Social Icons

sábado, 15 de fevereiro de 2014

De Festa Infantil a Garota de Programa

"Não tá fácil pra ninguém, né companheiros?" Correndo atrás de uma grana a mais, aceitei ser animadora em uma festa infantil. A minha mesada não está cobrindo os gastos básicos, lingerie, por exemplo. Perdi muitas calcinhas nas aventuras recentes.
Certo dia, enquanto estava com as meninas bagunçando no karaokê da lanchonete, um homem nos fez uma proposta de trabalho. Seríamos tipo monitoras e animadoras em uma festa infantil. Só eu e a Re aceitamos o trabalho. No dia e horário combinados chegamos ao salão onde seria a festa. Uma moça, após dar uns ‘toques’ fez uma maquiagem de gatinhas em nós, ainda tivemos que vestir uma roupinha de mulher gato... Maior micão. O shortinho de couro deixava as bochechas da bunda bem insinuantes, eu mesma achei estarmos sexy demais para uma festa infantil. As mamães torceram os narizes, já os papais tiraram milhares de fotos.
No final da festa a pivetada não queria que eu fosse embora, juntos fizemos a maior bagunça e ficamos amigos – eu não sei quem de nós era mais criança – me acabo quando entro numa farra. Quanto a Re, acho que ela não curtiu muito.
Hora de ir embora, estávamos tirando a fantasia e fomos abordadas por um dos papais presentes na festa. Perguntou se a gente era contratada de alguma agência, respondemos que não, era nossa primeira vez e coisa e tal. O homem disse ser responsável por uma empresa que auxilia na promoção de eventos e feiras em várias cidades próximas. Deu um cartão para cada uma de nós.
— Vocês são supersimpáticas e comunicativas, têm potencial para trilhar uma carreira de sucesso neste ramo de eventos. Entrem em contato se estiverem interessadas, é coisa séria com contrato assinado.
— Porém, apressem-se, há um evento sábado que vem e tenho que fechar com o pessoal até quinta-feira.
— E paga bem? — questionei curiosa.
— Dependendo do evento, de R$500,00 A R$1.800,00 por até 5 horas de trabalho.
Sem falar nada eu encarei a Re, ou era um golpe ou uma mina de ouro.
Nós ganhamos R$50,00 cada uma para pagar de gatinhas naquela festa.
Ficamos de pensar antes de dar uma resposta. Nos despedimos.
Depois consultamos o outro homem, o qual chamou a gente lá na lanchonete, ele disse conhecer esse empresário e a empresa dele. O negócio era sério, concluiu.
Eu já havia decidido, iria procurar o homem no dia seguinte. A Re ficou de telefonar à noite para confirmar, ou não.
Ela ligou e disse que não iria. Já esperava esta resposta, sempre dá pra trás, é uma furona.
No outro dia, logo após as aulas, liguei para o homem, ele pediu para eu ir na empresa e ser entrevistada por ele.
Pouco depois eu estava em sua sala sendo avaliada. Olhou meus documentos, deu-me os parabéns atrasado, pois meu aniversário havia sido uma semana atrás, extraiu várias informações e já estava quase contratada quando veio uma pergunta que eu não entendi:
— Você é ficha branca ou ficha rosa?
— Oi?... Desculpe, não entendi — falei encabulada.
— Você não conhece ainda este tipo de trabalho, não é?
— Não, aquela festa que nos encontramos, foi minha primeira e única até agora.
Então ele me explicou, assim de boa, sem rodeios:
A colaboradora (Ficha Rosa) é aquela que concorda em ser acompanhante dos clientes/visitantes do evento, esticando seu horário de trabalho.
Ganha de R$500,00 a R$1.500,00 por 4 ou 5 horas de trabalho. Podem também receber horas extras e gratificações.
Já a colaboradora (Ficha Branca), fica apenas no stand da feira/evento, sorrindo e sendo simpática, não faz sexo.
Recebe de R$50,00 a R$150,00 pelas mesmas 4 ou 5 horas.
Eu pensei muito antes de responder, adoro sexo, mas por livre e espontânea vontade, não sou garota de programa, no entanto a grana era tentadora.
Após pensar e decidir, falei que ficaria muito agradecida se me aceitasse para ser Ficha Branca (sem sexo).
Ele então fechou o acordo comigo, não disse nem uma palavra para fazer-me mudar de ficha. Ele já deveria estar calejado com esta situação, imaginei eu.
No dia da feira, no vestiário do local do evento, recebi um mini vestido preto e lindo que era a minha cara, o decote até quase o umbigo, deixava a metade dos meus seios de fora, dependendo do movimento, ficava inteiro de fora. Tinha tudo a ver com o evento (Feira erótica itinerante Expo Hot). Troquei de roupa e fiquei em um stand de vestuário sensual e acessório, e descobri que o trabalho não era apenas sorrir, faria poses ao lado de N tipo de pessoas tirando selfies com eles, ao mesmo tempo administrava as cantadas e algumas mãos bobas.
Os pedidos para eu vestir aquelas roupas também foram inúmeros.

Depois de duas horas de feira, tive um descanso de quinze minutos. Aff! Aleluia, estava com cãibras no maxilar de tanto sorrir.
Fui ao banheiro e depois a um bar que fazia parte do evento, havia apresentações de tequileiros, drinques e cardápio a partir de ingredientes afrodisíacos. Logo ao entrar no recinto, um coroa cinquentão 
entrou junto comigo e abordou-me todo simpático. — Depois fiquei sabendo tratar-se ele de um industrial fabricante de muitas daquelas coisas em exposição no evento.
— Posso oferecer uma bebida para a senhorita?
Eu já tinha-o visto no stand conversando com o cara que é o dono, e na conversa eles deram umas olhadelas para o meu lado… Normal, pois eu fiquei muito delicinha no vestidinho preto (haha).
Aceitei um suco, estava deslocada naquele ambiente, seria bom ter uma companhia.
Conversamos banalidades sobre o evento e sobre nós, só informações básicas. Ele era bem atraente, voz firme e segura. Fiquei doidinha com o perfume que emanava do seu corpo… Meus quinze minutos estavam acabando, voltaria para o stand. Fui convidada para um champanhe, naquele local mesmo, quando terminasse meu trabalho. Eu já havia mencionado onde morava, falei que iria com a van da empresa ou ficaria sem condução... Resumindo, ele disse que me levaria e eu aceitei o convite.
No fim do expediente troquei de roupa, coloquei meu vestido tubinho, falei que não iria com a Van e dirigi-me ao bar.
Ele já estava lá conversando com dois homens ao lado do balcão, ao ver-me chegando foi ao meu encontro e levou-me até uma mesa vazia. Pediu champanhe e uma travessa de petiscos que segundo o cardápio era afrodisíaco. Deveria ser mesmo, pois depois de meia hora de um papo gostoso já estava louquinha e daria até o rabinho para o coroa.
Infelizmente era tarde, pedi para irmos embora embora, pois meus avôs estariam acordados esperando eu chegar. Apesar de morrer de vontade, a transa ficaria para outro dia.
Fomos para o estacionamento e rolou o primeiro beijo ardente de desejos logo ao entrarmos no carro. Tinha película escura nos vidros, e pessoas próximas ao veículo não perceberam o beijo. Nós seriamos assunto de qualquer maneira, um coroa e uma novinha bebendo e indo embora juntos, todavia, era melhor não dar mais motivos.
O homem saiu com o carro e sugeriu continuarmos o champanhe em um motel. Falei sobre a necessidade de ir embora, meus avós só dormem quando eu chego. Por serem idosos, sinto-me culpada em deixá-los acordados me esperando.
Ele disse compreender, no entanto, iria ainda hoje para Santa Catarina (sua residência) e não saberia dizer quando teria outra chance comigo. Alegava que não aguentava mais de desejo, estava até com dor de tanto tesão. Eu também estava cheia de desejos por ele, mas motel, naquela noite, estaria fora de cogitação. Olhei para o homem com carinho oferecendo um pequeno conforto:
— Deixa eu aliviar sua dor um pouco.
Acariciei seu membro estando ainda sob sua calça, o volume estava enorme e durão, abaixei e comecei a abrir sua braguilha tirando seu pau pra fora e o acariciei com as duas mãos.
— Vou parar o carro, anjo, antes que cause um acidente.
Ele saiu da estrada e parou em uma rua lateral, as casas não estavam muito próximas e o lugar sem movimento.

