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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Prazeres Mexicanos

Quando tocou o meu celular, naquela manhã de sexta-feira, não reconheci o número, posto que não constava de minha agenda; mesmo assim atendi. Eita! Era o meu pai dizendo que já estava em São Paulo (vindo do México) desde a última noite. Convidou-me para conhecer sua residência temporária. Ao perceber a minha hesitação ele insistiu no convite argumentando que precisava conversar comigo pessoalmente. Fiquei indecisa pensando se era prudente este reencontro, ainda por cima teria que manter segredo de sua chegada, pois meu avô e minha mãe jamais poderiam saber que ele estava no Brasil.
Enfim, combinei que iria no dia seguinte. Estava ciente que estava fazendo a escolha errada ao aceitar encontrá-lo, o tempo em que ficamos distantes apenas esfriou um pouco a química que sempre existiu entre nós. Por telefone ele estava mais cavalheiro “mais pai”, aparentemente, tentava reconquistar-me como filha.
Falei em casa que iria até a agência em São Paulo, 
na manhã seguinte, para acertar uns trabalhos. Dormiria na casa da minha mãe caso não desse para voltar no mesmo dia.
Meu pai comentou sobre a casa ter piscina e que eu poderia levar roupa de banho. Lembrei como era prazeroso provocar meu pai vestindo roupas insinuantes que realçavam partes do meu corpo. Também usava essa tática para conseguir regalias.
Decidida a reativar o joguinho escolhi somente biquínis com a calcinha fio-dental – não ao extremo, um pouco maior – queria parecer ousada, todavia, gosto de me sentir confortável e ao mesmo tempo atraente e provocante.
No dia seguinte fui para São Paulo como havia combinado com meu pai. Liguei para ele quando cheguei ao Metrô Barra Funda e nos encontramos na saída onde ficam os bloqueios. Após os abraços fomos para a casa onde, segundo ele, ficaria os próximos noventa dias. Depois retornaria ao México.
Durante o trajeto do Metrô até a casa, tentei fazê-lo perceber que a nossa relação íntima havia ficado lá no passado, e que no momento, eu queria e precisava que ele fosse apenas meu pai. Entretanto, o desejo do meu corpo não estava em sincronia com as minhas palavras. Minutos atrás, quando ele me abraçou defronte aos bloqueios da estação, fui novamente vítima daquele tremor seguido de arrepios que sufoca a garganta, acelera o coração e aquece o sexo causando desejos doentios e deixando o meu ser cheio de desejos imediatos. Queria ser forte o suficiente para controlar estes sentimentos e instintos e não deixar que percebam o quanto me torno submissa em certas situações, arriando as quatro rodas e ficando completamente entregue. Felizmente estávamos em lugar público, do contrário, teria procurado sua boca, esfregado meu corpo no dele e só Deus sabe tudo o que rolaria depois.
Seguimos abraçados até o estacionamento e consegui controlar meus desejos, recordei de suas pisadas na bola comigo e minha mãe, porém, impossível não recordar os vários momentos de prazeres e loucuras. 
O trajeto era curto e chegamos a casa. Gente! Que casa enorme. Zona norte de São Paulo, próximo ao Campo de Marte. Comecei a ficar muito preocupada e perguntei a mim mesma: “em que meu pai estava metido no momento?” Era necessário ter muita grana para bancar aquilo tudo. 
Respondendo a minha pergunta se ele tinha alugado a casa, respondeu que era de um amigo, o mesmo estava passando uma temporada na Europa, cedeu a casa como cortesia por serviços prestados pelo meu pai no passado. “Melhor não perguntar quais foram os serviços” pensei. 
Fiquei observando as sacadas dos quartos com vista para o quintal que mais parecia um parque com churrasqueira e forno de pizza, próximos de uma piscina. Ele disse que também havia um salão de festa e que a casa possui elevador.
Pensei sorrindo “com a grana da venda desta casa, não precisaria trabalhar nunca mais”. 
Fomos para o interior da residência, ainda pensava como será nossa relação de agora em diante. Desviei meu pensamento ao ver uma garota de shortinho e top do biquíni passeando pela sala. Após os cumprimentos, fiquei sabendo que Isabela era mexicana e veio com o pai e sua mãe, o casal trabalha para meu pai.
Apesar de não falarem nada a respeito de terem um caso, percebi pelos olhares e gestos, que ela e meu pai estão juntos. Raramente erro nestas avaliações, e se ainda conheço o homem, ele a trouxe como passa tempo para se divertir nas horas ociosas enquanto ele faz seus negócios e curte o Brasil. 
Em seguida conheci Palmira e Leandro – mãe e pai da novinha. 
Leandro… Grata surpresa. Sabe quando você olha bem no fundo dos olhos de outra pessoa e sente que já viveram algo em outra vida? E agora quer reviver tudo novamente, e de uma forma mais intensa? Pois foi isso que senti quando nossos olhares se cruzaram. Aquele homem de 1,80m de músculos, moreno claro, cabelo escuro, encaracolado e curto. Seu semblante é duro e sério. “Eu quero” pensei quase falando. Todavia, consegui controlar meus instintos de fêmea. Já tenho problemas demais no momento, preciso de soluções e não mais encrencas.

Pouco depois já estava de biquíni e todos da casa estavam na piscina, já sabia que o Leandro não era pai da Isabela, e sim padrasto. O casal além de empregados são amigos do meu pai e também curtiam a piscina enquanto cuidavam do churrasco e dos outros afazeres.
A tarde passou muito rápido, anoitecia e eu perguntei para o meu pai o que ele queria falar comigo, pois eu ia embora, iria dormir na casa de minha mãe em São Caetano e voltaria para Brotas no dia seguinte. 
Ele explicou que não queria só conversar, queria curtir a companhia da filha, que sentiu muito minha falta durante todo este tempo que ficamos distantes. 
Resumindo: Eu também não estava a fim de ir para a casa de minha mãe, aceitei o convite pra dormir na casa do meu pai, amanhã a tarde voltaria pra Brotas. Tive que dar telefonemas mentindo que estava em Alphaville a trabalho e dormiria na casa de uma colega. 
Passava da meia noite quando todos foram dormir. Antes, tive que administrar umas investidas do meu pai, porém escapei fácil do seu assédio, ele ainda está na fase de tentar me reconquistar. 
Estava sozinha em um dos quartos e pensava a respeito de tudo que observei aquele dia. Sobre a novinha: Imagino que ela foi entregue ao meu pai (pela mãe e o padrasto) em troca de benefícios – dinheiro no caso – todavia, ela realmente parece ter uma paixão pelo coroa. Isso me incomoda muito, principalmente porque ela aparenta ser ambiciosa e do tipo que não aceita perder tão fácil. 
Não senti um clima amistoso entre ela e seus pais. Sem querer e sem ser notada, eu assisti uma conversa entre eles três, pelo tom e nível da conversa, parece que ela os odeia. Diante de meu pai ela se faz de bobinha e inocente. Já conheço esta tática de se vestir com pele de cordeirinho, mas saber ser muito sedutora e assim conseguir enlouquecer seu alvo – no caso, meu pai – agindo de modo contraditório (tenho medo, não quero, porém querendo). Garota experta que sabe fazer bem seu joguinho de sedução irresistível. 
Putz! Não conseguia dormir, meu estomago queimava, era o resultado de muitas doses de tequila e limão. Em silêncio, pois não queria incomodar ninguém, desci até a cozinha. Iria procurar algum antiácido ou algo para fazer um chá. Comecei a fazer a busca na cozinha abrindo algumas portas embaixo no balcão... Nada além de panelas, panos e material de limpeza. Abri as portinhas de cima e estiquei-me toda tentando pegar umas caixinhas de chá que estavam na prateleira do alto. Quase morri de susto quando senti uma presença atrás de mim, só consegui virar a cabeça, pois ele estava quase colado em meu corpo. 
— Posso ajudar? Perguntou o Leandro, com carinha de sério. 
— Que susto você me deu! Murmurei. 
Apontei para uma caixinha no armário e expliquei que queria pegar o chá de camomila para curar minha azia. 
Ele 
apenas esticou o braço, estando ainda por detrás de mim, e pegou o chá. Afastou-se um passo, ofereceu-me a caixinha e perguntou se eu queria ajuda com o fogão.
Nossa! Aquele olhar novamente penetrando em minha alma e em meus desejos secretos. Fodam-se os outros problemas, não resistirei a chance de viver momentos tão intensos, esta pode ser a única chance de ficar com este gato. 
— Eu acho que minha azia passou, estou sentindo outra coisa! Respondi o encorajando a descobrir qual era meu sentimento, apostei no poder do meu olhar sedutor. 
Ele era ótimo em avaliar olhares, se livrou do chá e veio pra cima de mim me abraçando e me beijando. Uau! Foi o que imaginei desde o primeiro olhar. Foi alta tensão e choques estimulantes percorreram meu corpo ao sentir sua boca morna e cheia de volúpia. Com seu corpo prensou o meu contra o balcão e o abracei apertando cada vez mais aquele corpo másculo e tentando fundi-lo ao meu.

