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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Sexo Em Família

Janeiro de 2014 - Fui com meus avós para São Paulo. Ficaríamos alguns dias no apartamento de um amigo e ex-colega de trabalho do meu avô — ambos eram policiais. Ele morava com sua mulher pertinho do Hospital do Servidor onde meus avós fariam consultas e exames de rotina.
A tarde daquele domingo na capital estava insuportavelmente quente. Fui para o jardim do prédio onde era mais fresquinho e acomodei-me em um banco com meu tablet nas mãos. Distraidamente eu revisava um texto do meu blog e não percebi que uma garota, moradora do prédio, veio por trás e se aproximou de mim. Quando notei sua presença ela já estava sentando ao meu lado e puxando conversa. Fechei meu blog tarde demais, ela viu o título “Aconteceu o inevitável... Meu pai me comeu” e sacou o conteúdo.
Satisfazendo sua curiosidade, permiti que desse uma olhada em meus contos, mas disse que era fetiche para passar o tempo.
— Adoro homem mais velho que sabe o que quer — comentou a garota.
E depois de alguns minutos de papo e troca de informações pessoais, acabei revelando que havia rolado algo entre eu e meu pai.
A pedido dela, fomos até o seu apartamento. Ela queria uns toques de como trocar o modelo (Template) que ela já havia baixado para o blog que estava construindo.
Seus pais e seu tio estavam na residência, ela fez as apresentações e seguimos para o seu quarto — Não minha gente, não rolou um clima entre eu e o coroa... Ainda não, haha — Mas houve uma olhada cheia de tara que o tio dela deu quando fui com minha nova amiga até a cozinha para beber água, entretanto acho que a olhada foi para a sobrinha — Sou especialista nessas olhadas incestuosas — a novinha estava bem delicinha vestindo uma blusa de alcinha fina e um shortinho jeans. Seus cabelos castanhos curtos com luzes e um pouco de sardas, lhe davam um ar de sapequinha.
Eu não falei nada para minha nova amiguinha (Débora) que achei o pai dela um gato. Já o tio era um pouco mais velho e tinha uma aparência bruta, apesar de ser atraente e bem másculo.
Ela parecia não ter a malícia de minhas outras amigas, talvez por ser um pouco mais nova, mas sondei sobre sua relação com o coroa.
— Percebi como o seu tio a olha, já rolou algo entre vocês?
Não fiquei surpresa com a resposta quando revelou seu segredo, ela estava envolvida com seu tio.
— Já rolou de tudo… Eu fugiria com ele se ele topasse, mas tem outras coisas, além disso — e
la falou dando um suspiro. Algo a sufocava e acho que ela precisava se abrir com alguém, nossa pequena e recente cumplicidade a encorajou a contar como tudo começou.
Olha gente… Depois de tudo que já passei, o relato dela deixou-me surpresa. O que vou contar é com as palavras dela, com meu toque é claro.
Início:
 “Meu tio, irmão do meu pai, é separado e veio morar aqui em casa por uns tempos. Não demorou e virou um casal de três, eles não disfarçavam mais, por várias noites os três iam dormir juntos e faziam o que antes minha mãe só fazia com meu pai.
Em um sábado à noite, minha mãe já havia saído para o trabalho, é enfermeira e é comum fazer plantão nos finais de semana. Meu pai e meu tio haviam bebido a tarde toda. Meu tio começou com uma brincadeira que me irrita, toda vez que passo por ele, me puxa pra sentar em seu colo. Eles estavam bem alegrinhos e rindo muito.
Novamente meu tio me fez sentar em seu colo, enquanto lutava tentando me soltar podia sentir o volume do seu pênis contra minha bunda. Aquilo estava mexendo comigo, fiquei arrepiada quando parei de lutar e senti o pulsar daquele volume encaixando em meu rego. Meu pai, bêbado e rindo me ofereceu seu copo com caipirinha de vodca, eu recusei, mas ele me venceu pela insistência, tomei um gole pequeno e ele me fez tomar outro e mais outro até que engasguei e após eu tossir muito, ele me deu um copo de cerveja dizendo que era pra aliviar a garganta, bebi o copo todo, pois minha garganta estava queimando.
A pizza que eles pediram pro jantar chegou, entre uma mordida e outra eles me ofereciam um copo de cerveja e depois mais um gole de caipirinha, esta foi a primeira vez que tomei tanta bebida alcoólica em um só dia.
Depois da pizza, também estava bem alegrinha, tropeçava nas palavras e a brincadeira de pegar no colo continuou, as bebidas também.
Além de sentir o volume em minha bunda, agora também sentia suas mãos apertando meus seios, beliscando meus mamilos e me fazendo sentir uma mistura de medo, tesão e culpa. Minhas pernas estavam molinhas e dormentes, tentei falar que ia tomar um banho e cai ao levantar do colo de um deles. Meu Pai pegou-me nos braços, estava quase apagada, mas percebi que ele levou-me ao meu quarto e me colocou na cama.
Em meu estado de embriaguez, eu não sabia mais se sonhava ou se era real, eu ouvia sussurros em meu ouvido e mãos subindo minha blusa e acariciando meus seios enquanto outras tiravam meu short.
Apesar do prazer que sentia, eu quis dizer que não e evitar o que viria, mas não tinha forças para fazer nada.
Abri parcialmente meus olhos quando alguém terminou de tirar minha blusa, fiquei envergonhada ao ver os dois nus, mas também sentia uma sensação gostosa por ter meu corpo praticamente nu sendo observado e agora tocado, senti dedos em meu mamilo inchado e rígido, começou a massagear meu seio suavemente, aquilo era muito bom. Estava louquinha para que ele fosse sugado e estava a ponto de pedir quando ele passou a língua pelo biquinho durinho e o sugou quase me arrancando um gemido, todavia, permaneci imóvel não os deixando perceber que estava acordada.
Não consegui resistir quando alguém tocou o dedo em minha boceta por cima da calcinha, dei um gemidinho e ele começou a puxar minha calcinha para baixo até tirá-la, eu abri os olhos… Era meu pai que sugava meus seios e meu tio com minha calcinha na mão.
Eu entendia somente parte dos elogios referente ao meu corpo e um monte de sacanagens que eles falavam, estava entorpecida pelo excesso de bebida e agora por esta situação completamente nova e inesperada em minha vida.
Eu não soube como reagir quando meu tio se ajoelhou na parte inferior da cama, me puxou para ele, com as pernas abertas e os joelhos dobrados.
— São os lábios mais rosados e a boceta mais linda que já chupei!
Após o comentário meu tio começou a lamber-me as coxas, meu ventre em seguida minhas virilhas. Eu enlouquecia de desejos, pois ele ainda não tinha tocado minha fendinha e era a parte que eu mais queria que ele lambesse.
Fiquei molinha e completamente entregue com meus líquidos fluindo ao sentir o seu dedo deslizando em minha fendinha... Ahaaa! Arreganhei minhas pernas e um calor espalhou por todo meu corpo. Fechei os olhos, gemi alto e deixei-o fazer o que quisesse comigo. Arrepios de tesão quase param o meu coração quando sua cabeça se alojou entre minhas pernas. Não me importava que meu pai estivesse ali observando tudo, aquilo era muito bom. Gemendo bem alto, libertei a putinha que estava adormecida dentro de mim, empurrei meu corpo para baixo pressionando mais meu sexo em sua boca… Ahaa, fiquei alucinada quando ele empurrou sua língua lá no fundo dentro de mim de uma maneira que senti meu corpo estremecendo e um forte arrepio de prazer percorreu através do meu corpo. Envolvi sua cabeça prendendo-a entre as minhas coxas e esfregando em seu rosto, parecia que sua língua estava fundida ao meu clitóris, estava prestes a explodir com o êxtase. Prendi a respiração esfregando-me nele com todas as minhas forças e… Ahh! Jamais sonhei ter um orgasmo tão maravilhoso. Curtia todo aquele prazer pensando “se foi tão bom com a língua, como seria gozar sentindo um pênis dentro de mim”?
