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domingo, 25 de maio de 2014

Sexo Suficiente

Aquele sábado começou magnificamente bem, ainda a pouco estava na companhia do pai da Nanda, na garagem do subsolo, fui agraciada com o anal mais maravilhoso dos últimos tempos, e para tornar o momento perfeito, ele fez tudo com muito carinho e paixão. Fui para o banho, peguei a ducha de mão e a direcionei em meu sexo que ainda não estava satisfeito e ansiava de desejos e tesão pelo comandante. Eu havia mergulhado de cabeça naquela relação e meu corpo exigente reclamava que ainda não tinha tido o suficiente aquela manhã. A culpa era do comandante, ele tem o dom de proporcionar-me momentos incríveis e o coroa gostoso parece que também é insaciável.
Os pensamentos borbulhavam em minha mente enquanto sentia o jato de água acariciar minha pele, não sabia quando teria outra chance de estar intimamente com ele, então resolvi aproveitar cada segundo que restava daquele final de semana. Estava com um desejo doentio de amá-lo mais... E queria muito mais.
Lavei-me rapidão e vesti o robe em meu corpo molhado. Fui na ponta dos pés verificar se a amiga ainda dormia. Sorri feliz vendo seu soninho tão gostoso, e falei em pensamento: "Acho que ainda dá tempo de dar uma rapidinha com o coroa gostoso".
Sai de mansinho do quarto e fui para a cozinha e o encontrei vindo da área de serviço.
— Xiii comandante, nem começou a preparar o nosso café ainda.
— Vou começar agora, estava no banheiro dando uma lavadinha — falou apontando para a região do seu pênis.
— Huum... Está cheirosinho de novo? — perguntei cheia de segundas intenções.
— Cheiroso e novinho em folha. — Sua resposta foi o toque que eu precisava, atiçou ainda mais meu desejo.
— Deixa eu ver se está delicinha mesmo.
E fui pra juntinho dele já com a mão em seu membro.
— A Nanda ainda está dormindo? — perguntou demonstrando preocupação.
— Está, e bem gostoso e pelo jeito a dorminhoca ainda vai dormir muitão.

Eu acariciei seu membro por cima da roupa, agachei e fui descendo sua bermuda até seus pés e agarrei seu pênis com uma mão e o abocanhei sugando aquela cabeça rosada e tão gostosa. A pressão de suas mãos em minha cabeça incentivava-me a engolir até onde eu conseguia... Eu deliciava-me enquanto o ouvia gemer baixinho.
Fiquei em pé enquanto ele observava ainda estando com sua bermuda arriada, abri o laço do meu robe, tirei de cima de um ombro, depois do outro, deixei meus braços caírem lentamente e o tecido de seda deslizou até meus pés. Fiquei peladinha e sendo admirada pelo seu olhar de lobo mau que parecia querer me devorar. Esticou os braços me puxando para junto dele.
— Uaau anjinho! Seu corpinho é uma obra de arte, impossível não ficar doido de tesão ao ver esta coisinha linda que é seu sexo.
Alisou meu corpo e acariciou meus seios arrancando-me suspiros. Porém ele parecia incomodado.
— É perigoso ficarmos aqui, Mila — falou olhando com receio em direção a sala. — Não quero nem imaginar em ser pego pela minha filha.
Eu particularmente estava adorando a situação de perigo, é adrenalina pura. Eu queria transar ali mesmo e soube como seduzi-lo.
— Ela está dormindo gostoso, garanto que não acorda — tentava tranquilizá-lo, porém, eu não tinha certeza do que dizia, o desejo de transar com ele novamente e correr o risco de sermos surpreendidos por alguém da casa era lenha para minha fogueira que ardia. Só ouvia a voz da diabinha da minha consciência. A mesma adora quebrar regras.
Puxei uma cadeira que estava junto à mesa e sem nenhum pudor, com meu dedo indicador, fiz um sinal característico de quem chama alguém para junto de si . Com a outra mão dei a entender que era para ele sentar na cadeira que acabara de colocar no meio da cozinha.
Aquela cômodo tinha algo de sinistro, o desejo de transar com ele ali e correr todos os riscos de sermos flagrados fez minha libido ir a milhão, desejei muito sua cumplicidade para corrermos o risco juntos.
A princípio ele entrou no jogo, se livrou da bermuda e sentou na cadeira. O presenteei com o meu melhor boquete e deixei-o molhadinho. Antes que o homem percebesse minhas reais intenções, eu levantei segurando seu membro e ajeitei meu corpo por cima dele o deixando entre minhas pernas e soltei meu corpo enterrando seu pau em minha boceta.
— Aqui não sua doida — falou todo preocupado.
Falou tarde demais, comecei a cavalgar sobre ele e fui aumentando o ritmo delirando a cada subida e descida gemendo bem baixinho. Geeente! Que homem... Que pau.
Enfim, ele deu um foda-se e me puxando para um abraço beijou minha boca. No beijo ele mordia e puxava o meu lábio inferior com seus lábios, apertava minhas coxas e bunda e fazia com que eu o desejasse ainda mais.
O risco de ser flagrada pela Nanda ou outra pessoa ficou em segundo plano, a meta agora era se curtir e gozar gostoso mais uma vez naquela manhã. Queria tanto poder gritar e gemer bem vadia para liberar toda a energia boa que sentia. Mantive minha boca na dele o beijando para que meu gemido não ecoasse pela casa.
Puxei e tirei sua camiseta, queria sentir o contato dos meus seios com seu corpo másculo. Após movimentos alucinados, nossos corpos estavam úmidos de suor, apesar da manhã fria.
Pirei ao sentir suas pulsações e sua porra me invadindo. Ele se contorcia e tentava controlar seus urros e gemidos, eu não consegui controlar minha euforia quando cheguei ao momento de pura magia. Coloquei minha boca em seu ombro para abafar meus gemidos e... Ahh! Foi puro êxtase... Deeeus! Cheguei a ouvir sininhos enquanto flutuava em alguma parte do céu.
Estava finalizada quando meus espasmos diminuíram. Seu pau já estava molinho e eu finalmente consegui controlar meus gemidos e tirei minha boca do seu ombro... — Caralho! — eu o mordi muito, ele estava com marcas bem visíveis dos meus dentes e uma mancha roxa/avermelhada. Fiquei quietinha, ainda estava curtindo todo o prazer que tive com a transa. Seu membro saiu devagar de dentro, sentia o líquido escorrendo de minha boceta e caindo sobre ele. Demos um beijo longo, cheio de paixão e agradecimento mútuo.
— Menina... Você quase me mata — desabafou bem ofegante.
O beijei novamente enquanto pensava — Aff! este homem é muito foda, agora sim tive o suficiente por hoje. — Sai de cima dele e falei receosa:
— Acho que quem vai te matar é sua mulher, eu te mordi sem querer, seu ombro está com as marcas dos meus dentes.
— Jura? Não brinca.
Fiquei envergonhada de ter feito merda, fiz carinha de criança que fez arte e pedi desculpas. Fui pegar papel toalha pra gente se limpar enquanto ele se esforçava para olhar o seu ombro. Depois falou parecendo tranquilo:
— Tudo bem anjo, eu viajo hoje à tarde a trabalho, quando voltar já terá sumido as marcas dos seus dentinhos.
O sorriso dele deixou-me mais tranquila. Vesti meu robe, dei-lhe um beijo de despedida e fui me lavar. Ele pediu que eu acordasse a Nanda, após banhar-me, e que descesse com ela para tomarmos café.
Foram dias maravilhosos curtindo pai e filha que me deram muito prazer e vários momentos felizes. Logo depois do café eu iria para minha casa, peninha, mas tenho que ajudar minha avó, nem tudo é festa né gente?


