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sábado, 28 de junho de 2014

Gozou no Buraco Errado

Era manhã de sábado — oito dias depois da festa da Carol (conto: Transa Rapidinha na Garagem) — e a amiga dormiu comigo na casa dos meus avós. Nós iríamos para um Camping com amigas do colégio e o irmão de uma delas, passaríamos o final de semana.
Durante o café ouvimos um monte de recomendações para nos comportarmos e não aprontarmos nada no local, pois meu avô tem amizade com o pessoal do Camping. 
A van chegou com o Bruno e as três meninas, saímos de imediato e voltaríamos somente no final da tarde de domingo.
Assim que chegamos tivemos que montar as barracas; eram três e todas pequenas para três pessoas. Só depois fomos curtir de verdade aquele paraíso e diversões do lugar.
Durante o dia, eu e o Bruno tivemos um raro momento de privacidade no rio quando nos afastamos um pouco do pessoal. Com a água até a cintura, fizemos muitas carícias sob a água. Em certo momento ele desceu sua bermuda em minha bunda erguendo-me, enlacei seu pescoço com os braços e sua cintura com minhas pernas, tentamos uma penetração afastando minha tanguinha para o lado... Não deu muito certo, só deixou-me ainda mais na fissura. Nossa privacidade foi interrompida com a chegada de outras pessoas.
Passava muito das 3h da tarde quando fomos para o salão almoçar. O tempo mudou rápido e logo cairia uma chuva de verão. Ao final do almoço começou uma chuva forte que virou tempestade. Da varanda do salão vimos formar uma enxurrada ao lado da barraca da Carol e aquela corredeira não demorou para atingir parte da barraca soltando as presilhas de um dos lados. A lona veio abaixo. Ainda bem que tínhamos levado as mochilas com as roupas e toalhas para o salão, corremos pra pegar o restante das coisas que haviam ficado lá... Tarde demais, molhou tudo. E, para piorar, boa parte da lona estava rasgada.
Logo depois quando a chuva parou nós mudamos as barracas para um terreno mais firme, menos a barraca da Carol que estava muito rasgada e não tinha como armá-la. Teríamos que nos dividir nas outras duas. O Bruno dividiria a dele comigo e a Carol.
A chuva trouxe um pouco de frio naquela noite e só havia uma manta seca para nós três. Espertinha que sou, deitei no meio, entre os dois.
O dia foi divertido, mas o início de noite foi tenso e puxado, todo mundo estava muito cansado e querendo dormir.
Eu imaginei a possibilidade de ficar com o Bruno naquela noite, mesmo com a Carol estando ao nosso lado; ela tem o sono pesadão. Durante o dia era sem chance, não queria criar um clima ruim com as meninas.
Poucos minutos depois percebi que a garota apagou, eu a estava monitorando para certificar-me que dormia realmente. Virei devagar para o lado do Bruno e sussurrei em seu ouvido:
— Está acordado gato? — ele virou o rosto me olhando e balançou a cabeça dizendo que sim.
— Vamos continuar de onde paramos? — murmurei.
Ele sussurrou em meu ouvido:
— Vamos sim gata, mas e se a Carol acordar?
— Ela tem o sono pesado, dormirá até de manhã.
— Mas eu não trouxe camisinha, você trouxe? — ele disse.
— Não trouxe, põe só atrás ok?
Ok, ele respondeu. Então o beijei, virei-me devagar e desci meu short até quase os pés. Era melhor não tirá-lo, pois se a Carol acordasse eu não teria tempo de vesti-lo.
O gato virou para o meu lado e colou seu corpo no meu, senti seu pinto encostando em minha bunda… Que sensação gostosa. Percebi que ele também só desceu um pouco a sua bermuda. Ele alisou da minha coxa ao meu bumbum e enquanto ele subia a mão por dentro da minha camiseta procurando meus seios, eu abri um pouco minhas pernas e coloquei seu pau entre minhas coxas, coladinho ao meu sexo.

O Bruno começou a massagear meus peitos ao mesmo tempo em que brincava com a boca em meu pescoço e minha orelha. Estava arrepiadinha com as palavras de carinho e algumas sacanagens que eram ditas em meu ouvido. Fiquei toda dengosa, era muito bom sentir aquele corpo quente e macio colado ao meu, minha boceta estava ensopadinha sentindo aquele membro roliço esfregando em mim. Ele o roçou seu negócio em meu reguinho, senti que estava úmido e deslizante, provavelmente molhado por sua saliva.
O gato estava tendo dificuldade em penetrar meu anelzinho, eu ajudava pegando seu pênis e colocando na entrada, mas ele não conseguia a penetração; aquela posição não favorecia muito.
Molhei bem minha mão com saliva e melequei meu buraquinho, peguei no seu membro e coloquei novamente na entrada, ele não conseguiu ainda, porém esfregava firme seu pau entre o meu anus e minha boceta e aquilo estava muito gostoso. Fiquei doidinha de vontade de ser penetrada e senti-lo dentro de mim. Estava a ponto de ignorar a Carol roncando ao meu lado, iria ficar de quatro e arreganhar a minha bunda pra ele. Foi quando senti seu pinto dentro de mim… Ahaa! aquilo era o maior bom, só que não era em meu rabinho, estava dentro da minha boceta.
Ele sussurrou em meu ouvido:
— Está atrás né gata?
Menti para não deixar que tirasse de dentro. Segurando o gemido eu murmurei:
— Está sim, amooor, continua!
Eu sempre tive pouco juízo, e na época, pouca informação, minha ideia era de quando eu sentisse que ele fosse gozar, eu o tiraria de dentro de mim. No momento só me importava em curtir todo aquele prazer, flutuava curtindo o desempenho do gato que bombava e mexia devagar e muito gostoso.

Sua mão deslizou por minha perna, percebi que ia em direção da minha boceta, peguei em sua mão e coloquei no meu seio e fiquei segurando e massageando junto com ele.
Foram momentos de puro prazer e só aumentava. Flutuava curtia aquela doideira quando senti uma pulsação do seu membro seguida de um jato quente me enchendo toda com sua porra.
Soltei um Huuuumm! Com medo de uma gravidez, mas foi um gemidinho de muito prazer também. Paralisei por dois ou três segundos apenas, mas era tanto o tesão que pensei: “FODA-SE!” e remexi gostoso naquele pau e o meu gozo veio de uma forma tão intensa que foi quase impossível um grito seguido de gemidos bem altos.
Os orgasmos foram múltiplos, fiquei acabadinha e fomos diminuindo os movimentos até as contrações cessarem. Permanecemos coladinhos e quietinhos com minhas pernas fechadinhas apertando seu pau dentro da minha grutinha inundada.
Minutos depois eu soltei sua mão e falei baixinho:
— Gato, pega minha toalha ai atrás da sua cabeça, por favor!
Coloquei a tolha entre minhas pernas e limpei seu pau após sair de dentro. Virei pro lado dele e nos beijamos longamente. Levamos um susto com a Carol resmungando, ela estava falando enquanto dormia. Depois sorrimos com cara de alívio.
Após subir meu short virei de costas para ele que colou em mim e dormimos de conchinha até o sol raiar.
Pela manhã, após o banho e o café, foi somente diversão o resto do dia. No final da tarde, durante a volta para casa, fui rezando para não estar em dias férteis.




Beijos queridos amigos, até a próxima!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Pegada Bruta na Escada

Domingo, véspera do jogo Brasil x Camarões (copa 2014). Fui cedinho da casa de meus avôs em Brotas (onde eu morava na época) para a casa da minha mãe em São Caetano do Sul. Ficaria lá até a manhã de terça-feira, já que ela não iria trabalhar na segunda.
Cheguei na hora do almoço. Na casa estavam além de minha mãe e meu padrasto, também o meu tio Israel (irmão do meu padrasto) e sua mulher. Ele não é meu tio biológico, mesmo assim eu o chamo de tio.
Após o almoço os dois homens continuaram com o serviço que haviam começado pela manhã, estavam pintando a área de serviço. 
As duas mulheres enjoaram do cheiro de tinta e me chamaram para ir à casa de minha tia que ficava a poucas quadras dali. recusei o convite, falei que ia para o meu quarto separar umas coisinhas que levaria para Brotas. Também queria lavar meus cabelos.
Após separar as coisas que levaria e tomar uma ducha gostosa, vestida somente com a toalha fui até o quintal pegar uma roupa que deixei no varal para tomar sol. São roupas que deixo na casa de minha mãe e acabam ficando com cheirinho de guarda-roupa.
Estava sozinha com os dois homens naquela casa, claro que não perderia a chance de provocá-los. Adoro isso.
Quando adentrei a área de serviço encontrei meu tio, ele acabara de lavar as tranqueiras usadas na pintura.
— Já terminaram, tio?
— Já, faltava pouco, começamos ontem.
A voz dele estava pastosa, a cachaça correu solta o dia todo.
— Cadê o André?
— Está no banheiro.
Eu curto muito provocar meu tio e também tenho o maior tesão por ele, pena que é muito devagar para entrar no jogo e ejacula rapidinho demais.
— Tio, fiz uma tattoo, quer ver?
— Mostra aí. Onde é?
Bem safadinha levantei uma ponta da toalha e puxei a outra para o lado deixando todo o lado direito de minha virilha à mostra.
— Bem aqui ó! Ficou bonita?
— Miiiila, para com isso, você não perde esta mania.
— É só uma tattoo tio. Vem! Olha mais de pertinho.
Cheguei bem juntinho dele, peguei em sua mão e a levei até minha tatuagem.
— Sente como é lisinha — falei mordendo os lábios com carinha de desejo ao sentir seu toque em minha pele.
— Paaara Mila, o André está vindo.
Ele é um cagão, mas não desgrudou os olhos do meu sexo que ficou à mostra, pois eu puxei um pouco mais a toalha.