Ele tirou sua boca da minha e desceu indo direto aos meus seios que ele havia deixado de fora com suas carícias. Fiquei um pouco preocupada, não conheço o movimento da casa. 
— Estou com medo que alguém pegue a gente! Indaguei. 
Ele me tranquilizou dizendo que o pessoal dorme muito e não levantam durante a noite. Ajoelhou no chão e brincou com minha xotinha a apertando com o polegar e indicador, ainda por cima do meu shortinho. Contorci-me toda, estava com medo de aparecer alguém, meu pai, por exemplo, mas quando pensava nisso só aumentava meu desejo de amar aquele homem e ser possuída de todas as maneiras naquela cozinha. Ele beijou-me toda enquanto descia meu short até o meio de minhas pernas, precisei esforçar-me muito para não gemer alto quando tive meu sexo tocado por sua boca e em seguida ser penetrada por sua língua.

Fiquei completamente entregue e alheia ao resto da casa após ele virar-me e deliciar-me com sua língua em meu anelzinho… Deeeus! Remexi igual a um réptil, ou ele me possuía naquele instante ou eu iria espancá-lo. Ele ficou em pé, desceu e tirou sua calça de moletom, eu com os movimentos das pernas fiz meu short ir até os pés e me livrei dele. Posicionei-me de costas com o corpo dobrado e as mãos apoiadas no balcão, o homem ajeitou seu membro em minha fendinha, foram duas esfregadelas e penetrou-me, Ohoo! Agora eu não o deixaria parar nem se meu pai chegasse armado. 
Momentos de magia, prazeres infinitos, foram os minutos seguintes. Quando cheguei ao clímax, o que senti é impossível de narrar… Ahh! Devo ter flutuado por toda a galáxia e retornei molinha e quase desfalecida. Quando senti a pulsação do seu membro e ainda sentindo meus espasmos, preparei-me para o grande final em que seria preenchida pelo seu esperma, no entanto, ele tirou de dentro e gozou fora em minha bunda, continuei com meus movimentos e ele deslizando seu pênis que amolecia, mas não sem antes untar todo o meu bumbum.
Pegamos papel toalha para nos limparmos, já nem lembrava mais da azia, vesti meu short e fui de mansinho para meu quarto, ele veio logo atrás, joguei um beijo pra ele e fui me deitar. Agora iria dormir igual a um recém-nascido. 




Beijos queridos amigos, até a próxima!

domingo, 21 de dezembro de 2014

Jogando com o Inimigo

Há momentos em que você fica propensa a fazer um pacto com o diabo.
Não sabia como iria me livrar da chantagem do Gil e continuar com o meu amor. Pensei na hipótese do pacto ao perceber, tarde da noite, que havia um SMS em meu celular, era meu pai dizendo que estava chegando a São Paulo. Não iria responder agora, já era quase madrugada. Deitei e tentei dormir.
Rolei na cama a noite toda e o sono não veio. Minha noite só poderia acabar assim, após receber a desagradável visita do Dr. Gil naquele fim de tarde. Levantei quando começou a clarear, não aguentava mais ficar deitada computando o ocorrido e o que viria a seguir. Entorpecida pela noite mal dormida, porém com os pensamentos fluindo a milhão, joguei a toalha sobre os ombros do meu corpo nu e sai do quarto em direção ao banheiro, precisava de uma ducha gostosa. Mais uma vez tomei uma bronca do meu avô, ao cruzar com ele no corredor:
— Enrola essa toalha no corpo menina, você não pode ficar andando pelada pela casa!
Desculpei-me e cobri o corpo com a toalha. Não faço de propósito, é por distração que muitas vezes me flagram fora dos padrões.
No banheiro parei diante do espelho, odiei minhas olheiras de urso panda, resultado de uma noite sem dormir.
Eu não aceitaria a chantagem do Gil, sou apaixonada pelo meu coroa, o curto de montão. Nossa química é algo de perder o fôlego, nos inúmeros momentos que chego ao clímax, sou transportada para outras dimensões, é puro êxtase. Deixa-me contar uma vez em que ele fez um bate e volta de Campinas até aqui em Brotas, só pra passar umas horas comigo:
Estávamos em um restaurante no centro, lugar pequeno, era tardão da noite, só estávamos nós dois em uma mesa em um canto bem discreto. Foi logo no início de nossa relação. Como ele chegou à cidade de surpresa, ele só ficou sabendo que eu estava menstruada ao fazer o convite para irmos ao motel. Achei melhor não ir, apesar de estar no final do ciclo, depois que saíssemos o pessoal poderia pensar que houve algum assassinato naquela suíte, pois meu fluxo é bem intenso. No entanto, poderíamos ter nossa relação na banheira ou Box... Argh! Melhor não, ainda estávamos na fase inicial da relação. A menstruação não impede que eu tenha relação, ao contrário, meus hormônios ficam a milhão e o desejo de ser possuída multiplica.
Voltando ao restaurante: Já havíamos terminado a sobremesa, porém continuávamos com a bebida, muitos beijos e “amassos”. Somente esta atividade não estava satisfazendo, queria mais intensidade, queria aquele homem que tanto prazer me proporciona. O garçom acabara de trazer nosso último pedido de bebidas, deduzi que ele demoraria pra voltar. "Enfim sós" Pensei animada e cheia de loucas intenções. Com somente nós dois naquele espaço, fui pra cima. Massageei o membro do meu amor, abri sua calça e libertei o prisioneiro daquele aperto, agachei e fui com a boca em seu membro:
— Sua doida, a gente está em um lugar público! Alertou ele.
Ai sim meus hormônios, somados a adrenalina, levaram minha libido a mil, acariciei e suguei com entusiasmo seu membro perfumado e quente. Fiquei possuída, sentia um fogo ardendo em mim, uma excitação causada pela circunstância e 
em parte pela bebida. Em minha mente, o lugar era este e o momento era agora.  Estava obcecada pelo desejo de fazer amor com este homem. Agachada no piso, de costas para o homem, desci minha calcinha, tirei discretamente meu OB e sutilmente o enrolei em um guardanapo de papel e o fiz desaparecer em meio a vegetação de um vaso de planta que estava ao lado. Terminei de tirar minha calcinha sob seu olhar incrédulo e protestos. Levantei e sentei em seu colo, de frente pra ele o deixando entre minhas pernas.
— Para Mila, a gente não pode fazer isto aqui! Alertava ele.
Entretanto, sua ereção dizia o oposto. Eu o estimulei a deixar rolar, toda dengosa e ronronando, murmurei que não aguentava mais e o queria agora. Direcionei seu membro em minha fendinha e fui me ajeitando enquanto ele ia cada vez mais pra dentro de mim.
 Você é muito maluca menina!
Enfim ele se rendeu e com as mãos por dentro de minha mini saia e segurando em meu bumbum, puxou-me unindo de vez nossos corpos... ahh! Os tremores foram instantâneos, eram como raios de excitação atravessando meu corpo. O frenesi que senti anunciava o momento mágico e, teria sido magnífico... Não fossem as vozes que se aproximavam me fazendo sair rápido do colo do homem. Acomodei-me em minha cadeira e coloquei a calcinha na bolsa, enquanto ele rapidamente recompunha sua calça. Dois casais chegaram, com roupa de festa, provavelmente saíram de algum casamento onde acabou a bebida e foram terminar a noite no bar. Que droga! Turma de tesouras, cortaram meu barato.
Os caras ainda ficavam dando olhadas disfarçadas para nosso lado, talvez por preconceito em ver uma novinha com um coroa. Ou perceberam que eu estava sem calcinha (haha).
Não aconteceu mais nada aquela noite, já era muito tarde e eu tinha que ir pra casa.
Voltando aos problemas do momento: Não sou santa, dou sim minhas pisadas na bola. Meu coroa, 
com certeza, também apronta das suas, mas se um dia o homem descobrir que eu tenho um caso com seu advogado, nem imagino qual será sua reação e sua ira. Não vou entrar no jogo do doutor, eu adoro situações de risco e quebra de regras, contudo, faço questão de escrever o roteiro e ser a protagonista, não serei coadjuvante no roteiro do chantagista. Não quero perder meu amor, sua presença e seus carinhos fariam muita falta em minha vida.
Estava decidida, iria abrir o jogo com meu namorado e, mesmo que o preço seja o fim da relação, eu sobreviverei.
Viajava nos pensamentos, ainda sentada na cozinha, com o cotovelo na mesa e a mão apoiando o queixo. Mais de meia hora havia passado desde que tomamos o café. Minha avó terminara de lavar e guardar a louça e zoou comigo:
— O que foi menina, pensando na morte da bezerra?
Ainda consegui sorrir com seu modo de falar, ao mesmo tempo em que ouvi meu celular tocar na sala e desfiz meu sorriso, imaginei que já era o doutor ligando pra aterrorizar. Fiquei “emputecida”... Dá um tempo, me deixa pensar um pouco! Queixei-me em pensamento. A contra gosto fui olhar na tela do cell se era ele mesmo, não reconheci o número, não era de minha agenda, mesmo assim atendi... Aff! Era o meu pai dizendo que já estava em São Paulo desde a noite de ontem, convidou-me pra conhecer sua residência. 
No próximo conto: Prazeres Mexicanos eu conto como foi o reencontro com meu pai.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Crime e Castigo (A chantagem)