Este conto finaliza esta minissérie. Espero que tenham curtido os 5 contos.
Beijos e até a próxima!

sábado, 17 de maio de 2014

Motel Garagem

No conto anterior...
Regressava à casa da Fernanda na tarde de sexta-feira, pós-feriado de 1º de maio e no caminho encontrei o pai da amiga e ganhei uma carona. Quando entramos com o carro na garagem subterrânea da casa, rolou um clima forte que culminou com nossa transa no banco de trás do veículo. Foi por pouco que não fomos surpreendidos pelo Léo, filho dele, que chegou ao local também motorizado. O tempo de abertura do portão automático não seria suficiente para que eu vestisse minha calcinha e muito menos o meu jeans apertadinho. Cobri meu corpo apenas com minha bata e simulei que era um vestidinho.


Depois do susto eu subi acompanhando o comandante e o Léo em direção a cozinha para deixar as compras. A Nanda e sua mãe, que estavam assistindo TV na sala, vieram se juntar a nós. Após os cumprimentos, foi inevitável o comentário delas sobre minha bata.
— Nossa Mila! — você não está com frio?
Era inevitável que minha amiga fizesse essa pergunta, tanto que eu já havia ensaiado uma justificativa para uma roupa tão leve.
— Estava mexendo com água enquanto ajudava minha avó e estava até com calor quando sai de casa.
— Você vai ficar resfriada menina — falou a mãe.
— Está bem agradável ainda, depois eu troco de roupa.
Que saia justa, eu não poderia ir para o quarto e recompor meus trajes e também o corpo, já que a Nanda me acompanharia e veria minha calça e calcinha enroscadas e do avesso assim que eu abrisse minha mochila, e claro, ela estranharia muito.
Estava muito desconfortável sentindo os resíduos da transa ocorrida minutos atrás. Precisava ir ao banheiro, pois estava com medo que alguém percebesse algum odor diferente em mim, contudo, novamente correria o risco de ser acompanhada pela amiga que deduziria facilmente que eu estava escondendo algo, e se porventura o Léo comentasse que me viu sozinha com o pai deles quando ele entrou na garagem, daí foderia de vez.
Farei o possível para não magoar minha amiga, mas não deixarei de curtir o pai dela, se rolar novamente não irei evitá-lo, deixo acontecer e tomo cuidado para não ser flagrada.
Pouco tempo depois aproveitei um momento em que mãe e filha foram até a área de serviço, falei baixinho no ouvido do comandante:
— Vou ao banheiro por minha calcinha e já volto. — Ele sorriu fazendo um sim com a cabeça e deu um tapinha na minha bunda assim que virei em direção da escada. Dei um pulinho de susto só de brincadeira.
Peguei a mochila e fui direto para o banheiro. Estava no piso superior e ouvi a música que vinha do quarto do Léo. Iria tentar passar em silêncio e invisível para evitar contato com ele. — Puta merda! — lamentei ao dar de cara com o chato que acabara de sair do banheiro.
Tive que administrar seu assédio sem ser rude. Tudo o que não precisava naquele momento era que ele ficasse com raiva de mim. Ele falou um montão sobre minha provocação na cozinha dois dias atrás o tratando como idiota e depois saindo fora. Expliquei que só corri porque a Nanda gritou meu nome. Pedi para conversarmos depois, estava ansiosa para entrar no banheiro antes que a amiga viesse atrás de mim. Pedi licença e tentei entrar no banheiro. O sem noção me agarrou.
— Você é muito gostosinha e está me devendo.
— Para seu doido, eu vou gritar.
Ele segurou em minha bata com uma mão e tentou erguê-la, eu dei um soco de cima para baixo acertando sua mão que largou minha bata que já estava quase no ponto de revelar que eu estava sem calcinha. A ação foi suficiente para que eu entrasse correndo no banheiro.
— Filho da puta! — xinguei em pensamento enquanto trancava a porta. Quase que o idiota viu o que não deveria e começaria a pensar merda sobre eu e seu pai.
Fiz uma higiene rápida, vesti a calcinha e a calça amarrotada, entretanto, ela fica tão justinha em mim que parece que está passada. Ufaa! Pelo menos o caso da roupa estava resolvido. Sai do banheiro no mesmo instante que a Nanda subiu e fomos para o seu quarto.
Naquela noite não houve mais imprevistos e nada de interessante aconteceu além da ingestão de algumas garrafas de vinho, pizzas e muita conversa jogada fora.
Eu e minha amiga trocamos somente uns beijos de boa noite antes de dormirmos, cada uma em sua cama, apesar de que nosso desejo era ficarmos juntinhas em uma só e fazer amor até de manhã. Sabíamos que esta noite não seria possível, porém, não faltariam oportunidades.