Estava tremula ainda após aquele momento mágico, meu pai falou comigo:
— Está gostando meu anjo?
Eu ainda sentia vergonha, caramba... Ele é meu pai. Eu adorei tudo aquilo, mas não sabia se deveria responder que gostei, e ainda estava bebinha, apenas fiz um pequeno sinal com a cabeça que sim.
Olhava meu pai que acariciava seu membro duro, já o tinha visto nas espiadas que dou quando ele transa com minha mãe, mas agora parecia bem maior. Ele me perguntou o que eu estava olhando, sabendo muito bem que era seu pau, simplesmente fiquei fascinada ao vê-lo.
— Você quer sentir como é bom ser mulher de verdade?
Não respondi nada, fiquei quietinha cheia de desejos e medos ao mesmo tempo.
Meu pai após sentar na cama, colocou-me com as pernas abertas sentada sobre as suas, de frente pra ele. Beijou-me no rosto e no pescoço puxando-me para mais perto dele. Com a cabeça do seu pau colada a minha fendinha molhadinha, um arrepio percorreu minha espinha e instintivamente eu me vi fazendo pressão contra ele. Segurou-me por trás com uma mão e com a outra guiou seu membro o empurrando… Até ontem seria difícil acreditar que estaria ali com meu pai tentando me penetrar, mas ele estava realmente tentando empurrar seu pau dentro de mim. Eu não conseguiria e também não queria fugir. Ele empurrou mais e mais contra a minha grutinha. Um pouco ofegante falou pro meu tio:
— Ela é bem apertadinha, é virgem ainda!
Fiquei constrangida, mas estava completamente entregue e meus olhos arregalaram quando eu senti a cabeça deslizando dentro de mim. Eu dava gemidos de dor, em sussurros ele me pedia para relaxar e empurrava mais para dentro, sentia que me rasgava com cada pouquinho que ia para dentro da minha grutinha.
Ele parou um tempinho me pegando pela nuca e me beijou longa e carinhosamente, correspondi ao beijo enquanto relaxava e acostumava com a invasão do seu membro grosso.
Abortei o beijo e gemi alucinada quando ele segurou firme em minha bunda e deu uma estocada que fez minha cabeça cair pra trás em um…
— OHOOOOOO!!!
Foi tudo pra dentro de mim, ele lentamente começou a mover os quadris, eu podia sentir uma prévia do orgasmo que logo viria sentindo-o empurrado cada vez mais profundo a cada estocada.
Ele me deitou e ficou por cima. Curti o seu peso do seu corpo e as investidas e recuadas cada vez mais rápidas que me levaram a loucura.
Ahh! Gemi alto com meu gozo sentindo o seu vai e vem. Meu pai parecia muito feliz com seu desempenho e minha expressão de prazer.
— Caralho... Que foda! Ele dizia.
Ele tirou rápido de dentro de mim que me fez gemer quase gritando, segurando seu pênis ele esguichou jatos de porra sobre mim, com o susto gritei sentindo meu queixo seios e ventre ficarem melecados com aquela coisa viscosa.
Limpava com uma camiseta aquela meleca que meu pai esguichou em mim, olhei pro meu tio e vi algo assustador. Meu deus! Meu tio parecia um cavalo, o que era aquilo tudo? Ele chegou ao meu lado e pediu pra eu segurar aquele monstro, peguei-o ainda assustada e impressionada com o tamanho. Custei a acreditar que tivesse tão grande enquanto o alisava com as duas mãos. Ele ensinou como punhetá-lo e gemia alto com os movimentos que eu fazia, descendo e subindo sua pele.
Meu tio se ajoelhou no chão e me puxou para a beirada da cama, ele ficou entre minhas pernas, com jeitinho ia posicionando aquele monstro na entrada da minha boceta que a pouco perdera a virgindade e estava toda fodida. Realmente senti um pouco de pavor a principio achei que seria impossível caber tudo aquilo dentro de mim, lentamente foi empurrando e eu olhando pro seu rosto e incapaz de falar algo, seu membro avançou enchendo todos os espaços dentro de mim, nem sei dizer o que senti, era diferente de tudo que havia imaginado, só sei dizer que era muito bom, apesar de que pensei que ia me rasgar em duas. Quando meu tio terminou de empurrar aquela coisa, eu podia sentir seus pelos duros contra meus grandes lábios e um desconforto por dentro.
Com movimentos suaves ele bombava em minha grutinha.
— Ohooo Deus! Ele rosnou.
— Eita porra apertadinha... Isso é tão bom!
As estocadas agora eram fortes, sentia tremores, o calor interno aumentou e estava chegando ao clímax. Minha boceta apertadinha se adaptou com aquele membro deslizando dentro dela, coloquei minhas pernas apertando ao redor das coxas do meu tio, senti uma cutucada em meu rosto, abri os olhos e deparei com meu pai tentando enfiar seu pau em minha boca. Eu nunca tinha chupado um antes, ele me incentivou a pegá-lo e colocar na boca, eu passei a língua, ele soltou um gemido. Continuei lambendo e o enfiei na boca, o senti ficar duro enchendo minha mão e minha boca, ele tentava empurrar mais pra dentro de minha garganta. O gosto que no início era estranho, agora era agradável e o chupei com muita vontade até meu pai gemer alto e tirar de minha boca… Uma explosão de jatos de porra morna esguichou inundando todo o meu pescoço e ombros.
Meu tio com certa brutalidade me empurrou mais pra dentro da cama e deixou seu corpo cair sobre o meu, senti todo seu peso e as estocadas fortes.
Não tive tempo pra sentir o desconforto, pois fui aos céus e estava cercada de luzes.
— Ohooo Deus! Eu gemi, chorei e gritei com o êxtase que explodiu por todo meu corpo em um gozo intenso e sem fim. Senti as pulsações fortes daquele monstro dentro de mim e sabia o que era, apavorada eu gritei...
— NÃÃÃO TIO!!! Tarde demais, ele não tirou de dentro e seus jatos de porra foram enchendo tudo por dentro e aquecendo ainda mais minhas entranhas... Perdi a razão e me entreguei aquele momento único de prazer. Segurando firme em sua cintura movia meus quadris, era tudo que poderia fazer presa debaixo daquele homem com aquele orgasmo que era quase uma convulsão. Seu membro pulsando sem parar brindou-me com orgasmos infinitos. Minhas unhas arranharam suas costas marcando-o todo. Diminuímos os movimentos até pararmos esgotados.
Pouco depois de ele sair de cima de mim e um silêncio enorme que durou minutos, olhei pra cama imunda, melecada de sêmen e suor.
Agora sentia vergonha vendo aquela cena, eu deitada ali com as pernas abertas, minha boceta ainda escorrendo porra, latejando e queimando.
Acho que fizemos aquilo por horas, já sentia que ficava sóbria.
Eles finalmente deixaram meu quarto, não antes de o meu tio falar:
— Vai se acostumando garota, porque agora haverá muito mais dias como este!
Não dormi nada aquela noite revivendo tudo o que aconteceu.
Acordei assim que minha mãe chegou do trabalho. Meu corpo todo doía, meus seios doloridos, minha boceta latejava e tinha hematomas em minhas coxas. Levou um tempinho para eu me recuperar desde aquela noite que foi só o início. Agora durante a semana a festa é com minha mãe, mas nos finais de semana, enquanto minha mãe está no trabalho, eu durmo com eles a noite toda.
Meu pai já havia me dado um anticoncepcional, mas minha mãe levou-me ao médico para proteção contraceptiva.
Continuo com minha vida normal fora de casa e no colégio, mas o que se passa aqui em casa eu não tenho coragem de contar nem pra minha melhor amiga... Fim”.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Réveillon em Copacabana... Inesquecível

