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sábado, 15 de fevereiro de 2014

De Festa Infantil a Garota de Programa

"Não tá fácil pra ninguém, né companheiros?" Correndo atrás de uma grana a mais, aceitei ser animadora em uma festa infantil. A minha mesada não está cobrindo os gastos básicos, lingerie, por exemplo. Perdi muitas calcinhas nas aventuras recentes.
Certo dia, enquanto estava com as meninas bagunçando no karaokê da lanchonete, um homem nos fez uma proposta de trabalho. Seríamos tipo monitoras e animadoras em uma festa infantil. Só eu e a Re aceitamos o trabalho. No dia e horário combinados chegamos ao salão onde seria a festa. Uma moça, após dar uns ‘toques’ fez uma maquiagem de gatinhas em nós, ainda tivemos que vestir uma roupinha de mulher gato... Maior micão. O shortinho de couro deixava as bochechas da bunda bem insinuantes, eu mesma achei estarmos sexy demais para uma festa infantil. As mamães torceram os narizes, já os papais tiraram milhares de fotos.
No final da festa a pivetada não queria que eu fosse embora, juntos fizemos a maior bagunça e ficamos amigos – eu não sei quem de nós era mais criança – me acabo quando entro numa farra. Quanto a Re, acho que ela não curtiu muito.
Hora de ir embora, estávamos tirando a fantasia e fomos abordadas por um dos papais presentes na festa. Perguntou se a gente era contratada de alguma agência, respondemos que não, era nossa primeira vez e coisa e tal. O homem disse ser responsável por uma empresa que auxilia na promoção de eventos e feiras em várias cidades próximas. Deu um cartão para cada uma de nós.
— Vocês são supersimpáticas e comunicativas, têm potencial para trilhar uma carreira de sucesso neste ramo de eventos. Entrem em contato se estiverem interessadas, é coisa séria com contrato assinado.
— Porém, apressem-se, há um evento sábado que vem e tenho que fechar com o pessoal até quinta-feira.
— E paga bem? — questionei curiosa.
— Dependendo do evento, de R$500,00 A R$1.800,00 por até 5 horas de trabalho.
Sem falar nada eu encarei a Re, ou era um golpe ou uma mina de ouro.
Nós ganhamos R$50,00 cada uma para pagar de gatinhas naquela festa.
Ficamos de pensar antes de dar uma resposta. Nos despedimos.
Depois consultamos o outro homem, o qual chamou a gente lá na lanchonete, ele disse conhecer esse empresário e a empresa dele. O negócio era sério, concluiu.
Eu já havia decidido, iria procurar o homem no dia seguinte. A Re ficou de telefonar à noite para confirmar, ou não.
Ela ligou e disse que não iria. Já esperava esta resposta, sempre dá pra trás, é uma furona.
No outro dia, logo após as aulas, liguei para o homem, ele pediu para eu ir na empresa e ser entrevistada por ele.
Pouco depois eu estava em sua sala sendo avaliada. Olhou meus documentos, deu-me os parabéns atrasado, pois meu aniversário havia sido uma semana atrás, extraiu várias informações e já estava quase contratada quando veio uma pergunta que eu não entendi:
— Você é ficha branca ou ficha rosa?
— Oi?... Desculpe, não entendi — falei encabulada.
— Você não conhece ainda este tipo de trabalho, não é?
— Não, aquela festa que nos encontramos, foi minha primeira e única até agora.
Então ele me explicou, assim de boa, sem rodeios:
A colaboradora (Ficha Rosa) é aquela que concorda em ser acompanhante dos clientes/visitantes do evento, esticando seu horário de trabalho.
Ganha de R$500,00 a R$1.500,00 por 4 ou 5 horas de trabalho. Podem também receber horas extras e gratificações.
Já a colaboradora (Ficha Branca), fica apenas no stand da feira/evento, sorrindo e sendo simpática, não faz sexo.
Recebe de R$50,00 a R$150,00 pelas mesmas 4 ou 5 horas.
Eu pensei muito antes de responder, adoro sexo, mas por livre e espontânea vontade, não sou garota de programa, no entanto a grana era tentadora.
Após pensar e decidir, falei que ficaria muito agradecida se me aceitasse para ser Ficha Branca (sem sexo).
Ele então fechou o acordo comigo, não disse nem uma palavra para fazer-me mudar de ficha. Ele já deveria estar calejado com esta situação, imaginei eu.
No dia da feira, no vestiário do local do evento, recebi um mini vestido preto e lindo que era a minha cara, o decote até quase o umbigo, deixava a metade dos meus seios de fora, dependendo do movimento, ficava inteiro de fora. Tinha tudo a ver com o evento (Feira erótica itinerante Expo Hot). Troquei de roupa e fiquei em um stand de vestuário sensual e acessório, e descobri que o trabalho não era apenas sorrir, faria poses ao lado de N tipo de pessoas tirando selfies com eles, ao mesmo tempo administrava as cantadas e algumas mãos bobas.
Os pedidos para eu vestir aquelas roupas também foram inúmeros.

