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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Sexo Em Família

Janeiro de 2014 - Fui com meus avós para São Paulo. Ficaríamos alguns dias no apartamento de um amigo e ex-colega de trabalho do meu avô — ambos eram policiais. Ele morava com sua mulher pertinho do Hospital do Servidor onde meus avós fariam consultas e exames de rotina.
A tarde daquele domingo na capital estava insuportavelmente quente. Fui para o jardim do prédio onde era mais fresquinho e acomodei-me em um banco com meu tablet nas mãos. Distraidamente eu revisava um texto do meu blog e não percebi que uma garota, moradora do prédio, veio por trás e se aproximou de mim. Quando notei sua presença ela já estava sentando ao meu lado e puxando conversa. Fechei meu blog tarde demais, ela viu o título “Aconteceu o inevitável... Meu pai me comeu” e sacou o conteúdo.
Satisfazendo sua curiosidade, permiti que desse uma olhada em meus contos, mas disse que era fetiche para passar o tempo.
— Adoro homem mais velho que sabe o que quer — comentou a garota.
E depois de alguns minutos de papo e troca de informações pessoais, acabei revelando que havia rolado algo entre eu e meu pai.
A pedido dela, fomos até o seu apartamento. Ela queria uns toques de como trocar o modelo (Template) que ela já havia baixado para o blog que estava construindo.
Seus pais e seu tio estavam na residência, ela fez as apresentações e seguimos para o seu quarto — Não minha gente, não rolou um clima entre eu e o coroa... Ainda não, haha — Mas houve uma olhada cheia de tara que o tio dela deu quando fui com minha nova amiga até a cozinha para beber água, entretanto acho que a olhada foi para a sobrinha — Sou especialista nessas olhadas incestuosas — a novinha estava bem delicinha vestindo uma blusa de alcinha fina e um shortinho jeans. Seus cabelos castanhos curtos com luzes e um pouco de sardas, lhe davam um ar de sapequinha.
Eu não falei nada para minha nova amiguinha (Débora) que achei o pai dela um gato. Já o tio era um pouco mais velho e tinha uma aparência bruta, apesar de ser atraente e bem másculo.
Ela parecia não ter a malícia de minhas outras amigas, talvez por ser um pouco mais nova, mas sondei sobre sua relação com o coroa.
— Percebi como o seu tio a olha, já rolou algo entre vocês?
Não fiquei surpresa com a resposta quando revelou seu segredo, ela estava envolvida com seu tio.
— Já rolou de tudo… Eu fugiria com ele se ele topasse, mas tem outras coisas, além disso — e
la falou dando um suspiro. Algo a sufocava e acho que ela precisava se abrir com alguém, nossa pequena e recente cumplicidade a encorajou a contar como tudo começou.
Olha gente… Depois de tudo que já passei, o relato dela deixou-me surpresa. O que vou contar é com as palavras dela, com meu toque é claro.
Início:
 “Meu tio, irmão do meu pai, é separado e veio morar aqui em casa por uns tempos. Não demorou e virou um casal de três, eles não disfarçavam mais, por várias noites os três iam dormir juntos e faziam o que antes minha mãe só fazia com meu pai.
Em um sábado à noite, minha mãe já havia saído para o trabalho, é enfermeira e é comum fazer plantão nos finais de semana. Meu pai e meu tio haviam bebido a tarde toda. Meu tio começou com uma brincadeira que me irrita, toda vez que passo por ele, me puxa pra sentar em seu colo. Eles estavam bem alegrinhos e rindo muito.
Novamente meu tio me fez sentar em seu colo, enquanto lutava tentando me soltar podia sentir o volume do seu pênis contra minha bunda. Aquilo estava mexendo comigo, fiquei arrepiada quando parei de lutar e senti o pulsar daquele volume encaixando em meu rego. Meu pai, bêbado e rindo me ofereceu seu copo com caipirinha de vodca, eu recusei, mas ele me venceu pela insistência, tomei um gole pequeno e ele me fez tomar outro e mais outro até que engasguei e após eu tossir muito, ele me deu um copo de cerveja dizendo que era pra aliviar a garganta, bebi o copo todo, pois minha garganta estava queimando.
