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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Estuprada Pelo Meu Vizinho Bandido

Houve uma época em que eu estudava em um colégio de período integral. Ia sozinha e sempre em pé no busão, pois de manhã e no fim do dia o movimento de gente era enorme. Porém, certo dia foi especial: por haver uma greve que atingia os trens, os ônibus ficaram super lotados e se tirasse o pé do chão a gente não conseguiria pô-lo de volta.
Fiquei mais de uma hora no ponto após sair do colégio e já anoitecia quando consegui entrar em um ônibus.
Muitos homens aproveitam essas situações para encoxar a gente na cara dura, falam gracinhas em nossos ouvidos e alguns mais ousados nos passam a mão na bunda sem a menor cerimônia.
Pode parecer absurdo, mas certos tipos de assédio são divertidos algumas vezes, não esses abusivos.
Vários pontos ficaram para trás e já estávamos em meu bairro. Fiquei apreensiva ao perceber uma pessoa que veio se espremendo entre os passageiros e parou atrás de mim. Bateu um pavorzinho, pois eu conhecia o carinha. Seu apelido era Pulmão, era bandido desde pivete e morava ali na região. Moreno de uns 18 anos, pratica assaltos e estava envolvido com o tráfico de drogas, ele era muito conhecido por sua violência, costumava apavorar a todos lá no meu antigo colégio.
Sofri o assédio desse marginal várias vezes quando eu ainda estudava lá. Felizmente eu soube usar de diplomacia, simpatia além de muito jeitinho para conseguir sair ilesa em todas as vezes.
Pouco tempo depois eu mudei de colégio e não o havia visto mais... até aquele dia.
Novamente o terror me rodeava, ele colou por detrás de mim e fungou no meu cangote.
— E ai gatinha, deu um perdido lá na escola? — Sua voz me pareceu um rosnado.
— Sim, eu tive que mudar de colégio.
Ele já me encoxando, pois não tinha como não fazê-lo estando ali atrás de mim naquele ônibus lotado, murmurou com um tom ameaçador em meu ouvido:

— Sempre tive o maior apetite por você, saiu de lá antes que eu pudesse te pegar e dar um trato legal nessa sua bundinha gostosinha. Se desse eu te catava aqui no bumba mesmo.
Eu tremi de medo, não sabia o que fazer para ele me deixar em paz. Sabia que seria perigoso fazer escândalo ou pedir ajuda, pois ele é violento e já espancou e quase matou uma menina conhecida nossa. Poderia escapar agora, mas ele se vingaria com certeza.
Sua ereção começou assim que encostou em mim, seu membro roçava meu rego por cima da roupa. O tarado levantou um pouco minha saia e senti seu pênis, ainda dentro do moletom, se encaixar bem no meio de minhas nádegas. Aproveitando que estava todo mundo prensado como sardinha em lata e somado ao movimento do ônibus, esfregou-se o quanto pode em minha bunda. Sua mão percorria meu quadril e alisava minha coxa enquanto falava um monte de bobagens em meu ouvido.
Alguns pontos depois, quando o pessoal começou a descer, ele falou que a fissura e o tesão só aumentaram e que iria me ter muito em breve. Em seguida beijou meu pescoço e desceu no ponto da padaria.

Antes de o ônibus sair o vi se aproximar e cumprimentar – a sua maneira  um cara que estava encostado em um carro. Três pontos depois eu desci do ônibus e fui subindo a rua sozinha, em direção de minha casa. Ainda estava muito assustada com o ocorrido.
No meio da subida estremeci quando um carro parou ao meu lado, a porta de trás abriu e Pulmão saiu rápido agarrando-me pelo braço e empurrou-me para dentro do carro no banco de trás.
— Vem comigo quietinha que você não se machuca! — Ele ameaçou.
Eu relutei, pedi para sair, ele agarrou meu pescoço com uma mão e o seu olhar, somado ao tom de voz, fez gelar até minha alma.
— Se não ficar quietinha e colaborar, vou socar sua cara, te dar um pipoco e te jogar no asfalto com o carro andando.
Congelei como uma estátua.
Era o mesmo carro da padaria e o mesmo cara no volante, saiu dali cantando pneus e rodamos vários minutos até um casebre em meio a muito lixo em um terreno que foi invadido e virou favela. O cara estacionou e os dois me arrastaram pra dentro.
Ali começava a festa deles. Pulmão mandou eu tirar a roupa e sapato. Como não obedeci, levei um tapa na cara. Percebi que não adiantaria lutar, se eu queria sair inteira daquele lugar deprimente, era melhor cooperar. Tirei tudo, roupa, sapatos e acessórios. Ainda estava em pé, nuinha e engolindo o choro, por ordem deles, quando fui segura pelos dois, um em cada braço, e fui jogada com violência na cama. Os dois ficaram pelados em segundos e foram para cima de mim. Fiquei como uma cabritinha, cercada por dois lobos em cima daquela cama.
Pulmão apontou seu pênis em minha direção, me mandou pegar e chupar. Obedeci e fechei uma das mãos naquele membro pulsando de duro e o chupei... Argh! Aquele pinto estava com um cheiro forte, todavia, pode parecer doentio, mas a repulsa do início foi ficando agradável e acabou me dando tesão. Enquanto minha boca se ocupava com aquele membro, o outro cara pegou minha mão e levou em direção ao seu, estremeci ao segurar algo 
tão grosso, mal cabia em minha mão. Senti pavor e excitação ao começar a punhetar aquele pauzão. Fizeram-me alternar, hora sugava o membro do Pulmão e hora o pauzão do cara que mal cabia em minha boca.
Pulmão estava impaciente, colocou-me de quatro abriu meu rego com as duas mãos, lambeu e chupou da minha xoxota ao meu buraquinho melecando-me toda com sua saliva. Falou pro cara...
— Agora vou foder o cuzinho dessa putinha que to na captura faz tempo, véio.
Senti a cabeça daquele pênis duro como uma barra de ferro encostar no meu buraquinho, mal deu tempo de sentir a cabeça entrar e ele já socou toda aquela vara dentro de mim...
— Ohoooooo! Meu grito e gemido foram de muita dor, mas também do tesão causado pela adrenalina da situação. Ele começou com suas estocadas fortes enquanto eu gemia e soltava gritos abafados pelo membro do outro cara entrando em minha boca e 
 me sufocando. Os canalhas se divertiam, um socava em minha bunda enquanto o outro em minha boca. Pulmão falava barbaridades e judiava de mim com apertos e tapas doídos em minha bunda. Abraçou-me bem apertado e socou os dedos em minha boceta. Suas bombadas ficaram bem rápidas e com um urro ele gozou. Eu já estava toda molinha e putinha nessa hora, gozei junto com ele sentindo aqueles jatos de esperma em meu buraquinho, tirei a boca do pau do cara e gemi ainda o punhetando. Indefesa e incapaz de evitar aquela violência, relaxei e curti meu gozo sentindo as bolas do pulmão coladas em minha xoxota e seu pau mexendo devagar e bem fundo dentro de mim.
O cara também gozou e os jatos de porra acertaram em minha boca e todo o meu rosto. Ainda de quatro limpei aquela meleca com uma ponta daquele lençol sujo enquanto os dois trocavam de lugar.
O cara veio por trás de mim e eu senti um misto de pavor e tesão, pois achava que enfiaria aquela coisa em meu anelzinho, ele ia me rasgar todinha me machucando muito, porém, um desejo doentio tomava conta de mim, com a respiração presa e o coração acelerado. Aqueles segundos de ansiedade pareceu-me ser uma eternidade enquanto esperava ser possuída por trás... Ele meteu aquela cabeçorra na minha boceta que já estava toda besuntada pelo líquido viscoso que escorria do meu anus. Quando senti tudo aquilo brutalmente me penetrando, falei com voz de choro:
— Não moço, pelo amor de Deus, não vou aguentar tudo isso.