O dr. Gil (advogado do meu coroa) ligou para o meu celular depois que voltei da casa de praia em Camboriú; isso foi no início de noite daquele mesmo dia, domingo, dia de eleição. Fiquei aflita e pensei o pior, tipo algum acidente com meu amor, por exemplo. Felizmente, após perceber minha aflição, ele esclareceu que estava tudo bem com o homem e o telefonema era por outro motivo. Disse que acabara de sair da casa de praia, pois precisou voltar lá no final daquela tarde. “Fodeu geral.” Pensei de imediato. Ele deve ter encontrado as evidências deixadas por mim e o gato loiro. Jamais poderia imaginar que um deles haveria de voltar lá antes da diarista. Tentei parecer tranquila ao perguntar-lhe:
— O que aconteceu, esqueceu alguma coisa na casa? — ele respondeu que esqueceu um equipamento, mas não disse qual era. Queimei meus poucos neurônios pensando a respeito sem chegar a uma conclusão de qual seria esse equipamento; eu só o havia visto com uma maletinha de documentos e uma muda de roupa.
— Você recebeu visita de alguém depois que nós saímos, Kamila?
— Não, só esperei o homem do táxi chegar e fui para o aeroporto 
 respondi. 
— Talvez você tenha estranhado a casa estar tão bagunçada, né? — eu argumentei tentando construir uma justificativa — É que dormi novamente e acordei com o taxista tocando a campainha, tomei uma ducha expressa e sai correndo deixando a bagunça.
— Entendi... É que pensei que alguém tivesse invadido a casa pra usar como motel  ironizou ele.
Putz! Quando dizem “entendi” é indireta na certa. E a frase do Motel foi a confirmação de que ele viu evidências de sexo e resíduos de esperma para tudo quanto é lado da casa.
Antes que eu falasse mais alguma coisa que me incrimina-se, ele disse:
— Era só isso, Mila, quando você voltar aqui eu te mostro uma coisa e você vai entender melhor — e não vamos preocupar o chefe com isso, ele já tem problemas demais, ok?
— Vai me mostrar o que, Gil?
— A gente conversa quando você voltar. Descansa agora, anjo, nosso dia foi bem cansativo. Beijo, tchau!
— Tá legal então. Boa noite, beijos.
"Caraca! Estou ferrada". Pensei depois de desligar. No mínimo ele fotografou com o celular a cena do crime, mas por que ele não quer que meu coroa saiba do ocorrido? Claro, serei chantageada pelo dr. Gil, que merda! Seria mais um filme de terror em minha vida. Sempre fui cuidadosa com os detalhes, porém desta vez vacilei legal e o bicho iria pegar.
“O medo da desgraça é pior que a desgraça.” Já disse um pensador. Aguardaria para ver o que ele teria de evidências e se realmente iria chantagear-me, só então eu agiria em minha defesa.
Nas semanas seguintes eu inventei algumas desculpas e compromissos para evitar o meu retorno a Camboriú. Mas não adiantou muito, pois o Gil apareceu de surpresa em minha casa (em Brotas).

Um dia, durante a semana, quando cheguei em casa ao final da tarde, ele estava sentado no sofá conversando com meu avô. Fiquei sem a mínima ação a princípio e pensei: "O que este FDP está fazendo aqui e o que ele disse para os meus avós?" Tentei manter a calma e ouvir antes de dizer algo comprometedor. Depois de alguns minutos entendi qual era o jogo. Ele havia mentido para meus avós que representava a empresa que me contratou para trabalhar em eventos e feiras. (Leia: “De Festa Infantil a Garota de Programa”). Como eu só fui a dois eventos e não entrei mais em contato e nem retornei as ligações, ele veio saber se eu ainda estava interessada no trabalho, já que ainda tínhamos um contrato. Ele tirou um pen drive da maleta e perguntou se poderia mostrar-me alguns eventos importantes que aconteceriam nos próximos dias, todavia, só poderia mostrar para mim. O safado é bom na arte de mentir e representar, supus que aprenderia um pouco mais se continuasse a conviver com ele. Pedi a permissão do meu avô e levei o dr. até meu quarto.

Imaginei que o conteúdo do pen drive seriam fotos das marcas de amor deixadas por mim e o surfista na casa de praia; não seriam provas concretas, só iriam supor que cometi uma traição. No entanto a coisa era mais grave e muito pior do que eu poderia imaginar. Meu Deus do céu! Todo o meu "Love" com o surfista foi registrado por câmeras instaladas em vários pontos da casa. Mostrava em detalhes e com som, a minha transa (diga-se de passagem: Transa inesquecível) com o surfista dourado. "Tô fodida, o bicho vai pegar grandão." Lastimei-me em pensamento.
Após assistir e excitar-me ao rever parte daqueles momentos que me proporcionaram tanto prazer, perguntei o que ele queria com aquilo tudo.
— Não entendeu ainda Mila? Eu só quero você. 
Fiquei muito puta com o Gil, que canalha.
Apesar de ser bem liberal a relação que eu tinha com o meu coroa, ele provavelmente romperia comigo ao ver estas cenas. Se ao menos fosse em outro lugar e em outro dia, haveria uma chance de continuarmos, mesmo ficando uma ruga na relação. Homens são tão possessivos e raramente perdoam esses deslizes.
Eu me vingaria do doutorzinho em alguma outra oportunidade, de imediato eu deixaria claro que ele até poderia ter sexo comigo, mas que eu não o desejava e agiria mecanicamente tornando aquela relação bem decepcionante.
— Entendi, é sexo o que você quer — vociferei.
Tranquei a porta do meu quarto, o fiz sentar em minha cama e comecei a abrir seu cinto e calça.
— Para, Mila! Aqui e assim não.
— Aproveita, é agora ou nunca, eu provavelmente darei um foda-se a tudo isso e você poderá até postar esta porra de vídeo na internet se quiser.

Terminei de abrir sua braguilha, liberei seu membro e o abocanhei com raiva.  Chupei de maneira selvagem arrancando urros, gemidos e tremores do homem... Merda, acho que é assim que ele gosta, pensei frustrada, pois o canalha relaxou, afagou meus cabelos, me fez engolir seu membro o forçando fundo  em minha garganta. Pouco depois, percebi que encheria minha boca com seu sêmen. Antes que ele ejaculasse, parei com o boquete, levantei, tirei minha calcinha e levantei minha saia deixando minha bunda de fora. A seguir eu apoiei minhas mãos em minha cama e me ofereci pra ele.
— Vem e me fode logo, já disse que talvez você não tenha outra chance.
Ele começou a se recompor, disse que não era assim que me queria. Confessou estar apaixonado e que seu sentimento por mim não era somente sexo.
— Pensa melhor sobre tudo isto, Mila. A gente conversa com mais calma outro dia.
Fiquei indignada, que chantagista canalha e cara de pau. Antes que eu respondesse, minha avó chamou por mim dizendo que o jantar estava pronto. Abri a porta como se nada demais tivesse acontecido naquele quarto. Educadamente o Gil recusou o convite da minha avó para jantar. Argumentou que precisava ir embora, pois tinha outro compromisso.

Acompanhei minha avó, o doutor pegou suas coisas e veio logo atrás. Na sala ele se despediu dizendo que ligaria amanhã para saber minha resposta sobre os próximos trabalhos.
Após ele sair eu ia sentar para jantar, porém me lembrei da minha calcinha jogada sobre a cama. Fui rapidão atrás da minha lingerie.