Ele não me impediu de deslizar sua mão até a minha boceta, forcei seu dedo na entrada da minha fendinha e suspirei ao sentir o seu dedo frio e áspero em meu interior.
— Aai tiiioo… — gemi e gelei a seguir ao ouvir a voz do André que acabara de nos pegar no flagra.
— Que porra é esta caralho? — ele vociferou.

Sua voz também era de quem havia tomado todas.
— Calma aí André! Estava só mostrando minha tatuagem pra ele — falei com raiva e tentando reverter o jogo.

Saí fora fazendo bico e pisando duro. Fui até o quintal pegar minha roupa no varal enquanto os dois homens batiam boca.
Fiquei enrolando no quintal ouvindo a discussão. Quando os dois caminharam em direção à sala, aproveitei a chance para correr pro meu quarto... Não deu tempo, ainda estava na cozinha quando vi o Israel saindo e o André batendo a porta. Ele veio bufando em minha direção.
— Como você é sem vergonha Mila.
— Não vem não que você não é nenhum santo — retruquei.
Coloquei minha roupa em cima da mesa e dei uns passos em sua direção o instigando.
— Vem cá, vem! Eu sei como te acalmar.
E peguei em seu pênis, ajoelhei a seus pés e desci sua bermuda. Ele ainda resmungava e me ofendia enquanto eu acariciava, lambia e abocanhava seu membro.
Cheio de raiva o homem segurou em meus cabelos e fodeu em minha boca com brutalidade como se ela fosse uma vagina.
Suas pulsações não demoraram a chegar e o danado inundou minha garganta com seu esperma. Continuou me ofendendo:
— Você é uma vagabunda.
Aquele homem me amava e era possessivo. Ainda mais quando estava meio bêbado e percebia que eu estava dando mole para outro cara. Ele ficava doido de raiva e ciúmes.

Eu parei com o boquete, levantei ficando nas pontas dos pés enquanto engolia o restante da meleca em minha boca. Peguei-o pelos colarinhos (ainda tive que olhar pra cima para encará-lo, pois ele era bem mais alto do que eu) falei zombando e sorrindo:
— Você me ama porque sou do jeito que sou. Fala a verdade.
Suas mãos agarraram minha bunda apertando-me contra ele. Segurou seu pênis ainda duro roçando em mim e tentando me penetrar.
— Vem cá, vadia! Eu sei como você gosta de fazer.
— Já te fiz um boquete, hoje você não vai me comer.
Livrei-me dele e corri, já sabendo que ele viria atrás de mim. O safado quando estava naquele estado não desistia até que conseguia me foder, nem que fosse na marra. E com a raiva que estava, fiquei com medo que me rasgasse ao meio.
Ele me alcançou no segundo patamar da escada que vai para os quartos, agarrou-me com força e com facilidade deitou-me de costas no piso de madeira. Veio por cima cobrindo meu corpo e soltando o seu peso. Eu não conseguia nem respirar, tentei me livrar dele enquanto ele tirava seu pinto pra fora novamente.
— Me solta seu idiota! Está me machucando.
Há meses que não tínhamos relações, seu membro aparentava estar maior e mais grosso “ talvez fosse só impressão minha”.
— Vou te arregaçar sua putinha e você vai adorar — vangloriou-se o pervertido.
Um calor percorria meu corpo, era uma mistura de raiva por ele me tratar como uma puta e de tesão pela pegada e perigo da situação, pois sabia que minha mãe poderia chegar a qualquer momento.
Quando ele terminou de arrancar minha toalha, ainda me mantendo presa por debaixo dele, eu tentei lutar.
— Sai de cima de mim, André! — minha mãe está chegando.
Na verdade eu não lutava com muito entusiasmo, principalmente quando ele chupou meus mamilos os mordiscando e puxando com os lábios. Sua boca foi descendo e quando ela estava a centímetros do meu sexo abri e flexionei minhas pernas e fiz charminho só de onda:
— Eu não quero mais transar com você, paraaaa!
Todavia, gemi gostoso quando chupou a minha boceta e sua língua moveu frenética brincando com meu clitóris.
Seus dedos remexeram dentro de minha fendinha e já estava outra vez completamente entregue.
— Ahaaa, eu me rendo, me fode logo!
Estava quase implorando para ser penetrada quando ele sentou sobre suas pernas fazendo-me sentar com minha boceta em seu membro e minhas pernas ao redor de seus quadris. Estremeci quando invadiu o meu corpo, ele foi o mais profundo que conseguiu e começou a estocar forte e repetidamente. A sensação era a como se me rasgasse um pouquinho a cada golpe.

— Aaaii! — gemia toda esticada com meus braços para trás apoiando meu corpo e sentido os meus seios saltando no ritmo do vai e vem cada vez mais rápido.
Eu já gostava do seu pau, mas estava melhor que de outras vezes, havia algo de diferente. Curti cada estocada e o clímax chegou arrancando meus gritinhos e urros. Meu prazer só aumentava o ouvindo me chamar de cadelinha, vagabundinha e dizendo que ia comer o meu cuzinho.
O homem tirou de dentro, colocou-me de quatro e roçou seu sexo em meu anelzinho sem cerimônia e sem preliminares. Antes que eu pudesse protestar ele socou aquela coisa dentro do meu buraquinho, enfiei a cara na toalha para abafar o grito.
— Filho da puuuta, você está me rasgando — grunhi quase sem voz.
Chorei com a dor, contudo o êxtase me consumia, era mais prazeroso que dolorido. Depois do buraquinho se adaptar e relaxar eu remexi no ritmo dos seus movimentos curtindo seu membro alargando meu anus ao mesmo tempo em que seus dedos estavam em minha boceta.
Sua respiração acelerou, ele urrou falando palavrões ao encher meu buraquinho com seu sêmen. Delícia sentir o líquido morninho em minhas entranhas. Meu corpo estremeceu e cheguei ao clímax novamente... Ahh! Ele era um escroto pervertido, mas sabia como me matar de prazer.
Depois que suas pulsações cessaram ele tirou de dentro. Satisfeito depois do orgasmo ele passou a me tratar com carinho e educação. Aquele homem me amava, mas não era capaz de admitir, hahaha.
Era hora de limpar os rastros antes que minha mãe voltasse.

Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 24 de junho de 2014

A Última Vez Com Meu Tio

Já tinha passado o susto após minha mãe quase me flagrar pelada da cintura para baixo, sentada no colo do meu padrasto e com seu pênis enterrado todinho em mim (Conto: ”Por um Triz”).
Bem mais tarde, estávamos na área dos fundos de minha casa. Todos tinham comido e bebido bastante, inclusive eu que bebia escondido de minha mãe.
O som brega rolava solto. O meu padrasto, como sempre fazia, sugeriu ao meu tio Israel que ele dormisse em nossa casa. Diferente de outras oportunidades, desta vez ele aceitou, disse que ficaria naquela noite.
Fiquei bem animada com a expectativa de termos uma noite inteira para fazermos amor com calma. Curaria sua ejaculação precoce… Caso ele não capotasse de bêbado antes.
Minha mãe disse que ia arrumar o quarto para ele, depois tomaria uma ducha e iria dormir. Falei que iria em seguida.
Logo após ela subir, o André, meu padrasto, foi em direção à cozinha para fazer outra caipirinha, disse que era a saideira.
Assim que ele sumiu de vista fui até o cadeirão onde meu tio estava acomodado. Sentei em seu colo com as minhas pernas abertas e fiquei de frente para ele.
— Tá doida Mila? Levanta dai!
— Calma tio, daqui eu vejo quando ele estiver voltando.
— Então tio, vou ficar bem cheirosa pra você. Se prepara pra melhor noite da sua vida. Irei até seu quarto depois que todos estiverem dormindo, tá bom? E não adianta dormir que eu te acordo.
Falei sorrindo rebolando em cima do seu membro.
— Você só pode ser doida, garota. Pode parar antes que você me fode a vida.
— Poxa tio, você não me quer? Me acha feia? Olha como meus peitinhos ficam durinhos de tesão quando estou com você.
Eu levantei minha regatinha deixando meus seios nus quase esfregando em seu rosto.
Ele olhou em direção à porta com medo e depois pro meu peito e abocanhou ele.
— Para tio! O André está vindo. Irei ao seu quarto mais tarde e levarei um presentinho pra você.
Dei-lhe um selinho antes de levantar.
Quando o André voltou com dois copos de caipirinha eu brinquei:
— E o meu copo?
Após os risos, dei um gole no copo de cada um deles e disse que ia dormir.
Depois do banho fiquei navegando na internet. Estava vestida somente com uma camisolinha; era uma noite quente.
Fiquei atenta para ouvir os sons que viriam do corredor quando meu padrasto e meu tio subissem pra dormir.
Vários minutos se passaram e fui vencida pelo pilequinho e pelo cansaço. Deitei em minha cama tentando continuar acordada... Acho que adormeci e sonhei com alguém levantando minha camisola e alisando com carinho minha coxa e bunda. Depois meus peitos foram beijados e chupados furtivamente.
Acordei com a bunda de fora e fiquei confusa ao perceber que as alças da minha camisola foram baixadas e meus seios estavam expostos. Desconfiei que a invasão em meu corpo não fora um sonho.
Putz! Lembrei-me do Israel, já era 2 horas da manhã. Subi as alcinhas da camisola e peguei um tubinho de gel que havia deixado escondido. Caminhei descalça e nas pontas dos pés. Abri a porta do meu quarto e aguardei um instante tentando ouvir algo... Estava o maior silêncio na casa. Sorrateiramente fui até o quarto ao lado do meu; a porta estava entreaberta. Com a luz do corredor deu para perceber o homem deitado. Entrei de mansinho, fechei a porta e com cuidado, caminhei até a cabeceira da cama e acendi o abajur.
O danado dormia igual a uma pedra. Ajoelhei ao seu lado e acariciei seus cabelos, beijei seus olhos fechados e falei baixinho:
— Acorda dorminhoco!
Ele acordou assustado e confuso. Ao me ver sorrindo acho que a ficha caiu e se localizou.
— Vim para nossa noite de amor, sou todinha sua até de manhã.
— Milaaa, isso ainda vai dar merda.
— Não vai tio, minha mãe dorme como uma pedra e o André desmaia depois que bebe muito como hoje.
Levantei, soltei as alcinhas da minha camisola e a deixei escorregar até o chão. Fiquei nua exibindo meu corpo pra ele.
— Vai mais pra lá tio, deixa eu deitar ai com você.
— Você é maluca mesmo, né garota?
Ele se afastou. Deitei e o abracei ficando coladinha ao seu corpo e nos beijamos. Trocamos carícias e frases carinhosas.
Joguei o lençol para o lado e acariciei ligeiramente seu pênis por cima da cueca. Ele não estava à vontade e dizia que minha loucura ia foder com ele. Pedi que relaxasse enquanto puxava sua cueca para baixo. Ele gostou da ideia e se livrou da vestimenta. Acariciei seu membro com cuidado e delicadeza, pois sei que ele goza fácil demais. Lambi e chupei as bolas e percorri toda a extensão com os lábios e língua sem abocanhar. Evitava excitá-lo demais.
Deitei com minhas pernas abertas e dobradas e apenas olhei para ele como quem diz: "Vem tio, é sua vez".
Ele me chamou de danadinha e enfiou a cabeça entre minhas pernas causando-me tremores. Meu grelo agradeceu ao ser massageado por sua língua e dedos. Falei um monte de bobagens e afaguei os seus cabelos ao mesmo tempo em que forçava sua cabeça em meu sexo o incentivando a enterrar bem fundo sua língua em mim.
Prolongaria esta preliminar até sentir o orgasmo chegando, pois ele ejacula rapidinho e tudo que eu queria naquela noite era gozar gostoso junto com ele.
Quando já não aguentava mais a vontade de ser penetrada, peguei o gel que dizem retardar a ejaculação e a ereção. Coloquei uma porção generosa em minha mão e olhando bem safadinha pra ele acariciei seu pau o melecando. Fiquei de quatro toda oferecida e doidinha para ser possuída.
Ele ajeitou na minha xota e começou a enfiar segurando-me pela cintura... Ahaa! Como deslizou gostoso. Quando estava tudo dentro de mim comecei a movimentar levemente meus quadris. Ele deu dois tapinhas na minha bunda pedindo para eu parar:
— Espera um pouquinho anjo!
"Que porra!" Pensei. O homem já estava quase gozando. Ele ficou estático com seu membro socado em mim. Tentava segurar a ejaculação.
Depois de um minuto ou mais, começou um movimento bem suave. Toquei meu grelo tentando chegar rápido ao orgasmo ao mesmo tempo em que o homem intensificou os movimentos. Foram somente algumas bombadas e ele soltou um palavrão e gozou invadindo minhas entranhas com seu sêmen. Falei quase em prantos:
— Não para tio, por favor, não para! Toquei-me desesperada e remexendo alucinada naquele membro quase mole e cheguei ao clímax. Não foi o melhor orgasmo do mundo, todavia não fiquei na saudade novamente.
Ele tirou aquela coisa molinha de dentro de mim. O gel não ajudou muito e estava na cara que não rolaria o anal que sonhei em fazer com ele.
Tentei deixá-lo confortável e confiante para tentarmos mais uma vez depois de alguns minutos.
— Nossa tio, hoje você me fez gozar bem gostoso, a gente está começando a se entender.
— Desculpe Mila, mas não sei o que acontece. Você é tão linda e gatinha que acabo gozando rápido demais.
— Sussa, tio, você estava com muito tesão e tinha muito leite ai dentro. Nossa... Fiquei cheiinha, rsrs.
Deitamos abraçados e ficamos namorando um pouco, trocamos beijos e carícias.
Algum tempo depois os beijos ficaram mais ardentes e as carícias apimentadas. Ele brincou um pouco mais com a língua e dedos em meu sexo. Seu pinto endurecera novamente. Cheia de pressa eu Melequei seu pau com o gel, depois fiquei deitada com as pernas abertas oferecendo minha boceta na expectativa que dessa vez ele me fodesse gostoso. 
Ele ajeitou o pênis em minha fendinha e... Gozou em meus grandes lábios antes de socar dentro de mim... Porra! que raiva. Tive que me controlar para não xingar e demonstrar toda minha decepção, porém relevei ao perceber que ele ficou bem nervoso.
Após limpar a meleca em minha boceta eu tentei deixá-lo tranquilo. Falei carinhosa:
— Me abraça? A gente faz gostoso outro dia fora daqui e longe de todos.
Falei, mas não acreditava, eu não ia mais insistir. Tinha o maior tesão por meu tio e gostava muito dele, queria ter uma transa louca e de todos os modos com ele, mas daria um tempo, não estava funcionando.
Fiquei deitada abraçadinha com ele, se fosse para o meu quarto de imediato, com certeza o deixaria pior.
Veio-me a mente o pensando sobre quem esteve em meu quarto momentos atrás.
— Tio, você foi ao meu quarto agora há pouco?
— Não fui, por quê?
— Por nada não, é que adormeci e pensei que talvez tivesse ido me procurar.
Pensei comigo “Com certeza foi o safado do meu padrasto que esteve em meu quarto me bolinando”.
... Puta merda, nós dormimos, já era dia quando acordamos, e o pior, percebi que a porta estava entreaberta sendo que eu a fechei quando entrei. Alguém nos viu abraçadinhos e pelados, fodeu.
O Israel também percebeu o detalhe.
— Nossa Mila, você deixou a porta aberta?
Respondi uma mentira para não o apavorar naquele momento:
— Desculpe, estava tão escuro, acho que só encostei.
Vesti minha camisola e fui de mansinho para o meu quarto. A casa ainda estava em silêncio, mas já passava das 8 da manhã.
Pouco depois, na mesa do café, não percebi olhares diferentes e nem ironias do meu padrasto, acho que a porta abriu sozinha... Será?



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 21 de junho de 2014

O Vibrador Era Uma Brastemp (O Técnico)

Naquela manhã minha mãe ainda estava de molho na cama, com a perna imobilizada, após ter torcido o joelho na quinta-feira. Ela falava ao telefone com o homem que veio arrumar a lavadora de roupa, ele acabou de chegar e estava lá em frente nosso portão.
— Vai lá atendê-lo Mila, quando ele acabar vem aqui pegar o dinheiro!
Quando abri a porta e vi aquele quarentão em uniforme de trabalho, abanei-me bem sapeca e soltei um:
— Uaau!
Talvez inconscientemente eu tenha tara por homens de uniforme, ou por quarentão (risos).

