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terça-feira, 1 de abril de 2014

Sexo de madrugada

Na manhã de uma sexta-feira santa, exatamente as 07h45min, eu pilotava uma Harley Davidson vestida só de calcinha e uma jaqueta de couro aberta, curtindo o som de uma banda de rock... Então, realmente tinha música tocando, mas era o toque do meu celular que interrompeu o meu sonho. Só atendi porque poderia ser algo a respeito dos meus avôs — eles saíram cedo para ir à missa.
Que saco! Era o pai da Carol. Ele pegou meu número no celular da amiga e estava ligando defronte ao meu portão. Pediu desculpas, pois percebeu ter me acordado.

Depois daquele dia, aniversário da Carol, em que ele passou a mão na minha xota, ele ficou na minha captura. Certo dia ele veio com uma conversinha:
— Eu vi você e aquele garotão (Bruno) saindo da minha garagem na festinha lá em casa.
Falou que jamais contaria para alguém. Também disse que achou uma calcinha na garagem e por dedução sabia que era minha. O safado disse que a guardaria com muito carinho e seria uma lembrança.

Todo esse discurso era um tipo de ameaça velada.
— Está sozinha não é anjo? Vi seus avôs entrando na igreja quando eu passava de moto e vim te fazer companhia.
E o xaveco continuava:
— Abre a porta pra mim amor, você não tem noção o quanto tenho sonhado em ter você. Prometo ser muito carinhoso e depois te deixo em paz.
Putz! Já passei por isso antes, sei que recusando só ia adiar o inevitável. Huuum... Eu poderia matá-lo... Não... Não era boa ideia, depois teria que enterrar o corpo e 
estava com a maior preguiça, hahaha.
Desta vez ele não iria embora sem me foder, ou na cama ou contando meus podres para o meu avô.
Às vezes arrependo-me um pouquinho por ser tão provocadora e assanhada. Mas só às vezes.
Pensei: “Talvez o sexo com ele fosse bom”.
— Espera aí cinco minutos — esbravejei.
Foi difícil levantar tão cedo, para um feriado era como se fosse madrugada. Porém fiz um esforço danado e fiquei em pé, fui fazer xixi e lavar o rosto pra terminar de acordar.

Cobri meu corpo nu com um vestido curto e sem mais nada por baixo. Fui atender o homem.
— Nossa! A demora valeu a pena, que visão maravilhosa — gracejou o safado.

O tarado me comia com os olhos enquanto eu ainda arrumava o vestido apertadinho.
Falei pra ele entrar, fechei a porta e o levei até meu quarto, pois já sabia que ele não veio apenas para uma conversa e uma xícara de café.
Mesmo sendo um chantagista inconveniente, ele teve o tipo de atitude que gosto; veio pra cima de mim sem brutalidade, despiu-me sem perder tempo e deitou-me em minha cama. Suas mãos alisaram cada centímetro do meu corpo. Assim tão cedo eu demoro um pouco para entrar na rotação certa, mas ele soube direitinho como acender meu tesão.
Após as primeiras carícias ele se despiu e cobriu o meu corpo frágil com seu corpo másculo. Depois de beijos e muita sacanagem dita, a gente se pegou em um 69. Arrancou-me gemidinhos quando explorou o meu rabinho com o dedo lubrificado de saliva. Seu pinto estava no ponto e inteirinho lubrificado por minha saliva. Ele disse que não aquentava mais e estava louco pra me comer. Claro que tudo aquilo também me deixara louca pra dar.
Levantei sem virar o corpo, ajeitei-me sentando sobre seu membro e o introduzindo na minha boceta. Desci suave até estar com ele todo enterrado dentro de mim. Ahaa! C
avalguei montada ao contrário e afastei a ideia de que era algo forçado. Entreguei-me inteira àquele homem e ao momento que estava gostoso demais. Remexi meus quadris com rebolados e cavalgadas enquanto ele apertava minha bunda dizendo:
— Você é uma diabinha em um corpinho de anjo, não imaginava que fosse tão safadinha.
Fui me soltando e enlouquecendo e várias estocadas depois eu cheguei ao primeiro orgasmo; não foi nenhuma maravilha mas poderia ficar legal. Antes que ele gozasse e acabasse com a festa, levantei, peguei meu gel que ficava disfarçado em um potinho de creme labial, passei um pouco no pau dele massageando e fazendo-o gemer, peguei mais uma porção e melequei meu reguinho olhando pra ele com minha carinha mais vadia.
— Menina, como você é safada.
Ele me colocou de quatro na cama e veio babando. Agarrou-me pela cintura e surpreendeu-me com uma pontaria da porra; acertou meu buraquinho de primeira deslizando até o fundo das minhas entranhas. Ohooo! Ele estava me arregaçando toda. Aos poucos meu anelzinho foi se adaptando e a dorzinha ficou gostosa.