Que raiva, minha calcinha pretinha havia sumido, o tarado do Gil a roubou. É um FDP mesmo.



Beijos queridos amigos, até a próxima!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Com a Nanda, Relembrando Papai

19 anos... Diferentemente de quando fiz 18 e o dia foi cheio de surpresas  a propósito, que saudades da Larissa, a doida foi para a Turquia  hoje foram apenas telefonemas e SMS dando os parabéns, alguns foram pessoalmente. Recusei convites para ir ao barzinho comemorar, realmente não estava em clima de festa.
No início da noite tive uma surpresa pra lá de agradável, minha amiga Nanda chegou de surpresa em minha casa pouco antes do jantar. Acabara de sair do banho e estava em meu quarto passando creme nas pernas, ouvi a campainha e o instinto alertou-me que a visita era pra mim. Realmente era, um minuto depois a Nanda entrou pela porta do meu quarto com um bolo lindo nas mãos e cantando “Parabéns a você”. Além de emocionada fiquei hiper feliz.
Ao refazer-me da emoção e depois dos cumprimentos, minha avó disse que jantaríamos em meia hora, meus avós saíram com o bolo e fiquei sozinha com a Nanda. Impossível não dar um beijo gostoso e cheio de paixão em minha amiga assim que ficamos a sós. Com esforço procuramos nos controlar, pois minha avó adora chegar de surpresa em meu quarto.
Contei para a amiga que meu pai ligou hoje para dar os parabéns e deixou-me com pensamentos perturbados, ele em breve estaria chegando em São Paulo. Pedi encarecidamente que ela não comentasse isso com ninguém, meus avôs e minha mãe não podem saber de sua vinda. A Nanda já sabe da relação que tive com meu pai e algumas aventuras que tivemos. Ela pediu para eu contar mais um dos casos que tive com ele:
– Na época do acontecido, minha mãe ainda não tinha a loja e passava a maior parte do tempo em casa, no entanto, dois dias por semana e sempre no final do dia, ela ia malhar em uma academia da região. Eu chegava do colégio antes de ela sair, e meu pai somente à noite. A guerrinha entre eu e meu pai estava a todo vapor, ele querendo me comer e eu apenas o enlouquecendo e fugindo na hora H. Cheguei do colégio aquela tarde, nem tinha tirado o uniforme e ouvi o barulho de nossa garagem abrindo, olhei pela fresta da cortina e avistei o carro do meu pai. Fiquei intrigada por ele chegar mais cedo que o de costume. Fiquei desconfiada que ele estivesse me seguindo, pois tenho quase certeza de ter visto seu carro quando eu voltava pra casa.
Apesar de ainda não ter a malícia de agora, já era cheia de ideias, iria fingir que fazia lição deitada no tapete da sala, deixei o caderno aberto e um lápis na mão, meu bumbum ficou virado para a porta de entrada e com certeza ele avistaria minha calcinha assim que entrasse. Coloquei os fones do Ipod para fingir não ouvir sua chegada. Apimentei mais, tirei a calcinha e a escondi no vão do sofá e deitei rapidão momentos antes da porta abrir.
— Oi anjinho, está estudando?
Eu ouvi o safado, mas não movi um fio de cabelo.
Agora tudo era silêncio, o tarado com certeza deveria ter abaixado e olhava, babando, para minhas partes íntimas. De repente tomei um susto ao sentir suas mãos em minha cintura fazendo cócegas. O que ele disse eu não sei escrever, era algo do tipo: “Bruuumm”… rs.
Tentei virar-me, porém, estava presa entre suas pernas com ele sentado em minhas coxas. Virei ligeiramente o tronco e a cabeça demostrando desconforto:
— Chegou cedo hoje, que houve? Ironizei.
— E valeu a pena, como é bom encontrar esta tesãozinha assim de sainha!
— Vê se me respeita que sou sua filha!
O tarado não se importa com nada, deitou sobre meu corpo e falou safadezas em meu ouvido, seu membro em fase final de ereção roçava em minha bunda, sua mão penetrava entre meu corpo e o tapete e acariciava meu seio.
— O papai te adora e é louco por você princesa! Murmurou o pervertido.
Beijou meu cangote sem se importar com minhas recusas, com uma mão tentava virar minha cabeça para beijar minha boca, eu lutava recusando, mas a adrenalina já começava a dominar minhas vontades. Que mal faria um beijo? Por um momento cedi e o beijei, era o nosso primeiro beijo de língua e de verdade. Arrependi-me achando que tinha ido longe demais e abortei o beijo, envergonhada virei o rosto para o tapete.
Percebi que ele abria sua calça e liberava seu membro, logo o senti entre minhas coxas quase em meu rego, minha saia já estava na cintura, minha bunda de fora e o homem me chamando de minha menina safadinha.
— Me larga, me deixa sair, minha mãe está chegando! Choraminguei.
O homem não ouvia mais o que eu dizia, lambia e chupava meu pescoço e roçou seu membro em minha fendinha, um tremor de medo e desejos tomou conta do meu corpo, apesar da raiva que sentia por ele ser tão canalha, eu sonhava quase todas as noites em ser sua mulher, sentir um orgasmo, não com meus dedos, mas com seu pênis dentro de mim...
Parei de resistir e fiquei quietinha e arrepiada ao sentir seus dedos molhados de saliva umedecendo minha xotinha. Julguei que era chegada a hora de acabar com a guerrinha e finalmente ser possuída por meu pai. Ele roçou novamente em minha vagina, tentei relaxar e abri mais minhas pernas ao sentir sua dificuldade em me penetrar… Ahh! Seu membro começou a me invadir e a sensação que senti era a de que rasgava meu sexo. Antes que eu gemesse com tamanha dor, ouvimos o interfone e ele saiu rápido de cima de mim. Após atender, disse que era minha mãe, o controle do portão não estava funcionando e ela o chamou para abrir o portão da garagem. Eu já havia recolhido minhas coisas e corria para meu quarto.
Quase que dou fim a minha vingança, tenho que ser mais forte em sua próxima investida.

Voltando ao presenteLogo depois minha avó chamou a gente para jantar, em seguida fizemos nossa festinha a quatro, com bebidas, muitas fotos e comemos o bolo.
Não foi preciso insistir pra Nanda dormir em minha casa, com alegria percebi que ela já veio com esta intenção, emprestei-lhe uma camisola quando pediu pra tomar um banho antes de dormir. Eu vesti minha camisolinha, deixei apenas o abajur aceso e aguardava ansiosa sua volta. Ela retornou ao quarto caminhando devagar e se adaptando a pouca luminosidade, imaginei ver um anjo quando ela cruzou os raios de luz emitidos pelo abajur, a projeção de sua silhueta através do tecido fino era algo mágico, imediatamente pedi que ela parasse e desse um passo para trás.
Mesmo sem entender a princípio, ela atendeu meu pedido.
— Fica paradinha ai só um pouquinho! Supliquei.
Pequei minha câmera, não iria perder a chance de registrar cena tão linda: o perfil do seu corpo parecendo um desenho de formas perfeitas, a curva do seu quadril formando um S com sua cintura e o seio médio, firme e empinadinho com os mamilos salientes que quase furavam sua camisola.
Ela sorriu encabulada, estava sem graça diante da câmera, porém, atendeu meu pedido e fez algumas poses.
Após a seção de fotos tranquei a porta, peguei em sua mão e a levei pra minha cama.
Diferente de outras vezes, hoje tínhamos tempo, mesmo assim nos livramos rapidamente do restante da roupa que ainda nos cobria e começamos a saciar a vontade de se possuir, sorver cada gota, chegar ao momento mágico do clímax e transformar aquela noite em momentos de magia. Hoje me bastava estar ao seu lado e lhe dizer cada frase maluca que me viesse à cabeça, sentir seu corpo quente que desperta meus desejos, seu aroma e sabores estimulantes que entorpece fazendo-me esquecer de que há um mundo a nossa volta. Sua voz carregada de erotismo, sussurrando em meu ouvido, seu beijo doce, e língua macia, eram como um portal que me transportava a um mundo só de prazeres. Foi difícil conter o gemido ao sentir sua língua e lábios delicados descendo por meu corpo e levando-me ao êxtase ao penetrar em meu sexo. Não sei que hora adormecemos, abraçadas e de rosto colado. Foi maravilhoso acordar pela manhã e sentir que cada segundo vivido com a Nanda durante esta noite, valeu a pena. Foi mais um Feliz Aniversário.