Acordei naquela manhã de sábado doida pra fazer xixi olhei em meu celular e ainda era sete horas, minha companheira de quarto dormia feito uma pedra, levantei em silêncio evitando acordá-la e fui ao banheiro. Após sair vi o comandante parado na porta do quarto do casal, acenou me chamando e quando cheguei juntinho ele falou quase sussurrando:
— Bom dia anjo. — A Nanda ainda está dormindo?
— Sim, dormindo como um bebê. — E depois informei que só levantei para fazer xixi e que ainda estava morrendo de sono.
Ele pegou em minha mão me levando para dentro do quarto. Pensei que iria colocar-me em sua cama (rsrs), mas ele deixou a porta aberta, só quis reduzir o risco de que nossa conversa fosse ouvida.
— Cadê sua mulher e o Léo?
— Eles já foram para o trabalho.
— Menina, você realmente mexeu comigo, não consegui dormir direito — ele falava segurando em minhas duas mãos e as acariciando.
— Fiquei lamentando o que perdi ontem quando o Léo chegou, ele poderia ter esperado um pouquinho mais né? — falou, e sorriu.
— É mesmo — concordei, —deveria ser crime interromper um momento tão gostoso quanto o nosso de ontem.
— Quer continuar de onde paramos? — perguntei sem nenhum pudor.
— Mas você não disse que estava com sono? — ironizou ele.
Respondi que naquele instante eu estava é com muito tesão. Ele me abraçou e nos beijamos e esfregamos nossos corpos com desejo. Em seguida eu olhei para a cama do casal e não contive a minha safadeza.
— Vamos fazer aqui? — perguntei só de sacanagem.
— Aqui não, eu não me sentiria bem e também deixaríamos muitos rastros. — Vamos descer.
Eu expliquei que estava só brincando, porém, seria excitante demais correr este risco tendo a filha dele tão perto (rsrs).
Ele era organizado, pegou um tubo de gel em uma gaveta e um pouco de papel higiênico, depois descemos as escadas em direção a garagem. Lá havia havia um cadeirão estofado, ele pegou em minha mão e conduziu-me até aquele tipo de poltrona, sentou e colocou-me em seu colo. Após um beijo delicioso, acariciou meu corpo e foi tirando minha blusa de dormir, beijou-me, lambeu-me, tocou-me e chupou-me descobrindo lugares em meu corpo que eu não sabia que eram tão sensíveis.
Retribui me ajoelhando entre suas pernas e puxei sua bermuda até tirá-la. Seu membro rígido hipnotizou-me e fui atraída como se ele fosse um imã. Enchi minha boca com seu membro fazendo o homem grunhir, se contorcer e soltar suspiros quando eu o engolia todinho e voltava apertando-o com os lábios.
Mas o desejo maior era continuar de onde paramos ontem, antes que alguém cortasse nosso barato novamente.
Com um polegar enfiado em cada lado do cós do meu shortinho, fui descendo-o sensualmente até passá-lo pelos pés. Ele soltou um Uaau! Quando fiquei peladinha.
Após seus elogios apoiei as mãos em cima do encosto da poltrona, inclinei-me sutilmente e sem ser vulgarmente apelativa.
— Nossa anjinho, que visão maravilhosa, que bundinha redondinha e que pele sedosa.
Após o rasgamento de seda ele acariciou minha bunda, ajoelhou e caiu de boca em minha boceta e depois em meu buraquinho. Gemi baixinho enquanto me devorava. Com as mãos ele abriu caminho em minha bunda e a penetrou com a língua. Ele me fez gemer bem putinha. Tentei não fazer muito barulho e curti muito sua língua. Estava quase gozando quando ele tirou sua boca de mim, pegou o gel, aplicou em meu rego e brincou com meu buraquinho introduzindo um dedo nele huum! Remexi o bumbum e meu gemido era quase um choro de súplica. Abri minhas pernas como que implorando por seu pênis e mesmo ele vendo que eu estava pronta e completamente submissa continuou judiando de mim.
Por fim ajeitou seu pau liso em meu anelzinho e me penetrou suave e sem parar até chegar bem no fundo... Aaii! Puro tesão, não havia dor, e quando estocadas vigorosas estremeceram meu corpo, flutuei até as nuvens.
Movimentei os quadris na mesma balada das estocadas. Suas mãos mantiveram-me prisioneira para que seu membro tocasse o ponto mais profundo de minhas entranhas. Um dedo tocou em minha boceta... E mais outro... E outro mais, ou já era a mão toda, não sei ao certo, só sei que tudo contribuiu para multiplicar meu êxtase.
— Ahh... amooor! — murmurei quando cheguei ao clímax gemendo igual uma cadelinha ferida. Ele tapou minha boca com a mão e pediu para eu tentar gemer baixinho. Eu gozava e acenava com a cabeça dizendo que sim, ele tirou a mão de minha boca e envolveu meus seios com um braço. A outra mão ainda estava socada em minha boceta e puxava-me ainda mais para junto dele — se é que era possível. — Ele gozou enchendo meu buraquinho com seu sêmen. Não consegui controlar um gemido altão ao ser agraciada com o ápice do meu êxtase. Ele tapou minha boca novamente e eu só conseguia murmurar bobagens sentindo seu pau pulsando dentro de mim. Putz! Gozei até me acabar.
Aos poucos ele foi diminuindo seus movimentos até parar. Quando tirou de dentro, sentou na poltrona, eu sentei de ladinho em seu colo, ele me deu aquela encarada com um olhar pra lá de sedutor. Correspondi na mesma intensidade, e assim ficou fortalecida nossa conexão como parceiros. Nosso desejo era que muitos encontros viessem no futuro, então nos beijamos como dois apaixonados enquanto suas mãos alisaram meus seios, ventre, bumbum e onde mais podia tocar em meu corpo.
Queria continuar aquela transa por horas, mas estava com medo que a amiga acordasse e desse por minha falta.
— Melhor a gente subir agora né? — sugeri e ele concordou, já corremos riscos demais em tão pouco tempo.
Depois que nos recompomos e saímos da garagem, ele ficou na cozinha para preparar o nosso café. Eu, após verificar que a Nanda ainda dormia, fui tomar um banho.