Depois dos cumprimentos falei:
— Entra moço, a tranqueira está lá nos fundos!
Ele sorriu e foi atrás de mim.
— Você faz musculação né? Perguntei.
— Não faço, não tenho tempo, os pesos que levanto são as lavadoras! E riu gostoso.
Já na área de serviço...
— Sua mãe falou que a máquina está fazendo muito barulho quando centrifuga!
Ele ligou no modo centrífuga, a bicha tremia um pouco e fazia barulho de algo batendo. Eu falei:
— Eu acho que ela treme pouquinho! Você assistiu a um filme que um casal transava com a mulher sentada em cima da lavadora? Respondeu que sim.
Eu estava toda cheia de ideias e pedi que me colocasse em cima daquela coisa. 
Ele não entendeu nada, mas foi muito simpático e pegou-me pelas axilas e colocou-me sentada na lavadora que ainda estava ligada. Quando ele tirou suas mãos de mim, eu bem safadinha fingi medo e dei um gritinho.
— Ai! Me segura moço! Grudei os braços no seu pescoço e com o rosto colado ao dele falei na cara dura:
— Você já transou assim?
Ele sorriu meio sem graça e olhou de canto de olho para a porta parecendo estar preocupado e disse que ainda não fiz assim.
Eu já tinha notado sua aliança e quis saber se era a mulher dele que não curtia estas doideiras ou ele que não quis tentar. Falou que foi por falta de oportunidade, pois em sua casa mora muita gente.
Assumindo meu lado periguete perguntei, assim de boa, se ele queria experimentar comigo.
— Moçaaa... Você está zoando né?
— Eu estou falando sério, a gente pode transar como no filme!
Ele ficou sérião, disse que eu ia complicar a vida dele se mãe ouvisse isto. Falei que ela estava lá em cima com a perna imobilizada e só poderia descer com ajuda de outra pessoa.
— Sente a vibração... Não é gostoso? — Vem moço, não tem perigo e eu já fiz 18 anos!
Falou que era muita loucura, mas estava difícil resistir a uma gatinha como eu.
— Tem certeza que não vai dar sujeira?
— Não vai, prometo, mas só faço se você aumentar a vibração igual ao filme!

Disse que era fácil e me tirou de cima do bagulho um pouquinho. O homem ficou animado, mexeu no pé da lavadora depois pegou um tapetinho de banheiro e panos de limpeza que estavam no tanque, fez uma bola com eles, colocou dentro da lavadora e ligou... Aff! A bicha tremeu que até andou sozinha pela área de serviço. Ele me colocou de volta lá em cima e perguntou se estava melhor.
Caraca mano, tava o bicho, eu quase gozei só de sentar.
— Vem sentir também!
Falei estendendo os braços pra ele e ao se aproximar eu o abracei.
— Você é bem doidinha!
Eu o calei com um beijo, enfiei minhas mãos por dentro de sua camisa e acariciei aquele corpo másculo.
Ele desceu a boca pelo meu pescoço enquanto eu baixava minha blusa folgadinha oferecendo meus seios. Estava muito gostosa a chupada e o amasso, mas a gente não tinha muito tempo, ia levantar a suspeita de minha mãe. Pedi para tirar meu shortinho, a gente não poderia demorar muito.
Levantei meu corpo apoiando com os braços. Ele ainda deu a última olhada de preocupação em direção a porta e entrou de vez na minha loucura. Tirou meu shortinho e fiquei praticamente pelada, pois pra variar estava sem calcinha e minha blusa estava na cintura. Admirou minha xotinha lisinha e fez uma cara de quem quer dizer "Como é safadinha" ao ver que levantei minhas pernas e as abri oferecendo minha xotinha pra ele.

Tipo um lobo faminto ele enfiou a cara entre minhas pernas e socou a língua... Gente! Que tesão. Deitei minhas costas na máquina e meu rabinho também sentiu sua língua e sua sugada. Ele parou, desceu sua calça e exibiu seu pinto lindo e durão, tive muita força de vontade para não cair de boca, pois o tempo era curto.
Ele ficou brincando com a cabeça do pênis na entrada da minha xotinha, eu não aguentaria mais tempo aquela tortura, estava doida de desejo de ser possuída.
— Assim você me mata, moço!
Ele p
arou de judiar de mim e de perder tempo, ajeitou e enfiou aos pouquinhos na minha boceta que estava ensopadíssima e vibrava junto com a lavadora engolindo aquele cacete. Ah! Não sei quem era mais gostoso, ele ou a vibração, vocês não tem noção a delícia que é aquele membro bombando em minha grutinha em cima daquele vibrador enorme.
Meus gemidos por sorte foram abafados pelo barulho da lavadora, meu gozo veio rapidão... Ahaa! Que loucura e que tesão.
Ele continuou bombando e mesmo morrendo de vontade de sentir seu jatos em minha boceta, pedi pra ele não gozar ainda e tirar um pouquinho. 
Ele fez cara de frustrado e antes que reclamasse disse que era pra ele gozar atrás. 
Ficou todo feliz e tirou de dentro. Desci e deitei o tronco sobre a lavadora e ofereci meu rabinho pra ele, que não perdeu tempo.
— Que bundinha linda princesa! Acariciou meu bumbum, encostou pressionando seu pau lubrificado no meu buraquinho. Depois que a cabeça entrou o restante deslizou todinho pra dentro de mim. Caralho! Abafei o gemi ao sentir aquela "dorzinha" gostosa, que loucura tudo aquilo, fiquei arrepiadinha com o tesão que percorreu meu corpo que vibrava inteirinho encostado na máquina.
Meus dedinhos tocaram rápido meu clitóris quando seu pinto pulsou dentro de mim depois de estocadas maravilhosas e começou a me encher de porra... Fui aos céus novamente tremendo com meu clímax, e nem era mais por causa da Brastemp, pois ela já havia desligado. Ele foi muito carinhoso, beijou e acariciou minhas costas e bunda. Não consegui sair dali de imediato, ainda sentia espasmos de prazer com meu corpo finalizado e inerte sobre meu vibrador gigante.
Instantes depois ele havia se limpado e recompunha a roupa. Eu ajeitei minha blusa primeiro e depois limpei a meleca em minha bunda e pernas com um pano do varal. Depois de vestir o shortinho, falei que ia ao banheiro e voltaria rápido.
Depois do banheiro, passei no quarto da minha mãe pra ver se queria algo e voltei para a área de serviço
— A lavadora está pronta moça!
— Mas já?
— Não tinha defeito, foram só uns apertos de parafusos, e alinhei os pés, agora voltou ao normal! Ligou novamente e realmente a máquina estava calminha.
— Ai não moço, você estragou o nosso brinquedo! Quebra ela de novo!
Ele riu e me deu seu cartão.
— Quando quiser é só me ligar que virei correndo quebrar ela de novo! Ironizou.
— E quanto é?
— Magina anjo, não é nada, não tinha defeito!
— Olha moço, eu transei com você porque eu tive tesão e não pra ter conserto grátis, diz ai quanto é, minha mãe paga!
— Juro anjo, não tinha defeito e não seria honesto eu cobrar!
— Então obrigada, mas você não vai recusar a gorjeta vai?
Pulei em seu pescoço beijando bem gostoso sua boca. E bem danadinha eu falei:
— Sobre o cartão... Você atende 24hs?
— Pra você sim princesa e domingos e feriados! Rimos muitão e ele foi embora.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Iniciação Sexual (Carinha de Anjo)

Ainda naquela manhã na casa da Elaine, eu e o Fábio riamos do susto e situação de risco que passamos momentos atrás quando quase chegamos a fazer amor. Fomos interrompidos quando eu começava a chorar de dor ao sentir o Fábio me penetrando atrás. Isso aconteceu logo após um incidente que fez com que ficássemos pelados sobre a cama da amiga. Foi inevitável uma troca de carícias. A Elaine chegou da feira de repente e interrompeu aquele momento único em minha vida até então. Nua e apavorada eu sai correndo para o meu quarto quando pressentimos o perigo.

— Aff! Nunca tinha brincado de esconde-esconde correndo pelada pela casa — falei e não segurei uma gargalhada. O acontecido criou uma intimidade e cumplicidade entre nós.
— Fábio, você vem aqui sábado que vem?
— Venho sim, anjo, e adoraria que você viesse também.
— Vishi! Será preciso uma boa desculpa pros meus pais me deixarem vir.
Ele disse que sábado a noite iria com a Elaine na sala São Paulo assistir uma apresentação.
— Pede pra Elaine levar você, nós voltaremos tarde e será um motivo pra você dormir aqui.
Nisso a Elaine colocou a cara na janela e gritou:
— Vocês dois aí! Parem de papo furado e venham me ajudar com o almoço!