Beijos queridos amigos, até a próxima!
Conto anterior com a Fernanda: Meninos e Meninas

domingo, 30 de novembro de 2014

Rock Sexo e Porrada

Meu amigo Edgar, que trabalha comigo na administradora, fez 46 anos na sexta-feira e convidou todo o pessoal do escritório para uns comes e bebes em sua casa no final da tarde de sábado. Não seria uma festa, ele disse, apenas uma reunião com cervejas, caipirinha e espetinhos assados.
Havia confirmado a minha presença e cheguei em sua casa às 18h daquele sábado, toquei a campainha e ele apareceu no corredor falando para eu entrar que o portão estava aberto. O rock rolava solto no aparelho de som enquanto ele preparava um molho vinagrete.
— Pensei que estava atrasada. Cadê o pessoal?
— Eles devem estar chegando. Quer um pouco de caipirinha? Acabei de fazer.
Aceitei a bebida e me ofereci para ajudar.
Já anoitecia quando terminamos de fazer o vinagrete, secamos o copo de caipirinha e nada do pessoal chegar. Ele estava preparando outro copão de batida quando o telefone tocou. Ele me pediu para atender
... Era a Luana (sua irmã e minha patroa), disse que eles não viriam, a Clarinha (sua filha) estava gripada e com febre. Passei o fone para o Edgar. Ele ficou bem chateado, e após desligar desabafou:
— Não é a primeira vez que fazem isso, eles sempre arrumam uma desculpa para não virem aqui.
Ele convidara somente nós do escritório, não viria mais ninguém. Fiquei com dó dele, mas não demonstrei, tentei animá-lo:
— Vamos fazer a festa nós dois, não vai faltar comida, bebida e rock’n roll. Bora acender a churrasqueira? Eu tô com fome.
Ele sorriu e pareceu estar mais animado. Fomos para os fundos do terreno para por fogo no carvão.
Após algum tempo de agito ao som do rock e ingestão de bebidas, nós estávamos bem alegrinhos. O Edgar foi até seu quarto e, ao voltar, não aguentei e ri muitão, ele trajava um conjunto justíssimo de calça e colete de couro negro e trazia nas mãos um corpete e uma micro saia também negros. Pediu para eu vestir aquilo, 
disse que era para animar nossa festinha.
Eu adoro uma farra e não achei ridículo, apenas engraçado. Na verdade eu até curti. Peguei as roupas e fui trocar-me em seu quarto, fiquei somente com a calcinha e vesti aquele traje.
Meu amigo adorou quando voltei para o quintal dançando e me insinuando com aquela sainha e os seios salientes no bojo do corpete, infelizmente notei que sua animação estava passando do ponto e parecia que não era apenas por causa da bebida, ele consumiu algo mais forte.
Tentei prosseguir com o clima de diversão e continuei dançando com ele. A nossa dança ficou cheia de contatos de mão e corpos colados. Eu também estava bem alegrinha devido a quantidade de bebida ingerida, estava curtindo a música, nossas roupas, bem como a dança obscena. Infelizmente ele começou a exagerar e rapidamente foi se transformando em um novo cara bem cafajeste. Ainda não conhecia este Edgar. Tentei permanecer no jogo relevando as suas atitudes brutas, apeguei-me na lembrança do love gostoso que tivemos na festa de bodas de sua irmã.
Eu ainda o estava curtindo e deixei rolar, suas mãos sabiam onde acariciar meu corpo e a sua boca safada procurou a minha. Durante o beijo ele forçou o corpete para baixo deixando meus seios expostos, os acariciou e em seguida os amassou de maneira rude, senti um desconforto e dor com o modo como ele explorava meu corpo. As mordiscadas em meus mamilos praticamente viraram mordidas. Pedi para ser mais carinhoso, pois estava me machucando e deixando marcas em meu corpo. Com cara de sádico pegou-me nos braços e falou que iríamos continuar a brincadeira em seu quarto. Um misto de tesão e vontade de fugir tomou conta de mim, enquanto eu decidia se deixava rolar nós chegamos ao quarto e fui jogada na cama. O homem não perdeu tempo e foi com as mãos direto em minha calcinha.
— Para Edgar! Assim eu não curto.
Ele parecia alucinado e não ouvia meus protestos, rasgou um lado da minha calcinha enquanto eu persisti na minha recusa. O sem noção sentou por cima de mim, fiquei imobilizada com os quadris presos entre suas pernas e sua mão em meu peito, com a outra mão ele arrebentou botão e zíper de sua calça justa e tirou seu membro pra fora. O cara estava doidão e falava um monte de barbaridades, nunca imaginei que fosse tão bruto e vulgar como estava sendo naquele instante. Deitou s
eu corpo pesado sobre o meu mantendo-me presa e com a mão em meu sexo ele afastou para o lado a minha calcinha rasgada e tentou me penetrar.
Eu curto demais adrenalina, porém não estava curtindo mais nada daquilo, só esperava uma chance de sair de baixo dele. O homem não conseguia a penetração, pois eu não estava colaborando e dificultava ao máximo. Ele ficou puto, segurou em meu pescoço fazendo ameaças, comecei a ficar sem ar e parei de resistir. Com dificuldade e brutalidade o doido conseguiu penetrar a minha boceta e aliviou a pressão em meu pescoço quando dei tapinhas na sua mão dando a entender que ele estava me sufocando. Relaxei, fingi que curtia e até dei um falso gemidinho. Ele relaxou a atenção quando começou com suas estocadas aceleradas. Remexi gemendo e tateando com a mão no criado mudo a procura de algo grande, derrubei algumas coisas menores, mas segurei o que parecia ser um cinzeiro pesado o suficiente para o que eu queria. Segurando firme aquela peça na palma da mão, o acertei com uma pancada do lado da cabeça. Ele sentiu o golpe e tombou ao meu lado, saí o mais rapidamente que pude da cama, ele tentou segurar meu tornozelo, mas estava grogue com a pancada, bebida e sabe-se lá o que mais. Consegui fugir dele, peguei a chave que estava pelo lado de dentro da porta e o tranquei no quarto. Ouvi a sua voz empastada e cheia de ofensas, ele batia forte na porta tentando derrubá-la. Peguei minha bolsa e celular na sala e sai fora... “Aff! Que merda! Não posso ir pra casa com esta roupa.” Pensei. 

De Piriguete na calçada:
Sai pelo portão e parei na porta da garagem, tirei e joguei fora o que restou de minha calcinha rasgada que estava descendo por minha perna. Um carro parou embaixo, bem na rampa de entrada, a porta do lado do motorista se abriu e alguém veio em minha direção. Era um vizinho do Edgar que mora em uma casa um pouco abaixo, ele é cliente da administradora. Fiquei sem saber o que fazer ou dizer. Quando ele me viu, estancou sem palavras. Acredito que nem em seus fetiches ele imaginaria ver-me vestida daquele jeito. Fiquei constrangida, afinal, não era uma roupa para usar em público, todavia ele era minha única ajuda no momento, sorri para ele e perguntei se poderia me ajudar. Antes de responder ele deu um grande sorriso, me comeu com os olhos e elogiou minha roupa. Disse que lamentava que a sua mulher não tivesse um 'look' assim tão sensual. Enfim perguntou como poderia ser útil. Agradeci-lhe o elogio e expliquei que precisava ir para casa imediatamente. Ele permaneceu em silêncio por um momento, continuando a devorar-me com os olhos. Novamente fiquei sem graça, da posição inferior que o homem estava deveria ter uma boa visão das minhas partes íntimas.
— Por favor, moço, você pode me dar uma carona até minha casa? — falei quase implorando.
— Estou procurando meu cão que deu uma fugidinha, mas tudo bem, o malandro voltará sozinho quando estiver com fome.
Falou para eu entrar no carro. Entrei, fechei a porta e desci o vidro ao ver ele se aproximar da porta, perguntou sobre o Edgar.
Falei que ele bebeu demais, se trancou no quarto e dormiu. O restante das minhas roupas ficaram presas no quarto, expliquei. Ele permanecia em pé na minha frente, eu só via sua braguilha, não conseguia ver seu rosto, mas eu sabia que ele me olhava. A sua calça começou a inchar. Meus seios, apertados no corpete praticamente transbordavam pelo decote, meus mamilos estavam duros e visíveis. Coloquei minha cabeça para fora e ele apenas deu um passo para trás. Quase enfiei a cara direto contra sua virilha. Pedi desculpas e disse que realmente precisava ir naquele instante. Ele se desculpou e apressadamente entrou no seu veículo. Levou-me até minha casa. Administrei suas cantadas e indiretas durante o trajeto.

Quando chegamos eu agradeci o homem, desci e ele saiu dirigindo só com a mão esquerda, a direita estava agarrada no seu pinto, com certeza se masturbaria no caminho de volta.
Minha preocupação passou a ser com meus avós, teria que arrumar uma boa desculpa para justificar a roupinha de biscate. Quanto ao Edgar... Segunda-feira teríamos uma conversa muito difícil.