Parte final no conto Sexo Suficiente 

Beijos queridos amigos, até a próxima!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Aprendendo a Voar

O feriado do dia do trabalho seguiu além das minhas expectativas, Ainda sorria feliz com a grata surpresa que tive com os carinhos e prazeres proporcionados pela Nanda.
Após sairmos do banho falei que iria tomar um pouco de água, na verdade iria verificar se o Léo ainda estava na casa, eu não contei que o tinha visto na cozinha. Desci vestida apenas com a toalha, a qualquer sinal dele eu sairia correndo novamente (rsrs).
Felizmente o sem noção já tinha saído. De volta ao quarto encontrei a Nanda com um tubo de creme nas mãos que era para usar no corpo todo. Pediu que eu tirasse a toalha, ela passaria o creme em mim. Começou apertando firme os meus ombros como se fosse uma massagem para aliviar a tensão, foi descendo suas mãos e na medida em que seus dedos delicados chegavam aos meus seios, a massagem virou carícia. Suspirei longamente sentindo um tesão enorme e murmurei dizendo que a queria. 

Em poucos minutos estávamos as duas com nossos corpos untados de creme, entrelaçados e nos perdendo em carícias mútuas... Ahh! A danada me fez gozar novamente. Ficaríamos ali o resto do dia se o pai dela não tivesse chegado. Por sorte ele anunciou sua presença chamando a Nanda assim que entrou na casa.
Enquanto ele subia as escadas, vesti rapidinho a bermuda e camiseta, soquei a calcinha e sutiã em minha mochila. A Nanda se cobriu com um vestidinho em dois palitos. Ela não quis fechar a porta, poderíamos dar a entender que fazíamos algo errado.  
Ansiosa e vaidosa, ajeitei meus cabelos e finalmente conheceria o comandante. A Nanda falava tanto dele que já me parecia íntimo sem nunca tê-lo encontrado.
O homem chegou na porta do quarto, fomos apresentados e senti um arrepio gostoso, o pai da amiga era um cinquentão muito simpático e atraente.
Pouco depois quando estávamos na sala, ele mostrou a caixa de vinho que trouxe na bagagem, ele abriria uma garrafa para nós tomarmos durante o almoço. Falei que infelizmente estava de saída, tinha que ir para casa ajudar minha avó. Eles insistiam que eu ficasse para o almoço e provasse do vinho, mas eu tinha mesmo que ir. Combinamos que eu voltaria na tarde do dia seguinte (sexta-feira). Falei brincando para que não tomassem tudo. Ele bem simpático disse que guardaria uma garrafa especialmente para nós tomarmos, só que seria com uma pizza, que era a refeição tradicional da casa nas noites de sexta-feira.
Dei uma força para minha avó durante aquele restante de quinta e manhã de sexta. Chegou a tarde e já estava saindo novamente. Partiu meu coração ao ouvir eles reclamando que eu não parava mais em casa depois que fiz 18 anos. Abracei-os e beijei-os com carinho, disse que os amava, no entanto, queria aproveitar o final de semana, já que o curso técnico estava deixando-me esgotada.
Peguei um ônibus para a casa da Nanda e desci uns pontos antes para passar no mercado e comprar pelo menos a sobremesa e não ir de mãos abando. Escolhi uma torta de limão com chantilly que estava linda e fresquinha, adoro este tipo de torta.
Quando caminhava até o caixa (surpresa das boas) encontrei o pai da Nanda que também fazia umas comprinhas. Ele também pareceu contente com a surpresa, quando beijou meu rosto, ao me cumprimentar... Aff! A
rrepiou meus pelinhos. Gente! O homem de cheiro gostoso (rsrs).
Depois quase brigamos, pois ele não queria deixar que eu pagasse a torta, por fim eu venci e paguei. Rumamos para o estacionamento para pegar o carro dele.
A carona era providencial, a distância até sua casa era curta, mas eu estava de mochila onde trouxe umas roupas e ainda tinha a torta pra carregar.
No carro, antes de dar a partida, nós conversamos um pouco, ele só sabia que eu estudava com a Nanda, perguntou sobre meus pais, quis saber se eu tinha namorado... Eu sou muito espontânea e dava a ficha completa e fazia-o perceber também que ele teria chances comigo, pois eu já estava muito a fim daquele coroa charmoso.
Assim que chegamos a sua casa ele acionou o controle remoto e enquanto o portão abria trocamos um olhar que era o início de uma relação mais íntima. Ele desceu suavemente a rampa entrando na garagem que fica abaixo do nível da rua, debaixo do quarto do casal.
Após desligar o carro, foi inevitável um novo olhar de desejo, ele alisou meu rosto e disse:
— Desculpe Kamila, mas não pensei em outra coisa a não ser ter você em meus braços desde que a vi, e o desejo só aumentou nestes últimos minutos. 
— O coroa é dos meus, não perdeu tempo. Ele continuou. — Não pense que faço isso com as outras amigas da Nanda, não sou um tarado ou um coroa safado, mas este seu jeitinho de menina com maturidade de mulher, mexeu demais comigo.
— Eu também fiquei muito mexida — respondi,  de tanto a Nanda falar de você, eu já estava atraída mesmo antes de conhecê-lo.
Ele continuou acariciando meu rosto e disse que eu era um anjinho. Eu apimentei mais a conversa.
— Fiquei mais mexida ainda sentindo você assim tão pertinho, deu até um calorzinho. 
 E abanei-me bem safadinha. 
Ele não falou mais nada, puxou-me em um abraço e nos beijamos com volúpia. Ele acariciou meus seios por cima de minha roupa ainda me beijando. Eu deixei de lado qualquer pudor que ainda poderia existir e fui com a mão direto em seu pênis o acariciando... O mesmo estava duríssimo. O homem assim como eu queria correr perigo. Ele sugeriu que fossemos para o banco de trás que era mais confortável.Por alguns segundos eu fiquei um pouco receosa, estava em terreno estranho e na casa da minha amiga. E pior... Na iminência de transar com o seu pai em sua casa.
— Você tá doido o pessoal deve ter ouvido a gente chegar  falei receosa. — E se alguém descer aqui? 
— Não dá pra ouvir quando o carro chega, eles ainda não sabem que chegamos.