Estava diante do espelho dando os últimos retoques na maquiagem, meu coroa chegou por trás com as mãos em minha cintura, cheirou e beijou levemente o meu pescoço me deixando arrepiadinha e sussurrou...
— Está pronta anjinho?
— Já amor. Estou cheirosa?
— Sua pele é sedutoramente perfumada meu bebe.
Deslizou suas mãos suavemente por sob meu vestido alisando meus quadris.
— Paaaraa! Bora jantar que estou morrendo de fome.
— Está bem, então vamos — ele brincou fingindo que estava de biquinho.
Saímos do hotel direto para um restaurante com mesas na calçada na orla de Copacabana. Tudo estava maravilhoso, a companhia, o jantar e o vinho. Faltavam menos de 24 horas para a virada de ano, já era madrugada do dia 31 quando retornamos ao nosso quarto de hotel para dormir... Dormir?... Ainda não, o vinho e os frutos do mar servidos em nosso jantar deveriam ser afrodisíacos, ou o homem era insaciável. Não havia necessidade de ter trazido mais que uma muda de roupa, já que ele me deixava nua o tempo todo. Novamente estávamos com nossos corpos nus e unidos deitados naquela cama enorme, ele posicionado por trás coladinho ao meu corpo o acariciando e dizendo palavras de amor em meu ouvido. Levantou minha perna e se ajeitou por dentro delas me penetrando e liberando os meus gemidos mais espontâneos.
— Ahaaa amooor, você hoje vai me matar.
Foram momentos seguidos de delírios, acabara de gozar e meu prazer chegou ao ápice quando sua porra me invadiu multiplicando meu gozo infinitamente.
Aff! Que homem gostoso. Depois do momento de êxtase, nem consegui ir ao banheiro, apaguei com ele grudado em mim.
Acordamos tardão. Depois do café fomos ao shopping em Ipanema comprar meu vestido para a festa do Réveillon.
Geeente! Cada vestido lindo, ainda bem que meu coroa era generoso, fiz várias comprinhas, inclusive umas bijus de corpo para ficar linda para ele.
O dia passou voando e já era hora de irmos para a festa da passagem de ano.  O homem havia feito reservas para nós em um restaurante na Avenida Atlântica, a mesma do hotel.
Estava adorando tudo, a comida, bebida e a energia positiva do ambiente com pessoas lindas e alegres.
Brindamos a passagem de ano e assistimos a queima de fogos, que por sinal foi maravilhosa, a mais linda que já vi. Foi de muita emoção. O nosso “beijaço” também deve ter atraído muito a atenção das pessoas ao nosso redor, não no mesmo grau dos fogos, claro.
Passados os fogos eu queria pisar descalça na areia e pular sete ondas. Vai que funciona este lance de simpatia. Não custa nada tentar, né?  Consegui arrastá-lo até a praia. Tirei meus sapatos que também eram presentes dele e pedi que segurasse. Tomei extremo cuidado com meu vestido novo para não molhá-lo ou sujá-lo; levantei o danado segurando na altura da cintura. Meu bumbum com minha calcinha amarelinha e linda fizeram o maior sucesso enquanto eu pulava as sete ondinhas dando gritinhos e segurando em sua mão.
O homem só não gostou quando uns meninos o chamaram de sogrão... Faz parte.
Assim que saímos da água uma senhora toda animada o cumprimentou e parecia ser uma conhecida dele. Depois soube que ela tinha negócios com a empresa do meu coroa (eita mundo pequeno). Um carinha bem novinho e fofo a acompanhava — com certeza era um michê.
Então, resumindo a conversa: Ela alugou uma cobertura ali perto para passar uns dias com seu garoto, nos convidou tipo insistindo muito mesmo para que fossemos passar a primeira tarde do ano com eles, lá na dita cobertura.
Argh! Odiei o convite, não fui com a cara da dona e o jeito vulgar que me olhava.
Mas a coisa piorou, assim, do nada, ela resolveu antecipar o convite. Ficou cantando a mim e ao meu coroa e insistindo para que fossemos terminar aquela noite lá no apto. A conversa entre os coroas ficou animada demais e eu já estava bolada com aquele papinho.
Ele percebeu pelo meu olhar — que transmitiam raiva — que eu estava a ponto de dar na cara daquela vaca gorda. Ele diplomaticamente recusou o convite, ensaiou uma despedida, contudo ainda foram minutos de insistência até nos livrarmos e sairmos fora.