Beijos queridos amigos, até a próxima!



sábado, 22 de novembro de 2014

Vingança em Família

A piriguete da Bruna “minha prima” fará hoje sua festinha de aniversário, André (meu padrasto) foi direto do trabalho pra lá – casa da sobrinha putinha – e, no mínimo, já deram uma rapidinha debaixo do nariz do meu “tio”. Minha mãe só irá de noite, após fechar a loja, falei que não estava a fim de festa e fiquei em casa. Pouco depois começava a anoitecer, não estava com fome ainda, mesmo assim fui ao mercadinho comprar algo para comer mais tarde, já que não teria janta, estaria sozinha em casa e o mercadinho logo iria fechar.
No mercadinho: Estava em dúvida, parada defronte a porta de vidro do freezer olhando para pizzas, lasanhas, hambúrgueres e pratos prontos congelados; optei pelo hambúrguer de frango.
Caminhei até o corredor das bebidas para escolher algo e dei de cara com o Diogo – namorado da Bruna – eu o conheço a muito tempo aqui do bairro, é só colega, nunca rolou de a gente ficar – talvez por ele ser pegajoso demais para o meu gosto e querer ser mais exibido que eu – Enquanto trocávamos cumprimentos e colocávamos a conversa em dia, observei seu carrinho cheio de bebidas, falou que levaria para a festinha era um de seus presentes pra ela. Pensei rápido, ainda tinha sede de vingança, não sou maquiavélica, porém, minha mente encheu de ideias e não perdi tempo em executar um plano meio no improviso, falei que meu chuveiro não estava ligando e se ele poderia dar uma olhada rápida pra mim. Minha intenção era retardar sua ida à festa o máximo de horas que fosse possível e produzir provas de que ele estava em minha companhia.
Ele falou que levaria a bebida e depois iria a minha casa. Eu moro perto do mercadinho, falei pra ele só olhar rapidão e ver se era grave, a festinha pode esperar um pouco, pois com certeza iria rolar a noite toda.
Fomos pra casa em seu carro, na hora de descer falei que esqueci de comprar uma bebida – foi de propósito – e o mercadinho já iria fechar. Como bom cavalheiro ele deixou eu pegar uma de suas bebidas, menos o Campari que era para a vadia.
Eita... Falhou, era justamente o que eu queria. Tudo bem, peguei um Contini, era o menos pior entre as outras bebidas.
Já em casa eu mostrei-lhe onde era o banheiro, se encaminhou até ele e eu entrei em meu quarto, tirei rapidão o shortinho e blusa e vesti um kimono para cobrir meu corpo que estava só de calcinha e sutiã.
— MILAA... Não tem nada com o chuveiro, está ok!
— Ué, será que só dá defeito comigo? Falei ao chegar por detrás dele.
O homem me comeu com os olhos, o kimono curtinho se encaixa bem em meu corpo, sua seda fina e leve dá um look sexy à curva do meu quadril. Ele também deve ter estranhado a câmera fotográfica em minha mão.
Após evitar que o apressado fosse embora, despertei seu interesse em ficar mais um pouco pedindo que ele me fotografa-se em trajes íntimos, pois queria enviar as fotos para uma agência onde faria um teste de modelo – mentira é claro – o safado disse que poderia ficar mais quinze minutos. Ao descermos as escadas comentei que antes precisava de uma bebida para dar coragem. Fomos até a cozinha pegar gelo e tomar uns goles daquele vermute.
Ainda na copa comecei com as poses e ele com as fotos. Após um pouco de charminho, fiquei de costas e abri o kimono e fui virando devagar com ele aberto como uma bandeira ao vento.
— Capricha nas fotos, não corta minha cabeça e pés! Aconselhei.
Fui até o som e coloquei uma música para dar um clima gostoso e continuei minha exibição com uma dança maliciosa. Tirei o kimono e o soltei no chão, subi na mesa cheia de sensualidade e fazendo poses segurando de modo insinuante a tira da minha calcinha ou o bojo do sutiã. Umedecia meus lábios e encarava a câmera do modo mais sedutor que conseguia. Continuei com o joguinho e brincando de mostra e esconde tirei o sutiã e logo depois minha calcinha.
Exibi-me peladinha pra ele virando meu corpo e sendo fotografada por todos os lados enquanto eu fazia minhas poses ensaiadas. No início era uma brincadeira improvisada e apenas uma desculpa para atrasá-lo. Entretanto, eu senti um prazer enorme em estar sendo observada e registrada em fotos, cometia o mesmo erro da vadia da Bruna e produzia provas que poderiam complicar minha vida caso alguém visse. Adorei o joguinho que estava mexendo demais comigo.
Minha adrenalina aumentava vendo sua ereção indisfarçável, era evidente que ele estava morrendo de desejos em ter-me em seus braços e por um momento esqueci minha vingança. Adorei seu olhar guloso em minhas partes íntimas sentia o desejo que emanava de seu corpo em minha direção como se fossem choques elétricos, sentia tremores a cada flash disparado e instintivamente o desejei vendo-o se aproximar e fazer closes de meus seios, sexo e bumbum.
Acho que o atrai como as cadelas no cio atraem os cães, eu mesma sentia o odor do meu sexo, e era muito agradável. Impossível descrever todos os sentimentos, só curtia o prazer do momento e o fogo que queimava todo meu interior.
Dancei com graça e com toda a sexualidade que emanava de mim ao som de Swingin’ do Tom Petty fazendo gestos provocativos em sua direção e movendo suavemente meu corpo no ritmo da música que preenchia o ambiente.
— Gata, você está me enlouquecendo!
Sua voz foi um sussurro, sua mão tocou em minha coxa e foi deslisando em direção da minha xotinha; deixei que avançasse até tocá-la... Ahh! A contra gosto segurei sua mão a tirando devagar e o repreendi:
— Assim não, você está avançando o sinal!
— Desculpe linda, é que você me deixou doidão!
— Quero ficar doida também, me deixa fotografar você?
Entre outras coisas ele falou que já era tarde e que tinha que ir para a festa da namorada e também estava preocupado com minha mãe e meu padrasto. Já havia explicado que minha mãe iria direto do trabalho para a casa da garota e que o André não larga a bebida quando está com o irmão.
Com mais uns goles, promessas e meu poder de sedução, o convenci a ficar mais um pouco e bancar o modelo.
Fomos pra sala e ele não foi nada sútil, se despiu tão rápido que parecia ter formigas nas roupas. Fui clicando minha câmera e chegando pertinho daquele corpo nu, ele sentou no sofá.
— Vem gata, chega de foto né?
— Só mais uma fofo!
Agarrei seu membro e a sensação foi muito gostosa ao fechar minha mão e sentir o calor e macies de sua pele, acho que ele não fez circuncisão, a glande estava quase que coberta – mesmo com sua ereção – adorei deslizar a pele para baixo e para cima, é tão macio e úmido, fiz umas fotos mostrando apenas seu pênis em minha mão. Todavia, eu não sou de ferro, como resistir ao jogo sexual? Faço loucuras nesta hora. Sem o deixar perceber, coloquei minha câmera no modo filmar e a coloquei na mesinha com a lente voltada pra nós. Voltei minha atenção ao seu membro, ele me incentivava a continuar, mas nem era preciso, eu também queria ir além das fotos. Alojei-me entre suas pernas e com a boca em seu pênis pude sentir seu sabor e seu aroma, sua pélvis exalava um perfume agradável e convidativo. Descer e subir o prepúcio com os lábios é algo mágico, ansiosa aguardava por seu leite que encheria minha boca a qualquer momento... Droga, ele pediu para eu parar e puxou-me fazendo eu sentar em seu colo, demos nosso primeiro beijo e impossível não pensar o qual prazeroso seria ver a cara da “prima” assistindo eu sentada no colo do seu namorado, seria o golpe fatal na vadia da Bruna.
Já explodindo de tesão levantei um pouco o corpo e ele ajeitou seu membro em minha fendinha, fechei os olhinhos e suspirei ao deixar meu corpo descer e ser penetrada enquanto procurava sua boca e devorava seus lábios e língua, não queria que tivesse acontecido tão rápido, queria prendê-lo por muito mais tempo. Parei de pensar na vadia e curti aquele corpo quente e cheio de vida, pequenos tremores anunciavam momentos mágicos... Porém, foram momentos de terror, ouvi o estalo característico do portão de nossa garagem abrindo.
— Rápido, rápido, é minha mãe, pega tudo seu e vem!
Supliquei nervosa, ansiosa e empurrando ele escada acima. Em meu quarto o fiz entrar debaixo da minha cama, pelado e com suas roupas e sapatos na mão.
— Pelo amor de Deus, fica quieto ai até eu te chamar! — Minha mãe deve ir para o banho ou sair logo para a casa da Bruna, eu te chamo, não sai daí!
Apavorada pensei "Caralho, o Contini e os copos! PORRA, A CÂMERA!"
Já com o kimono no corpo, desci correndo e... Não deu tempo, minha mãe acabara de abrir a porta da sala, por sorte estava apressada demais para perceber algo diferente, tipo: Minha câmera ainda filmando na mesinha. Falou que tomaria um banho rápido antes de sair. Aproveitando que ela subiu, tirei e escondi o cartão de memória da minha câmera, também lavei os copos e escondi a garrafa de bebida.
Iria deixar o Diogo lá em meu quarto até minha mãe sair. Tadinho, infelizmente ele se envolveu em uma disputa de meninas.
No final deu tudo certo, minha mãe saiu e libertei o homem, que no momento ficou muito zangado comigo, mas garanto que em breve vai querer terminar o que começamos. Meu dia estava ganho, agora enviaria minhas fotos para a nuvem e formataria o cartão, comeria meu hambúrguer de frango e terminaria com a garrafa de bebida.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 15 de novembro de 2014