A pizza que eles pediram pro jantar chegou, entre uma mordida e outra eles me ofereciam um copo de cerveja e depois mais um gole de caipirinha, esta foi a primeira vez que tomei tanta bebida alcoólica em um só dia.
Depois da pizza, também estava bem alegrinha, tropeçava nas palavras e a brincadeira de pegar no colo continuou, as bebidas também.
Além de sentir o volume em minha bunda, agora também sentia suas mãos apertando meus seios, beliscando meus mamilos e me fazendo sentir uma mistura de medo, tesão e culpa. Minhas pernas estavam molinhas e dormentes, tentei falar que ia tomar um banho e cai ao levantar do colo de um deles. Meu Pai pegou-me nos braços, estava quase apagada, mas percebi que ele levou-me ao meu quarto e me colocou na cama.
Em meu estado de embriaguez, eu não sabia mais se sonhava ou se era real, eu ouvia sussurros em meu ouvido e mãos subindo minha blusa e acariciando meus seios enquanto outras tiravam meu short.
Apesar do prazer que sentia, eu quis dizer que não e evitar o que viria, mas não tinha forças para fazer nada.
Abri parcialmente meus olhos quando alguém terminou de tirar minha blusa, fiquei envergonhada ao ver os dois nus, mas também sentia uma sensação gostosa por ter meu corpo praticamente nu sendo observado e agora tocado, senti dedos em meu mamilo inchado e rígido, começou a massagear meu seio suavemente, aquilo era muito bom. Estava louquinha para que ele fosse sugado e estava a ponto de pedir quando ele passou a língua pelo biquinho durinho e o sugou quase me arrancando um gemido, todavia, permaneci imóvel não os deixando perceber que estava acordada.
Não consegui resistir quando alguém tocou o dedo em minha boceta por cima da calcinha, dei um gemidinho e ele começou a puxar minha calcinha para baixo até tirá-la, eu abri os olhos… Era meu pai que sugava meus seios e meu tio com minha calcinha na mão.
Eu entendia somente parte dos elogios referente ao meu corpo e um monte de sacanagens que eles falavam, estava entorpecida pelo excesso de bebida e agora por esta situação completamente nova e inesperada em minha vida.
Eu não soube como reagir quando meu tio se ajoelhou na parte inferior da cama, me puxou para ele, com as pernas abertas e os joelhos dobrados.
— São os lábios mais rosados e a boceta mais linda que já chupei!
Após o comentário meu tio começou a lamber-me as coxas, meu ventre em seguida minhas virilhas. Eu enlouquecia de desejos, pois ele ainda não tinha tocado minha fendinha e era a parte que eu mais queria que ele lambesse.
Fiquei molinha e completamente entregue com meus líquidos fluindo ao sentir o seu dedo deslizando em minha fendinha... Ahaaa! Arreganhei minhas pernas e um calor espalhou por todo meu corpo. Fechei os olhos, gemi alto e deixei-o fazer o que quisesse comigo. Arrepios de tesão quase param o meu coração quando sua cabeça se alojou entre minhas pernas. Não me importava que meu pai estivesse ali observando tudo, aquilo era muito bom. Gemendo bem alto, libertei a putinha que estava adormecida dentro de mim, empurrei meu corpo para baixo pressionando mais meu sexo em sua boca… Ahaa, fiquei alucinada quando ele empurrou sua língua lá no fundo dentro de mim de uma maneira que senti meu corpo estremecendo e um forte arrepio de prazer percorreu através do meu corpo. Envolvi sua cabeça prendendo-a entre as minhas coxas e esfregando em seu rosto, parecia que sua língua estava fundida ao meu clitóris, estava prestes a explodir com o êxtase. Prendi a respiração esfregando-me nele com todas as minhas forças e… Ahh! Jamais sonhei ter um orgasmo tão maravilhoso. Curtia todo aquele prazer pensando “se foi tão bom com a língua, como seria gozar sentindo um pênis dentro de mim”?