Fui com a boca em seu pênis e engoli aos poucos e punhetava com a mão, ele afagava meus cabelos e entre gemidos falava bobagens.
Trocamos de posição, ele posicionou meu banco o afastando e deitando para depois se alojar entre minhas pernas. Carinhosamente tirou minha calcinha e encheu-me de elogios enquanto acariciava dos meus pés até meu sexo. Acomodou a cabeça entre minhas coxas e fez todas aquelas delicias que um homem experiente sabe fazer. Flutuava de prazer com suas chupadas, brincadeira de língua e dedos penetrando em minha fendinha. Estava quase para gozar em sua boca e contorcendo meu corpo com as sugadas tão gostosas. Ele controlou a situação, queria gozar junto comigo. Tirou os sapatos, se livrou rapidamente da calça e cueca e pegou um preservativo em sua carteira.
— Deixa que eu colocar pra você? Ofereci-me toda safadinha.
Peguei a camisinha, ajeitei em minha boca, coloquei no seu pênis, fui engolindo e levando a borrachinha até onde consegui. Terminei o serviço alisando com as mãos.
Depois que aprendi passei a adorar fazer isso.
— Uau menina, você sabe como enlouquecer um homem.
Com ele ainda sentado em seu banco, fui pra cima dele acomodando-me em seu colo. Acariciei sua nuca e nosso beijo foi safado, cheio de tesão e demorado. Ele posicionou seu membro introduzindo na minha fenda, fui descendo meu corpo sentindo seu membro grosso e quente deslizar gostoso para dentro de mim. Ai! Comecei com os gemidinhos e a cavalgar suave. Era comandada por suas mãos firmes em minha bunda. Momentos deliciosos como aqueles são inesquecíveis. O homem levantou meu vestido até meus seios ficarem de fora e abocanhou chupando, mordiscando e alternando entre um e outro. Não controlava mais minha excitação, terminei de tirar meu vestido ficando peladinha, o joguei no banco de trás.
Sentia o carro balançar com nossos movimentos rápidos e frenéticos, eu praticamente pulava em seu colo com seu sexo tocando fundo o meu interior.
Ahh! O gozo veio forte e aumentava a cada sacanagem falada e a cada estocada que sentia, era magia pura.
Ainda demorou um tempinho até diminuirmos e pararmos com nossos corpos grudadinhos de suor e nossos sexos encharcados pelos meus líquidos.
Sai de cima dele momentos depois, ele tirou a camisinha cheiinha e jogou pela janela.
Eu deitei em meu banco e fiquei observando o homem tirar a camisa molhada de suor. Em seguida o peladão deitou junto comigo. Ficamos abraçadinhos trocando muitas carícias e juras de amor. Foram mais beijos demorados e chupadinhas até ele ficar em ponto de bala novamente.
Repeti o ritual da camisinha, levantei e abri minhas pernas deitada no banco, ele veio por cima, introduziu sua arma poderosa e começamos mais um delicioso momento de pegação.
Enlacei-o com minhas pernas, é muito gostoso sentir o peso de um homem sobre mim, é uma sensação mista de proteção e submissão enquanto estocadas vigorosas nos remetem ao paraíso.
O clímax agora demorou um pouco mais para chegar, todavia, cada segundo era de pura loucura alucinante. Estávamos encharcados de suor e eu gemendo feito uma cadela querendo que aquela transa continuasse por toda a noite. Quando senti que chegava ao momento mágico novamente, completamente entregue aquele momento, sem noção e pura emoção, rocei com o dedo o cú dele úmido de suor, ele aumentou o gemido, as estocados e o movimento do seu corpo, eu então fui enterrando meu dedo até onde deu e mexi gostoso no seu rabo.
Ele gemia mais que eu agora. Meu gozo foi maravilhoso e continuei gozando muito ouvindo ele urrando e gozando e se contorcendo junto comigo. Seu membro não parava de pulsar e ele continuava com os movimentos… Foi diminuindo aos poucos até parar e quase desfalecer sobre mim.
Tirei meu dedo de dentro e fiquei acariciando sua bunda com movimentos suaves, seu sexo quentinho e molinho ainda estava dentro do meu.
Depois de alguns minutos sugeri:
— Vamos embora, amor, eu não deveria ter demorado tanto.
— Vamos sim, anjo.
A gente se recompôs e fomos embora. No caminho foram só elogios ao meu desempenho e pedidos para sairmos novamente. Ele jurou juradinho que viria de Santa Catarina só pra me ver, isso quando eu deseja-se, ou pagaria minhas despesas para eu ir até lá passar quantos dias eu quisesse com ele.
Chegamos perto de minha casa, pedi que parasse uma esquina antes, pois estava bom ali. O coroa pegou sua carteira, achei que iria me dar um cartão, entretanto, deu-me um punhado de notas de R$100,00.
Fiquei ofendida, falei que eu não era ficha rosa, transei com ele porque gostei dele e me despertou desejos e tesão, que não era garota de programa. Carinhosamente explicou que sabia disso, ele já havia conversado com meu chefe e quis sair comigo porque gostou muito de mim e do meu jeito e etc.
O dinheiro era para eu comprar um presente já que ele iria embora e não poderia comprar.
Enfim... Eu aceitei a grana como presente, afinal eu não sai com ele com esta intenção. Coloquei a grana na bolsa, demos mais uns beijos e juras de novo encontro e fui para casa.
Já era tardão e meus avós ainda esperavam por mim. Depois das minhas desculpas fui para o banho. Logo depois em meu quarto, enquanto preparava a cama, feliz eu pensava em como foi meu primeiro dia de trabalho e os momentos de magia no interior daquele carro.
Antes de dormir peguei a grana em minha bolsa para ver quanto ele havia me dado... Uau! Eram R$1.500,00.
Geeente! Preciso de conselhos, pois estou pensando seriamente em mudar minha Ficha para Rosa (haha).