Depois de duas horas de feira, tive um descanso de quinze minutos. Aff! Aleluia, estava com cãibras no maxilar de tanto sorrir.
Fui ao banheiro e depois a um bar que fazia parte do evento, havia apresentações de tequileiros, drinques e cardápio a partir de ingredientes afrodisíacos. Logo ao entrar no recinto, um coroa cinquentão 
entrou junto comigo e abordou-me todo simpático. — Depois fiquei sabendo tratar-se ele de um industrial fabricante de muitas daquelas coisas em exposição no evento.
— Posso oferecer uma bebida para a senhorita?
Eu já tinha-o visto no stand conversando com o cara que é o dono, e na conversa eles deram umas olhadelas para o meu lado… Normal, pois eu fiquei muito delicinha no vestidinho preto (haha).
Aceitei um suco, estava deslocada naquele ambiente, seria bom ter uma companhia.
Conversamos banalidades sobre o evento e sobre nós, só informações básicas. Ele era bem atraente, voz firme e segura. Fiquei doidinha com o perfume que emanava do seu corpo… Meus quinze minutos estavam acabando, voltaria para o stand. Fui convidada para um champanhe, naquele local mesmo, quando terminasse meu trabalho. Eu já havia mencionado onde morava, falei que iria com a van da empresa ou ficaria sem condução... Resumindo, ele disse que me levaria e eu aceitei o convite.
No fim do expediente troquei de roupa, coloquei meu vestido tubinho, falei que não iria com a Van e dirigi-me ao bar.
Ele já estava lá conversando com dois homens ao lado do balcão, ao ver-me chegando foi ao meu encontro e levou-me até uma mesa vazia. Pediu champanhe e uma travessa de petiscos que segundo o cardápio era afrodisíaco. Deveria ser mesmo, pois depois de meia hora de um papo gostoso já estava louquinha e daria até o rabinho para o coroa.
Infelizmente era tarde, pedi para irmos embora embora, pois meus avôs estariam acordados esperando eu chegar. Apesar de morrer de vontade, a transa ficaria para outro dia.
Fomos para o estacionamento e rolou o primeiro beijo ardente de desejos logo ao entrarmos no carro. Tinha película escura nos vidros, e pessoas próximas ao veículo não perceberam o beijo. Nós seriamos assunto de qualquer maneira, um coroa e uma novinha bebendo e indo embora juntos, todavia, era melhor não dar mais motivos.
O homem saiu com o carro e sugeriu continuarmos o champanhe em um motel. Falei sobre a necessidade de ir embora, meus avós só dormem quando eu chego. Por serem idosos, sinto-me culpada em deixá-los acordados me esperando.
Ele disse compreender, no entanto, iria ainda hoje para Santa Catarina (sua residência) e não saberia dizer quando teria outra chance comigo. Alegava que não aguentava mais de desejo, estava até com dor de tanto tesão. Eu também estava cheia de desejos por ele, mas motel, naquela noite, estaria fora de cogitação. Olhei para o homem com carinho oferecendo um pequeno conforto:
— Deixa eu aliviar sua dor um pouco.
Acariciei seu membro estando ainda sob sua calça, o volume estava enorme e durão, abaixei e comecei a abrir sua braguilha tirando seu pau pra fora e o acariciei com as duas mãos.
— Vou parar o carro, anjo, antes que cause um acidente.
Ele saiu da estrada e parou em uma rua lateral, as casas não estavam muito próximas e o lugar sem movimento.