***

Na quinta-feira eu estava muito ansiosa pela chegada do sábado, meus pais permitiram que eu fosse ao passeio e dormisse na casa da Elaine. Mas o que eu queria mesmo era a chance de ficar com o Fábio novamente.
No decorrer daquela semana o danado não saiu da minha cabeça, meus pensamentos voavam durante o banho, na cama, relaxando no sofá, eu sonhava acordada sentindo o sabor do seu beijo e o seu sexo tocando o meu… Ai ai! Quando retornava da minha viagem estava com carinha de contentamento e a mão molhadinha tocando meu grelo.
Enfim chegou o sábado. Na saída do espetáculo a Elaine me abraçou e disse:
— Gostou Mila?
— Eu adorei, é o maior bom, né?
— Sim, muito. Brevemente faremos outros programas legais e você poderá vir conosco se quiser.
A Elaine sempre foi muito legal comigo, mas naquele dia ela estava super amável e me envolvia com o seu carinho. Estava amando esta tudo aquilo.
Depois de jantarmos em uma pizzaria, voltamos para a casa da Elaine e pouco depois da nossa chegada eu estava em meu quarto e iria deitar, porém senti sede. Vestida com calcinha e camiseta de dormir eu desci para beber um pouco de água. O Fábio e a Elaine estavam sentados no sofá e cheios de sorrisinhos, percebi algo diferente no olhar deles.

Em minha volta da cozinha captei muita malícia naquela sala. Sem mais nem menos a Elaine perguntou: 
— Mila, você já namora?
Fiquei assustada com esta pergunta assim de supetão e pensei: “Será que ela percebeu que houve algo entre eu e o Fábio?”
Respondi que ainda não.

— Mas você já beijou algum menino ou menina na boca? — continuou ela.
Sorri tentando entender o rumo da conversa e respondi:
— Menina não, né? Mas já fiquei com um menino no colégio.
— Mas você já sabe beijar?
— Claro, eu beijo muuuiito.
Rimos muitão.
Ela então me desafiou a dar um beijo nela, e de língua.
Fiquei confusa, não sabia direito o que estava acontecendo e onde estava pisando, no entanto aceitei entrar no jogo e fui em direção aos seus braços que permaneceram esticados aguardando que eu me aproximasse. Quando fiquei ao seu alcance, ela pegou-me pela cintura sentou-me em seu colo de frente pra ela e beijou-me longamente sugando minha língua.
Putz! Que beijo gostoso.
Vendo que gostei e estava bem participativa, começou a acariciar meu bumbum e elogiou a suavidade da minha pele. Carinhosamente foi alisando meu corpo subindo suas mãos e levando junto minha camiseta até meus seios ficarem de fora. Enquanto os acariciava comentou que meus seios estavam ficando lindos, ganharam volume, eram firmes e que ela me ensinaria a mantê-los assim.

Ela não falou mais, abocanhou um dos meus seios, sugou, mordiscou e me enlouqueceu. Nunca imaginei estar com ela nesta situação. Não estava entendendo nada e nem queria entender. Estava adorando de montão tudo aquilo. Fiquei quietinha deixando que ela brincasse com o meu corpo, eu agora queria que ela fizesse muito mais. Ela me causava arrepios de prazer ao abocanhar meu peitinho inteirinho. Com os olhinhos fechados eu suspirava de prazer sentindo aquela boca morna e língua macia em meus mamilos. Foi quando ouvi a voz do Fábio dizendo:
— Agora é minha vez, né?
Abri os olhos e deparei-me com ele nu, sentado e alisando aquele pinto grande e durão. A principio bateu um pavorzinho ao lembrar da dor que senti dias atrás com a nossa primeira tentativa frustrada.
Ele me olhou com carinho, mas sua voz parecia uma ordem, pediu que eu chupasse o seu aquele negócio. Não me fiz de rogada, desde a semana passada eu fiquei totalmente aberta para novas aventuras, esta era a nova Kamila.

Fiquei de quatro no sofá admirando aquele pintão enquanto levava a boca ao seu encontro. Comecei a chupá-lo desajeitada, era com esforço que conseguia abocanhá-lo. A Elaine chegou por detrás de mim massageando minha xota por cima da rendinha, beijou as bochechas da minha bunda e tirou a minha calcinha. Quase morri de tanto tesão quando senti sua boca em meu sexo. Ahh! estremeci com suas chupadas, mordidinhas com os lábios, lambidas e toques em meu grelo. Passeou com a língua até meu anus. Caraca! Como era bom. A excitação arrancava meus gemidinhos que eram abafados pelo membro do Fábio em minha boca.
Momentos depois senti uma contração do pênis e o sabor de esperma que encheu a minha boca. O Fábio continuou gozando e soltando o líquido e me fazendo engolir, já que segurou a minha cabeça e não me deu chances para tirar a boca.
— Não para, Mila! O homem murmurou e gemeu.
Segurando aquela coisa com as duas mãos e tentando não ser sufocada, continuava chupando, engolindo sua porra e melecando o meu rosto todinho.

Fiquei toda molinha com as chupadas da Elaine e gozei, ela aumentou a pressão em minha boceta, quase enlouqueci. Por fim, consegui tirar minha boca daquele membro e gemi muito alto me acabando com meu gozo. O Fábio ficou admirando aquele espetáculo.
A Elaine saiu de trás de mim, pegou-me em seus braços e me beijou sugando minha boca toda melada de porra. Em seguida ela deitou no sofá com as pernas abertas, Fábio colocou-me de quatro e posicionada com o rosto na boceta dela. Eu nunca havia sentido o gosto de outra mulher, adorei o sabor do sexo dela. Meu bumbum arrebitado foi um convite para o Fábio se aproveitar da posição e devorar, com a boca a minha xotinha e buraquinho rosados causando-me mais arrepios.
Porém logo a seguir senti tremores e receio quando ele pincelou aquele membro enorme em minha fendinha ensopadinha, roçou quase me penetrando. Fiquei com medo, mas louca de desejos ao mesmo tempo. Desejei ser possuída, sentí-lo dentro de mim e perder meu cabacinho me tornando mulher.
Controlei o medo e deixei acontecer. Gemi quase desfalecendo ao sentir que ele me penetrava, a Elaine percebeu o perigo e falou ainda gemendo:
— Na xotinha dela não amooor!
Bateu uma mistura de sentimento de frustração e alívio quando ele afastou seu membro de mim e levantou do sofá. Ele retornou rápido, massageou a minha bunda com algo cremoso e geladinho ao mesmo tempo em que explorava meu buraquinho com o dedo. Gemi de tesão. Ao mesmo tempo a Elaine soltava gritinhos se contorcendo com sua xana colada em meu rosto e gozou em minha boca.
Eu ainda sugava aquela boceta molhadíssima e tremi ao sentir o Fábio esfregar a cabeça do seu pinto em meu anelzinho que parecia estar anestesiado pela ação daquele creme. 
Estava louca para senti-lo dentro de mim e imaginei que ele me rasgaria todinha, mas não me importei, estava pronta.
A Elaine levantou no momento em que ele penetrou bem devagar o meu buraquinho. Permaneci quietinha de quatro e com a bunda arrebitada e segurando a respiração. Ela veio pra debaixo de nós lambendo as bolas do Fábio e brincando com minha boceta.
Sentia a cabeça do pau se perdendo dentro de mim e não vi mais nada. de olhos fechados só gemi muito alto com a cara enfiada no sofá. Apesar do creme ter anestesiado meu anus, ainda doía muito como se meu buraquinho abrisse além do seu limite.

Quando seu pinto estava todo dentro tocando o fundo das minhas entranhas, meus olhinhos se encheram de lágrimas e soltei um:
— OHOOOOO!!! Que deve ter assustado toda a vizinhança.
Ele parou um pouco e eles pediram para eu tentar relaxar, a dor logo iria passar, a amiga disse. Que dor medonha, mas aos poucos ela foi se transformando em prazer, é uma sensação diferente e gostosa sentir aquele volume todo arregaçando o meu cuzinho.
Comecei a mexer a minha bunda e sentir as estocadas, no início devagar, mas foi aumentando até ficar bem forte.

Estava cada vez mais enlouquecida de prazer com o anal e com a boca da Elaine me sugando todinha.
E gozei alucinadamente, dei gritos e gemi igual uma cadelinha ferida. Ainda soluçava de prazer quando o Fábio tirou de dentro, deitei no tapete completamente acabada e quase desfalecendo.

Não sei quanto tempo passou, acordei com os gemidos da Elaine, a vi deitada no sofá, com as pernas erguidas, abertas e o Fábio metendo em sua boceta feito um maníaco. Ela falava palavrões enquanto mexia muito com as unhas cravadas na bunda dele.
Pelos urros, gemidos e grunhidos, percebi que eles gozaram. Ele caiu por cima dela e ali permaneceram.
Só acordei na manhã seguinte, estava peladinha na cama da Elaine, ao lado dos dois também pelados. O Fábio disse que eu apaguei no tapete da sala e ele me levou para o quarto.
Recomeçamos uma nova brincadeira e continuamos por horas. Quando tomamos o café da manhã já era hora do almoço.
Agora éramos três cúmplices, mas o meu cabaço continuava intacto.
Mais tarde, quando fui embora toda segura e já sentindo-me uma mulher, imaginei qual desculpa daria em minha casa para poder retornar na semana seguinte.





