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sábado, 21 de junho de 2014

O Vibrador Era Uma Brastemp (O Técnico)

Naquela manhã minha mãe ainda estava de molho na cama, com a perna imobilizada, após ter torcido o joelho na quinta-feira. Ela falava ao telefone com o homem que veio arrumar a lavadora de roupa, ele acabou de chegar e estava lá em frente nosso portão.
— Vai lá atendê-lo, Mila, quando ele acabar vem aqui pegar o dinheiro.
Quando abri a porta e vi aquele quarentão em uniforme de trabalho, abanei-me bem sapeca e soltei um:
— Uaau!
Talvez inconscientemente eu tenha tara por homens de uniforme, ou por quarentão (risos).

Depois dos cumprimentos falei:
— Entra moço, a tranqueira está lá nos fundos.
Ele sorriu e foi atrás de mim.
— Você faz musculação, né? — perguntei.
— Não faço, não tenho tempo. Os pesos que levanto são as lavadoras — e riu gostoso.
Lá na área de serviço…
— Sua mãe falou que a máquina está fazendo muito barulho quando centrifuga.
Ele ligou no modo centrífuga, a bicha tremia um pouco e fazia barulho de algo batendo. Eu falei:
— Eu acho que ela treme pouquinho — você assistiu a um filme que um casal transava com a mulher sentada em cima da lavadora? — fazendo cara de safado ele respondeu que sim.
Eu estava toda cheia de ideias e pedi que me colocasse em cima daquela coisa. Ele não entendeu nada, mas foi muito simpático e pegou-me pelas axilas e colocou-me sentada na lavadora que ainda estava ligada. Quando ele tirou suas mãos de mim, eu bem safadinha fingi medo e dei um gritinho.
— Ai! Me segura moço! — grudei os braços em seu pescoço e com o rosto colado ao dele falei na cara dura:
— Você já transou assim?
Ele sorriu meio sem graça e olhou de canto de olho para a porta parecendo estar preocupado. Disse que ainda não fiz assim.
Eu já tinha notado sua aliança e quis saber se era a mulher dele que não curtia estas doideiras ou ele que não quis tentar. Falou que foi por falta de oportunidade, pois em sua casa mora muita gente.
Assumindo meu lado periguete perguntei, assim de boa, se ele queria experimentar comigo.
— Moçaaa… Você tá zoando, né?
— Estou falando sério, a gente pode transar como no filme.
Ele ficou sérião, disse que eu ia complicar a vida dele se minha mãe ouvisse isto. Falei que ela estava lá em cima com a perna imobilizada e só poderia descer com ajuda de outra pessoa.
— Sente a vibração… Não é gostoso? — vem moço, não tem perigo, e eu já fiz 18 anos.
Falou que era muita loucura, mas estava difícil resistir a uma gatinha como eu.
— Tem certeza que não vai dar sujeira?
— Não vai, prometo, mas só faço se você aumentar a vibração igual ao filme.