Meu lado devassa não pensou muito, aceitei o convite e fomos para o banco de trás.Correr o risco de ser flagrada durante uma relação amorosa aguça minha sexualidade e me dá mais prazer. Quando penso que estou sendo ou posso ser vista, fico muito mais excitada e o tesão vai a mil.
Ele pegou um rolo de papel higiênico e falou:
— Talvez a gente precise disso. 
 Sorrimos.
As carícias já eram uma transa sem penetração quando passamos para o banco de trás. O coroa estava todo atrapalhado com minha bata que é comprida e não conseguia chegar aos meus seios. Tirei a bata e fiquei só com a regatinha que uso por baixo, ele a levantou expondo meus seios e me deliciou com sua boca e mãos experientes.
Eu o fiz perceber que desejava abrir suas calças e libertar seu membro. Ele entendeu e abriu e desceu suas calças e cueca até os pés, sem tirá-las, eu me ajoelhei ao lado de suas pernas e peguei com carinho em seu membro.
— Agora é minha vez de chupar você todinho — falei olhando pra ele com minha carinha mais safada.
Beijei a glande várias vezes e massageei apertando com as duas mãos para depois fazê-lo sumir em minha boca por muitos minutos.
Ele pediu para eu parar, não queria gozar ainda, pediu que deitasse no banco para que ele tirasse minha calça.
Havia um problema, meu jeans é apertadíssimo, não tinha planos de fazer sexo neste pequeno percurso de casa até aqui, não seria muito fácil tirar aquela coisa dentro do carro.
Eu deitei e abri o botão e o zíper e ele começou a puxar a calça e me puxava junto (hahaha). Aquilo estava divertido.

Por fim ele a tirou junto com a minha calcinha. Saiu tudo enrolado e dos avessos.
Elogiou minha xotinha antes de cair de boca nela. Ohoo! Eu amo e perco o controle ao ser sugada na boceta e reguinho. Fico toda eletrificada ao sentir uma língua indo fundo dentro de mim. O cinquentão soube como me enlouquecer.
Falei que ele estava me matando e que não aguentava mais, queria sentir seu pau dentro de mim. Ele perguntou se eu tinha camisinha, pois ele não tinha nenhuma ali com ele.

— Hum hum — respondi em negativa.
Eu dobrei os joelhos e abri minhas pernas e toda delicinha ofereci minha boceta inteirinha pra ele.
— Poxa, você vai desistir de mim? 
— falei bem dengosa e doidinha pra ser comida.
— Que se dane a camisinha — falou decidido.
Ajeitou seu pau firmão em minha boceta molhadinha e deslizou até não sobrar nada de fora... Aha! Este é um dos melhores momentos de quem está vivo, sentir a fusão dos sexos, se entregar de corpo e alma e ir aos céus.
Algumas estocadas depois sentimos que a posição estava ruim demais, ele pediu para mudarmos, ele sentou no banco e eu sentei em seu pênis engolindo ele todinho novamente. Passei os braços em seu pescoço e nos beijamos loucamente enquanto eu cavalgava sendo impulsionada por ele que me fazia subir e descer em seu membro.
Ele não tentou retardar o orgasmo, eu muito menos. Com movimentos doentios aconteceu logo o clímax, um prazer de fazer perder os sentidos veio forte. Tive orgasmos seguidos sentindo seus jatos quentes em minha grutinha. Ahh! Que coroa gostoso. Fiquei arriada com meu corpo caído sobre o dele.
Depois de recuperarmos o fôlego ainda com seu pau dentro de mim, ele pegou um punhado de papel e me deu, pegou outro pra ele, estava encharcada com aquela meleca que escorria de dentro de mim para a base do seu pênis. Levantei saindo de cima dele e aparamos e limpamos o resultado do nosso gozo.
Depois voltei para seu colo e trocamos beijos, elogios e mais carícias.

Estas coisa sempre acontecem nestes momentos de magia, a gente perde a noção do perigo e do tempo. Ele acariciava meu bumbum dizendo que era a bundinha mais linda do mundo.— Quer provar ela? Eu deixo — Estava possuída de desejos e queria curtir tudo que ele pudesse proporcionar-me.
O pau dele que estava quase duro novamente, endureceu de vez rapidamente, alojado que estava entre minhas coxas.
Ele não estava acreditando, disse que sua mulher nunca deixou que ele colocasse na bunda dela.

Eu ainda ajoelhada, enchi minha mão de saliva, levantei um pouquinho e lambuzei meu reguinho, ele fez o mesmo com seu pau. Sentei com cuidado ajeitando-o em meu buraquinho, fui descendo devagar e sentido me penetrar... Gemi com a dor do início e fui relaxando e sentindo ele cada vez mais fundo dentro de mim. Ohh! Como estava bom. Comecei a subir e descer devagar, seus gemidos me davam mais tesão, meu buraquinho com certeza estava esfolando seu membro.
Levei um baita susto com o barulho de um carro parando na entrada e o portão da garagem começando a se mover. Ele também ficou muito assustado. Sai de cima dele e morri de dor, pois seu pau saiu de dentro muito rápido. Com voz de quem sofria falei:
— Porra, não vai dar tempo de vestir esta calça.
Vesti apenas a bata. A calça além de muito apertada, estava dos avessos e toda enrolada com a calcinha. Minha bata indiana, era igual a um vestido curto com pequenas fendas nas laterais. O tecido leve e fino poderia revelar que eu estava sem calcinha — Foda-se — pensei. Não havia tempo para mais nada.
Enfiei minha calcinha e a calça na mochila, coloquei os sapatos e sai do carro.
Ele ajeitou e fechou sua calça, acionou a porta do bagageiro e saiu rapidão do carro para pegar as compras. O portão já estava todo aberto e um carro desceu, só deu pra vê-lo quando estava no meio da rampa. Ele disse que era seu filho Leonardo. Eu estava com a mochila em um ombro e a torta nas mãos, ele já estava segurando as sacolas de compra e as mesmas escondiam o volume do seu pênis.

O Léo olhou pra nós parecendo confuso, estacionou ao nosso lado. O pai da Nanda comentou que havíamos acabado de chegar. Acho que fingimos bem e aparentemente ele acreditou.
Com exceção da minha bata indiana naquele início de noite fria, o restante estava perfeito.
Subi os degraus acompanhando pai e filho. Dentro da casa encontraríamos a Nanda e a mãe dela.

Contarei  mais no próximo conto: Motel Garagem 
Beijos queridos amigos, até a próxima!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Fernanda, Sedução e Prazer

Seriam duas horas da manhã de quinta-feira, eu presumo, quando sai com as meninas daquele bar. Todas muito alegrinhas. O feriado prolongado estava apenas começando. Fui dormir na casa da Nanda, já havia avisado meus avós com antecedência.
Ela mora com os pais e o irmão Leonardo, ele tem 28 anos, é oito anos mais velho que ela. Já estive na casa da família antes, mas não para dormir.