Minha tromba enorme chegaria fácil ao Pão de Açúcar.
Andamos e paramos várias vezes discutindo a respeito.
— Você não percebeu que ela queria comer você de prato principal e a mim de sobremesa? Ainda daria as sobras "praquele" michê — falei com uma raiva danada.
Ele me deixava com mais raiva ainda ao se divertir com o meu modo de falar. Foi nossa primeira briga.
Já passava das 3 da manhã quando retornamos para a suíte do hotel. Todo cheio de charme ele veio com suas carícias tentando me acalmar, abriu meu vestido e o tirou do meu corpo. Fui irônica dizendo:
— Obrigada, ia mesmo tirar para por meu biquíni, vou pra piscina tomar um ar.
Coloquei só a tanga e vesti a saída de praia.
— Logo vai amanhecer anjo, dorme um pouco.
Dormir... Até parece, ele vai me comer até depois do galo cantar. Pensei enquanto saia em direção à piscina. Lá chegando fiquei sozinha, quem ainda não tinha se recolhido aos quartos estava na rua curtido o restante da festa. Entrei na parte rasa e fiquei debruçada na borda olhando para a praia. Não demorou nada e o homem veio na minha captura. Entrou na água e colou em meu corpo por detrás. Acariciando meus ombros falou que queria fazer as pazes com sua princesa. Eu virei devagar ainda com carinha de brava, mas já estava mais calma. Ele tentava me beijar, eu fazia biquinho e virava o rosto.
Na terceira tentativa eu cedi, beijei-lhe com raiva e também com tesão.
— Eu queria é morder você viu? — falei fingindo estar enfurecida.
Ele sorriu, deslizando suas mãos subindo pelo meu corpo e levando junto a minha saída de praia até deixar meus seios de fora. Meus mamilos durinhos e inchados ficaram livres e foram abocanhados, lambidos, chupados e deliciosamente mordiscados. 
Com o gemidinho que dei ele percebeu que eu estava completamente entregue novamente. Prensando-me na parede da piscina ele esfregou seu membro duro, ainda sob a sunga, em minha xoxota submersa, submissa e queimando de desejos.
Com uma mão em cada lado da minha tanga ele a desceu por minhas pernas. Apoiei os braços na borda e levantei as pernas e amei o seu sorrisinho safado enquanto me deixava quase nua.
Ainda apoiada nas bordas, sem a tanga e ele sem a sunga, coloquei minhas pernas por cima de seus ombros e delirei com sua boca em meu sexo... Deus! Que chupada... Sua língua comprida e nervosa era de enlouquecer. Ele não esperou que gozasse em sua boca, levantou, ajeitou seu membro em minha boceta e agarrado à minha bunda enterrou seu pau todinho dentro de mim unindo nossos corpos. Ooh! Tentei gemer baixinho ao sentir suas estocadas, outra vez eu era sua cadelinha e o deixaria fazer de tudo comigo. Meus mamilos inchados de tanto tesão eram mordiscados, e meus olhos reviravam enquanto eu subia e descia ainda com os braços apoiados na borda e mexendo meus quadris bem putinha.
Ahh! Meu gozo veio intenso e agora era só tesão sem raiva, gemi quase chorando ao sentir seu esperma morninho preencher cada vãozinho dentro de mim. Abracei seu pescoço e o beijei deliciosamente sentindo suas estocadas diminuírem e as últimas pulsações.
Permanecemos quietinhos e abraçadinhos com seu pinto em minha boceta, ele sussurrava tanta coisa gostosa de ouvir, não sei o que era mais gostoso, se suas juras de amor ou o seu pinto revivendo dentro de mim. Sai da água com sua ajuda e deitei de costas na beirada da piscina. Fiquei com as perninhas levantadas. Ele continuou com as pernas dentro d’água e brincou com sua língua em meu buraquinho. O homem conhece os meus pontos fracos. Ele brincou o suficiente para deixar meu anus molhadinho de saliva, posicionou seu pau forçando e penetrando... Ohooo! Meus gemidos e suas deliciosas estocadas foram interrompidos, tivemos que parar e vestir a roupa rapidão, várias vozes e risadas se aproximavam rapidamente de nós. Vesti a tanga e ele já de sunga me ajudava a cobrir meu corpo com a saída de praia. Três moças e dois rapazes adentraram a área com garrafas de espumante nas mãos. Meio sem graça nós trocamos cumprimentos de Feliz Ano Novo e não pude deixar de notar o olhar guloso de uma delas para o volume na sunga do meu coroa. Fomos para a nossa suíte, continuamos nossa atividade na banheira e terminamos na cama.
Fiquei molinha, finalizada e satisfeita. Precisaria de pelo menos 8 horas de um soninho gostoso até poder ficar em pé novamente.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 4 de janeiro de 2014