Era ali que eu queria que ele gozasse. Levei estocadas firmes e tive os meus seios amassados por suas mãos grosseiras. Chamou-me de cadelinha, vadia e uma porrada de coisas. Não bastasse as bombadas sem dó em meu rabo, ele ainda socou seus dedos ásperos até o fundo da minha boceta.
Não demorou muito para ele gozar e encher tudo com seu sêmen. Quando ele começou a diminuir seus movimentos, gritei alucinada pra ele não parar e bombar mais forte que eu ia gozar. Esfreguei-me como uma puta em seu membro sentindo o clímax chegando. Ele continuou bombando e já bufava de cansaço quando eu gemi muito cadela e fui recompensada pelo esforço matinal sendo agraciada com um orgasmo intenso e muito louco.
Continuei com meus movimentos apertando seu pinto contraindo meu anelzinho, o homem se retraía todo. A coisa ficou molinha e escorregou pra fora do meu anus.
Pelo espelho o flagrei apreciando o estrago que tinha feito no meu cuzinho. Com dois dedos ele brincou no buraco aberto, talvez medindo a cratera (risos) ou simplesmente aparava o líquido que escorria.
Momentos depois, enquanto a gente tomava um banho rápido, discutimos a relação; combinamos que se caso houvesse uma próxima vez, não seria de "madrugada".
Sai do banheiro somente com a toalha presa no corpo, minhas pernas bambearam  quando ouvi o motor de uma moto que parou na entrada de casa e tocou sua buzina.
— Fodeu! Se veste rapidão ai! — falei apavorando o homem.
Contudo lembrei rapidinho que deveria ser o rapaz dos peixes que veio trazer a encomenda da minha avó.
Abri a porta, era ele mesmo. O "peixeiro" era bem inocente, meio crianção, fui até o portão vestida só de toalha.

— Oi! Veio trazer o peixe né?
Ele parecia incrédulo ao ver-me seminua; minha toalha não era grande, a prendi acima dos seios, mas ela ficou entreaberta deixando exposta parte da minha intimidade.
Gente! Quando percebi o quanto ele ficou
 envergonhado resolvi brincar um pouco mais. Quem me conhece sabe que eu não iria perder a oportunidade de fazer uma graça.
— O que foi, moço, nunca viu uma moça só de toalha? — Ele balançou a cabeça em um não.
— E sem a toalha? — Abri o tecido mostrando meu corpo nu pra ele e ri gostoso.
Quase tive que por a mão em seu queixo para fechar sua boca, hahaha.
Prendi a toalha novamente, peguei o peixe, agradeci e voltei para dentro. Antes parei na porta e joguei um beijo pra ele que ainda paralisado e incrédulo me observava. Dei um tchau e entrei.
O homem estava escondido lá dentro e todo medroso. Ainda dizem que nós mulheres é que somos o sexo frágil.
— Você tem que sair agora, meus avôs não vão demorar.

Ele se despediu, olhou assustado pra fora conferindo se tinha alguém e se foi. Espero que tenha ficado satisfeito e me dê sossego.
Após guardar o peixe “argh” e lavar as mãos, iria esperar minha avó voltar para preparar meu café. Deitei novamente e ainda dormi um soninho gostoso.




Beijos queridos amigos, até a próxima!

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