Disse que era fácil e me tirou de cima do bagulho um pouquinho. O homem ficou animado, mexeu no pé da lavadora depois pegou um tapetinho de banheiro e panos de limpeza que estavam no tanque, fez uma bola com eles, colocou dentro da lavadora e ligou… Aff! A bicha tremeu que até andou sozinha pela área de serviço. Ele me colocou de volta lá em cima e perguntou se estava melhor.
Caraca mano, tava o bicho, eu quase gozei só de sentar.
— Vem sentir também!
Falei estendendo os braços para ele e ao se aproximar eu o abracei.
— Você é bem doidinha.
Eu o calei com um beijo, enfiei minhas mãos por dentro de sua camisa e acariciei aquele corpo másculo.
Ele desceu a boca pelo meu pescoço enquanto eu baixava minha blusa folgadinha oferecendo meus seios. Estava muito gostosa a chupada e o amasso, mas a gente não tinha muito tempo, ia levantar a suspeita da minha mãe. Pedi para tirar meu shortinho, a gente não poderia demorar muito.
Levantei meu corpo apoiando com os braços. Ele ainda deu a última olhada de preocupação em direção a porta e entrou de vez na minha loucura. Tirou meu shortinho e fiquei praticamente pelada, pois pra variar estava sem calcinha e minha blusa estava na cintura. Admirou minha xota lisinha quando 
levantei e abri minhas pernas oferecendo minha boceta pra ele. O cara fez uma expressão de quem diz: "Como você é safada", e tipo um lobo faminto ele enfiou a cara entre minhas pernas e socou a língua.
Geeente! Que tesão. Deitei minhas costas na máquina e meu buraquinho também sentiu sua boca e língua. Ele só parou para descer suas calças exibindo seu pinto durão. Tive muita força de vontade para me conter e não cair de boca, pois o tempo era curto.
Ele brincou com a cabeça do pênis na entrada da minha xotinha como quem saboreasse cada segundo daquela loucura. Eu não aguentaria nem mais um segundo daquela tortura, estava doida de desejo de ser penetrada.
— Assim você me mata, moço.
Ele p
arou de judiar de mim e de perder tempo, ajeitou e enfiou aos pouquinhos na minha boceta que estava ensopadíssima e vibrava junto com a lavadora engolindo aquele cacete. Ahh! Não sei quem era mais gostoso, ele ou a vibração. Vocês não tem noção a delícia que é aquele membro bombando em minha grutinha em cima daquele vibrador enorme.
Meus gemidos por sorte foram abafados pelo barulho da lavadora e meu gozo veio rapidão… Jesus! Que loucura e que tesão.
Ele continuou bombando, e mesmo morrendo de vontade de sentir seu jatos em minha boceta, pedi pra ele não gozar dentro. 
Ele fez cara de frustrado, mas antes que reclamasse, eu disse que era pra ele gozar atrás. O homem ficou todo feliz e tirou de dentro. Desci e deitei o tronco sobre a lavadora e ofereci minha bunda pra ele que não perdeu tempo.
— Que bundinha mais linda, princesa.
Acariciou meu bumbum, encostou pressionando seu pau lubrificado no meu buraquinho. Depois que a cabeça entrou o restante foi todinho pra dentro de mim. Caralho! Abafei o gemido ao sentir aquela dorzinha gostosa, que doideira era aquilo tudo. Fiquei tremendo com o tesão que percorreu meu corpo que vibrava inteirinho encostado na máquina.Meus dedinhos tocavam meu clitóris no mesmo ritmo do seu pau indo e vindo dentro de mim.
Depois de estocadas alucinantes ele me encheu de porra… Fui aos céus novamente tremendo com meu clímax, e nem era mais por causa da Brastemp, pois ela já havia desligado. Ele foi muito carinhoso, beijou e acariciou minhas costas e bunda. Não consegui sair dali de imediato, ainda sentia espasmos de prazer com meu corpo finalizado e inerte sobre meu vibrador gigante.
Instantes depois ele havia se limpado e recompunha a roupa. Eu ajeitei minha blusa primeiro e depois limpei a meleca em minha bunda e pernas com um pano do varal. Após vestir o shortinho falei que ia ao banheiro e voltaria rápido.
Já limpinha e recomposta, sai do banheiro e passei no quarto da minha mãe pra ver se queria algo e dizer que o homem estava trabalhando. Voltei para a área de serviço.
— A lavadora está pronta moça.
— Mas já?
— Não tinha defeito, foram só uns apertos de parafusos, e alinhei os pés, agora voltou ao normal. — Ele ligou na função centrifugar e realmente a máquina estava calminha.
— Ai não, né moço, você estragou o nosso brinquedo, quebra ela de novo.
Ele riu e me deu seu cartão.
— Quando quiser é só me ligar que virei correndo quebrar ela de novo — gracejou.
— E quanto é?
— Magina, anjo, não é nada, nem tinha defeito.
— Olha moço, eu transei com você porque eu tive tesão e não para ter conserto grátis, diz ai quanto é, minha mãe paga.
— Juro, anjo, não tinha defeito e não seria honesto eu cobrar.
— Então obrigada, mas você não vai recusar a gorjeta vai?
Pulei em seu pescoço beijando bem gostoso sua boca. E bem danadinha eu falei:
— Sobre o cartão… Você atende 24 horas?
— Pra você sim, princesa, também domingos e feriados. — Rimos muitão e ele foi embora.


Tchau amigos, até a próxima!

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