Muito ”Fogo” na Véspera do Réveillon

Era quase fim de tarde naquele penúltimo dia do ano... Ai! Ai! Mais um ano agitado que ficará na lembrança. Despedi dos caseiros e fui ao encontro do meu coroa que me esperava ali pertinho, não queria que eles o vissem.
Ele me recebeu com seu sorriso lindo e demos aquele beijo de matar as saudades. Ele então me contou pra onde iríamos para a passagem de ano... Copacabana. Putz! A Ana estaria lá. Depois, pensando melhor, achei quase impossível eu cruzar com ela em meio a mais de um milhão de pessoas.
— Parece que você não gostou muito Mila.
— Adorei amor, é que nem estou acreditando, nunca passei o Réveillon no Rio.
— Podemos ficar lá a semana toda se você quiser, eu cancelo uns compromissos — ele falou.
— Receio não poder ficar tantos dias amor, combinei com meus avôs de ir com eles pra São Paulo dia 3.
Ele pareceu ficar tristinho ou decepcionado, depois eu arrumaria um modo de contentar a todos.
O nosso relacionamento também poderia envolver o lado profissional, ele é proprietário de uma rede que inclui marcas famosas de lingerie e fitness, poderia ser minha chance de fazer um freelance como modelo fotográfico para catálogos, editoriais de moda e propagandas do gênero... Mas aqui é um site de contos eróticos, aos poucos eu conto se rolar o lado profissional, no momento vamos nos concentrar no erotismo né gente.
Chegamos ao Rio, desembarcamos no Santos Dumont e pegamos o táxi para o Hotel, um dos melhores 4 estrelas de Copacabana.
Já em nossa suíte:
— Pensei que ficaríamos no Copacabana Palace — falei zoando.
— Eu até pensei em lhe fazer esta surpresa, mas não é prudente anjo, conheço muita gente que provavelmente estará lá, iria complicar pra mim, mas garanto que você irá adorar este hotel.
— Falei brincando amor eu amei este hotel, é o maior luxo.
Ele pegou um uísque e perguntou se eu queria um champanhe.
— Agora não, vou te acompanhar dando uns golinhos no uísque.


Aquela atmosfera de cidade litorânea já aquecera meus hormônios, os dele também, pois logo as carícias aumentaram a ponto de incendiar, sua habilidade em me despir era incrível, já estava somente de calcinha quando falei que tomaria uma ducha antes, ele veio comigo, adoro ser ensaboada, o fiz perceber isso e ele massageou o meu corpo inteirinho me enchendo com a espuma daquele sabonete líquido de perfume tão suave, alojou seu membro entre minhas coxas e massageava meus seios ao mesmo tempo em que eu sentia o calor de seu hálito ao sussurrar palavras de amor em meu ouvido... Pequei em seu membro ainda preso entre minhas coxas e o acariciei forçando e roçando ele em minha xoxota, com meus olhinhos fechados tinha a sensação de puro êxtase, era como se eu flutuasse.
— Linda, que delícia sentir sua pele quente, tão lisa e macia, você me leva a loucura, nunca senti tamanho desejo como sinto com você.
— Eu também amor, o toque do seu corpo é tão bom, nunca senti algo assim — falei com o pouco de voz que me restava, levantei minha perna e apoiei meu pé na borda da banheira, com os dedos empurrei seu pau pra dentro de minha boceta.
— Isso é loucura anjo... Mas como resistir? — ele falou segurando minha perna que já estava no ar e terminou de levantá-la. Seu membro foi deslizando gostoso em minha grutinha.
— Ahaa amooor! Meu gemido veio junto com o prazer enorme que invadia todo meu corpo sentido o início de suas estocadas suaves, porém profundas.
Arrepiou-me inteirinha com suas lambidas e mordidinhas em minha orelha, suas estocadas profundas em meu sexo me fez delirar.
O som do nosso amor ecoava por todo o ambiente, com os braços pra trás eu cravava as unhas em sua bunda o puxando ainda mais de encontro a mim.
Meu gemido virou gritos quando cheguei ao clímax, ele aumentou suas estocadas e seu pau pulsou deliciosamente e senti seu gozo... Não segurei e urrei muito alto enquanto jatos quentes de esperma inundavam tudo por dentro e me fez gozar e gozar muito... Deus, meu coração disparou, já não me importava se aquele momento de prazer intenso estava me matando, era maravilhoso, morreria em êxtase, saciada e feliz.
Ainda estava completamente entorpecida quando ele, após diminuir aos poucos as estocadas, parou e desceu minha perna.
— Me segura amor, estou molinha.
Ele cuidou de mim como se eu fosse um bebe, enxaguou meu corpo o acariciando, enrolou-me em uma toalha, pegou-me no colo e me levou pra cama.