Beijos queridos amigos, até a próxima!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Virgem e nua debaixo de um homem

Em um passado não muito distante, quando ainda era eu , meu pai e minha mãe em nossa casa.
Era noite de sábado, quase 11 da noite, meu pai disse que estava passando mal com fortes dores no peito, minha mãe o levaria para o hospital. Pediu para eu arrumar minhas coisas que no caminho me deixaria na casa da Elaine, que além de amiga, naquela época também era sócia da minha mãe na loja de roupas.
Assim que chegamos a Elaine nos aguardava no portão. Desci rápido e minha mãe seguiu com meu pai.
— Fica tranquila, Mila, tudo vai acabar bem — disse enquanto entrávamos.
Levou-me para o quarto de hóspedes, já era tarde e falou para irmos dormir.
Passava das 9 horas da manhã quando acordei meio confusa. Após alguns segundos localizei-me. A casa estava no maior silêncio, fui ao banheiro escovar os dentes e tomar uma ducha.
Sai do banho só de toalha e descalça, esqueci de trazer um chinelo. Estranhei não ouvir ruído nenhum na casa, já havia dormido lá outras vezes e a Elaine tem mania de acordar cedo.
Eu gosto muito da amiga, ela parece mais moleca do que eu, sempre é muito divertido a sua companhia.
Fui até o seu quarto, a porta estava só encostada e com a cortina fechada. Estava escuro lá dentro, mas eu a enxergava deitada toda enrolada no lençol. Fui na ponta dos pés, pulei na cama e gritei:
— ACORRRRDA DORMINHOCA!!!
Tomei um baita susto, não era a Elaine debaixo do lençol, era seu atual namorado o Fábio, eu não sabia que ele dormira na casa.
O homem levou o maior susto, claro, deu um salto virando o corpo e me agarrou… Caiu por cima de mim. Meu susto e vergonha foram maiores quando percebi que ele estava peladão. Minha toalha subiu no movimento deixando minha xotinha nuinha colada no pênis dele.
Eu não tinha a malícia de hoje em dia e ainda era virgem, contudo fiquei muito excitada ao sentir a pele de um homem maduro e nu em contato com minha parte mais íntima. Ainda mais sendo o Fábio, ele é muito fofo, gato mesmo.
— Que susto você me deu menina, mas foi uma surpresa bem agradável — confessou ele com um sorriso sacana.
Senti seu pênis aumentando de volume e se alojando entre minhas coxas entreabertas. Quando ele ameaçou levantar eu senti como se fosse perder um momento mágico e único em minha vida. Instintivamente o abracei pelo pescoço e o beijei, ele correspondeu e sugou minha língua bem gostoso me beijando de uma forma bem safada. Apertei seu pinto durão entre minhas coxas mantendo-o preso no abraço.
— Meniiina, me solta! Acho que isso não vai dar certo.
— Por que Fábio, você não gosta de mim?
Falei com dengo meio tristonha. 
— Eu te adoro anjo, você mexe comigo de montão, mas você ainda é muito menina.
Odeio que me tratem como criança. Eu apertei ainda mais seu pinto entre minhas coxas, ele gemeu dizendo:
— Não faz isso!
Desci minhas mãos agarrando sua bunda e a apertei contra o meu corpo, ele gostou, pois começou a se esfregar em minha xota. Gemi baixinho, estava tão gostoso sentir seu peso sobre mim e seu pênis em minhas coxas roçando meu sexo.
— Menina, eu não aguento mais, vou acabar fazendo besteira.
Eu soltei o ar e um gemido bem gostoso enquanto alisava sua bunda e dei a entender que estava toda entregue.
— Não sou de ferro não — desabafou ele.
Levantou, abriu toda a minha toalha e abocanhou meu seio. Foram chupadas, lambidas e sugadas cheia de energia que estava deixando meus mamilos doloridos, foi descendo beijando meu ventre com parada em meu umbigo (risos... Faz cócegas) até chegar a minha vagina. Sugou-a como se saboreasse uma manga graúda e bem docinha. Aah! Ele havia me ganhado para sempre. O homem estava quase me engolindo toda e enfiou sua língua bem fundo em mim. Estremeci sentindo meu selinho sendo tocado, minhas pernas amoleceram e comecei a tremer de prazer e medo. Ele aprofundava a língua cada vez mais forte, que delícia, aquilo era estar no paraíso. Não aguentei de tanto tesão e… Ahh! Gozei e senti escorrer muito líquido de mim que não consegui conter. Ele parecia não se importar e continuava sugando minha boceta.
Jamais havia sentindo o prazer que senti naquele dia. Curti muito aquele momento especial em minha vida e fiquei vulnerável. Estava totalmente entregue, 
desinibida, sentindo-me poderosa e ao mesmo tempo cadelinha. Arreganhei minhas pernas me oferecendo, estava prontinha para perder meu cabacinho com ele e fantasiei que era sua mulher em uma noite de núpcias. Ele me pegou pela cintura como se eu fosse uma boneca e colocou-me de quatro na cama, lambeu e chupou da minha boceta até meu cuzinho indo e vindo várias vezes. Fiquei encharcadinha com sua saliva. No instante em que ele roçou a cabeça do seu pinto no meu buraquinho eu fiquei apavorada, aquele coisa grande ia me rasgar todinha.
— Para, Fábio! Por favor, estou com medo.
Falei isso, mas estava doidinha para sentir aquele pinto dentro de mim. Ele colocou entre minhas coxas, abraçou-me por trás se esfregando na minha bunda e massageando meus peitos.
— Não tenha medo anjinho, não vou te machucar, vou fazer com muito carinho prometo — sussurrou em meu ouvido.
O modo carinhoso como ele falou deixou-me mais tranquila e, não querendo parecer criança ou bobinha, comecei a mexer a bunda esfregando-me nele.
Ele beijou com carinho meu pescoço, foi descendo pelas costas arrepiando-me inteirinha e parou em meu meu buraquinho o lambuzando ainda mais de saliva. Ajeitou seu membro e começou a forçar a entrada. Fiquei cheia de tesão e pronta para aguentar tudo o que viesse.
Senti a cabeça do pinto entrando e rasgando meu buraquinho, lágrimas escorriam dos meus olhos e ia gritar de dor… Porém Ouvi um barulho de porta batendo na sala. Meu coração veio na boca me calando. Havia me esquecido por completo da Elaine. O Fábio falou baixinho e assustado:
— Vai, Mila, corre pro seu quarto!
Levantei rápidão e ia correr peladinha, ele sussurrou aflito:
— A toalha.
E a jogou em minha direção. Agarrei o bagulho e sai a milhão.
Quando já estava no quarto ouvi passos vindos da escada e a voz da Elaine que entrara no outro quarto.
— Ainda está dormindo meu amor? Desce que vou acordar a Mila e fazer o café pra nós.
Quando ela chegou ao meu quarto eu já havia vestido a camiseta e shortinho. Com a maior carinha de anjo perguntei onde ela estava. Respondeu que foi à feira.
Pouco mais tarde, estava na varanda sozinha com o homem e comentei:
— Foi por pouco né, Fábio? 
E rimos bastante.
Naquele momento eu já sabia que meu pai estava bem e voltando do hospital com minha mãe.

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Beijos queridos amigos, até a próxima!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Dormi Na Vigília e o Pastor Me Comeu

Minha avó é mesmo uma santa, caiu na conversa de uma vizinha e concordou em fazer uma vigília aqui em casa em certo sábado.
Na verdade, acho que a vigília era para mim, já que minha avó não deixou que eu fosse dormir na casa da minha amiga Carol (eu queria sair fora desta roubada), ela disse que o pastor ia conversar comigo, pois estou precisando tomar um pouco de juízo. Aff! Se vovó soubesse de todos os meus podres cancelaria a vigília e chamaria um exorcista (hahaha).
Então... Já era noite e acabara de sair do banho. Vesti uma calcinha preta, também um sutiã (que foi exigência
 de minha avó) e coloquei o vestido azul escuro que ela escolheu, disse que era mais apropriado.
O pessoal começou a chegar, minha avó saiu do meu quarto e foi recebê-los.
Aquele vestido me deixou vinte anos mais velha, além de ser muito quente para aquela noite de verão. Tirei o vestido e separei um outro branquinho e mais leve. Também trocaria a calcinha e sutiã por um conjuntinho branco, apesar de que meus peitinhos odiavam sutiãs.
Estava pelada pegando a lingerie na gaveta, minha avó abriu a porta e entrou com o pastor... Gente! A cara que os dois fizeram era impagável. Fingindo sentir vergonha eu cobri a xotinha com uma mão e os seios com a outra. Minha avó saiu rápido do meu quarto carregando o pastor, voltou sozinha um minuto depois e falou um montão no meu ouvido.
Enfim, depois que eu estava recomposta ela trouxe o homem de volta e o deixou sozinho comigo para conversarmos.
A prosa não teve nada de evangelização, as conversinhas e perguntas do safado eram para sondar se eu entraria na dele. O safado fazia seu joguinho de tarado e procurava saber se eu era virgem e acessível (facinha, no caso).

