no maior silêncio, fui ao banheiro escovar os dentes e tomar uma ducha.
Sai do banho só de toalha e descalça, esqueci de trazer um chinelo. Estranhei não ouvir ruído nenhum na casa, já havia dormido lá outras vezes e a Elaine tem mania de acordar cedo.
Eu gosto muito da amiga, ela parece mais moleca do que eu, sempre é muito divertido a sua companhia.
Fui até o seu quarto, a porta estava só encostada e com a cortina fechada. Estava escuro lá dentro, mas eu a enxergava deitada toda enrolada no lençol. Fui na ponta dos pés, pulei na cama e gritei:
— ACORRRRDA DORMINHOCA!!!
Tomei um baita susto, não era a Elaine debaixo do lençol, era seu atual namorado o Fábio, eu não sabia que ele dormira na casa.
O homem levou o maior susto, claro, deu um salto virando o corpo e me agarrou… Caiu por cima de mim. Meu susto e vergonha foram maiores quando percebi que ele estava peladão. Minha toalha subiu no movimento deixando minha xotinha nuinha colada no pênis dele.
Eu não tinha a malícia de hoje em dia e ainda era virgem, contudo fiquei muito excitada ao sentir a pele de um homem maduro e nu em contato com minha parte mais íntima. Ainda mais sendo o Fábio, ele é muito fofo, gato mesmo.
— Que susto você me deu menina, mas foi uma surpresa bem agradável — confessou ele com um sorriso sacana.
Senti seu pênis aumentando de volume e se alojando entre minhas coxas entreabertas. Quando ele ameaçou levantar eu senti como se fosse perder um momento mágico e único em minha vida. Instintivamente o abracei pelo pescoço e o beijei, ele correspondeu e sugou minha língua bem gostoso me beijando de uma forma bem safada. Apertei seu pinto durão entre minhas coxas mantendo-o preso no abraço.
— Meniiina, me solta! Acho que isso não vai dar certo.
— Por que Fábio, você não gosta de mim?
Falei com dengo meio tristonha. 
— Eu te adoro anjo, você mexe comigo de montão, mas você ainda é muito menina.
Odeio que me tratem como criança. Eu apertei ainda mais seu pinto entre minhas coxas, ele gemeu dizendo:
— Não faz isso!
Desci minhas mãos agarrando sua bunda e a apertei contra o meu corpo, ele gostou, pois começou a se esfregar em minha xota. Gemi baixinho, estava tão gostoso sentir seu peso sobre mim e seu pênis em minhas coxas roçando meu sexo.
— Menina, eu não aguento mais, vou acabar fazendo besteira.
Eu soltei o ar e um gemido bem gostoso enquanto alisava sua bunda e dei a entender que estava toda entregue.
— Não sou de ferro não — desabafou ele.
Levantou, abriu toda a minha toalha e abocanhou meu seio. Foram chupadas, lambidas e sugadas cheia de energia que estava deixando meus mamilos doloridos, foi descendo beijando meu ventre com parada em meu umbigo (risos... Faz cócegas) até chegar a minha vagina. Sugou-a como se saboreasse uma manga graúda e bem docinha. Aah! Ele havia me ganhado para sempre. O homem estava quase me engolindo toda e enfiou sua língua bem fundo em mim. Estremeci sentindo meu selinho sendo tocado, minhas pernas amoleceram e comecei a tremer de prazer e medo. Ele aprofundava a língua cada vez mais forte, que delícia, aquilo era estar no paraíso. Não aguentei de tanto tesão e… Ahh! Gozei e senti escorrer muito líquido de mim que não consegui conter. Ele parecia não se importar e continuava sugando minha boceta.
Jamais havia sentindo o prazer que senti naquele dia. Curti muito aquele momento especial em minha vida e fiquei vulnerável. Estava totalmente entregue, 
desinibida, sentindo-me poderosa e ao mesmo tempo cadelinha. Arreganhei minhas pernas me oferecendo, estava prontinha para perder meu cabacinho com ele e fantasiei que era sua mulher em uma noite de núpcias. Ele me pegou pela cintura como se eu fosse uma boneca e colocou-me de quatro na cama, lambeu e chupou da minha boceta até meu cuzinho indo e vindo várias vezes. Fiquei encharcadinha com sua saliva. No instante em que ele roçou a cabeça do seu pinto no meu buraquinho eu fiquei apavorada, aquele coisa grande ia me rasgar todinha.
— Para, Fábio! Por favor, estou com medo.
Falei isso, mas estava doidinha para sentir aquele pinto dentro de mim. Ele colocou entre minhas coxas, abraçou-me por trás se esfregando na minha bunda e massageando meus peitos.
— Não tenha medo anjinho, não vou te machucar, vou fazer com muito carinho prometo — sussurrou em meu ouvido.
O modo carinhoso como ele falou deixou-me mais tranquila e, não querendo parecer criança ou bobinha, comecei a mexer a bunda esfregando-me nele.
Ele beijou com carinho meu pescoço, foi descendo pelas costas arrepiando-me inteirinha e parou em meu meu buraquinho o lambuzando ainda mais de saliva. Ajeitou seu membro e começou a forçar a entrada. Fiquei cheia de tesão e pronta para aguentar tudo o que viesse.
Senti a cabeça do pinto entrando e rasgando meu buraquinho, lágrimas escorriam dos meus olhos e ia gritar de dor… Porém Ouvi um barulho de porta batendo na sala. Meu coração veio na boca me calando. Havia me esquecido por completo da Elaine. O Fábio falou baixinho e assustado:
— Vai, Mila, corre pro seu quarto!
Levantei rápidão e ia correr peladinha, ele sussurrou aflito:
— A toalha.
E a jogou em minha direção. Agarrei o bagulho e sai a milhão.
Quando já estava no quarto ouvi passos vindos da escada e a voz da Elaine que entrara no outro quarto.
— Ainda está dormindo meu amor? Desce que vou acordar a Mila e fazer o café pra nós.
Quando ela chegou ao meu quarto eu já havia vestido a camiseta e shortinho. Com a maior carinha de anjo perguntei onde ela estava. Respondeu que foi à feira.
Pouco mais tarde, estava na varanda sozinha com o homem e comentei:
— Foi por pouco né, Fábio? 
E rimos bastante.
Naquele momento eu já sabia que meu pai estava bem e voltando do hospital com minha mãe.

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Beijos queridos amigos, até a próxima!

5 comentários:

  1. Não brincou quando disse que gostava de perigo :*

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    1. Na verdade Icaro, passou de um gosto e virou um vício incontrolável! Bjs!

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  2. Muito belo conto em sabe como dar tesao em nos ksks

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