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terça-feira, 8 de abril de 2014

Sexo no boteco em um dia de chuva

Em mais um lindo domingo de sol sai pela manhã pedalando minha bike. Fui até o parque, mas não consegui entrar, esqueci que hoje teria uma festa para as crianças e só poderia entrar a pé.
Então pedalei pelos arredores, pedalei muito por mais de uma hora, foi quando percebi a mudança no tempo, estava armando uma tempestade e iria cair rápido.

O pior é que eu nem sabia direito onde estava, comecei a fazer o caminho de volta, o vento contra era forte e não demorou e a chuva começou a cair, gelei ao ouvir o som forte de um trovão e o relâmpago rasgando o céu. Assustada, percebi que estava muito longe de casa, aumentei muito o ritmo das pedaladas e, por sorte, vi um bar aberto, fui até ele e abriguei-me com minha bike na varandinha da entrada. O vento ficou mais forte jogando a chuva em mim, toda molhadinha eu tremia, mas não era de frio, era o medo dos trovões e relâmpagos, entrei no bar e só então vi o homem grandão, gordo e barba por fazer me olhando ali do lado de dentro do balcão. Sua camisa enorme faltando botão e aberta até o umbigo deixava a mostra o seu peito peludo.
— Oi moço, posso ficar aqui um pouco até diminuir a chuva?
— Claro moça, fica à vontade!
Ele me olhava de cima abaixo enquanto dava uma coçada no saco sem pudor.
— Não lembro de ter visto você antes, mora aqui perto moça?
— Não, vim andando com minha bike e acabei saindo aqui, nem sei ao certo onde estou!
Seu olhar estava fixo em meus seios, só então percebi que o top tinha descido um pouco e meus biquinhos estavam quase de fora. Dei um gritinho de assustada ajeitando-me, ele deu uma gargalhada. 
— Fique à vontade moça, virou tempestade agora, mas deve passar logo! 
Ele disse isso caminhando até a porta do bar e baixou-a até quase tocar no piso. Nesta hora fiquei com medo, ele era muito grande. 
Virou-se pra mim e sorriu, acabei retribuindo o sorriso e agradeci por me deixar ficar ali.
— Não precisa agradecer anjo! 
Ele começou a tirar sua camisa, fiquei assustada olhando seu peito e barriga cabeluda. Pelo volume de sua bermuda folgada e amarrotada, era possível ver um início de ereção se formando logo abaixo daquela barriga toda.
Ele se aproximou de mim, fiquei meio paralisada, ele então cobriu meu corpo com sua camisa e disse que eu ia ficar resfriada, pois minha roupa estava toda molhada. A camisa era enorme, parecia um vestido em mim.
— Aqui dentro não tem banheiro, mas se quiser tirar a roupa molhada, pode tirar ai no canto, eu fico aqui sentado e não olho!
Falava sorrindo de forma bem simpática, ele não era tão mal encarado quanto parecia. Eu sorri e apenas indiquei com a cabeça que tudo bem, depois o vi afastar-se indo pra detrás do balcão. Nossa ele poderia ter me agarrado a força que eu não teria como escapar, mas ele não o fez.
Fui para o cantinho que ele falou, safado... Sei que a visão era favorável pra ele, eu tirei meu top, olhei pra trás sorrindo...
— Não é pra olhar eihn!
— Prometo que não! Ele disse, mas sem desviar o olhar.
Tirei meu tênis, meia, e então fui tirando meu shortinho bem devagar com meu bumbum virado pra ele, estava começando a gostar daquilo.
Fiquei só de calcinha, tinha certeza que ele estava me devorando com o olhar, tornei a vestir sua camisa, ela tinha um cheiro forte. Caminhei até ele, ao ver-me ele sorriu e disse:
— Ficou enorme em você!
— É, ficou mesmo!
Agora mais descontraída, sorria pra ele também.
Ele pediu as roupas molhadas pra colocá-las atrás da geladeira onde era quentinho, depois sentou em uma cadeira me olhando e disse:
— E a calcinha, não quis tirar? 
Percebi que aquilo era um jogo e já havia entrado nele, o desejo de aventura era maior que a noção do perigo como sempre. Aí ele logo emendou pedindo se eu o deixaria ver minha calcinha. Ele dizia aquilo com um sorriso tão safado e tão gostoso que apenas retribui o sorriso e fui levantando a camisa até a cintura me exibindo pra ele. 
— Uau, que anjo lindo! 
Agradeci fingindo ter vergonha, ai ele veio juntinho de mim e disse:
— Me deixa ver mais um pouquinho de você linda?
Meu olhar foi como um sim, ele abriu os botões que eu acabara de fechar, a cada pedacinho do meu corpo que era exposto, aumentava sua expressão de prazer. Continuei imóvel, o deixando fazer o que queria e esperando o que viria a seguir. Após despir-me da camisa me deixando só de calcinha, ele quase babou em meus seios ao dizer:
— Nossa... São os peitinhos mais lindos que já vi!