Foi em minha última visita que conheci seu irmão Léo (é assim que todos o chamam), um carinha alto e saradão, entretanto, muito exibido e sem noção. O cara é muito infantil e se acha o fodão, é pouco cérebro e muito ego. Logo de cara tive que administrar suas investidas, e foi com dificuldade que consegui esquivar-me e ser educada ao mesmo tempo.
Ainda não conheço o pai da Nanda, ele é aviador e novamente estava fora à serviço, contudo, segundo a amiga, estava previsto que ele voltaria naquele dia.
Era feriado, dia do trabalho e quase onze da manhã quando minha amiga acordou. Eu já estava acordada a alguns minutos. Descemos direto para a cozinha vestidas com a roupa de dormir, a gente tinha bebido demais e comido de menos na noite passada e precisávamos de litros de água gelada e um café reforçado.
Ela vestia apenas uma camisola e eu uma camiseta de dormir que ela me emprestou. Estávamos somente as duas na casa, a mãe dela sai cedo para trabalhar na Rotisserie, o Léo foi pra casa que ele estava construindo. Tinha noivado a alguns meses e se casaria no final do ano.
Eu ataquei os pães e frios, minha barriga estava roncando. As atividades de auto impacto que tive naquela noite me deixaram faminta. Minha amiga não comeu quase nada, estava com enjoo por causa da mistura de bebidas da noite anterior, disse que estava indo para o banho, pediu para eu subir quando acabasse de comer e que depois a gente cuidaria da louça.
Continuei comendo e ataquei a salada de frutas. Estava sentada de costas para a porta, tipo índio com os pés em cima da cadeira e o bumbum quase de fora, pois nesta posição a camiseta não cobria tudo.
Pouco depois percebi uma sombra que vinha por detrás de mim, falei sem olhar pensando que era a Nanda.
— Desistiu do banho?
Quando não ouvi a resposta, virei e vi o Léo que estava por detrás filmando minha bunda com o celular. Fiquei muito puta, todavia, tentei ser firme e dar uma dura educadamente, afinal estava na casa dele e em trajes impróprios.
Desci as pernas e sentei de maneira recatada, puxei a camiseta para cobrir as minhas coxas e pedi pra ele apagar aquilo e parar de me filmar.
Ele parou, mas veio com aquele papinho de conquistador barato.
— Você é muito gata. Eu sei que gosta de fotos safadas, eu já vi suas fotos no Facebook.
— Fotos sensuais você quis dizer né? — Eu disse.
— Ah! Fala sério! Você é bem safadinha. Sei também que curte os caras mais velhos.
— Você não sabe nada sobre mim — falei já perdendo a paciência. — Por acaso andou investigando a minha vida?
— Um pouco, quero saber mais sobre esta gatinha que mexe muito comigo.
— Você está noivo e vai casar, toma vergonha, Léo!
— Eu posso mudar de ideia se você me der uma chance.
— Nem vai rolar. — Falei com desdém — Tipo assim... Já estou sentimentalmente envolvida com outra pessoa.
— Sem problema gata, então... a gente pode somente se curtir, sou carinhoso, prometo que vai gostar.
E o papinho foi longe e já estava irritada. Que tipinho insuportável.
Resolvi zoar com o cara, eu iria dar mole pra ele e na hora H eu o deixaria falando sozinho, pois presumi que logo a Nanda desceria e cortaria o barato dele.
Levantei e fui colocando a louça na pia, claro que meu bumbum ficou quase de fora com aquela camiseta.
Ele ainda bancando o Don Juan, conquistador barato e sabe tudo, disse:
— Nooossaa! Que corpinho gostoso. Garanto que você vai adorar um cara assim bem dotado como eu, vou te deixar doida.
Aff! Que tipo. Fiquei pensando de onde será que sai essas coisas.
— Você está muito confiante — falei com a intenção de provocar. — Então, senhor sabe tudo, é capaz de dizer a cor da minha calcinha?
— Com certeza é preta e bem socadinha.
Sorri e falei soletrando com toda minha safadeza.
— Errou fofo. Eu estou sem-cal-ci-nha.
— Ahaa! Duvido — ele falou todo animado, — só acredito vendo.
— Eu mostro, mas primeiro quero ver se é bem dotado mesmo, pra saber se vale a pena.
— Aqui não né, gata. Se a Nanda pega a gente ela conta tudo pra Márcia.
(Márcia é a noiva dele e muito amiga da Nanda).
— Não sabe o que está perdendo — falei jogando pesado, — raspei meus pelinhos, se quiser ver minha xotinha lisinha e ainda ter a chance de sentir este corpinho nuinho coladinho ao seu, a chance é esta. É agora ou então perdeu.
Ele em silêncio olhava para a escada tentando ouvir algo do andar de cima.
Virou pra mim cheio de medo e abriu o botão e zíper da calça e colocou seu membro pra fora. Geeente! Ele não mentiu, apesar de ainda não estar durão, é um pauzão de responsa. Ele o movimentava com a mão o exibindo.
— Vai gata, agora é sua vez de mostrar.
Estando ainda ao lado da pia, fui levantando a camiseta devagar e cheia de charminho até ela ficar na altura da cintura e exibi minha boceta lisinha pra ele.