Também aguardo vocês no Wattpad. Meu nome lá é: KamilaTeles4


Beijos queridos amigos, até a próxima.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Estuprada Pelo Meu Vizinho Bandido

Houve uma época em que eu estudava em um colégio de período integral. Ia sozinha e sempre em pé no busão, pois de manhã e no fim do dia o movimento de gente era enorme. Porém, certo dia foi especial: por haver uma greve que atingia os trens, os ônibus ficaram super lotados e se tirasse o pé do chão a gente não conseguiria pô-lo de volta.
Fiquei mais de uma hora no ponto após sair do colégio e já anoitecia quando consegui entrar em um ônibus.
Muitos homens aproveitam essas situações para encoxar a gente na cara dura, falam gracinhas em nossos ouvidos e alguns mais ousados nos passam a mão na bunda sem a menor cerimônia.
Pode parecer absurdo, mas certos tipos de assédio são divertidos algumas vezes, não esses abusivos.
Vários pontos ficaram para trás e já estávamos em meu bairro. Fiquei apreensiva ao perceber uma pessoa que veio se espremendo entre os passageiros e parou atrás de mim. Bateu um pavorzinho, pois eu conhecia o carinha. Seu apelido era Pulmão, era bandido desde pivete e morava ali na região. Moreno de uns 18 anos, pratica assaltos e estava envolvido com o tráfico de drogas, ele era muito conhecido por sua violência, costumava apavorar a todos lá no meu antigo colégio.
Sofri o assédio desse marginal várias vezes quando eu ainda estudava lá. Felizmente eu soube usar de diplomacia, simpatia além de muito jeitinho para conseguir sair ilesa em todas as vezes.
Pouco tempo depois eu mudei de colégio e não o havia visto mais... até aquele dia.
Novamente o terror me rodeava, ele colou por detrás de mim e fungou no meu cangote.
— E ai gatinha, deu um perdido lá na escola? — Sua voz me pareceu um rosnado.
— Sim, eu tive que mudar de colégio.
Ele já me encoxando, pois não tinha como não fazê-lo estando ali atrás de mim naquele ônibus lotado, murmurou com um tom ameaçador em meu ouvido:

— Sempre tive o maior apetite por você, saiu de lá antes que eu pudesse te pegar e dar um trato legal nessa sua bundinha gostosinha. Se desse eu te catava aqui no bumba mesmo.
Eu tremi de medo, não sabia o que fazer para ele me deixar em paz. Sabia que seria perigoso fazer escândalo ou pedir ajuda, pois ele é violento e já espancou e quase matou uma menina conhecida nossa. Poderia escapar agora, mas ele se vingaria com certeza.
Sua ereção começou assim que encostou em mim, seu membro roçava meu rego por cima da roupa. O tarado levantou um pouco minha saia e senti seu pênis, ainda dentro do moletom, se encaixar bem no meio de minhas nádegas. Aproveitando que estava todo mundo prensado como sardinha em lata e somado ao movimento do ônibus, esfregou-se o quanto pode em minha bunda. Sua mão percorria meu quadril e alisava minha coxa enquanto falava um monte de bobagens em meu ouvido.
Alguns pontos depois, quando o pessoal começou a descer, ele falou que a fissura e o tesão só aumentaram e que iria me ter muito em breve. Em seguida beijou meu pescoço e desceu no ponto da padaria.

Antes de o ônibus sair o vi se aproximar e cumprimentar – a sua maneira  um cara que estava encostado em um carro. Três pontos depois eu desci do ônibus e fui subindo a rua sozinha, em direção de minha casa. Ainda estava muito assustada com o ocorrido.
No meio da subida estremeci quando um carro parou ao meu lado, a porta de trás abriu e Pulmão saiu rápido agarrando-me pelo braço e empurrou-me para dentro do carro no banco de trás.
— Vem comigo quietinha que você não se machuca! — Ele ameaçou.
Eu relutei, pedi para sair, ele agarrou meu pescoço com uma mão e o seu olhar, somado ao tom de voz, fez gelar até minha alma.
— Se não ficar quietinha e colaborar, vou socar sua cara, te dar um pipoco e te jogar no asfalto com o carro andando.
Congelei como uma estátua.
Era o mesmo carro da padaria e o mesmo cara no volante, saiu dali cantando pneus e rodamos vários minutos até um casebre em meio a muito lixo em um terreno que foi invadido e virou favela. O cara estacionou e os dois me arrastaram pra dentro.
Ali começava a festa deles. Pulmão mandou eu tirar a roupa e sapato. Como não obedeci, levei um tapa na cara. Percebi que não adiantaria lutar, se eu queria sair inteira daquele lugar deprimente, era melhor cooperar. Tirei tudo, roupa, sapatos e acessórios. Ainda estava em pé, nuinha e engolindo o choro, por ordem deles, quando fui segura pelos dois, um em cada braço, e fui jogada com violência na cama. Os dois ficaram pelados em segundos e foram para cima de mim. Fiquei como uma cabritinha, cercada por dois lobos em cima daquela cama.
Pulmão apontou seu pênis em minha direção, me mandou pegar e chupar. Obedeci e fechei uma das mãos naquele membro pulsando de duro e o chupei... Argh! Aquele pinto estava com um cheiro forte, todavia, pode parecer doentio, mas a repulsa do início foi ficando agradável e acabou me dando tesão. Enquanto minha boca se ocupava com aquele membro, o outro cara pegou minha mão e levou em direção ao seu, estremeci ao segurar algo 
tão grosso, mal cabia em minha mão. Senti pavor e excitação ao começar a punhetar aquele pauzão. Fizeram-me alternar, hora sugava o membro do Pulmão e hora o pauzão do cara que mal cabia em minha boca.
Pulmão estava impaciente, colocou-me de quatro abriu meu rego com as duas mãos, lambeu e chupou da minha xoxota ao meu buraquinho melecando-me toda com sua saliva. Falou pro cara...
— Agora vou foder o cuzinho dessa putinha que to na captura faz tempo, véio.
Senti a cabeça daquele pênis duro como uma barra de ferro encostar no meu buraquinho, mal deu tempo de sentir a cabeça entrar e ele já socou toda aquela vara dentro de mim...
— Ohoooooo! Meu grito e gemido foram de muita dor, mas também do tesão causado pela adrenalina da situação. Ele começou com suas estocadas fortes enquanto eu gemia e soltava gritos abafados pelo membro do outro cara entrando em minha boca e 
 me sufocando. Os canalhas se divertiam, um socava em minha bunda enquanto o outro em minha boca. Pulmão falava barbaridades e judiava de mim com apertos e tapas doídos em minha bunda. Abraçou-me bem apertado e socou os dedos em minha boceta. Suas bombadas ficaram bem rápidas e com um urro ele gozou. Eu já estava toda molinha e putinha nessa hora, gozei junto com ele sentindo aqueles jatos de esperma em meu buraquinho, tirei a boca do pau do cara e gemi ainda o punhetando. Indefesa e incapaz de evitar aquela violência, relaxei e curti meu gozo sentindo as bolas do pulmão coladas em minha xoxota e seu pau mexendo devagar e bem fundo dentro de mim.
O cara também gozou e os jatos de porra acertaram em minha boca e todo o meu rosto. Ainda de quatro limpei aquela meleca com uma ponta daquele lençol sujo enquanto os dois trocavam de lugar.
O cara veio por trás de mim e eu senti um misto de pavor e tesão, pois achava que enfiaria aquela coisa em meu anelzinho, ele ia me rasgar todinha me machucando muito, porém, um desejo doentio tomava conta de mim, com a respiração presa e o coração acelerado. Aqueles segundos de ansiedade pareceu-me ser uma eternidade enquanto esperava ser possuída por trás... Ele meteu aquela cabeçorra na minha boceta que já estava toda besuntada pelo líquido viscoso que escorria do meu anus. Quando senti tudo aquilo brutalmente me penetrando, falei com voz de choro:
— Não moço, pelo amor de Deus, não vou aguentar tudo isso.