Sentou na cama ao meu lado e foi falando e segurando em minhas mãos fingindo paternidade. Apoiou a mão em meu joelho e sutilmente foi deslizando a mão e levando junto o meu vestido até ficar acima do meio das minhas coxas. Ele dava olhadas de rabo de olho em direção à porta para ver se alguém se aproximava.
Quando vieram nos chamar, eu tive que me recompor rápido, pois já estava com a calcinha à mostra. Disseram que todo o pessoal já havia chegado. Nós acompanhamos a pessoa até a sala.
Reza vai, conversa vem, as horas passavam e ainda era o primeiro orador da noite que falava (o mesmo pastor safado). Eu não aguentei o sono e a chatice, sai de fininho e fui para o meu quarto tirar uma soneca.
Já deitada e descoberta, dormia um soninho gostoso com o bumbum voltado para cima. Acordei sentindo que alguém me puxava, quando abri parcialmente os olhos, pensei ter visto o pastor. Meu quarto estava escuro, mas uma luz entrava pela porta parcialmente aberta.
Não me liguei de imediato, ainda estava na dúvida se dormia ou se sonhava. No entanto, quando ouvi a voz do pastor, assustei-me e percebi que não era sonho.
— Calma, menina! Vim livrar você deste mal que invadiu seu corpo  anunciou o safado.
"Fala sério, o que ele quer mesmo é invadir meu rabinho" pensei já pressentindo suas intenções. Contudo, entrei no jogo (como sempre faço nessas horas), adoro situações de risco que envolvam sexo proibido.
Meu corpo já estava virado com os pés para fora da cama. Seguro de que eu não ofereceria resistência, alisou e apertou minha bunda com as duas mãos e na sequência puxou minha calcinha até meus joelhos. O homem beijou minha bunda enfiou o rosto no vão apertadinho abaixo do meu rego e remexeu em minha fendinha com o nariz e a língua. Que danado, eu já estava completamente entregue. Puxou-me deixando-me com o tronco em cima da cama e ajoelhada no chão (e não era pra rezar).
Eu olhava de ladinho o vendo arriar sua calça e cueca. Ficou pelado da cintura para baixo com o pau duro, e... Nossa gente, que pau era aquele. Ele veio pra cima de mim levantando meu vestido e terminou de tirar minha calcinha. O pastor se ajeitou por detrás de mim me encoxando (me arrepio todinha só de lembrar), seu pênis no meio das minhas coxas esfregando e roçando em minha grutinha. Fiquei um pouco nervosa porque o sem noção nem fechou a porta, eu ouvia a voz do pessoal rezando lá na sala.
— Para pastor! Meus avós podem vir aqui  murmurei receosa, todavia a injeção de adrenalina em meu organismo só fazia eu pesar no sexo e fechar os olhos para o perigo.
Ele explicou que o pessoal não poderia deixar a vigília agora e continuando a se esfregar em mim e sussurrando em meu ouvido coisas que seriam impronunciáveis nos arredores de uma igreja. Ele mordeu meu pescoço, que delícia estava aquilo, segurou em meus cabelos e virou meu rosto para enfiar sua língua safada na minha boca; nos beijávamos, e foi neste momento que ele ajeitou seu membro em minha xoxota. 
— Não, pastor! Eu sou virgem ainda. — Também sei jogar, fiz-me de mocinha assustada.
Ele sussurrava dizendo para eu não ter medo e só pensar em como seria bom.
 Relaxa, anjo! — sugeriu ao mesmo tempo em que introduziu seu membro na minha boceta, seu sexo enorme começou a me penetrar e parecia rasgar-me todinha. Quando o senti forçando meu hímen complacente*, vi estrelas, ao mesmo tempo em que fiquei alucinada de prazer. Dei uma empinadinha na bunda e comecei a remexer devagar e cheia de malícia, virei a cabeça para trás e olhei para ele com cara de cadelinha no cio (adoro isso). O homem segurou em minha cintura, disse que eu era uma diabinha bem safadinha, deu-me uma estocada poderosa que seu cacete atravessou meu hímen como uma flecha.
— Ohoooo! — não contive o gemido. Ele começou a estocar bem forte que fiquei assustada e muito preocupada, visto que o barulho da cama batendo na parede poderia ser ouvido por meus avós.
O pastor metia tocando fundo dentro de mim, eu mordia o lençol abafando meus gemidos, mas às vezes não aguentava e soltava uns gemidos mais altos. O homem era tão safado, tão cara de pau que parecia nem se preocupar. O sádico socava sem dó em minha grutinha.
Foi então que meu coração quase sai pela boca ao perceber um vulto passando pela porta do meu quarto. Não consegui ver quem era, foi rápido demais, acho que não daria para alguém ver a gente ali no escuro e por detrás da cama.
O homem deitou sobre meu corpo forçando seu membro dentro de mim com tamanha brutalidade que parecia um animal. Aiii! Ele estava me arregaçando todinha, porém o momento mágico chegou e gozei um orgasmo sem fim que tremores deliciosos percorreram por todo o meu corpo... Ahh!
Ele continuou com suas estocadas brutas indo fundo em minha boceta ensopadinha, mas não gozou dentro, tirou e jorrou seu sêmen sobre minha bunda e até nas minhas costas.
Não satisfeito, começou a esfregar seu pênis em meu rego melecando ele todinho, senti a cabeça do seu membro ainda duro forçando a entrada do meu anelzinho, eu não ia aguentar tudo aquilo no meu buraquinho sem gritar e chorar. Me apavorei quando ele me segurou brutalmente e começou a enfiar aquele monstro em meu cuzinho.
— Não tenha medo, anjo! Agora vou te levar aos céus — falou em tom de zombaria.
O tesão que senti foi maior que o medo dele rasgar-me todinha ou de ser flagrada. Sentia muita dor com seu membro começando a alargar meu buraquinho. Fui relaxando e curtindo o momento, já estava entregue com as rodas arriadas e toda putinha. De repente, quase morri do coração, o pessoal começou a gritar lá na sala feito um bando de loucos, fiquei super tensa, olhei meio de ladinho para ele mostrando-me nervosa, ele bem sádico socou todo aquele cacete pra dentro de mim...
— AAAIIIIII! Caralho, não segurei mais e gemi altão com meus olhos cheios de lágrimas. Que dor da porra.

Ele começou a bombar devagar, o prazer começou a tomar o lugar da dor. Relaxei o quanto pude e o êxtase percorreu por todo o meu corpo. Remexi meus quadris e juntos aumentamos o ritmo até eu ficar completamente à vontade com seu cacete enterrado em meu cuzinho e curti de montão aquele momento de loucura. Peguei em sua mão levando-a até minha boceta, ele deslizou dois dedos para dentro dela e remexemos nossos corpos colados como se fossemos um só. Quando gozamos nossos corpos estavam molhadinhos de suor.
Ahh! Meus espasmos de prazer e aquele líquido me enchendo as entranhas deixou-me molinha e quase desfalecida.
Quando ele saiu de cima de mim, limpou seu membro (
já desarmado) com minha calcinha que estava no chão e o ajeitou por dentro de sua cueca e calça. Acabou de recompor a roupa e ironicamente disse:
— Pronto, menina, seu corpo está livre do mal. Pode dormir em paz agora — sorrindo ele saiu do meu quarto.
Mas que FDP, cara de pau, tratou-me como uma puta. Arhh! Se ele não tivesse uma pegada tão gostosa eu ficaria braba com ele e contaria tudo para minha avó.
Fui rapidão ao banheiro me lavar. Ainda estava intrigada pensando em quem passou pela porta do meu quarto. Será que viu a gente? Será que ouviu meus gemidos? Que mistério. Acho que estas situações perigosas estão me fazendo ver coisas.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
*Mulheres com hímen complacente têm muita elasticidade nessa parte do corpo, e a membrana volta ao normal depois do ato sexual. Apenas se rompe na ocasião do parto normal, pois a pressão é maior do que a da penetração.