Estava tremula ainda após aquele momento mágico, meu pai falou comigo:
— Está gostando meu anjo?
Eu ainda sentia vergonha, caramba... Ele é meu pai. Eu adorei tudo aquilo, mas não sabia se deveria responder que gostei, e ainda estava bebinha, apenas fiz um pequeno sinal com a cabeça que sim.
Olhava meu pai que acariciava seu membro duro, já o tinha visto nas espiadas que dou quando ele transa com minha mãe, mas agora parecia bem maior. Ele me perguntou o que eu estava olhando, sabendo muito bem que era seu pau, simplesmente fiquei fascinada ao vê-lo.
— Você quer sentir como é bom ser mulher de verdade?
Não respondi nada, fiquei quietinha cheia de desejos e medos ao mesmo tempo.
Meu pai após sentar na cama, colocou-me com as pernas abertas sentada sobre as suas, de frente pra ele. Beijou-me no rosto e no pescoço puxando-me para mais perto dele. Com a cabeça do seu pau colada a minha fendinha molhadinha, um arrepio percorreu minha espinha e instintivamente eu me vi fazendo pressão contra ele. Segurou-me por trás com uma mão e com a outra guiou seu membro o empurrando… Até ontem seria difícil acreditar que estaria ali com meu pai tentando me penetrar, mas ele estava realmente tentando empurrar seu pau dentro de mim. Eu não conseguiria e também não queria fugir. Ele empurrou mais e mais contra a minha grutinha. Um pouco ofegante falou pro meu tio:
— Ela é bem apertadinha, é virgem ainda!
Fiquei constrangida, mas estava completamente entregue e meus olhos arregalaram quando eu senti a cabeça deslizando dentro de mim. Eu dava gemidos de dor, em sussurros ele me pedia para relaxar e empurrava mais para dentro, sentia que me rasgava com cada pouquinho que ia para dentro da minha grutinha.
Ele parou um tempinho me pegando pela nuca e me beijou longa e carinhosamente, correspondi ao beijo enquanto relaxava e acostumava com a invasão do seu membro grosso.
Abortei o beijo e gemi alucinada quando ele segurou firme em minha bunda e deu uma estocada que fez minha cabeça cair pra trás em um…
— OHOOOOOO!!!
Foi tudo pra dentro de mim, ele lentamente começou a mover os quadris, eu podia sentir uma prévia do orgasmo que logo viria sentindo-o empurrado cada vez mais profundo a cada estocada.
Ele me deitou e ficou por cima. Curti o seu peso do seu corpo e as investidas e recuadas cada vez mais rápidas que me levaram a loucura.
Ahh! Gemi alto com meu gozo sentindo o seu vai e vem. Meu pai parecia muito feliz com seu desempenho e minha expressão de prazer.
— Caralho... Que foda! Ele dizia.
Ele tirou rápido de dentro de mim que me fez gemer quase gritando, segurando seu pênis ele esguichou jatos de porra sobre mim, com o susto gritei sentindo meu queixo seios e ventre ficarem melecados com aquela coisa viscosa.
Limpava com uma camiseta aquela meleca que meu pai esguichou em mim, olhei pro meu tio e vi algo assustador. Meu deus! Meu tio parecia um cavalo, o que era aquilo tudo? Ele chegou ao meu lado e pediu pra eu segurar aquele monstro, peguei-o ainda assustada e impressionada com o tamanho. Custei a acreditar que tivesse tão grande enquanto o alisava com as duas mãos. Ele ensinou como punhetá-lo e gemia alto com os movimentos que eu fazia, descendo e subindo sua pele.