Dormindo com o Inimigo

Minha mãe sofreu um acidente de carro na tarde de sábado quando voltava do trabalho, a princípio, após saber do ocorrido, chorei muito, pois ela ficou inconsciente por horas. Felizmente não foi grave, a pancada forte na cabeça só a deixou inconsciente e também sofreu algumas escoriações. O médico disse que ela passaria a noite em observação e teria alta na manhã seguinte.
Não recordava de algum dia ter dormido sozinha com meu pai em nossa casa, e não pretendia dormir naquela noite.

Logo após ficar sabendo que minha mãe estava bem, eu já pensei em um plano para dar uma fugidinha. Gustavo, um carinha do meu colégio, toda semana insistia para eu ir com ele a uma baladinha na casa do seu irmão mais velho – O irmão Vinícius que divide o aluguel com amigos da faculdade – Eu já fiquei algumas vezes com o Gustavo nas festinhas de aniversário que a turminha costuma fazer, mas nunca passou de beijos e algumas carícias mais íntimas quando possível, sem sexo.
Não planejei ir à baladinha para transar com ele, queria somente um pouco de diversão em algo diferente do que costumo frequentar.
Eu iria dormir na casa de uma amiga, após o consentimento de minha mãe, já havia combinado com "minha cúmplice", por telefone, e ela mentiria caso alguém ligasse para confirmar. Meu pai ficou muito contrariado ao saber que eu não dormiria em casa, era evidente a frustração dele. O safado maquiavelicamente estaria imaginando tudo que faria comigo durante uma noite inteira sem testemunhas. Eu sabia que ele estava puto, porém fingiu aceitar a decisão de minha mãe, do contrario começaria a levantar suspeitas sobre suas atitudes comigo – se é que minha mãe já não desconfiava de algo.
Fui para a casa da amiga e fiquei lá até dez da noite, foi quando o Gustavo ligou dizendo que estava me esperando em uma rua próxima. Despedi da amiga, sai de fininho e "partiu baladinha".
Chegamos à casa do Vinícius e parecia que alguns dos seus colegas não gostaram muito da minha presença, talvez se perguntando: "O que esta novinha faz aqui?"
Apesar do meu jogo de cintura, no início fiquei bem deslocada, entretanto, com o passar do tempo, conquistei a simpatia do irmão e estava cada vez mais alegrinha, ele trouxe outra bebida pra mim; era a terceira ou quarta.
Estava soltinha e me acabando de tanto dançar, mas acho que despertei ciúmes de duas garotas que não gostaram muito da atenção que o dono da casa me dispensava, ficavam com risadinhas olhando sem parar em minha direção, uma delas não me era estranha, porém não recordava de onde a conhecia. Pouco depois as duas subiram junto com dois carinhas, provavelmente para uma seção de sexo em algum quarto.
Eu ganhei mais uma bebida:
— Aff! Já estou "lokona"e com fome — falei tropeçando nas palavras e dei mais um gole no veneno.
O Gustavo disse que ia pegar algo pra gente comer. Enquanto isso, pedi para o Vinícius mostrar-me onde era o banheiro, ele abraçou-me pela cintura e disse que me levaria.
Subimos as escadas para o andar de cima, e mesmo estando de porre, lembro que os outros carinhas riam zoando e falaram algo sobre novinha e abate.
Vinícius entrou comigo no banheiro.
— Fica à vontade linda, eu fico de costas.
Acho que foi isso que ele disse, eu estava viajando de tão zonza. Desci minha calça e calcinha sem importar-me com sua presença e sentei no vaso para fazer xixi, aproveitei para fechar e descansar os olhinhos de pálpebras pesadas... Apaguei com certeza, acordei debruçada no gabinete do lavatório, entorpecida pelo álcool e, lentamente fui percebendo várias coisas anormais, minha blusa erguida, meus seios de fora, minha calça jeans e calcinha arriadas até os pés e, o mais sério, um pênis com preservativo penetrando minha boceta.
Estava lerdinha, sem forças e não consegui me livrar de duas mãos fortes que me seguravam pela cintura. Aquele membro deslizou para dentro de mim e fez uma pausa encontrando a resistência do meu hímen complacente. De início pensei que fosse o Gustavo, indecisa se relaxava, deixava rolar e curtia o momento, ou reunia forças para tirá-lo de dentro de mim. Optei pelo prazer, relaxei curtindo suas estocadas, porém percebi que não era quem eu pensava, pois ouvi a voz do Gustavo do lado de fora do banheiro, chamando o irmão desesperadamente dizendo que meu pai veio me buscar. Só então levantei a cabeça e vi o reflexo do Vinícius pelo espelho. Em um movimento brusco ele tirou seu pênis de dentro de minha vagina, apavorada nem senti dor e busquei forças para me recompor rápido. Meu colega ficou em pânico – mais do que eu – chamou novamente quando nós já saíamos do banheiro. Ele perguntou alguma coisa sobre o que estávamos fazendo ali, eu não estava entendo muito e no momento só pensava o que diria para o meu pai que estava lá embaixo.

Papai após falar um montão e ameaçar os carinhas, arrancou-me da festa. No carro, bêbada e praticamente apagada, não entendia o que ele dizia, mas sabia que era bronca.
Quando paramos na garagem de casa ele teve que levar-me escorada, eu tropeçava em minhas pernas tentando caminhar. Na sala pegou-me nos braços e carregou-me escada acima, inocentemente até pensei que ele me colocaria pra dormir em minha cama, mas ele foi até o quarto deles e colocou-me sentada na beirada da cama do casal. Eu estava zonza demais e minha cabeça pesava uma tonelada, quando se abaixou para tirar meus sapatos, eu deixei meu corpo cair na cama, iria dormir ali mesmo pensei.
Assustei quando começou a tirar minha calça, queria o mandar parar, mas eu mal conseguia falar e não tinha forças para nada. O ouvi dizer algo sobre um banho frio, tentei dizer pra ele ir sozinho que eu ia dormir, mas cadê a voz? Quando dei por mim já estava sem a calça e a blusa e só de calcinha, ele pegou no cós para tirá-la, eu segurei forte com as duas mãos dizendo não seguidas vezes.
Minha próxima lembrança é a de acordar estremecendo de frio e sentindo uma água gelada em meu corpo, eu ainda estava agarrada a minha calcinha, a soltei para tirar o cabelo molhado do meu rosto e tentava respirar debaixo daquela água fria. Aquilo durou uma eternidade, por várias vezes tentei, sem sucesso, sair dali.