Ele nem ligou e socou mais forte caçoando:
— Você aguenta até no cuzinho sua putinha.

Segurou-me pelos quadris e sem dó bombou seu membro em minha fendinha, senti aquilo me rasgando toda, vi estrelas e sofri com a dor enorme e o desconforto das estocadas em meu colo do útero. Gritei e berrei como uma cadelinha ferida, porém, após um tempinho, na verdade não sabia se o que sentia era dor ou tesão... Quando relaxei e o membro se acomodou em minha boceta, o prazer foi indescritível, curti o ritmo de suas estocadas fortes e gemi só de deleite com meu clímax e imaginando quando que ele enfiaria aquela coisa monstro também em meu cuzinho... Minutos depois o Pulmão disse que os dois iam me comer juntos. O cara tirou de dentro, deitou de costas na beirada da cama e mandou que me sentasse com a boceta em seu pau. Fui ajeitada, por eles, em cima do membro do cara e tudo aquilo estava entrando em minha fendinha novamente. Soltei meu corpo devagar, descendo e delirando enquanto sentia meu interior ser preenchido. Pulmão veio por trás, me segurou, ajeitou seu pau e o enfiou no meu buraquinho. Com certeza não era mais eu que estava ali, fiquei possuída e alucinada, passei a rebolar e gemer como uma puta enquanto era violentada pelos dois bandidos. Nunca estive nesta situação, e mesmo sendo um estupro... Putz, como é bom.
Sentia um esfregando no outro dentro de mim, assim gozei, gozei até quase desfalecer.
Quando os dois gozaram dentro de mim, senti os jatos de porra me inundando as entranhas... Ahh, isto é impagável, não tem como não gozar muito novamente. Quando os dois tiraram seus membros, e deitaram um de cada lado, também arriei. Meu corpo estava agradavelmente dormente, meladinha com o suor e líquidos que escorriam de dentro de mim, toda arregaçada e quase desfalecida naquela cama fétida e imunda.
Pouco depois, por falta de opção, limpamo-nos com o mesmo lençol. Quando me abaixei para pegar minhas roupas, Pulmão deu um tapa na minha bunda e zombou informando:
— Você é uma putinha muito gostosinha, vou aliviar e deixar você ir, a gente pode repetir a dose qualquer dia desses. Mas fica esperta, mina, se der uma de X9 e abrir o bico pra alguém... Te mando pro andar de cima. — Falou a última frase simulando que atirava em mim. Sua mão imitou uma arma.
Eu jurei que ninguém ficaria sabendo.
Após sairmos do muquifo, jogaram o lençol sujo para queimar em um lixo ardendo em chamas, o mesmo "empesteava" o local com sua fumaça e fedor.

Eles rodaram comigo um tempinho e me soltaram em uma avenida. Após pegar um ônibus fui para casa toda dolorida e fedendo a porra, suor e outros odores. Ao chegar em casa inventei uma mentira para justificar o atraso exagerado.
Conto este caso agora sem me preocupar, pois soube meses atrás por meio dos meus vizinhos e também pelos jornais, que os dois e outros da turma deles foram mortos em um confronto com a Rota.



Aguardo vocês também no Wattpad. Meu nome lá é: KamilaTeles4
https://www.wattpad.com/user/KamilaTeles4
Beijos queridos amigos, até a próxima!

No Banho Com Meu Namorado

Voltar para casa após as aulas virou um drama depois do flagra que levei da nossa diarista (Conto: Flagrada na Cama com Meu Padrasto). Ela me chantageava quase todos os dias, então evitava ao máximo o contato com aquela vaca. O meu namoro com o Fabinho servia como uma rota de fuga, na saída do colégio eu ia com ele para sua casa. Tínhamos a companhia de alguém de nossa turminha vez ou outra, mas na maioria das vezes ficávamos sozinhos, posto que seus pais chegavam do trabalho somente ao final da tarde.
Nosso namoro era de baixo impacto (sem sexo), não havia rolado com ele ainda, apesar de que eu estava subindo pelas paredes, pois fazia tempo que não tinha relações.
Infelizmente o Fabinho não me dava tesão. Ele era um carinha bem legal, talvez um dia fosse um bom marido, mas com certeza não seria o meu amante. Todavia era divertido estar com ele; dias atrás, em sua casa, pintávamos uns cartazes para um evento do colégio. Ao término eu estava com a mão melecada de tinta lavável… Lambuzei a cara dele e ele fez o mesmo comigo. Depois da guerra de tinta nós ficamos até com os cabelos pintados.