Puxou-me pra ele e abocanhou meus mamilos e meu peitinho todo. 
Aff... Ele me lambuzou toda, depois olhou pra mim e pediu pra ficar com minha calcinha, não resisti vendo sua cara de cachorro pidão. Dei uma risadinha e fui descendo minha lingerie na sua frente. Após ficar peladinha, entreguei a ele minha calcinha, olhou-me de uma maneira que parecia estar a décadas sem ver uma mulher pelada. 
Pegou minha calcinha e sem constrangimento a cheirou e beijou como se fosse um troféu, para depois guardá-la em uma gaveta do balcão.
Ele agora estava super confiante, acreditava que já tinha dominado sua presa (eu no caso), parou na minha frente e desceu sua bermuda deixando amostra seu membro durão e pediu pra eu lhe fazer um carinho, eu já estava muito a fim de sexo, olhei pro pênis dele, estava longe de ser um pauzão, mas era grosso.
Ajoelhei e com as duas mãos agarrei e acariciei seu membro, o coloquei em minha boca e chupei enquanto ouvia o homem fazendo uns sons estranhos, ele segurou minha cabeça e começou a bombar em minha boca tão forte que acabei ficando sem ar e engasguei. Ele me soltou assim que comecei a tossir e falou:
— Ôo meu anjo me desculpa... Vem cá!
E pegou-me igual a um bebe, andou comigo no colo e colocou-me sentada sob uma mesa que tinha atrás do balcão. Ele ergueu minhas pernas as abrindo e abaixou enfiando a cara em minha xoxota, eu dobrei minhas pernas ficando arreganhadinha e sentindo o prazer de ser chupada. Putz... Diante de todas as chupadas que já levei acho que esta merecia um "A+", que boca selvagem, que língua safada. 
Não tive como não gozar na boca daquele homem depois de ser sugada e penetrada por sua língua e dedos, deixou-me bem molinha... Aha que delícia!
Ele levantou, pegou uma camisinha em uma gaveta e a colocava impaciente, eu também já estava ansiosa, a demora parecia uma eternidade, enfim ele ajeitou seu pau em minha xotinha encharcada e meteu com gosto.
— Ohooo! Meu gemido naquele instante foi de dor, pois ele não foi nem um pouco delicado, começou com estocadas bem fortes, a mesa parecia que ia quebrar.
Depois de várias estocadas a dorzinha deu lugar ao clímax, gozei novamente, e alguns instantes depois ele gozou e, minha nossa, ele jogou aquele peso em cima de mim, quase morri (haha), beijou minha boca e seu beijo foi bem melado, mas... tadinho, na hora vale tudo.
Quando seu membro quentinho saiu de dentro de mim, com a camisinha cheia de esperma, foi que percebi que não tinha mais trovão e nem barulho de chuva, eu não sei se a chuva foi só passageira ou a quanto tempo ela tinha parado. Falei que precisava ir, ele pediu pra eu ficar, eu via o desespero na carinha dele, eu levantei da mesa e ele pediu pra comer meu cuzinho.
De costas pra ele dei uma risadinha até gostando da ideia, mas eu disse que não, ele insistia pedindo pra eu deixar, e eu balançava o dedinho dizendo que não.
É impressionante, mas ele já estava de pau duro novamente, e quando eu estava de costas pegando meu shortinho que secava atrás da geladeira, ele agarrou-me por trás segurando bem firme, até assustei, encostou-me curvada na pia e foi beijando e chupando minhas costas descendo até meu rego, o fogo tomou conta de mim e quando ele meteu aquela língua grosseira no meu buraquinho, melecando e alargando ele todinho... Aha eu já nem sabia mais onde estava. Sugou-me como um animal, então levantou e ajeitou seu membro em meu anelzinho todo melecado com sua baba e foi forçando a entrada sem atender meus pedidos pra ele parar. Logo que passou a cabeça e ele socou tudo... Aaaiiii! Que dorzinha malvada, porém deliciosa, huumm! Era o que meu desejo doentio queria – assim à força – eu ficava pedindo pra ele "me solta, paraaa", mas adorando sentir aquele pênis me fodendo  e sem camisinha  que danado. 
Ele metia sem parar e o seu peso deixava sua estocada ainda mais forte, até que ele gozou e inundou meu rabinho de porra, eu gozei junto ao sentir-me inundada e um calorzinho gostoso aquecendo-me por dentro.
Ele saiu de cima de mim ofegante, neste momento aproveitei pra vestir minha roupa, menos a calcinha que deixei pra ele. Pedi que abrisse a porta do bar, ele a abriu depois de colocar sua bermuda e camisa, peguei minha bike e saí sem dar nem um tchau.
Pedalei pra casa levando um pouco do seu esperma em meu anus, depois de um banho bem demorado, ainda sentia o cheiro daquele homem, mas adorei ter dado pra ele, foi meio selvagem, mas muito bom, eu estava precisando de uma pegada mais forte.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Sexo de madrugada

