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sábado, 14 de junho de 2014

Sexo a Três no Camping

Eu e a Carol estávamos de volta ao mesmo Camping que viemos semanas atrás. Nossa turma agora era de cinco meninas e dois carinhas, um deles era o Bruno, o outro era o ficante de uma das meninas. 
No entanto tive que usar meu poder de persuasão alguns dias antes para podermos estar aqui, convenci o pai da Carol a comprar outra barraca pra ela, já que a antiga rasgou na enxurrada do último acampamento e foi pro lixo. O pão duro do pai dela não queria comprar outra.
Vesti-me pra batalha: uma regatinha de decote bem insinuante e uma calça legging, tipo arrasa quarteirão. Ele sempre vem com aquelas velhas brincadeiras de mão e tentando me encoxar quando estamos fora do campo de visão dos outros. 
Não deu outra, certo momento enquanto eu lavava um copo na pia, ele veio por trás me encoxando, abraçando o meu ventre e sussurrou no meu ouvido:
— Você fica tão gostosinha nessa roupa, não aguento de tesão. Por favor anjo, vamos nos ver novamente!?
Após nossa primeira transa (Veja o conto: “Sexo de Madrugada” ),  consegui administrar suas investidas e o estava levando em banho Maria.
Seu pau instalou-se em meu rego e enrijeceu rápido. Safadinha que sou aproveitei o momento e meu poder de sedução para conseguir meu intento. Empinei mais minha bunda, esfreguei-me nele e falei toda dengosa:
— Se você comprar outra barraca pra Carol, eu prometo pensar com muito carinho no seu caso!  
O safado prometeu que ia comprar, mas só por que eu tinha pedido com jeitinho (é um FDP mesmo). O que nós não fazemos pelas amigas, né gente? (risos)
Mas enfim, voltando ao Camping... Ainda era manhã, estávamos na piscina natural ao pé de uma cachoeira. Troquei muitas carícias com o Bruno. O contato por debaixo d'água nos protegia dos olhares alheios. Por várias vezes alisei seu pênis enfiando minha mão por dentro da sua bermuda de banho. Ele retribuía acariciando meus seios e minha xotinha. Durante a brincadeira pegava-me no colo e eu abraçava sua cintura com minhas pernas e acredito que dávamos a sensação que estávamos em uma transa, tamanha a intensidade dos movimentos. As meninas ficaram boladas comigo e disseram que iam fazer Rafting.
Por segurança,  os barcos infláveis descem as corredeiras com cinco e no máximo seis pessoas. Nós estávamos em sete.
— Vão vocês, estou meio enjoada, vou ao salão tomar uma tônica com limão! Falei encorajando-as a ir sem mim.
Bruno deve ter lido meu pensamento, na verdade queria era privacidade com ele.
— Também não estou a fim de ir, fico com a Mila lá no Camping esperando vocês pra gente almoçar! Comentou.
Tudo resolvido e as meninas foram para o ancoradouro, e quando eu e o Bruno ficamos sozinhos, olhei safadinha pra ele:
— Vamos achar um lugar sem testemunhas pra gente namorar?
— Por que não vamos pra minha barraca? Disse ele.
— Tá doido? Melhor não, há conhecidos do meu avô neste Camping, e eu me ferro depois!
— Pela manhã vi um lugar ali atrás do salão, parece ser legal e discreto! Sugeri.
Voltamos até as barracas no Camping, peguei minha toalha e a prendi na cintura tipo uma saia... Do nada surgiu uma mulher ao meu lado como se fosse um fantasma. 
— Nossa, que corpinho lindo, queria tanto um bumbum desses pra mim! Argumentou a estranha olhando e sorrindo pra mim.
Agradeci sorrindo também. Ela era muito bonita de corpo e rosto: cabelos pretos e lisos, curtinho de franjinha; lhe davam um toque oriental. Seus seios eram facilmente notados por debaixo do tecido fino da sua saída de banho. Ela deu tchau e seguiu em frente.
O Bruno que tinha acabado de sair de sua barraca perguntou: 
— Quem era?
— Apenas uma vizinha de Camping! respondi.
Fomos direto até os fundos do salão. Passamos por ela que havia sentado à entrada de uma barraca logo à frente e abriu novamente seu sorriso lindo quando passamos.
Seguimos por detrás do salão e descemos com cuidado um degrau de pedras. 
Paramos logo abaixo onde tinha um gramadinho legal, parecia ser o lugar ideal pra ter uma intimidade ali no Camping. Apesar de ter um gramado, o terreno era bem acidentado por pedras grandes, não era caminho pra lugar nenhum e longe da vista de curiosos. 
Forrei o gramado com minha toalha e não perdemos tempo, tirei meu biquíni e Bruno sua bermuda. Ajoelhamos na toalha e nos beijamos longa e carinhosamente.