A gente ainda transbordava de desejos e nosso amor continuou intenso e com muito gozo... Depois de tanto prazer, acabei dormindo um soninho de anjo...
Mais tarde, quando ele despertou-me acariciando com suavidade o meu corpo nu, já passava muito das dez da noite. Fiquei bem bonita pra ele e saímos para jantar.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

Fui Viagra Por Um Dia

O Natal passou e minha mãe viajou com meu padrasto no dia 27. Eu teria que arcar com as despesas do cancelamento de minha passagem. Sussa, o investimento valeria à pena.
Naquele mesmo dia eu iria com a Ana pra sua casa que fica a alguns quilômetros aqui na região mesmo, é uma pequena chácara que ela chama de seu retiro espiritual. O casal (seus caseiros) foi avisado, deixaram tudo arrumado pra nossa chegada e, assim que chegamos, a Ana deu dois dias de folga pra eles visitarem seus parentes, ela queria que tivéssemos privacidade naqueles dias, antes que ela fosse para o Rio.
Ela falou que está namorando uma garota carioca que conheceu lá em seu mestrado e, mentiu pra ela dizendo que ficaria com seus pais adotivos (meus avôs), e que só iria para o Rio no dia 30, isto evitaria que a carioca, que também veio passar as férias no Brasil, viesse aqui cortar nosso barato.
Foram dois dias de diversão de muitos beijos na boca, carinhos estimulantes, dormimos de conchinha, e muita atividade sexual dentro e fora da piscina... Fiquei preocupada, estava me apegando demais a Ana. Mantive o foco em meus planos futuros que eram outros.
A Ana saiu cedinho para o Rio no dia 30, estava tudo combinado, encheríamos o celular da minha mãe com SMS pra ele não ficar ligando pra nós e desconfiar que eu não estivesse com a Ana.
O meu coroa viria me pegar no final do dia, não quis me contar onde passaríamos a virada de ano, disse que era surpresa.
Depois de tomar meu café, deixei quase tudo arrumado pra partir mais tarde, olhei pela janela vendo aquele dia gostoso, iria pra piscina nuinha... Não... Melhor vestir o biquíni, pois os caseiros chegariam a qualquer momento.

Pouco mais tarde eles haviam chegado e eu conversava com a mulher na cozinha enquanto ela preparava o almoço, após muito rodeio ela conseguiu enfim me pedir algo que tentava me dizer a quase uma hora.
— Vai mulher, coragem... Fala!
Resumo do que ela disse “que o seu marido não faz mais sexo com ela, o bicho não fica duro, deve ser psicológico. Ele é matuto que só, tem vergonha de procurar um médico. Ela pensou que se ele visse a nudez do meu corpo jovem, poderia mexer com seus hormônios e ela teria sexo com ele naquela noite”.
Eu me fiz de encabulada, só pra disfarçar minha promiscuidade, e disse que faria aquilo por ela, pois a Ana disse que gostava muito dela. Meias mentiras, eu estava é doidinha para exibir meu corpinho nu (haha).
— Fica ai, pois ficarei muito sem graça se souber que você viu minha exibição.

Então lá fui eu. Ele estava próximo a piscina recolhendo as folhas caídas, cheguei bem maliciosa.
— Oi moço, eu posso dar um mergulho?

E enquanto ele olhava pro meu corpo só com dois paninhos, eu provocava ajeitando a tanguinha com os dedos na região da xoxota que estava quase de fora.
— Pode moça, tô só tirando as folhas.
Depois do mergulho sai desfilando da piscina e sentei em uma espreguiçadeira, enxuguei-me e comecei a passar um filtro solar no rosto e braços. Ele estava a poucos metros ao meu lado e praticamente congelou seus movimentos quando soltei o laço do meu top e o tirei deixando meus seios à mostra pra ele. Os massageei sensualmente passando o filtro.

Depois fingi que fazia um esforço para passar o filtro nas costas, sem sucesso claro, virei pra ele:
— Moço! Você me ajuda a passar o filtro?
Senti que ele tremeu na base, ficou me olhando receoso e paralisado. Fiz um sinal com a mão.
— Vem moço, eu não mordo.
Ele se aproximou hesitando e olhou para o lado da cozinha com medo da sua mulher aparecer.
— Não se preocupe, ela está muito ocupada com o almoço e não vai sair da cozinha.
Quando ele chegou pertinho peguei suas duas mãos e coloquei um pouco de filtro em cada uma delas, deitei com o bumbum pra cima.
— Esfregue nas minhas costas, por favor.
Todo trêmulo o homem espalhava o filtro em mim, ao mesmo tempo deveria estar com os olhos fixos em meu bumbum que praticamente estava nu com aquele fio dental.
Senti que ele gostou da brincadeira, sua tremedeira passou e já estava a alguns minutos alisando minhas costas, tocando os lados dos meus seios e deslizando as mãos até o início da minha bunda.
— Põe mais creme nas mãos e passa em minhas pernas, por favor.
Agora ele nem olhou pra cozinha, pegou o filtro e alisou dos meus calcanhares até minhas coxas.
— Pode passar no bumbum também moço, senão ele fica queimadinho.
Suas mãos ásperas arrepiaram-me todinha quando deslizaram em minha bunda. Seus dedos por várias vezes passaram apertadinhos por dentro da fenda do meu reguinho e tocaram da minha xoxota ao meu cuzinho. Eu não aguentaria aquela deliciosa tortura por muito mais tempo. Virei de lado e falei enquanto ele babava olhando meus seios:
— Obrigada moço, agora eu mesma passo na frente das pernas.
— Pode deixar que eu passo moça.
Safado, já está no clima, pensei.
— Tá bom, passa pra mim, por favor.