— Agora vou ter que tomar banho pra ir embora — Falei já me dirigindo ao banheiro. Ele se adiantou e disse que era o primeiro. Disputamos uma corrida e chegamos juntos. Ele começou a tirar a roupa e achou que me deixaria com vergonha.
— Vai ficar olhando? — vou ficar pelado.
— Nem ligo, também vou — falei dando de ombros.
— Ah, duvido! — ele falou em tom de desafio.
O queixo dele caiu quando tirei a camiseta, já que eu estava sem sutiã, pra variar. Tirei também a bermuda e em seguida a calcinha, e claro, provocando com reboladinhas maliciosas.
Peladinha corri pro chuveiro, ele veio logo atrás, porém ainda estava com a cueca. Acho que eu peguei pesado e ele ficou com vergonha.
O garoto não tomou nenhuma iniciativa enquanto eu lavava meus cabelos, apenas me elogiou gaguejando às vezes. Ensaboei-me e falei:
— Vira! Deixa eu ensaboar suas costas.
Ensaboei seu corpo, que estava de costas pra mim, o enchendo de espuma. Larguei o sabonete e acariciei seus ombros e fui descendo devagar as minhas mãos alisando suas costas e cheguei em sua cintura. Colei meu corpo no dele e deslizei minhas mãos para frente em seu abdômen e enfiei por dentro de sua cueca tocando e agarrando o seu pênis que ficou durinho em minhas mãos. Forcei sua cueca para baixo e ele terminou de tirá-la. Ainda por detrás dele continuei a acariciar seu membro e suas bolas, meus seios lisinhos esfregavam suas costas e a minha xotinha roçava sua bunda. Continuei me esfregando em seu corpo e deslizando para frente… Nossos sexos entraram em contato, com a mão eu ajeitei seu pinto entre minhas coxas e o abracei murmurando seu nome. Olhei pra ele com minha carinha mais safada e ofereci minha boca ansiando por uma pegada gostosa.
O desejo de ser possuída me consumia. Dei gemidinhos e mordidinhas em seus lábios enquanto a gente se esfregava com nossos corpos todo ensaboado.
Agora ele emanava excitação e desejos, porém estava esfriando meu fogo com seu papo de que me amava e que queria casar comigo. Não era isto o que eu queria ouvir naquele momento, queria que me chamasse de putinha e me penetrasse. Até no buraquinho eu deixaria.
Seu pênis entrava e saia deslizando em minhas coxas escorregadias, nem chegava perto de ser um pauzão, era médio e não era grosso, mas daria para gozar bem gostoso, ainda mais que eu estava na maior fissura.
Ele roçou seu pinto em minha boceta tentando penetrar minha fendinha, já o sentia dentro quando de repente tive o bom senso e a serenidade de um Buda para dizer não e evitar uma provável ejaculação — estávamos sem proteção nenhuma — no entanto a minha vontade era dizer: "Soca tudo na sua putinha amor“.
E mesmo gemendo igual cadelinha no cio, segurei sua genitália  e a coloquei de volta entre minhas coxas.
— Ai não amor, dentro não, ainda não estou preparada — por dentro eu ria com as bobagens que falava.
O gatinho quase implorou por sexo e confessou que nunca teve relações com uma mulher. Tadinho, fiquei com dó, puxei-o pra debaixo do chuveiro e nos enxaguamos.
— Eu também tenho muita vontade de transar com você, gato. Me dá mais um tempinho amor?!
Ele falou que respeitaria meu tempo.
— Vou te fazer uma coisa tá? — falei o estimulando.
Abaixei acariciando aquele pau novinho e virgem e o chupei até ele gozar na minha boca. Minha vontade era engolir tudinho e continuar chupando bem gostoso, mas fui comedida, tirei a boca do membro e cuspi a porra no ralo enquanto continuava o punhetando.
Quando ele terminou de gozar, tinha a cara mais feliz do mundo, enxaguei minha boca com a água do chuveiro e falei fazendo careta fingindo ser meu primeiro boquete:
— Que gosto ruim —  "Como sou cadelinha", pensei comigo, hahaha.
Beijei-o e sugeri que saíssemos dali, já estava ficando tarde.
Ele me deu uma toalha e pedi também uma camiseta emprestada. A minha estava melecada de tinta.
Logo depois enquanto a gente limpava a bagunça na sala, ele fez mais juras de amor e disse que me respeitava.
Como eu já havia concluído... O Fabinho com certeza seria um bom marido, mas eu teria que arrumar um bom amante para apagar o meu fogo.              



Beijos queridos amigos, até a próxima!



Flagrei meu pai comendo a minha prima

“Este caso é anterior a minha relação de intensa promiscuidade com o meu pai. Ainda não havíamos chegado "aos finalmentes" com penetração, ejaculação e tudo o que nós achávamos que tínhamos direito. As tentativas sempre foram frustradas por motivos alheios à vontade dele, pois do contrário eu já seria a sua amante há muito tempo.
Então, a turma se reuniu em um domingo em minha casa (em São Caetano do Sul) para um churrasco. Estavam meus pais, meu tio com sua esposa, e minha prima galinha, uma putinha que odeio.
Ela é quase da minha idade, somente um pouco mais velha, mas nossa… Que periguete. O pior é que quando ela vem em minha casa fica dando em cima do meu pai só para me provocar. Se insinua toda putinha e o coroa bobo fica todo babão. Ahrrg! Que raiva, ele nem nota minha presença.
Tento dar o troco provocando meu tio, no entanto sem sucesso. O homem é muito devagar, além de ser um cagão, morre de medo de ser pego em um momento mais íntimo comigo.
Mas enfim, ela apareceu aqui hoje com aquele sorrisinho irônico e trabalhando na sua falsidade, toda vagabundinha de mini-saia, salto e blusinha de alcinha. A cadelinha estava no cio.
O churrasco foi rolando e ela dançando, se exibindo e sorrindo pro meu pai toda safada. Eu me mordia, olhava com raiva para o coroa tonto e pensava: "será que só eu estou vendo o que esta vadia está fazendo?"
Minha raiva aumentava porque o meu pai nem olhava pra mim.
Já no final do dia, minha mãe estava saindo de carro com meus tios, iriam a casa deles buscar a famosa torta doce que minha tia havia esquecido. E mais cerveja gelada.
Minha prima pediu pra minha mãe:
— Tia, deixa eu usar o PC da sala? Preciso mandar um e-mail com matéria do colégio pra minha amiga — era mentira da biscate.
Meu pai estava assistindo um jogo de futebol, entediada eu disse que ia subir para o meu quarto. Falei pro meu pai que ia usar a internet e diferente do dia anterior que me deixou de castigo e sem navegar, ele nem ligou, mal olhou pra mim e falou que tudo bem. Ah! Fiquei tão mal, só que não parou por aí, eu teria outras decepções.
Infelizmente não tinha ninguém online para eu desabafar, comecei a atualizar meu diário. Quando terminei de escrever fui ao banheiro.