Iniciei a preliminar gostosa chupando e me deliciando com seu membro. O cheiro de mato e seu aroma de homem era como lenha que aumentava meu fogo, eu queria engolir ele todinho.
Trocamos a posição e o garoto deixou-me doidinha com sua boca em meu sexo. Sua língua penetrou fundo em minha boceta e agitava rápido que eu delirava imaginando estar sendo penetrada por um réptil. Era impossível não gemer muito, tentava fazê-lo sem escândalo pra não chamar a atenção. Deuuus! como isso é bom. 
Já não conseguia aguentar mais o desejo de ser possuída, levantei e sentei com minha boceta em seu membro descendo meu corpo devagar. Prendi a respiração curtindo cada centímetro que deslizava pra dentro de mim. Soltei o ar junto com um suspiro de prazer, somente quando estava tudinho acomodado em minha vagina. Deleitei com as estocadas daquele órgão, completamente alheia ao resto do mundo. Delirei remexendo os quadris até meus bracinhos e pernas ficarem cansados de apoiar meu corpo. Mudamos para uma posição mais confortável, fiquei de quatro e o gato me penetrou outra vez, agora com estocadas selvagens e arrancando meus gritinhos. Não me importava mais se alguém visse ou ouvisse, estava nos céus e comecei a gemer mais vadia que nunca quando cheguei ao clímax. Ahaaa! Fui aos céus, meu coração quase parou. 
Ele não diminuiu as estocadas, no entanto tirou de dentro e pediu pra eu deitar. Provavelmente queria gozar no conforto do papai e mamãe.
Estávamos de costas para o degrau de pedras (o mesmo que descemos para chegar ali), assim que me virei levei um puta susto ao ver a mesma mulher sentada ali no degrau com a saída de banho aberta e sem mais nada por baixo. Se masturbava socando o dedo na boceta com os olhos cerrados como quem sente muito prazer.
Bruno e eu nos olhamos, primeiramente preocupados com a testemunha, e depois como quem diz “Foda-se”, nós continuamos, eu agora mais excitada do que nunca por estar sendo observada. Deitei de costas e o Bruno após lubrificar seu pênis, levantou minhas pernas deixando-me de franguinho assado, ajeitou e enterrou tudinho em meu rabinho.
Putz! que dorzinha do caralho, ele adora judiar de mim e eu adoro esta pegada mais bruta dele.
Já estava totalmente à vontade com seu membro acomodado dentro de mim, remexendo e gemendo sem pudor.
Levei outro sustinho ao sentir uma presença, a mulher, agora completamente nua estava ali ao nosso lado. Sem dizer nada agachou levando sua boca na minha. Adorei sua iniciativa, brincamos com nossas línguas ao mesmo tempo em que ela massageava meus seios.
Bruno continuava bombando no meu cuzinho, eu remexia como louca querendo chegar ao clímax novamente. 
Ela levou seu seio até minha boca e pegou minha mão colocando em sua boceta fazendo-me enfiar o dedo nela. Deixou de ser uma testemunha ocular para ser cúmplice. 
Aquela loucura virou suruba, eu chupava e mordia seu seio e com dois dedos socados em sua boceta, ela com seus dedos na minha e o Bruno socando muito forte em meu anus me alargando todinha. Meus movimentos eram similar ao de uma convulsão de tanto que me contorcia estremecendo com o êxtase percorrendo meu corpo. Ahh! o momento mágico chegou causando-me espasmos de prazer. No impulso, quase soquei minha mão inteira na boceta dela que parecia uivar como uma loba.
Toda molinha e já nem sabendo mais onde eu estava, senti minha mão encharcada e percebi que ela gozou e muito, no mesmo instante que senti um jato de porra enchendo meu buraquinho. Pelo urro que o gato deu, ela percebeu o gozo dele e sugeriu entusiasmada:
— Goza nos seios dela lindinho! 
Ele tirou seu pau de dentro e continuou com uma punheta deixando cair muita porra sobre mim. Ela passou a mão espalhando aquele mel em meus seios e lambia como uma cadela em um prato de mingau.
Eu ainda peguei um pouquinho daquele mel com um dedo, coloquei na boca chupando bem vadiazinha.  Alisei seu membro bem devagar da cabeça até as bolas fazendo o garoto se contorcer todo, deveria estar muito sensível ao toque. Ela ainda me chupava os seios, que agora estavam limpinhos, pois ela engoliu toda aquela meleca. 
— Amei vocês, são doidinhos demais! Falou a outra doida.
Somente depois, enquanto a gente se vestia, que nos apresentamos. Heloísa o nome dela, e disse que estava acampada ali com o marido.
Voltamos os três até o salão trocando mais informações. Continuei o papo com ela no banheiro feminino.
Ainda tinha muito final de semana pela frente pra gente curtir. 

Beijos amigos, até a próxima.

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