E deitei de barriga para cima. Após vários minutos de massagem com filtro e passadas de mãos em minha virilha e ladinho da minha boceta, eu agradeci falando que estava ótimo.
Eu teria apimentado ainda mais aquele momento se estivesse sozinha com ele na casa, estava fazendo um esforço danado para não baixar a calça daquele homem, puxar ele pra cima de mim e fundir minha boceta com seu pinto.
Pelo volume em sua calça ele deveria estar no limite do tesão. O homem ficou todo desinibido e conquistador. Com cara de lobo faminto ele rasgou elogios ao meu corpo e que eu era linda e simpática.

Ahaa! Eu não resisto a uma farra, judiei um pouquinho mais.
— Obrigada moço, você é muito gentil.
Toda safada desci um pouco a tanguinha e choraminguei:
— Droga! Não quero ficar com marquinhas de sol.
Olhei para ele com minha carinha marota e soltei o laço da minha tanguinha e tirei aquele pedacinho de pano que cobria minha boceta. Fiquei peladinha deitada com a xota para cima. O homem ficou de bocão aberto e o volume sob suas calças era enorme. Seu olhar fixo e ensandecido em meus pelinhos púbicos deixou-me preocupada, já havia brincado demais. Tive segundos de lucidez e olhei séria para ele:
— É melhor o senhor ir moço, antes que sua mulher apareça aqui, não quero arrumar encrenca.
Fiquei frustrada quando ele devagar e a contragosto foi se afastando, eu não resistiria caso viesse pra cima de mim, mas ele teve mais juízo do que eu.
Foi para dentro e não demorou muito, voltou dizendo que o almoço estava pronto. Coloquei somente a canga e fui para a cozinha. A mulher estava super ansiosa, disse que deixou tudo prontinho para mim e se eu precisa-se de algo era só chamar, eles estariam na edícula ao lado, moradia deles.
Enquanto almoçava fiquei curiosa, será que funcionou?
Fui em silêncio até a janela do quarto do casal, a mesma estava fechada, fiquei quietinha ouvindo e ela tentava abafar seus gemidos entre alguns:

— Aaii que gostoso! Aai que tesão meu amor!
Não resisti e comecei a me tocar, mas logo sai fora, meu tesão aumentou muito e iria acabar invadindo o quarto e participando daquela transa.
Após terminar meu almoço fiquei ouvindo música na varanda. Minutos depois vieram os dois e pela cara de felicidade deles com certeza funcionou.
O meu celular tocou, era o meu coroa falando que passaria às 16h para me pegar.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