— E ai, gostou?
— Você é top gata, é a boceta mais linda que já vi.
— Quer ver mais? — falei toda maliciosa e fazendo meu jogo.
E fui subindo a camiseta até deixar meus seios de fora, os segurei de forma provocativa e judiei mais um pouco dele.
— Gosta dos meus peitinhos?
— Uau, você é muito linda e gostosa demais.
Seu membro latejava de tão duro. "Uau! Que pau é este?" pensei. Estava quase desistindo da zoeira e deixando ele me pegar pra valer. Ainda com a camiseta levantada, dei meia volta para exibir minha bunda, apoiei minhas mãos na pia, empinei o bumbum, dei umas reboladinhas e um tapinha na bunda falando bem melosa:
— Vem meu garanhão, sou todinha sua.
O homem agora perdeu a noção do perigo, veio babando já melecando a mão de saliva e lubrificando o membro. Chegou feito um bicho por detrás de mim e sem preliminares foi forçando a entrada da minha boceta... Ahaa! Gemi bem putinha ao sentir o calor daquela cabeça me penetrando. Foi com muito esforço que eu segurei em seu pênis, abortei a penetração e o coloquei entre minhas coxas.
— Calma amor, ainda não estou aquecida. Falei e continuei com o joguinho, no entanto, minha vontade era de sentir aquela barra de ferro socando fundo e forte até me inundar todinha.
Caraca! E a Nanda não descia. Eu não sei quanto tempo ainda resistiria.
Apertei seu pau entre minhas coxas enquanto ele massageava meus seios.
— Diz que sou gostosa, me chama de sua cadelinha, me lambe todinha.Ele balbuciava bobagens enquanto beijava e lambia meu corpo começando pelo pescoço e foi descendo, ajoelhou para lamber minha bunda e enfiou a língua em meu rego... Deus! Agora fodeu. Estava quase desistindo do joguinho e me entregando ao Mané.
Virei de frente pra ele e falei toda vadia.
— Chupa minha xotinha amor e me mata de prazer.
Ele já totalmente envolvido e sem noção de onde estávamos, segurou em minha bunda e meteu a cara na minha vagina, penetrou a língua em minha boceta e alternava lambidas com chupadas descontroladas. Aai! Eu estava enlouquecendo, apoiei meus braços na pia e coloquei uma perna sobre seu ombro e fiquei arreganhadinha pra ele. Ohoo céus! A vontade de ser possuída era incontrolável. "Foda-se que ele é um babaca" pensei. Não resistiria mais. Virei novamente apoiando as mãos na pia e implorei:
— Me fode gostoso, pelo amor de Deus!
Sentia meu sexo molhadinho de tesão e também pela baba que ele havia deixado, foi apenas uma pequena roçada com a cabeça e começou a escorregar todinho pra dentro de mim... Ao mesmo tempo em que ouvi:
— MILAAAA!!!
Puta que pariu! Era a Nanda que vinha ao nosso encontro.
— Minha irmã está vindo — ele falou todo apavorado e ao mesmo tempo tirou de dentro só com um movimento e quase me matou de dor.
— Filho da puta! — falei baixinho. Aproveitei que ele agachou para levantar as calças e meti a sola no seu peito. Enquanto ele caia sentado eu corri arrumando a camiseta gritando para a Nanda que eu estava indo. "Ainda não seria desta vez que ele me foderia" pensei com maldade, mas também com desejos.
Subi as escadas correndo, ela estava na porta do banheiro, reclamou do meu café demorado e depois notou que meus mamilos estavam quase cortando a camiseta de tão durinhos.
— O que foi Mila, aconteceu algo?
— Nada não, só estava pensando sobre o que aconteceu ontem dentro da Van com o quarentão misterioso. — E sorri sem graça.
Ela riu e disse que eu era muito louca. Entramos as duas no banheiro, ela foi direto para a banheira dentro do box.
— Vem Mila, cabemos as duas aqui.
Tirei a camiseta, fiz xixi e fui para o banho com ela. Eu queria tanto estar sozinha para me tocar e aliviar aquele desejo de ser possuída. Meu sexo estava em chamas.
Enquanto curtia a delicia dos jatos de água morna em meu corpo, aconteceu algo surpreendente e maravilhoso, a Nanda pegou o sabonete e começou a me ensaboar sem dizer nada, somente me olhava nos olhos, seu rosto angelical e sedutor dizia muito mais que mil palavras. Alisou meus seios durinhos com carinho, me abraçou de uma maneira tão meiga que me senti abraçada por um anjo. Esfregou seu corpo quente e macio no meu e nosso beijo foi longo, delicado e ardente ao mesmo tempo...
Trocamos carícias intensas e chegamos ao clímax várias vezes usando toda a área daquele banheiro e o que tínhamos à mão. Momentos de volúpia que ficarão marcados para sempre. Foi meu segundo grande momento de prazer daquele final de semana, e olha que estava apenas começando.
Quando saímos do banho, a gente tinha a compreensão de que não teríamos uma relação tipo namoradas, porém, seríamos amantes ocasionais, satisfazendo nossos desejos quando nossos corpos necessitassem um ao outro.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 10 de maio de 2014