Na manhã de uma sexta-feira santa, exatamente as 07h45min, eu pilotava uma Harley Davidson vestida só de calcinha e uma jaqueta de couro aberta, curtindo o som de uma banda de rock... Então, realmente tinha música tocando, mas era o toque do meu celular que interrompeu o meu sonho. Só atendi porque poderia ser algo a respeito dos meus avôs — eles saíram cedo para ir à missa.
Que saco! Era o pai da Carol. Ele pegou meu número no celular da amiga e estava ligando defronte ao meu portão. Pediu desculpas, pois percebeu ter me acordado.

Depois daquele dia, aniversário da Carol, em que ele passou a mão na minha xota, ele ficou na minha captura. Certo dia ele veio com uma conversinha:
— Eu vi você e aquele garotão (Bruno) saindo da minha garagem na festinha lá em casa.
Falou que jamais contaria para alguém. Também disse que achou uma calcinha na garagem e por dedução sabia que era minha. O safado disse que a guardaria com muito carinho e seria uma lembrança.

Todo esse discurso era um tipo de ameaça velada.
— Está sozinha não é anjo? Vi seus avôs entrando na igreja quando eu passava de moto e vim te fazer companhia.
E o xaveco continuava:
— Abre a porta pra mim amor, você não tem noção o quanto tenho sonhado em ter você. Prometo ser muito carinhoso e depois te deixo em paz.
Putz! Já passei por isso antes, sei que recusando só ia adiar o inevitável. Huuum... Eu poderia matá-lo... Não... Não era boa ideia, depois teria que enterrar o corpo e 
estava com a maior preguiça, hahaha.
Desta vez ele não iria embora sem me foder, ou na cama ou contando meus podres para o meu avô.
Às vezes arrependo-me um pouquinho por ser tão provocadora e assanhada. Mas só às vezes.
Pensei: “Talvez o sexo com ele fosse bom”.
— Espera aí cinco minutos — esbravejei.
Foi difícil levantar tão cedo, para um feriado era como se fosse madrugada. Porém fiz um esforço danado e fiquei em pé, fui fazer xixi e lavar o rosto pra terminar de acordar.

Cobri meu corpo nu com um vestido curto e sem mais nada por baixo. Fui atender o homem.
— Nossa! A demora valeu a pena, que visão maravilhosa — gracejou o safado.