Natal, Peru e Diversão em Dobro

O coroa empresário de SC que conheci intimamente em meu trabalho na feira erótica, disse que viria me ver depois do Natal e passaria dois ou três dias comigo, já que eu não poderia ir pra lá. Fiquei de dar uma resposta mais tarde, ainda não sabia se estaria na cidade. Minha mãe e meu padrasto viriam passar o Natal em Brotas comigo e meus avós, depois iríamos para Natal/RN, eu ela e o André para passarmos duas semanas de férias.
Minha mãe ligou no dia 23 e disse que chegaria na manhã do dia seguinte e disse mais:
— Sabe quem está chegando hoje de New York Mila?
— O Obama?
— Ai Mila, você é tão engraçadinha... É a Ana, ela vem passar parte das férias aqui no Brasil e está indo até aí para passar a noite de Natal.
— Ueebaa!
Não contive a alegria, era minha chance de ficar com meu coroa, estava contando com a ajuda da Ana para fugir da viagem pra Natal. Apesar de adorar aquele paraíso que é o RN, lá eu ficaria sozinha  sem romances, entenderam?
— Que alegria é essa Mila, sei que gosta da Ana, mas é tanto assim?
— É que ela deve trazer muita coisa legal de lá, adoro presentes. — Acho que colou, hahaha.
A Ana é irmã de criação da minha mãe, é produtora de arte e foi fazer MBA nos USA faz um ano. Nós somos amigonas, tipo íntimas mesmo. Ela me ajudaria nessa missão, era só pedir com jeitinho.
Minha mãe chegou com o André pela manhã, ele também poderia ser-me útil para convencer minha mãe a viajar sozinha com ele, tipo uma lua de mel.
Comecei aplicando meu plano dando mais mole que o normal para o meu padrasto; sai do meu quarto toda delicinha vestida com um shortinho de lycra e regatinha, o homem arriou as quatro rodas ao me ver, só que minha mãe me chamou em um canto e comeu meu rabo. Pediu para eu vestir algo menos sensual... 1x0 pra mamãe, sem problemas. Fui ao meu quarto e vesti um vestido longo e tirei a calcinha, pois ainda tinha planos.
Pouco depois de tomarem o café meu padrasto estava sentado no terreiro tomando um ar mais fresco, eu sentei em uma elevação de frente para ele, puxei um pouco meu vestido e levantei as pernas colocando meus pés na base onde estava sentada, abri minhas pernas e minha xoxota ficou toda à mostra pra ele.
— Tá calor né? falei bem safada.
Ele até engasgou antes de falar.
— Milaaa! Não faz isso comigo.
Ele não pensou muito, olhou se alguém nos observava e veio pra junto de mim, me pegou pela cintura e levou-me para detrás da casa. O tarado colocou-me de cara pra parede, levantou meu vestido falando um monte de bobagens e alisou  a minha bunda.
— Para seu doido! Vão pegar a gente.
— Não aquento mais Mila, você me deixa louco.
Ele baixou sua bermuda e cueca e me encoxou gostoso, senti seu membro duro se alojando em minhas coxas. Pegou no negócio duro e começou a roçar a entrada da minha xota. Quando senti a cabeça penetrando e alargando minha fendinha eu dei um foda-se pro perigo, queria sentir tudo dentro e gozar gostoso.
Ele levantou uma das minhas pernas e foi se alojando em mim, gemi baixinho com seu pinto deslizando fundo em minha boceta, mas de repente um berro:
— MILAAAAA!!!
Puta que pariu, era meu avô.
— Vai lá pra frente, André, vou enrolar ele.
Desci meu vestido e fui atender meu avô enquanto o André se recompunha e dava a volta na casa em direção a porta da sala. 
Meu avô disse que faria um churrasco no almoço e teríamos que buscar a churrasqueira na casa de um vizinho que a havia pegado emprestado no sábado. Ligamos para a casa do homem, mas ninguém atendia. Eu iria até lá com meu avô, porém o meu padrasto mais que depressa se ofereceu dizendo que iria comigo. Então lá fomos nós dois.
Já na casa do vizinho, ninguém atendeu a campainha, a casa estava vazia. Nós entramos, o portão estava aberto e fomos pela lateral até a área de serviço nos fundos, a churrasqueira deveria estar lá.
Foi mais fácil do que pensei, era só desarmá-la para levar. No entanto o André não estava com tanta pressa, eu também não. Ele veio pra cima de mim novamente.
— Não aguento mais de tesão e vontade de ter você Mila.
Nem deixou-me falar nada, me abraçou e me beijou, lógico que correspondi e fui toda submissa e mais generosa que periguete no cio. Não era somente pelo meu plano de conseguir me livrar de viajar com minha mãe, eu também estava com saudades do danado e cheia de tesão.
Com as mãos por baixo do meu vestido ele o subiu até tirá-lo. O safado deixou-me nua. Acariciou meus seios, chupou e mordeu enquanto eu tentava abrir sua bermuda.
Já tínhamos passado pelas gostosas preliminares e como sempre perdido a noção do tempo e do perigo. Estávamos os dois nus, ele deitado no chão de cerâmica daquela área de serviço e eu sentada em cima do seu pau que estava enterrado todinho em minha boceta.
Ahaa! Eu subia e descia meu corpo cavalgando naquele pau. Apoiada estava com uma mão na máquina de lavar e outra em um armário e gemendo como uma vadia.
Virei e fiquei de costas para ele e sentei novamente até estar no fundo de mim. Apoiei as mãos no chão e comandei as estocadas mexendo meu corpinho como um réptil e curti os tremores maravilhosos causados pelo meu gozo.
O homem também gozou e sua porra quentinha se juntou ao meu líquido de gozo e fluía com abundância devido aos nossos movimentos alucinados. Ahh! Que saudades eu estava de gozar em seu pau. 
Depois de toda nossa loucura nós permanecemos sentados no chão, sentei sobre suas pernas de frente para ele o enlaçando entre as minhas, nos abraçamos e nos beijamos. Era mágico sentir o calor do seu corpo e suas carícias em minha pele. Em minutos seu pênis ficou duro novamente, colocou-me debruçada sobre a máquina de lavar e ajeitou seu pau melado em meu anus ensopadinho. Ele forçou sem brutalidade e me fez gemer gostoso sentindo o deslizar daquilo tudo dentro do meu buraquinho.
— Aaaii, André, você judia tanto de mim.
Ele me chamava de sua putinha e bombava me enlouquecendo, falava um monte de sacanagens, enfiou seus dedos em minha boceta e mexemos em sincronia até o momento mágico.
Meu orgasmo veio novamente logo após sentir minhas entranhas serem preenchidas com seu leite. Gozamos juntos e tive a sensação de estar flutuando.


Voltado pra casa com a churrasqueira e a Ana já havia chegado. Foi muita festa e distribuição de presentes e fofocas colocadas em dia.
Durante a noite falei para a Ana que não queria viajar com minha mãe e se eu poderia ficar uns dias com ela em sua casa. Ela nunca negou meus pedidos, mas tive que convencê-la.
— Poxa, Mila, eu marquei de passar o Reveillon com uns amigos no Rio.
— Sem problemas, Ana, você pode ir para o Rio, eu também tenho companhia pro Réveillon, só preciso ficar longe de minha mãe e meus avôs.
Enfim, ela me chamou de maluquina, mas me ajudaria pedindo para minha mãe me deixar ficar com ela.
Já era quase madrugada, após muitos comes e bebes o único lugar que a Ana poderia dormir era em meu quarto. Eu estava vestida com um robe curtinho sem nada por baixo, arrumava a bi cama pra ela ao lado da minha cama. A Ana tecia elogios dizendo que eu já era uma mulher e linda.
Quando o silêncio absoluto reinou sobre a casa, fui para juntinho dela e matamos nossa saudade começando com um beijo ardente. Nos divertimos por mais de uma hora produzindo muito calor, depois dormirmos nuas e abraçadinhas. Fiquei arrepiadinha sentindo sua respiração ofegante em minha orelha.
No dia seguinte consegui o meu intento, minha mãe mesmo sobre protesto concordou em me deixar com a Ana em sua casa, mamãe viajaria com meu padrasto para o RN no dia seguinte.



Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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