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domingo, 9 de março de 2014

Transa rapidinha na garagem

Alguns anos atrás eu vim morar novamente com meus avôs maternos na cidade de Brotas-SP. Isto já havia ocorrido outras vezes, e sempre por causa de crises entre meu pai e minha mãe. Entretanto agora os motivos são outros e acho que ficarei aqui em definitivo.
Tornei-me mocinha já faz alguns anos e, no momento, transpiro desejos sexuais. Sonho com minha autonomia financeira e em morar sozinha.
Consegui vaga em um colégio próximo e pouco tempo depois já estava enturmada e com novas amizades. Em uma noite de sábado estava na casa da minha amiga Carol, era sua festa de aniversário. Naquela noite consegui me aproximar do Bruno, o irmão de uma colega nossa do colégio. Muito gato, mas não era da nossa turma. Bruno era mais velho e na época raramente o via. Ele trabalhava de dia e estudava a noite, mas estava na minha mira, apesar de eu o ver somente de passagem às vezes. Hoje ele me notou, percebi seu olhar guloso e quando nos cumprimentamos eu praticamente beijei a sua boca ao invés de beijar seu rosto.
Não demorou pra ele me tirar pra dançar, conversa vai e tesão vem, resolvemos achar um lugar ali na casa da Carol pra gente ficar mais à vontade e produzir um calor. Saímos pelo corredor externo que termina em uma garagem nos fundos. Fui primeiro, ele veio logo depois.
Ao chegar ele pegou em minha mão puxando-me pro fundo por detrás de um carro, encostou-me contra a parede; pegou-me pela nuca enterrando os dedos em meus cabelos e beijou-me bem safado. Suas mãos deslizaram pelos meus ombros levando junto as alças do meu vestido, elogiou meus seios que ficaram de fora dizendo que eram lindos.
Apenas sorri enquanto ele enchia as mãos os alisando e massageando para em seguida sugar e mordiscar meus mamilos. Com o tesão que sentia agora, meus biquinhos ficaram bem durinhos e inchados.
O Bruno sabia como me envolver, eu estava adorando a sua pegada, após um beijo mais safado e cheio de apertos em minha bunda, olhou-me com malícia solicitando:

— Posso ver um pouquinho mais de você linda?
Ele não esperava uma resposta, já que suas mãos estavam por debaixo do meu vestido descendo minha calcinha. Eu estava toda cadelinha e submissa à sua vontade, levantei meu vestido e ele agachou enfiando a boca entre minhas pernas e lambeu minha fendinha, ajeitei melhor minha perna, colocando sobre o seu ombro, ele me chupou e me enlouqueceu com língua e dedos brincando em meu clitóris e penetrando o quanto conseguia em minha fendinha. Huumm!... Eu respirava ofegante, com o corpo molinho e a boceta molhadinha. Tentava não gemer alto pra não chamar a atenção.
Ele levantou e no beijo fez-me sentir meu próprio gosto.
Agachei e abri sua calça liberando o seu membro que bateu em meu rosto quando ficou livre. Ele bem sacana pegou o mesmo e deu umas batidinhas com ele em meu rosto. Safadinha que sou, adorei o joguinho e esperei a chance de agarrá-lo pra em seguida abocanhá-lo engolindo aquele pau e o chupar e deliciar-me com suas estocadas em minha boca.

Segurando em meus cabelos, fazia movimentos de vai e vem fazendo-me sentir seu membro cada vez mais fundo em minha garganta.
Eu ansiava por sentir aquele membro rígido em meu sexo, e antes que ele gozasse em minha boca, eu levantei, apoiei-me no capô do carro empinando a bunda e me ofereci pra ele.
Ele roçou seu pau em meu sexo e começou a enfiar... Ahaa! Como é gostoso sentir tudo aquilo indo pra dentro da minha boceta, mas apesar dos arrepios com tanto tesão que sentia, eu fiquei apreensiva, estava sem nenhum tipo de proteção. Curti mais um pouquinho aquele órgão em minha grutinha. Caraca, o gato estava quase me fazendo gozar, eu ia dar um foda-se e deixar ele me encher de porra. Entretanto, ainda restou-me um restinho de bom senso, virei pra ele com carinha de medo e implorei:
— Não goza ai Bruno, põe atrás, por favor!
Ele obedeceu bem rápido, deve ter adorado. Mas não teve dó de mim, ajeitou no meu buraquinho e foi enterrando até estar tudo dentro, senti suas bolas baterem na minha bunda. Mordi meu braço pra não gritar ao sentir uma dor da porra.
Enquanto ele estocava me causando tremores de prazer, ele fazia de tudo comigo, apertava os meus seios; puxava o meu cabelo como se cavalgasse uma égua e massageava meu grelo. Eu não sentia mais dor e curtia muito aquele cacete movendo frenético dentro de mim. Senti tremores com o meu gozo chegando... Ele apertava o meu grelo com os dedos socados em minha boceta, o clímax chegou como uma onda gigante e gozei... Ahhh! Como isso é bom, estremecia de prazer e queria mais, ele ainda não havia gozado, esperava a qualquer momento ser inundada por sua porra. Porém ocorreu-me que não poderia ser melada por seu sêmen, não havia nada para eu me limpar e o banheiro estava longe, era lá dentro da casa.
— Goza na minha boca amooor...! Sugeri tarde demais, ele gozou e gozou muito, sentia seus jatos dentro de mim e minhas pernas bambearam com a intensidade dos meus espasmos. Ahaa! que delícia sentir sua porra quentinha dentro de mim, mexi até me acabar naquele cacete.

Quando ele tirou seu pau molinho de dentro, eu olhei em volta e só pude ver um jornal velho, pedi pra ele pegar. O sêmen que vazava do meu anus, começava a escorrer por minha perna.
Nos limpamos com aquilo mesmo.

— Devem estar sentindo nossa ausência, vamos voltar? Ele sugeriu.
Eu concordei. Ajeitei meu vestido e pedi minha calcinha que ele havia tirado.
— Não está comigo, coloquei em cima do carro! Disse ele.
— Deve ter caído no chão! Completou.
Olhamos tudo e não achamos. Ali era muito bagunçado, deve ter caído entre o lado do carro e a parede onde tinha umas tranqueiras e não havia espaço pra gente entrar, além de estar escuro e acender as luzes seria roubada.

— Fodeu, perdi minha calcinha, espero que não notem!
Ele se recompôs e retornamos para a festa.
Mais tarde, fui pegar uma bebida na geladeira. Apenas o pai da Carol estava ali na cozinha. Quando abaixei mais que o suficiente (de propósito), senti que meu vestido curto deixou minha bunda e minha xotinha à mostra pra ele. Eu estava ao seu alcance e o coroa não titubeou, sem cerimônia nenhuma enfiou a mão deslizando por minha boceta e ironizou:
— Esqueceu de vestir algo anjo?
Bem safadinha eu soltei um gritinho ao sentir seu dedo deslizando em minha fendinha. Toda putinha dei uma reboladinha em sua mão antes de fechar a geladeira bem devagar. Virei sorrindo pra ele com carinha de safada, dando de ombros, e sai fora da cozinha.

Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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