Assim que saí do quarto ouvi risadinhas vindas da sala. Sou curiooosa (ô arrependimento). Descalça comecei a descer as escadas bem devagar, fui na pontinha dos pés. Antes da escada fazer a curva parei e espiei a sala. Lá estava a piranha com meu pai. Eu nem deveria estar escrevendo isto, pois me fez muito mal, mas vamos lá.
Eles estavam no sofá que fica no cantinho da sala. Sentada no colo dele com a saia praticamente toda levantada a puta se esfregava no colo do meu pai. Ela mordia os lábios com expressão de prazer, o homem estava com a mão por dentro de sua calcinha tocando sua boceta.
Ele puxou o cabelo dela e a deitou sobre seu peito, a fez virar o rosto e se beijaram.
Puta que o pariu! Que raiva… Mas admito que fiquei excitada. Acabei colocando a mão por dentro da minha calcinha e comecei a me tocar.
Ouvi papai mandar ela se levantar, ilusão a minha que pensei por um instante que ele caiu na real e a mandaria cair fora. Mas não, assim que ela levantou, ele enfiou as mãos por debaixo da saia e desceu sua calcinha até tirá-la; ainda fazia um joguinho dizendo que não a devolveria e escondeu por detrás dele no sofá.
Minha prima safada fez charminho dizendo que assim não vale, e foi pra cima do meu pai, sentou no colo de frente pra ele e se beijaram novamente.
Papai a levantou segurando em sua cintura. A garota ficou ajoelhada entre suas pernas enquanto o safado se despia de sua bermuda. Seu membro saltou pra fora e… Nooossa! Na verdade eu já sabia que seu pau era grande, mas me pareceu muito, mas muito maior.
Os meus dedinhos não paravam de tocar minha xota igual estão agora enquanto escrevo isto.
Papai ajeitou seu membro na boceta da vadia que sentou sem cerimônia, revirando os olhos dando gemidinhos e rebolando muito puta. Fiquei impressionada com minha prima. Não sabia mais se o que eu sentia era ciúmes ou inveja, mas eu queria tanto estar no lugar dela.

Ela cavalgava e seus gemidos eram abafados hora pela mão de papai, hora por seus beijos. Até a ouvi murmurar:
— Fode meu cuzinho titio… Fooodee!
Quis morrer nesta hora. Ela saiu do colo dele e virou de costas. Meu pai colocou saliva nos dedos, abriu a bunda que estava a sua disposição e passou aquela meleca no cu da vagabunda e depois no seu membro, puxou a garota pela cintura fazendo-a sentar no seu colo. Vi o seu pau enorme sumindo aos poucos dentro do rabo da novinha que mordia os lábios segurando o choro com uma expressão de prazer e dor… Foi nesta hora que eu gozei na escada… Com a mão molhadinha continuei olhando e me acabando de me tocar.
Meu pai bombava e ela pulava no pau dele, ficou uma cena grotesca.  Ele gozou, notei pelo seu semblante. E
la deitou o corpo no peito dele, com o negócio ainda enfiado no seu rabo. Rebolava se acabando em seu gozo. Naquele mesmo momento, adivinhem… Ela me viu. E me viu com a mão na boceta e com cara de quem tinha gozado gostoso.
Merda! Acho que me empolguei e fui mais pra frente do que deveria. Ainda bem que papai não me viu, ele estava de olhos fechados nesta hora. Ela me olhou sorrindo ironicamente, rebolando no pau dele e acariciando o seu rosto.
Ah, não tive alternativa, subi as escadas e fui para o meu quarto. Que porra! Perdi pra ela e a vadia ainda me viu, fiquei muito mal. Perdi esta batalha, mas a guerra continua, eles que me aguardem.

Agradeço a atenção, até a próxima!

Aconteceu o inevitável... Meu pai me comeu

No sábado seguinte após o feriado na chácara, estava em casa e acabara de acordar de um soninho gostoso, desci para tomar café, antes do banho, mamãe já havia saído para a reunião mensal da equipe de vendas, voltaria à tardinha, papai estava sentado no sofá mexendo no celular. Cheguei ao final da escada e ficamos cara a cara, ele me olhando nos olhos com sua carinha de mau. Toda meiguinha falei:
— Ainda está brabo comigo papai?
E sentei de ladinho em seu colo. Ele respondeu que ficou com vergonha ao ver eu me esfregando na Ana, detestou minha dança insinuante e exibicionista para o pessoal da chácara no último final de semana.
Expliquei que só queria me divertir dançando, enquanto eles me olhavam. E que adoro ser notada.
Esta última frase falei enquanto remexia minha bunda no colo do meu pai, seu membro deu sinal de vida me cutucando por baixo. Levantei e tornei a sentar em seu colo, desta vez de frente pra ele. Dei selinhos em seu rosto perguntando manhosa se me perdoava, ou se ainda ia brigar com a princesinha dele. Tornei a rebolar em seu colo enquanto falava, senti a cabeça do seu pênis pulsando de tesão. Seus olhos estavam hipnotizados em meus mamilos eriçados que transpareciam através do tecido fino da camisola. Ele foi com as mãos em minha bunda puxando-me para junto do seu corpo, no movimento meus mamilos tocaram em seus lábios. O resto foi puramente instintivo, eu não sei dizer o que ele fez e nem como começamos, só sei dizer que quando a ficha caiu eu estava nua com meu pai entre as minhas pernas, ofegante e suado com cara de quem sentia um misto de culpa e prazer, pois ele acabara de gozar dentro da minha boceta. Eu estava num estado de euforia e excitação incontrolável, pedi para que ele não parasse de mexer, ele aumentou o ritmo das investidas socando bem forte em minha grutinha... Ahhh! Gozei como nunca tinha gozado na vida, tive um orgasmo duplo, triplo, não sei dizer, só sei que foi maravilhoso.
Depois de um tempo ali juntinhos, eu molinha e respirando fundo com seu pênis ainda dentro de minha fendinha, ele se moveu saindo de cima de mim e deitou ao meu lado. Ficamos esparramados no tapete da sala.
Logo coloquei minha mão sobre o seu peito e fui descendo até alcançar o seu pênis, massageei com carinho e me curvei colocando-o em minha boca, chupei até deixa-lo grandão novamente, a ponto de não caber mais em minha boca. Papai pegou-me pelas axilas, colocou-me sentada sobre ele, roçou seu membro na entrada de minha xotinha, eu levantei um pouquinho, facilitando pra ele me penetrar e sentei com minha boceta em cima dele... Ohoo! É o máximo sentir tudo aquilo ir deslizando pra dentro de minha fendinha. Ele segurou em meus quadris e comandou o ritmo enquanto eu cavalgava suavemente.
Logo o fogo me dominou e passei quase a pular freneticamente em seu membro, não consegui controlar meus gritinhos quando cheguei ao clímax novamente, sentia meu líquido fluindo com abundância e escorrendo pelo pênis do meu pai, eu via sua expressão de prazer a cada penetrada e meu corpo foi tomado por um insaciável desejo de sexo anal.
Acho que ele leu meus pensamentos e, atendendo meu pedido, pegou-me em seus braços e deitou-me no sofá igual a um franguinho assado, mas enfiou novamente o seu membro todo melecado, em minha boceta ensopadinha. Agora senti a fúria de estocadas seguidas, sem nenhuma piedade.
Logo depois ele ajeitou seu corpo se ajoelhando na minha frente, mantendo-me na posição e diminuindo o ritmo das bombadas, acho que tentando prolongar um pouco mais a nossa relação, só que eu coloquei uma das mãos na barriga dele impedindo a penetração e, com a outra mão, eu peguei e conduzi aquele membro monstro até o meu cuzinho que implorava pra ser penetrado. Seu pau escapuliu uma vez, mas na segunda tentativa, invadiu de uma só vez o meu anelzinho apertado que estava melecado com o mel que escorria de minha boceta.
Ohooo! Meu gemido foi doído, mordi meu braço enquanto espalmava uma das mãos em seu peito, aquilo estava me rasgando todinha, ele percebeu minha dor e ficou imóvel enquanto eu relaxava... Após uma pausa, comecei a mexer os quadris com movimentos suaves e circulares, ele começou com o vai-e-vem, eu toquei meu clitóris pressentindo mais um momento mágico, que não demorou muito, ele encheu meu buraquinho de porra, gozei junto apertando meu anelzinho quentinho que deveria estar esfolando o seu membro que deslizava dentro de mim.
Estávamos os dois exaustos, quietinhos, coladinhos e ainda unidos pelo sexo.
Eu forcei meu anelzinho para expulsá-lo de dentro e, assim que ele saiu de minhas entranhas, pelo espelho deu pra ver o tamanho do estrago que papai tinha feito no meu cuzinho que estava aberto e vomitando seu sêmen.
A verdade é: De princesinha, tornei-me sua putinha, era inevitável, cedo ou tarde iria acontecer, eu não sei como é que eu faço para evitá-lo e nem sei se eu quero evitá-lo agora, porque o desejo que sinto pelo meu pai não é normal.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