sábado, 14 de junho de 2014

Sexo a Três no Camping

Eu e a Carol estávamos de volta ao mesmo Camping que viemos semanas atrás. Nossa turma agora era de cinco meninas e dois carinhas, um deles era o Bruno, o outro era o ficante de uma das meninas. 
No entanto tive que usar meu poder de persuasão alguns dias antes para podermos estar aqui, convenci o pai da Carol a comprar outra barraca pra ela, já que a antiga rasgou na enxurrada do último acampamento e foi pro lixo. O pão duro do pai dela não queria comprar outra.
Vesti-me pra batalha: uma regatinha de decote bem insinuante e uma calça legging, tipo arrasa quarteirão. Ele sempre vem com aquelas velhas brincadeiras de mão e tentando me encoxar quando estamos fora do campo de visão dos outros. 
Não deu outra, certo momento enquanto eu lavava um copo na pia, ele veio por trás me encoxando, abraçando o meu ventre e sussurrou no meu ouvido:
— Você fica tão gostosinha nessa roupa, não aguento de tesão. Por favor anjo, vamos nos ver novamente!?
Após nossa primeira transa (Veja o conto: “Sexo de Madrugada” ),  consegui administrar suas investidas e o estava levando em banho Maria.
Seu pau instalou-se em meu rego e enrijeceu rápido. Safadinha que sou aproveitei o momento e meu poder de sedução para conseguir meu intento. Empinei mais minha bunda, esfreguei-me nele e falei toda dengosa:
— Se você comprar outra barraca pra Carol, eu prometo pensar com muito carinho no seu caso!  
O safado prometeu que ia comprar, mas só por que eu tinha pedido com jeitinho (é um FDP mesmo). O que nós não fazemos pelas amigas, né gente? (risos)
Mas enfim, voltando ao Camping... Ainda era manhã, estávamos na piscina natural ao pé de uma cachoeira. Troquei muitas carícias com o Bruno. O contato por debaixo d'água nos protegia dos olhares alheios. Por várias vezes alisei seu pênis enfiando minha mão por dentro da sua bermuda de banho. Ele retribuía acariciando meus seios e minha xotinha. Durante a brincadeira pegava-me no colo e eu abraçava sua cintura com minhas pernas e acredito que dávamos a sensação que estávamos em uma transa, tamanha a intensidade dos movimentos. As meninas ficaram boladas comigo e disseram que iam fazer Rafting.
Por segurança,  os barcos infláveis descem as corredeiras com cinco e no máximo seis pessoas. Nós estávamos em sete.
— Vão vocês, estou meio enjoada, vou ao salão tomar uma tônica com limão! Falei encorajando-as a ir sem mim.
Bruno deve ter lido meu pensamento, na verdade queria era privacidade com ele.
— Também não estou a fim de ir, fico com a Mila lá no Camping esperando vocês pra gente almoçar! Comentou.
Tudo resolvido e as meninas foram para o ancoradouro, e quando eu e o Bruno ficamos sozinhos, olhei safadinha pra ele:
— Vamos achar um lugar sem testemunhas pra gente namorar?
— Por que não vamos pra minha barraca? Disse ele.
— Tá doido? Melhor não, há conhecidos do meu avô neste Camping, e eu me ferro depois!
— Pela manhã vi um lugar ali atrás do salão, parece ser legal e discreto! Sugeri.
Voltamos até as barracas no Camping, peguei minha toalha e a prendi na cintura tipo uma saia... Do nada surgiu uma mulher ao meu lado como se fosse um fantasma. 
— Nossa, que corpinho lindo, queria tanto um bumbum desses pra mim! Argumentou a estranha olhando e sorrindo pra mim.
Agradeci sorrindo também. Ela era muito bonita de corpo e rosto: cabelos pretos e lisos, curtinho de franjinha; lhe davam um toque oriental. Seus seios eram facilmente notados por debaixo do tecido fino da sua saída de banho. Ela deu tchau e seguiu em frente.
O Bruno que tinha acabado de sair de sua barraca perguntou: 
— Quem era?
— Apenas uma vizinha de Camping! respondi.
Fomos direto até os fundos do salão. Passamos por ela que havia sentado à entrada de uma barraca logo à frente e abriu novamente seu sorriso lindo quando passamos.
Seguimos por detrás do salão e descemos com cuidado um degrau de pedras. 
Paramos logo abaixo onde tinha um gramadinho legal, parecia ser o lugar ideal pra ter uma intimidade ali no Camping. Apesar de ter um gramado, o terreno era bem acidentado por pedras grandes, não era caminho pra lugar nenhum e longe da vista de curiosos. 
Forrei o gramado com minha toalha e não perdemos tempo, tirei meu biquíni e Bruno sua bermuda. Ajoelhamos na toalha e nos beijamos longa e carinhosamente.
Iniciei a preliminar gostosa chupando e me deliciando com seu membro. O cheiro de mato e seu aroma de homem era como lenha que aumentava meu fogo, eu queria engolir ele todinho.
Trocamos a posição e o garoto deixou-me doidinha com sua boca em meu sexo. Sua língua penetrou fundo em minha boceta e agitava rápido que eu delirava imaginando estar sendo penetrada por um réptil. Era impossível não gemer muito, tentava fazê-lo sem escândalo pra não chamar a atenção. Deuuus! como isso é bom. 
Já não conseguia aguentar mais o desejo de ser possuída, levantei e sentei com minha boceta em seu membro descendo meu corpo devagar. Prendi a respiração curtindo cada centímetro que deslizava pra dentro de mim. Soltei o ar junto com um suspiro de prazer, somente quando estava tudinho acomodado em minha vagina. Deleitei com as estocadas daquele órgão, completamente alheia ao resto do mundo. Delirei remexendo os quadris até meus bracinhos e pernas ficarem cansados de apoiar meu corpo. Mudamos para uma posição mais confortável, fiquei de quatro e o gato me penetrou outra vez, agora com estocadas selvagens e arrancando meus gritinhos. Não me importava mais se alguém visse ou ouvisse, estava nos céus e comecei a gemer mais vadia que nunca quando cheguei ao clímax. Ahaaa! Fui aos céus, meu coração quase parou. 
Ele não diminuiu as estocadas, no entanto tirou de dentro e pediu pra eu deitar. Provavelmente queria gozar no conforto do papai e mamãe.
Estávamos de costas para o degrau de pedras (o mesmo que descemos para chegar ali), assim que me virei levei um puta susto ao ver a mesma mulher sentada ali no degrau com a saída de banho aberta e sem mais nada por baixo. Se masturbava socando o dedo na boceta com os olhos cerrados como quem sente muito prazer.
Bruno e eu nos olhamos, primeiramente preocupados com a testemunha, e depois como quem diz “Foda-se”, nós continuamos, eu agora mais excitada do que nunca por estar sendo observada. Deitei de costas e o Bruno após lubrificar seu pênis, levantou minhas pernas deixando-me de franguinho assado, ajeitou e enterrou tudinho em meu rabinho.
Putz! que dorzinha do caralho, ele adora judiar de mim e eu adoro esta pegada mais bruta dele.
Já estava totalmente à vontade com seu membro acomodado dentro de mim, remexendo e gemendo sem pudor.
Levei outro sustinho ao sentir uma presença, a mulher, agora completamente nua estava ali ao nosso lado. Sem dizer nada agachou levando sua boca na minha. Adorei sua iniciativa, brincamos com nossas línguas ao mesmo tempo em que ela massageava meus seios.
Bruno continuava bombando no meu cuzinho, eu remexia como louca querendo chegar ao clímax novamente. 
Ela levou seu seio até minha boca e pegou minha mão colocando em sua boceta fazendo-me enfiar o dedo nela. Deixou de ser uma testemunha ocular para ser cúmplice. 
Aquela loucura virou suruba, eu chupava e mordia seu seio e com dois dedos socados em sua boceta, ela com seus dedos na minha e o Bruno socando muito forte em meu anus me alargando todinha. Meus movimentos eram similar ao de uma convulsão de tanto que me contorcia estremecendo com o êxtase percorrendo meu corpo. Ahh! o momento mágico chegou causando-me espasmos de prazer. No impulso, quase soquei minha mão inteira na boceta dela que parecia uivar como uma loba.
Toda molinha e já nem sabendo mais onde eu estava, senti minha mão encharcada e percebi que ela gozou e muito, no mesmo instante que senti um jato de porra enchendo meu buraquinho. Pelo urro que o gato deu, ela percebeu o gozo dele e sugeriu entusiasmada:
— Goza nos seios dela lindinho! 
Ele tirou seu pau de dentro e continuou com uma punheta deixando cair muita porra sobre mim. Ela passou a mão espalhando aquele mel em meus seios e lambia como uma cadela em um prato de mingau.
Eu ainda peguei um pouquinho daquele mel com um dedo, coloquei na boca chupando bem vadiazinha.  Alisei seu membro bem devagar da cabeça até as bolas fazendo o garoto se contorcer todo, deveria estar muito sensível ao toque. Ela ainda me chupava os seios, que agora estavam limpinhos, pois ela engoliu toda aquela meleca. 
— Amei vocês, são doidinhos demais! Falou a outra doida.
Somente depois, enquanto a gente se vestia, que nos apresentamos. Heloísa o nome dela, e disse que estava acampada ali com o marido.
Voltamos os três até o salão trocando mais informações. Continuei o papo com ela no banheiro feminino.
Ainda tinha muito final de semana pela frente pra gente curtir. 

Beijos amigos, até a próxima.
 

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