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sábado, 28 de junho de 2014

Gozou no Buraco Errado

Era manhã de sábado — oito dias depois da festa da Carol (conto: Transa Rapidinha na Garagem) — e a amiga dormiu comigo na casa dos meus avós. Nós iríamos para um Camping com amigas do colégio e o irmão de uma delas, passaríamos o final de semana.
Durante o café ouvimos um monte de recomendações para nos comportarmos e não aprontarmos nada no local, pois meu avô tem amizade com o pessoal do Camping. 
A van chegou com o Bruno e as três meninas, saímos de imediato e voltaríamos somente no final da tarde de domingo.
Assim que chegamos tivemos que montar as barracas; eram três e todas pequenas para três pessoas. Só depois fomos curtir de verdade aquele paraíso e diversões do lugar.
Durante o dia, eu e o Bruno tivemos um raro momento de privacidade no rio quando nos afastamos um pouco do pessoal. Com a água até a cintura, fizemos muitas carícias sob a água. Em certo momento ele desceu sua bermuda em minha bunda erguendo-me, enlacei seu pescoço com os braços e sua cintura com minhas pernas, tentamos uma penetração afastando minha tanguinha para o lado... Não deu muito certo, só deixou-me ainda mais na fissura. Nossa privacidade foi interrompida com a chegada de outras pessoas.
Passava muito das 3h da tarde quando fomos para o salão almoçar. O tempo mudou rápido e logo cairia uma chuva de verão. Ao final do almoço começou uma chuva forte que virou tempestade. Da varanda do salão vimos formar uma enxurrada ao lado da barraca da Carol e aquela corredeira não demorou para atingir parte da barraca soltando as presilhas de um dos lados. A lona veio abaixo. Ainda bem que tínhamos levado as mochilas com as roupas e toalhas para o salão, corremos pra pegar o restante das coisas que haviam ficado lá... Tarde demais, molhou tudo. E, para piorar, boa parte da lona estava rasgada.
Logo depois quando a chuva parou nós mudamos as barracas para um terreno mais firme, menos a barraca da Carol que estava muito rasgada e não tinha como armá-la. Teríamos que nos dividir nas outras duas. O Bruno dividiria a dele comigo e a Carol.
A chuva trouxe um pouco de frio naquela noite e só havia uma manta seca para nós três. Espertinha que sou, deitei no meio, entre os dois.
O dia foi divertido, mas o início de noite foi tenso e puxado, todo mundo estava muito cansado e querendo dormir.
Eu imaginei a possibilidade de ficar com o Bruno naquela noite, mesmo com a Carol estando ao nosso lado; ela tem o sono pesadão. Durante o dia era sem chance, não queria criar um clima ruim com as meninas.
Poucos minutos depois percebi que a garota apagou, eu a estava monitorando para certificar-me que dormia realmente. Virei devagar para o lado do Bruno e sussurrei em seu ouvido:
— Está acordado gato? — ele virou o rosto me olhando e balançou a cabeça dizendo que sim.
— Vamos continuar de onde paramos? — murmurei.
Ele sussurrou em meu ouvido:
— Vamos sim gata, mas e se a Carol acordar?
— Ela tem o sono pesado, dormirá até de manhã.
— Mas eu não trouxe camisinha, você trouxe? — ele disse.
— Não trouxe, põe só atrás ok?
Ok, ele respondeu. Então o beijei, virei-me devagar e desci meu short até quase os pés. Era melhor não tirá-lo, pois se a Carol acordasse eu não teria tempo de vesti-lo.
O gato virou para o meu lado e colou seu corpo no meu, senti seu pinto encostando em minha bunda… Que sensação gostosa. Percebi que ele também só desceu um pouco a sua bermuda. Ele alisou da minha coxa ao meu bumbum e enquanto ele subia a mão por dentro da minha camiseta procurando meus seios, eu abri um pouco minhas pernas e coloquei seu pau entre minhas coxas, coladinho ao meu sexo.

O Bruno começou a massagear meus peitos ao mesmo tempo em que brincava com a boca em meu pescoço e minha orelha. Estava arrepiadinha com as palavras de carinho e algumas sacanagens que eram ditas em meu ouvido. Fiquei toda dengosa, era muito bom sentir aquele corpo quente e macio colado ao meu, minha boceta estava ensopadinha sentindo aquele membro roliço esfregando em mim. Ele o roçou seu negócio em meu reguinho, senti que estava úmido e deslizante, provavelmente molhado por sua saliva.
O gato estava tendo dificuldade em penetrar meu anelzinho, eu ajudava pegando seu pênis e colocando na entrada, mas ele não conseguia a penetração; aquela posição não favorecia muito.
Molhei bem minha mão com saliva e melequei meu buraquinho, peguei no seu membro e coloquei novamente na entrada, ele não conseguiu ainda, porém esfregava firme seu pau entre o meu anus e minha boceta e aquilo estava muito gostoso. Fiquei doidinha de vontade de ser penetrada e senti-lo dentro de mim. Estava a ponto de ignorar a Carol roncando ao meu lado, iria ficar de quatro e arreganhar a minha bunda pra ele. Foi quando senti seu pinto dentro de mim… Ahaa! aquilo era o maior bom, só que não era em meu rabinho, estava dentro da minha boceta.
Ele sussurrou em meu ouvido:
— Está atrás né gata?
Menti para não deixar que tirasse de dentro. Segurando o gemido eu murmurei:
— Está sim, amooor, continua!
Eu sempre tive pouco juízo, e na época, pouca informação, minha ideia era de quando eu sentisse que ele fosse gozar, eu o tiraria de dentro de mim. No momento só me importava em curtir todo aquele prazer, flutuava curtindo o desempenho do gato que bombava e mexia devagar e muito gostoso.

Sua mão deslizou por minha perna, percebi que ia em direção da minha boceta, peguei em sua mão e coloquei no meu seio e fiquei segurando e massageando junto com ele.
Foram momentos de puro prazer e só aumentava. Flutuava curtia aquela doideira quando senti uma pulsação do seu membro seguida de um jato quente me enchendo toda com sua porra.
Soltei um Huuuumm! Com medo de uma gravidez, mas foi um gemidinho de muito prazer também. Paralisei por dois ou três segundos apenas, mas era tanto o tesão que pensei: “FODA-SE!” e remexi gostoso naquele pau e o meu gozo veio de uma forma tão intensa que foi quase impossível um grito seguido de gemidos bem altos.
Os orgasmos foram múltiplos, fiquei acabadinha e fomos diminuindo os movimentos até as contrações cessarem. Permanecemos coladinhos e quietinhos com minhas pernas fechadinhas apertando seu pau dentro da minha grutinha inundada.
Minutos depois eu soltei sua mão e falei baixinho:
— Gato, pega minha toalha ai atrás da sua cabeça, por favor!
Coloquei a tolha entre minhas pernas e limpei seu pau após sair de dentro. Virei pro lado dele e nos beijamos longamente. Levamos um susto com a Carol resmungando, ela estava falando enquanto dormia. Depois sorrimos com cara de alívio.
Após subir meu short virei de costas para ele que colou em mim e dormimos de conchinha até o sol raiar.
Pela manhã, após o banho e o café, foi somente diversão o resto do dia. No final da tarde, durante a volta para casa, fui rezando para não estar em dias férteis.




Beijos queridos amigos, até a próxima!

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Valeu Thiago, obgda pelo carinho... Beijos!

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  2. Adorei seu conto e se fosse eu teria conseguido comer seu cuzinho e teria enchido era ele de porra e não sua bucetinha.

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