Fui flagrada transando com o Lucas

No dia seguinte da nossa primeira transa, eu e o Lucas não poderíamos assistir os filmes eróticos na casa dele, era sábado e a mãe dele estaria em casa. Eu ainda estava deitada na minha cama, tinha acabado de acordar e não me aguentava de tanto tesão, estava afim de transar muito com o Lucas naquele dia.
Minha mãe nessa época ainda não tinha a loja, então não trabalhava de sábado, meu pai já tinha saído para o trabalho, costumava voltar somente no fim da tarde, isso quando não ia beber com os amigos e voltava só de noite já bêbado.
Ouvi tocar o celular da minha mãe lá no quarto dela... Normal, celular toca né?... Uns dez minutos depois eu ainda tomava coragem pra levantar da cama e foi quando minha mãe chegou à porta do meu quarto e disse que tinha que ir para o trabalho, pois faltaram duas moças e precisavam dela, voltaria somente no fim da tarde. Pediu pra eu não sair que iria chegar uma encomenda vinda pelos correios (até parece que eu iria ficar o tempo todo em casa).
Assim que minha mãe saiu já tive uma ideia, tomei um banho rápido e fui até a casa do Lucas pedir pra ele me ajudar em um trabalho do colégio (Mentira minha, era somente pra ele vir em casa). A mãe dele sugeriu:

— Traz suas coisas e faz o trabalho aqui Mila!
Eu falei sobre ter que esperar o homem dos Correios, então ela o deixou ir.
— Também vou! Choramingou a Olga.
Aff! Ia ter que me livrar da pirralha, por sorte a mãe dela interrompeu:
— Não senhora mocinha, você vai atrapalhar, pode ficar aqui!
Sai rapidão com o Lucas antes que mudassem de ideia. Quando já estávamos na rua ele perguntou se meus pais estavam em casa, respondi que só chegariam ao fim do dia.
Já em minha casa, deixei o café da manhã para depois, estava muito afim do sexo primeiro. Mais tarde faria um lanche gostoso pra nós.
— Senta ai no sofá que eu já volto! Falei.

Liguei o som e coloquei um CD com uma seleção de músicas que eu adoro e subi até meu quarto.
Tirei toda minha roupa e vesti somente uma camisolinha, desci e quando estava no final da escada, já fui fazendo charminho e me insinuando pra ele.
— Estou bonita?
— Sim, muito linda, mas a gente não ia estudar? Gaguejou ele todo tímido.
— Sim, vamos estudar anatomia humana! Ironizei sorrindo.

Fui até ele que ainda estava sentado no sofá e sentei em seu colo. Comecei a dar beijinhos em sua testa, olhos, bochecha e por fim um beijão gostoso na boca. Em seguida fui levantando sua camiseta, ele ajudou a tirá-la e a joguei no chão. Acariciei e beijei o seu corpo enquanto sentia o volume do seu membro novinho, ainda sob a bermuda, todavia já estava fincando louquinha com ele roçando minha bocetinha nua.
Deslizei e me ajoelhei no chão, agarrei e puxei sua bermuda junto com a cueca e o deixei peladinho. Acariciei seu pênis o elogiando com palavras de carinho, em seguida o coloquei todinho em minha boca.
Depois de sugá-lo bastante o deixando molhadinho, deitei no sofá com as pernas dobradas e abertinhas. Minha boceta ficou interinha à sua disposição.
 Agora é sua vez Lu, chupa minha xotinha!
Ele veio e começou a me lamber meio sem jeito, estava na cara que nunca tinha feito aquilo. Depois de dois minutos eu vi que a chupada não iria render muito, levantei devagar e peguei o tubo de gel que tinha escondido no vão do sofá, coloquei um pouco na mão e passei no membro dele, ao mesmo tempo em que o punhetava devagar. Peguei mais um pouco do gel e lambuzei meu buraquinho, fiquei de quatro no sofá com a bunda virada pra fora, levantei minha camisola e rebolei bem safadinha oferecendo minha bunda.

 Vem Lu!
Ele ajeitou e começou a introduzir em meu anelzinho, assim que senti passar a cabeça, meu buraquinho o sugou e seu membro deslizou todinho pra dentro de mim.
— Aii! Esta dorzinha é o maior bom!
Ele começou a bombar muito rápido como da outra vez.
— Huum... Mais devagar Lu,  pra demorar mais!
Eu mexia meus quadris, suave e sem pressa naquele pênis durinho. Ele agora fazia devagar me proporcionando muito prazer. Peguei em sua mão e a levei até minha fendinha e forcei seu dedo o empurrando pra dentro da minha boceta. Com movimentos suaves eu o ensinava como que eu gostava de ser tocada.
Aquilo estava muito bom, começou a tocar uma música que eu adoro, gemia sem pudor de tanto que era o prazer que sentia.