Fui com a boca em seu pênis e engoli aos poucos e punhetava com a mão, ele afagava meus cabelos e entre gemidos falava bobagens.
Trocamos de posição, ele posicionou meu banco o afastando e deitando para depois se alojar entre minhas pernas. Carinhosamente tirou minha calcinha e encheu-me de elogios enquanto acariciava dos meus pés até meu sexo. Acomodou a cabeça entre minhas coxas e fez todas aquelas delicias que um homem experiente sabe fazer. Flutuava de prazer com suas chupadas, brincadeira de língua e dedos penetrando em minha fendinha. Estava quase para gozar em sua boca e contorcendo meu corpo com as sugadas tão gostosas. Ele controlou a situação, queria gozar junto comigo. Tirou os sapatos, se livrou rapidamente da calça e cueca e pegou um preservativo em sua carteira.
— Deixa que eu colocar pra você? Ofereci-me toda safadinha.
Peguei a camisinha, ajeitei em minha boca, coloquei no seu pênis, fui engolindo e levando a borrachinha até onde consegui. Terminei o serviço alisando com as mãos.
Depois que aprendi passei a adorar fazer isso.
— Uau menina, você sabe como enlouquecer um homem.
Com ele ainda sentado em seu banco, fui pra cima dele acomodando-me em seu colo. Acariciei sua nuca e nosso beijo foi safado, cheio de tesão e demorado. Ele posicionou seu membro introduzindo na minha fenda, fui descendo meu corpo sentindo seu membro grosso e quente deslizar gostoso para dentro de mim. Ai! Comecei com os gemidinhos e a cavalgar suave. Era comandada por suas mãos firmes em minha bunda. Momentos deliciosos como aqueles são inesquecíveis. O homem levantou meu vestido até meus seios ficarem de fora e abocanhou chupando, mordiscando e alternando entre um e outro. Não controlava mais minha excitação, terminei de tirar meu vestido ficando peladinha, o joguei no banco de trás.
Sentia o carro balançar com nossos movimentos rápidos e frenéticos, eu praticamente pulava em seu colo com seu sexo tocando fundo o meu interior.
Ahh! O gozo veio forte e aumentava a cada sacanagem falada e a cada estocada que sentia, era magia pura.
Ainda demorou um tempinho até diminuirmos e pararmos com nossos corpos grudadinhos de suor e nossos sexos encharcados pelos meus líquidos.
Sai de cima dele momentos depois, ele tirou a camisinha cheiinha e jogou pela janela.
Eu deitei em meu banco e fiquei observando o homem tirar a camisa molhada de suor. Em seguida o peladão deitou junto comigo. Ficamos abraçadinhos trocando muitas carícias e juras de amor. Foram mais beijos demorados e chupadinhas até ele ficar em ponto de bala novamente.
Repeti o ritual da camisinha, levantei e abri minhas pernas deitada no banco, ele veio por cima, introduziu sua arma poderosa e começamos mais um delicioso momento de pegação.
Enlacei-o com minhas pernas, é muito gostoso sentir o peso de um homem sobre mim, é uma sensação mista de proteção e submissão enquanto estocadas vigorosas nos remetem ao paraíso.
O clímax agora demorou um pouco mais para chegar, todavia, cada segundo era de pura loucura alucinante. Estávamos encharcados de suor e eu gemendo feito uma cadela querendo que aquela transa continuasse por toda a noite. Quando senti que chegava ao momento mágico novamente, completamente entregue aquele momento, sem noção e pura emoção, rocei com o dedo o cú dele úmido de suor, ele aumentou o gemido, as estocados e o movimento do seu corpo, eu então fui enterrando meu dedo até onde deu e mexi gostoso no seu rabo.
Ele gemia mais que eu agora. Meu gozo foi maravilhoso e continuei gozando muito ouvindo ele urrando e gozando e se contorcendo junto comigo. Seu membro não parava de pulsar e ele continuava com os movimentos… Foi diminuindo aos poucos até parar e quase desfalecer sobre mim.
Tirei meu dedo de dentro e fiquei acariciando sua bunda com movimentos suaves, seu sexo quentinho e molinho ainda estava dentro do meu.
Depois de alguns minutos sugeri:
— Vamos embora, amor, eu não deveria ter demorado tanto.
— Vamos sim, anjo.
A gente se recompôs e fomos embora. No caminho foram só elogios ao meu desempenho e pedidos para sairmos novamente. Ele jurou juradinho que viria de Santa Catarina só pra me ver, isso quando eu deseja-se, ou pagaria minhas despesas para eu ir até lá passar quantos dias eu quisesse com ele.
Chegamos perto de minha casa, pedi que parasse uma esquina antes, pois estava bom ali. O coroa pegou sua carteira, achei que iria me dar um cartão, entretanto, deu-me um punhado de notas de R$100,00.
Fiquei ofendida, falei que eu não era ficha rosa, transei com ele porque gostei dele e me despertou desejos e tesão, que não era garota de programa. Carinhosamente explicou que sabia disso, ele já havia conversado com meu chefe e quis sair comigo porque gostou muito de mim e do meu jeito e etc.
O dinheiro era para eu comprar um presente já que ele iria embora e não poderia comprar.
Enfim... Eu aceitei a grana como presente, afinal eu não sai com ele com esta intenção. Coloquei a grana na bolsa, demos mais uns beijos e juras de novo encontro e fui para casa.
Já era tardão e meus avós ainda esperavam por mim. Depois das minhas desculpas fui para o banho. Logo depois em meu quarto, enquanto preparava a cama, feliz eu pensava em como foi meu primeiro dia de trabalho e os momentos de magia no interior daquele carro.
Antes de dormir peguei a grana em minha bolsa para ver quanto ele havia me dado... Uau! Eram R$1.500,00.
Geeente! Preciso de conselhos, pois estou pensando seriamente em mudar minha Ficha para Rosa (haha).

Também aguardo vocês no Wattpad. Meu nome lá é: KamilaTeles4


Beijos queridos amigos, até a próxima.


4 comentários:

  1. Vc e demais. Traz mais contos n para!

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  2. Não paro Thiago, ainda tenho muito que contar, vou colocando aqui sempre que tiver um tempinho... Beijos!

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  3. vc deve ser uma deusa na cama com esses contos maravilhosos enlouquece qualquer um,parabens musa

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