Ele nem ligou e socou mais forte caçoando:
— Você aguenta até no cuzinho sua putinha.

Segurou-me pelos quadris e sem dó bombou seu membro em minha fendinha, senti aquilo me rasgando toda, vi estrelas e sofri com a dor enorme e o desconforto das estocadas em meu colo do útero. Gritei e berrei como uma cadelinha ferida, porém, após um tempinho, na verdade não sabia se o que sentia era dor ou tesão... Quando relaxei e o membro se acomodou em minha boceta, o prazer foi indescritível, curti o ritmo de suas estocadas fortes e gemi só de deleite com meu clímax e imaginando quando que ele enfiaria aquela coisa monstro também em meu cuzinho... Minutos depois o Pulmão disse que os dois iam me comer juntos. O cara tirou de dentro, deitou de costas na beirada da cama e mandou que me sentasse com a boceta em seu pau. Fui ajeitada, por eles, em cima do membro do cara e tudo aquilo estava entrando em minha fendinha novamente. Soltei meu corpo devagar, descendo e delirando enquanto sentia meu interior ser preenchido. Pulmão veio por trás, me segurou, ajeitou seu pau e o enfiou no meu buraquinho. Com certeza não era mais eu que estava ali, fiquei possuída e alucinada, passei a rebolar e gemer como uma puta enquanto era violentada pelos dois bandidos. Nunca estive nesta situação, e mesmo sendo um estupro... Putz, como é bom.
Sentia um esfregando no outro dentro de mim, assim gozei, gozei até quase desfalecer.
Quando os dois gozaram dentro de mim, senti os jatos de porra me inundando as entranhas... Ahh, isto é impagável, não tem como não gozar muito novamente. Quando os dois tiraram seus membros, e deitaram um de cada lado, também arriei. Meu corpo estava agradavelmente dormente, meladinha com o suor e líquidos que escorriam de dentro de mim, toda arregaçada e quase desfalecida naquela cama fétida e imunda.
Pouco depois, por falta de opção, limpamo-nos com o mesmo lençol. Quando me abaixei para pegar minhas roupas, Pulmão deu um tapa na minha bunda e zombou informando:
— Você é uma putinha muito gostosinha, vou aliviar e deixar você ir, a gente pode repetir a dose qualquer dia desses. Mas fica esperta, mina, se der uma de X9 e abrir o bico pra alguém... Te mando pro andar de cima. — Falou a última frase simulando que atirava em mim. Sua mão imitou uma arma.
Eu jurei que ninguém ficaria sabendo.
Após sairmos do muquifo, jogaram o lençol sujo para queimar em um lixo ardendo em chamas, o mesmo "empesteava" o local com sua fumaça e fedor.

Eles rodaram comigo um tempinho e me soltaram em uma avenida. Após pegar um ônibus fui para casa toda dolorida e fedendo a porra, suor e outros odores. Ao chegar em casa inventei uma mentira para justificar o atraso exagerado.
Conto este caso agora sem me preocupar, pois soube meses atrás por meio dos meus vizinhos e também pelos jornais, que os dois e outros da turma deles foram mortos em um confronto com a Rota.



Aguardo vocês também no Wattpad. Meu nome lá é: KamilaTeles4
https://www.wattpad.com/user/KamilaTeles4
Beijos queridos amigos, até a próxima!

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