— Ohoooo Lu, que gostoso!
Já era outra música quando senti que ele ia gozar, pois seu membro começava uma contração. Com minha mão sobre a sua, o fiz aumentar o movimento em minha boceta, ao mesmo tempo contraia meu anelzinho apertando seu pênis... Ahh! Gozei ao mesmo tempo em que ele encheu meu buraquinho de esperma. Soltei um baita de um gemido. Entretanto, quase morri do coração e abortei meu orgasmo quando vi a porta da sala abrir:
Puta que o pariu, era o meu pai. Agora fodeu grandão.
— Que está acontecendo aqui porra?
— Sua vagabunda, então é isso que você faz na minha ausência? Disse ele vermelho de raiva.
— Vai moleque, some daqui antes que eu te arrebente de porrada! Falou já empurrando o Lucas que caiu, pois afobado, tentava vestir a bermuda.
— Vou falar com seu pai depois!

O Lucas vestiu a bermuda sem a cueca, cobrindo seu pinto que ainda pingava porra, abraçou o resto das suas coisas e saiu correndo porta afora.
— Fica calmo pai! Eu falei quase sem voz, enquanto via-o partindo pra cima de mim, eu ainda no sofá.
— Vou te dar uma surra que você nunca vai esquecer sua putinha!
Mas ao invés de medo, agora eu estava é muito puta. Porra, ele quer exclusividade? E vai me espancar só porque está com ciuminho?

Eu o encarei ameaçando:
— Pode bater, mas nunca mais você vai tocar neste corpinho aqui e vou contar pra minha mãe sobre nossa relação.
Enfim, meus argumentos foram fortes o suficiente, mas eu tive que me entregar a um sexo meio selvagem ali naquele momento pra acalmar o homem. Melhor bancar a cadelinha e ser comida levando umas bombadas com força, do que ser espancada não é?

Beijos queridos amigos, até a próxima!

Os Vídeos Eróticos do Meu Vizinho

Última revisão: 07 de março de 2015.
Um casal e seus dois filhos vieram morar  em uma casa próximo da minha algum tempo atrás. Os filhos (Lucas e a caçula Olga) logo se tornariam meus amigos e passei a frequentar a casa deles.
Com certeza seus pais eram viciados em sexo, pois havia muita pornografia em DVD, fitas VHS e também no computador do pai deles. O Lucas é quem havia encontrado o lugar onde tudo estava escondido. Nós dois assistíamos estas obras-primas em sua casa quando nossos pais estavam no trabalho e a Olga na rua com sua turminha.
Eu sentada no sofá, ao lado do Lucas, vendo toda aquela sacanagem e morrendo de vontade que ele tomasse alguma iniciativa, porém ele era meio devagar e apenas me olhava com cara de desejo e de não sei o que fazer. Eu já tinha alguma experiência sexual e muita malícia, não esperei mais e parti pra cima. Encostei do ladinho dele e aninhei-me abraçadinha ao seu corpo assistindo aquelas cenas pornô. Bem safadinha deslizei minha mão por dentro do seu short e comecei a acariciar seu pinto. Queria muito fazer tudo aquilo com ele, mas ouvimos a Olga que estava chegando da rua e quase não deu tempo de desligar o aparelho para evitar que ela visse as imagens.
Logo depois ele guardou tudo do mesmo jeito no lugar onde estava.
Eu fui pra casa morrendo de tesão e fiquei úmida ao lembrar a imagem daquela mulher sentando em um membro grande e aos poucos ele sumir todinho dentro dela.
No dia seguinte, Olga como normalmente fazia nesta época, correu para um quintal próximo com suas amigas. Eu e o Lucas fomos assistir aos vídeos novamente. Vim pronta e com o desejo de fazer de tudo. Vestia saia curta e blusinha sem sutiã apesar dos meus seios já serem crescidinhos (Ainda hoje raramente uso sutiã).

Lucas sentou em uma cadeira em frente ao aparelho enquanto colocava o DVD. Não perdi tempo, tirei minha calcinha e antes que ele levantasse, eu sentei em seu colo com as perninhas abertas e bem safadinha pedi:
— Vamos fazer igual fazem no vídeo?
E o beijei. Ele me abraçou e de imediato senti seu pinto já durinho me tocando e me enlouquecendo, esfreguei minha xotinha nele. Em seguida levantei e tirei seu short com alguns puxões e seu pinto durinho ficou ali próximo ao meu rosto convidando-me a chupá-lo. Após deixar seu pênis todo molhado, levantei-me e peguei o Lucas pela mão encorajando-o:
— Vem, vamos fazer logo, antes que a Olga volte!
Levantei minha saia deixando minha bunda de fora e molhei minha mão com saliva e passei no meu reguinho. Fiquei de bunda empinada com as mãos apoiadas no braço do sofá e sem pudor nenhum pedi:
— Vem Lu, coloca no meu buraquinho!
Ele veio em minha direção, ajeitou seu pênis no meu anelzinho e foi enfiando fazendo-me sentir uma leve dor até que o senti todinho dentro de mim... Aii. O membro era pequeno, mas era grosso e a dorzinha sumiu e o prazer aumentou quando ele começou um vai e vem rápido.
Gemendo baixinho, mexi rebolando minha bunda, não demorou muito pra ele gozar dentro de mim. Com movimentos rápidos esfreguei-me no seu corpo tocando meu grelo e fantasiando ser comida pelo homem do vídeo com seu membro enorme... Ahh! Gozei também, mas não do jeito que tinha imaginado, foi tudo muito rápido e fiquei com mais vontade.
Agora queria muito mais, estava doidinha pra ser comida na boceta, quando ele tirou de dentro de mim, virei e alisei seu pênis ligeiramente mole. Brinquei com ele e sem demora ficou empinadinho novamente. Agora eu estava possuída, tinha uma putinha dentro de mim, queria tudinho, tirei minha saia, Lucas me olhou assustado e ralhou:
— Você tá doida Mila? A Olga pode voltar já já!
— Ela não volta ainda, dá tempo da gente fazer mais um pouco! Murmurei.
Tirei minha blusa e peladinha deitei no sofá com minhas perninhas abertas, suplicando dengosa e com muito tesão:
— Vem Lu, põe aqui na frente agora!
Ele veio, mesmo com receio. Meio desajeitado foi deitando sobre mim, tentou por duas vezes enfiar sem sucesso, eu peguei e levei  seu pênis até minha boceta o posicionando bem na entrada, agora já sentia a cabeça entrando e o tesão me consumindo. O enlacei com minhas pernas e gemi gostoso. Merda! Ouvi o grito da Olga lá no portão:
— MILAAAA... Olha o que eu achei!!!
Lucas em um salto saiu de cima de mim, enquanto ele vestia seu short e desligava o vídeo, eu peguei minhas roupas e corri pro banheiro.

Estava me vestindo rápido e ouvi a Olga perguntando por mim, e o Lucas dizendo onde eu estava. Quando ela bateu na porta do banheiro eu já estava vestida, abri e ela mostrou-me uma correntinha prateada com um pingente. Disse ter achado na rua.
Bom... Logo depois fui pra casa, morrendo de vontade de ser comida pra valer. Amanhã será outro dia e a história continua.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

Translate

Total de visualizações de página