O tarado me comia com os olhos enquanto eu ainda arrumava o vestido apertadinho.
Falei pra ele entrar, fechei a porta e o levei até meu quarto, pois já sabia que ele não veio apenas para uma conversa e uma xícara de café.
Mesmo sendo um chantagista inconveniente, ele teve o tipo de atitude que gosto; veio pra cima de mim sem brutalidade, despiu-me sem perder tempo e deitou-me em minha cama. Suas mãos alisaram cada centímetro do meu corpo. Assim tão cedo eu demoro um pouco para entrar na rotação certa, mas ele soube direitinho como acender meu tesão.
Após as primeiras carícias ele se despiu e cobriu o meu corpo frágil com seu corpo másculo. Depois de beijos e muita sacanagem dita, a gente se pegou em um 69. Arrancou-me gemidinhos quando explorou o meu rabinho com o dedo lubrificado de saliva. Seu pinto estava no ponto e inteirinho lubrificado por minha saliva. Ele disse que não aquentava mais e estava louco pra me comer. Claro que tudo aquilo também me deixara louca pra dar.
Levantei sem virar o corpo, ajeitei-me sentando sobre seu membro e o introduzindo na minha boceta. Desci suave até estar com ele todo enterrado dentro de mim. Ahaa! C
avalguei montada ao contrário e afastei a ideia de que era algo forçado. Entreguei-me inteira àquele homem e ao momento que estava gostoso demais. Remexi meus quadris com rebolados e cavalgadas enquanto ele apertava minha bunda dizendo:
— Você é uma diabinha em um corpinho de anjo, não imaginava que fosse tão safadinha.
Fui me soltando e enlouquecendo e várias estocadas depois eu cheguei ao primeiro orgasmo; não foi nenhuma maravilha mas poderia ficar legal. Antes que ele gozasse e acabasse com a festa, levantei, peguei meu gel que ficava disfarçado em um potinho de creme labial, passei um pouco no pau dele massageando e fazendo-o gemer, peguei mais uma porção e melequei meu reguinho olhando pra ele com minha carinha mais vadia.
— Menina, como você é safada.
Ele me colocou de quatro na cama e veio babando. Agarrou-me pela cintura e surpreendeu-me com uma pontaria da porra; acertou meu buraquinho de primeira deslizando até o fundo das minhas entranhas. Ohooo! Ele estava me arregaçando toda. Aos poucos meu anelzinho foi se adaptando e a dorzinha ficou gostosa.

Era ali que eu queria que ele gozasse. Levei estocadas firmes e tive os meus seios amassados por suas mãos grosseiras. Chamou-me de cadelinha, vadia e uma porrada de coisas. Não bastasse as bombadas sem dó em meu rabo, ele ainda socou seus dedos ásperos até o fundo da minha boceta.
Não demorou muito para ele gozar e encher tudo com seu sêmen. Quando ele começou a diminuir seus movimentos, gritei alucinada pra ele não parar e bombar mais forte que eu ia gozar. Esfreguei-me como uma puta em seu membro sentindo o clímax chegando. Ele continuou bombando e já bufava de cansaço quando eu gemi muito cadela e fui recompensada pelo esforço matinal sendo agraciada com um orgasmo intenso e muito louco.
Continuei com meus movimentos apertando seu pinto contraindo meu anelzinho, o homem se retraía todo. A coisa ficou molinha e escorregou pra fora do meu anus.
Pelo espelho o flagrei apreciando o estrago que tinha feito no meu cuzinho. Com dois dedos ele brincou no buraco aberto, talvez medindo a cratera (risos) ou simplesmente aparava o líquido que escorria.
Momentos depois, enquanto a gente tomava um banho rápido, discutimos a relação; combinamos que se caso houvesse uma próxima vez, não seria de "madrugada".
Sai do banheiro somente com a toalha presa no corpo, minhas pernas bambearam  quando ouvi o motor de uma moto que parou na entrada de casa e tocou sua buzina.
— Fodeu! Se veste rapidão ai! — falei apavorando o homem.
Contudo lembrei rapidinho que deveria ser o rapaz dos peixes que veio trazer a encomenda da minha avó.
Abri a porta, era ele mesmo. O "peixeiro" era bem inocente, meio crianção, fui até o portão vestida só de toalha.

— Oi! Veio trazer o peixe né?
Ele parecia incrédulo ao ver-me seminua; minha toalha não era grande, a prendi acima dos seios, mas ela ficou entreaberta deixando exposta parte da minha intimidade.
Gente! Quando percebi o quanto ele ficou
 envergonhado resolvi brincar um pouco mais. Quem me conhece sabe que eu não iria perder a oportunidade de fazer uma graça.
— O que foi, moço, nunca viu uma moça só de toalha? — Ele balançou a cabeça em um não.
— E sem a toalha? — Abri o tecido mostrando meu corpo nu pra ele e ri gostoso.
Quase tive que por a mão em seu queixo para fechar sua boca, hahaha.
Prendi a toalha novamente, peguei o peixe, agradeci e voltei para dentro. Antes parei na porta e joguei um beijo pra ele que ainda paralisado e incrédulo me observava. Dei um tchau e entrei.
O homem estava escondido lá dentro e todo medroso. Ainda dizem que nós mulheres é que somos o sexo frágil.
— Você tem que sair agora, meus avôs não vão demorar.

Ele se despediu, olhou assustado pra fora conferindo se tinha alguém e se foi. Espero que tenha ficado satisfeito e me dê sossego.
Após guardar o peixe “argh” e lavar as mãos, iria esperar minha avó voltar para preparar meu café. Deitei novamente e ainda dormi um soninho gostoso.




Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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