Meu tio se ajoelhou no chão e me puxou para a beirada da cama, ele ficou entre minhas pernas, com jeitinho ia posicionando aquele monstro na entrada da minha boceta que a pouco perdera a virgindade e estava toda fodida. Realmente senti um pouco de pavor a principio achei que seria impossível caber tudo aquilo dentro de mim, lentamente foi empurrando e eu olhando pro seu rosto e incapaz de falar algo, seu membro avançou enchendo todos os espaços dentro de mim, nem sei dizer o que senti, era diferente de tudo que havia imaginado, só sei dizer que era muito bom, apesar de que pensei que ia me rasgar em duas. Quando meu tio terminou de empurrar aquela coisa, eu podia sentir seus pelos duros contra meus grandes lábios e um desconforto por dentro.
Com movimentos suaves ele bombava em minha grutinha.
— Ohooo Deus! Ele rosnou.
— Eita porra apertadinha... Isso é tão bom!
As estocadas agora eram fortes, sentia tremores, o calor interno aumentou e estava chegando ao clímax. Minha boceta apertadinha se adaptou com aquele membro deslizando dentro dela, coloquei minhas pernas apertando ao redor das coxas do meu tio, senti uma cutucada em meu rosto, abri os olhos e deparei com meu pai tentando enfiar seu pau em minha boca. Eu nunca tinha chupado um antes, ele me incentivou a pegá-lo e colocar na boca, eu passei a língua, ele soltou um gemido. Continuei lambendo e o enfiei na boca, o senti ficar duro enchendo minha mão e minha boca, ele tentava empurrar mais pra dentro de minha garganta. O gosto que no início era estranho, agora era agradável e o chupei com muita vontade até meu pai gemer alto e tirar de minha boca… Uma explosão de jatos de porra morna esguichou inundando todo o meu pescoço e ombros.
Meu tio com certa brutalidade me empurrou mais pra dentro da cama e deixou seu corpo cair sobre o meu, senti todo seu peso e as estocadas fortes.
Não tive tempo pra sentir o desconforto, pois fui aos céus e estava cercada de luzes.
— Ohooo Deus! Eu gemi, chorei e gritei com o êxtase que explodiu por todo meu corpo em um gozo intenso e sem fim. Senti as pulsações fortes daquele monstro dentro de mim e sabia o que era, apavorada eu gritei...
— NÃÃÃO TIO!!! Tarde demais, ele não tirou de dentro e seus jatos de porra foram enchendo tudo por dentro e aquecendo ainda mais minhas entranhas... Perdi a razão e me entreguei aquele momento único de prazer. Segurando firme em sua cintura movia meus quadris, era tudo que poderia fazer presa debaixo daquele homem com aquele orgasmo que era quase uma convulsão. Seu membro pulsando sem parar brindou-me com orgasmos infinitos. Minhas unhas arranharam suas costas marcando-o todo. Diminuímos os movimentos até pararmos esgotados.
Pouco depois de ele sair de cima de mim e um silêncio enorme que durou minutos, olhei pra cama imunda, melecada de sêmen e suor.
Agora sentia vergonha vendo aquela cena, eu deitada ali com as pernas abertas, minha boceta ainda escorrendo porra, latejando e queimando.
Acho que fizemos aquilo por horas, já sentia que ficava sóbria.
Eles finalmente deixaram meu quarto, não antes de o meu tio falar:
— Vai se acostumando garota, porque agora haverá muito mais dias como este!
Não dormi nada aquela noite revivendo tudo o que aconteceu.
Acordei assim que minha mãe chegou do trabalho. Meu corpo todo doía, meus seios doloridos, minha boceta latejava e tinha hematomas em minhas coxas. Levou um tempinho para eu me recuperar desde aquela noite que foi só o início. Agora durante a semana a festa é com minha mãe, mas nos finais de semana, enquanto minha mãe está no trabalho, eu durmo com eles a noite toda.
Meu pai já havia me dado um anticoncepcional, mas minha mãe levou-me ao médico para proteção contraceptiva.
Continuo com minha vida normal fora de casa e no colégio, mas o que se passa aqui em casa eu não tenho coragem de contar nem pra minha melhor amiga... Fim”.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

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