Desejos Imediatos

Tarde de quarta-feira, estava indo para o SESI caminhando sem pressa pela calçada quando levei um susto ao ouvir uma freada brusca. Olhei rápido para o lado e vi uma Van que quase atropelara um cãozinho. O danadinho depois de uma pequena parada, pois se assustou com o carro que parou quase em cima dele, continuou sua corrida atravessando a rua em minha direção. Após ficar aliviada ao ver que o peludinho escapou ileso e saiu em disparada calçada afora, fui fisgada pelo olhar do motorista e nossa troca de olhar foi apenas uma fração de segundo, porém, foi o suficiente para que uma energia percorresse meu corpo todinho como se recebesse uma descarga elétrica. Retribui o olhar que já era de despedida — tipo dizendo: Até breve! — enquanto outros motoristas impacientes buzinavam e ele se afastava com o carro.
Não tinha ideia que nossos caminhos se cruzariam muito em breve e que viveria com ele mais uma história de sexo cheia de clichês. Quando o assunto é sexo os clichês são inevitáveis, as situações se repetem e pouca coisa muda, mas se nos entregamos aos desejos deixando nossos pudores de lado, momentos de puro prazer acabam acontecendo e, mesmo que pareça repetitivo, poderemos tornar o momento único.

Ainda naquele dia, véspera de feriado prolongado, depois das aulas, eu e mais três amigas fomos a um bar que fica próximo ao nosso curso técnico. O lugar havia reinaugurado depois de uma reforma. Era a terceira vez que eu vinha com as meninas. Bebíamos um pouco e jogávamos conversa fora ao mesmo tempo em que curtíamos uma música ao vivo, variada e moderna.
Assim que nós chegamos ao bar notei um quarentão que estava sozinho em uma mesa em um canto discreto. De imediato eu o reconheci, era o motorista da Van de hoje à tarde. Apesar de não ver seus olhos por causa da distância entre nós e a luz de boate do recinto, percebi que ele também olhava pra mim. Um calorzinho aqueceu meu corpo e a sensação que senti foi como estar envolvida em seus braços.
Eu e as meninas nos acomodamos em uma mesa na entrada e da posição que estava eu continuei o observando. Ele bebia e comia algo enquanto parecia curtir a música.
Alguns minutos depois minhas amigas me puxaram para dançar naquela mini pista, foi quando eu tive a oportunidade de chegar mais perto daquele homem. Quando nossos olhares se cruzaram... Aff! O calor voltou mais forte e aquele sentimento de fêmea despudorada me queimou por dentro, fiquei totalmente envolvida por aquele olhar e quase tive um orgasmo ao sentir todo o desejo que emanava daquele homem em minha direção. Eu não ouvia mais a música, não sentia mais o ambiente, só sentia seu olhar acariciando todo o meu corpo.
Em certo momento quando ele levou o copo à boca, discretamente fez um gesto em minha direção oferecendo sua bebida, eu sorri acenando com a cabeça que aceitava e ainda dançando aproximei-me de sua mesa, peguei o copo em sua mão e dei um gole. Devolvi o copo, agradeci sorrindo e fui me afastando, ele disse:
— Senta um pouco, come algo.
— Depois eu volto, não vai embora hem! — falei e me afastei dançando.
— Não vou, — ele disse com firmeza — espero você a noite toda se for preciso.
Logo depois de voltar para nossa mesa, eu e a Fernanda (das três meninas é a que eu tinha mais intimidade além de amizade) fomos ao banheiro, lá eu contei do meu interesse pelo quarentão e perguntei se ela o conhecia, visto que ela mora nas proximidades do bar faz muito tempo. Ela disse que o cara não era dos arredores e que não frequentava o bar antes da reforma.
Bom... Ela falou para eu ter cuidado etc. e tal, no entanto, eu já havia me entregado a ele de alma e pretendia entregar meu corpo ainda naquela noite. Estava naqueles meus muitos momentos em que sou incapaz de recusar o sexo, eu iria amar aquele homem com toda intensidade, sei que era um daqueles momentos únicos.
O jogo era perigoso, mas eu queria jogar e viver esta fantasia sexual de prazer intenso, talvez fosse somente uma desculpa imediata para justificar os riscos que eu correria.
Minutos depois, quando passamos por ele ao voltarmos do banheiro, ele convidou a gente pra sentar, a Nanda recusou educadamente e ao perceber meu olhar ela se afastou, enquanto isso eu aceitei o convite e me 
sentei à mesa.
Trocamos gentilezas e amenidades, nos conhecemos um pouco e não demorou para resolvermos sair dali e satisfazer o desejo que agora era enorme. Não havia mais palavras para serem ditas.
Fui até a mesa dar um até logo para turma, disse que voltaria logo. Sai pouco depois que ele passou por nós.
No estacionamento do bar e dentro da Van, trocamos os primeiros beijos e carícias... O fogo acendeu de vez. Não havia mais tempo a perder indo a algum lugar apropriado, por mim eu faria sexo com ele ali mesmo no banco do motorista, mas era roubada, ele sugeriu irmos para o baú da Van que estava vazio e tinha um edredom que nos deixaria confortáveis e longe da vista de curiosos.
Alguns momentos depois, acomodados sobre o edredom, estava deitada sobre aquele corpo másculo com nossos braços esticados acima da cabeça e os dedos entrelaçados enquanto nos beijávamos compulsivamente. Estava completamente entregue nas mãos daquele homem, ele soltou suas mãos e as desceu pelo meu corpo até agarrar minha bermuda e calcinha as empurrando pelos meus quadris. Com a força que fez, pois estava tudo apertadinho, senti que minha calcinha rasgou ao sair, contudo, ele conseguiu o seu e também o meu intento, que era deixar-me nua da cintura pra baixo.
Posicionou-me por debaixo dele, acariciou minha xotinha encharcadinha e primeiramente a penetrou com o dedo, foi se ajeitando entre minhas pernas e levou-me ao êxtase me fazendo gemer gostoso ao ser penetrada pela sua língua. Sacudi meu corpo todo gemendo alucinada. Ele fez-me sentir raras sensações. Ohoo Deus! Não aguentava mais e pedi para sentir seu membro dentro de mim naquele instante ou iria enlouquecer.
Ele se despiu e sentou me convidando para ir por cima dele. Ansiosa eu segurei seu pau já o direcionando para enterrar em minha boceta.
— Calma anjo — disse ele bem carinhoso — me deixa ver você peladinha primeiro.
Fiquei envergonhada pela minha voracidade. Sentei sobre suas pernas deixando seu pênis cutucando meu ventre e o ajudei a tirar minha camiseta, depois soltei meu sutiã. E menos afoita eu o tirei sedutoramente apertando meus seios e mostrando pra ele aos pouquinhos... Agora estava nuinha e ainda com mais tesão, meu corpo emanando desejos. Fui pra cima do seu pênis que estava firme em sua mão. Minha fendinha foi sendo penetrada à medida que eu soltava meu corpo. Soltei todo o meu peso quando senti que seu pau estava todinho dentro de mim — Aha! Estes momentos mágicos são inesquecíveis — Suas estocadas em meu sexo e sua boca quente de língua macia que devoravam meus mamilos durinhos como dois diamantes, fazia-me flutuar. Quando meu clímax estava no auge e tentava controlar meus gemidos, ele soltou um grunhido animal e também chegou ao orgasmo me fazendo tremer com os espasmos do seu membro que cuspia o seu sêmen.
Minutos passaram e ainda mexíamos quase tendo uma convulsão com o prazer daquele momento e com orgasmos que jamais havia sentido. 

Sai lentamente de cima dele e deitei a cabeça em seu peito. Estava radiante após os momentos maravilhosos que ele me proporcionou.
Fui com a boca em seu sexo e lambi o restinho do sêmen em torno do seu membro, depois o envolvi com minha boca engolindo até senti-lo em minha garganta e continuei o chupando até que ele ficou rígido novamente, virei-me e ele veio por detrás de mim e penetrou-me novamente.
Prosseguimos satisfazendo nossos desejos e fizemos amor até estarmos saciados, isso após muitos beijos, mordidas, arranhões e novas ejaculações.

Foi uma noite recheada de paixão... Acho que cochilei, ou apaguei, acordei com ele me acariciando, ainda estávamos com os corpos nus e eu deitada com a cabeça em seu peito, beijei novamente aquela boca que tanto prazer me deu.
Após a gente se vestir, falei que voltaria ao bar e ficaria com as meninas, pedi pra ele não ir, pois ficaríamos meio desconfortáveis. Ele entendeu.
Trocamos telefone e o gostoso se foi com a Van levando o que sobrou de minha calcinha rasgada, prometeu dar-me outra de presente no próximo encontro.
Já no bar, após censuras, gozações e risos das meninas, continuamos a dançar... A noite ainda era uma criança.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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