Finalmente ele desligou o chuveiro e cobriu-me com a toalha, colocou-me em pé sobre o tapetinho de pano e ficou por detrás de mim, ele me enxugava e me segurava. Eu ainda estava de porre, mas percebi o safado me encoxando, amassando meus seios, xotinha e aproveitando ao máximo minha situação.
O tarado pegou-me no colo levando-me de volta pra cama.
— Quero ir pro meu quarto! Balbuciei.
— Calma anjinho relaxa e dorme aqui com o papai!
E não adiantaram minhas negativas e tentar sair da cama, porém ele estava sendo carinhoso, cobriu-me, apagou a luz deixando só o abajur aceso. Recusei seu beijo por mais de uma vez e virei de costa pra ele que sem forçar a barra, tentava vencer-me com caricias – adoro receber carinho – Alisou muito meu corpo e dizia palavras de afeto, eu dormi e não sei se sonhava ou delirava, senti uma boca na minha e agora não resisti e correspondi ao beijo, abracei papai pelo pescoço, senti seu abraço forte e só então percebi que o safado já estava pelado. Fiquei arrepiada quando seu corpo roçou no meu e seu membro foi se instalando entre minhas coxas. Suas carícias ficaram mais quentes, sua boca saiu da minha e foi descendo enquanto ele soltava a toalha do meu corpo e abocanhava meus seios... Ahaa! Eu vivi um conflito entre fugir daquele quarto ou finalmente me entregar ao meu pai, não sabia onde terminava o medo e começava meu tesão.
Enquanto estava na dúvida de como reagir, minha calcinha já tinha passado pelos meus pés e estava de perninhas dobradas, abertas e estremecendo de prazer com sua língua dentro de minha fendinha... "Ai Deus! Não vou resistir." Pensei ainda indecisa. Sabia que a penetração seria iminente. De repente tudo veio ao mesmo tempo em minha cabeça, os flagras que dei em meu pai com outras garotas, sua falta de respeito comigo e minha mãe... Fiquei com raiva e tesão, e mesmo doida para transar com ele, não o deixaria me penetrar. Demorei muito para decidir, ele tirou a boca do meu sexo e veio se ajeitando por cima de mim com seu membro latejando de duro forçando minha fendinha.
— Espera um pouco pai, acho que vou vomitar! Falei demonstrando náusea e voz ansiosa.
Sai de baixo dele meio na forçada, e enquanto ele falava para eu ir ao banheiro ali do quarto do casal, eu corri para o meu quarto e tranquei com chave.
Em segundos ele estava batendo na porta, falei que só abriria quando minha mãe voltasse, ele ameaçou de arrombar, falei que faria um escândalo e ligaria para a polícia – ligaria nada, só queria mantê-lo distante de mim naquela noite – e consegui, não rolou mais nada, porém tive que fazer xixi em meu vaso de flores.

Pela manhã ele voltou a bater na porta, acordei assustada e com uma dor de cabeça da porra, ele disse que estava indo para o hospital buscar minha mãe, antes fez um trato comigo: não falaria nada pra mamãe que me tirou bêbada de uma festa e eu não falaria que ele tentou me estuprar. Não foi bem assim que ele falou, mas foi o que aconteceu na verdade. Enrolei mais uma hora antes de sair do quarto, quando ainda deitada lembrei-me de onde conhecia a garota da festa, ela trabalhava em uma lanchonete defronte ao prédio que meu pai tinha o escritório. Com certeza foi aquela vadia que ligou para ele me dedurando.


Beijos amigos, até a próxima!

sábado, 8 de novembro de 2014

Meninos e Meninas

Voltei à casa de minha amiga Fernanda (a Nanda) algum tempo depois daquele final de semana em que vivi loucuras com ela e seu pai  cada um em momentos diferentes , sei que sou promíscua e um tanto devassa, reconheço a falha, no entanto, minhas amizades verdadeiras são mais importantes que um prazer sexual. Fiquei mal com minha consciência depois daquele final de semana que transei com filha e depois com pai, sem que um soubesse o que rolava entre eu e o outro. Caramba! Eu curti muito os dois e o desejo de repetir tudo novamente era maior que meu sentimento de culpa por trair a confiança de minha amiga ao receber-me em sua casa.
O sábado foi de chuva pela manhã, o céu ainda estava nublado e poderia chover a qualquer momento. Havia descido do ônibus na avenida, pertinho da casa da amiga. Caminhei rápido, pois havia água acumulada no chão e não queria tomar um banho daquela água imunda... Tarde demais:
— FILHO DA PUTAAA!!!
Gritei indignada para um sem noção que passou a milhão jogando aquela água podre em mim... “Caralho, nunca mais uso esta roupa.” Pensei.
Felizmente estava pertinho da casa da Nanda, só que depois de ter sobrevivido àquela tragédia ainda tive que aguentar os risos e a gozação da Nanda a me ver naquele estado. Fui direto para o banho, ela gentilmente veio até o banheiro e pegou minha roupa suja para lavar. Quando terminei o banho já estava calma e acabei até achando graça do ocorrido, lembrei que minha amiga ainda não tinha visto a tattoo que eu fiz na virilha esta semana. Desci para mostrar-lhe a obra de arte. Estava segura de que somente nós duas estávamos na casa.
Certas cenas não acontecem somente no cinema, também acontecem comigo. O imponderável adora ver-me constrangida. Entrei na sala toda animada apenas com a toalha cobrindo meu corpo nu, a Nanda estava na área de serviço colocando roupa no varal. Caminhei ao seu entcontro passando pela cozinha e me preparando para fazer uma graça e exibir a tattoo. Quando cheguei à porta dei um pulinho para dentro da área de serviço com a toalha toda aberta e gritei:
— Tchanraam!
Putz! A Nanda não estava sozinha, o Léo acabara de passar pela porta da garagem com mais dois carinhas. Depois de soltar um gritinho tentei cobrir o corpo pelado com a toalha e desejei que surgisse um buraco no chão para eu sumir dentro dele. Sai correndo para o quarto com a Nanda atrás de mim, joguei-me em sua cama, ela deitou ao meu lado e quase morremos de rir.
— Sua doida! — ela falou sem parar de rir.  Você parecia um emoticon que eu tinha no MSN. Era um hominho que abria o casaco pra mostrar o pinto.
— Putz! Que micão  falei rindo. — Só queria te mostrar minha tattoo.
Após a seção de risos ela olhou-me com carinho e com a voz amável pediu:
— Deixa eu ver sua tattoo?
Do jeitinho que ela pediu estimulou-me a mostrar-lhe até minha alma e meus segredos mais secretos. Algo nela mexe demais comigo, mas não somente com minha libido, eu sinto que poderia confiar-lhe minha vida.
Pedi que fechasse a porta, e apesar de adorar exibir-me, não queria que os meninos interrompessem este momento que se anunciava.
Ela trancou a porta e foi se aproximando de mim com os olhos curiosos e gulosos, eu ainda deitada de costas. Movi o corpo e deixei as pernas entreabertas pra fora da cama, ela ajoelhou defronte a mim apoiando levemente suas mãos em meus joelhos. Olhando em seus olhos abri devagar minha toalha expondo meu corpo nuinho pra ela.
— Nossa Mila! — ficou linda e bem delicada.
Ela alisou a tattoo (era uma cereja com um raminho e a folha) em seguida foi com a boca e a beijou, continuou beijando e movendo a boca por minha virilha até chegar a meu sexo... Ahaa! Estava morrendo de saudade de sentir sua língua macia, sua boca morna e sua maneira tão feminina de proporcionar-me prazer. Afaguei seus cabelos e ronronei baixinho como uma gatinha, sua língua penetrava minha fendinha e brincava com meu clitóris, seus dedos completavam aquele momento de pura magia fazendo-me sentir tremores com a excitação que percorria meu corpo... Ahhh! Estes momentos divinos em que o êxtase se apossa do corpo e da alma. Ouvi sininhos e o clímax fez-me levitar ao gozar em sua boca, ela parecia que se deliciava com a sua bebida preferida, sugou cada gota em minha fendinha.
Ainda sentia pequenos tremores e os espasmos diminuíam. Ela levantou ficando ainda entre minhas pernas, sentei na cama e desabotoei seu shortinho e o desci até o chão, ela levantou os pés para eu tirá-los de vez. Abracei forte sua cintura encostando um lado do meu rosto em seu ventre para depois o beijar e brincar com a língua em seu umbigo. Um perfume delicioso emanava de seu corpo, estava entorpecida e morrendo de vontade de sentir o sabor do seu sexo lisinho e rosado. Fui mais para o meio da cama e ela sentou de frente pra mim com suas pernas enlaçando minha cintura e as mãos em minha nuca. No abraço ela expressou toda sua ternura, e nossos beijos foram recheados de desejos.
Eu a fiz deitar, enquanto tirava sua calcinha, apreciava aquela fendinha minúscula, tipo a de uma menininha. Suas roupas já estavam todas no chão e, suas pernas erguidas e dobradas. Com a cabeça entre suas pernas, a beijei, esfreguei minha boca em seu sexo e a fiz estremecer quando a penetrei com minha língua, iria retribuir os momentos de puro êxtase e também me deliciar sentindo o seu gozo em minha boca – Isso teria acontecido se não tivéssemos sido interrompidas – nos assustamos com batidas na porta e, em seguida, a voz do Léo:
— Nandaaa! Telefone, é a mãe.
— Estou indo — rosnou a Nanda com raiva. — Merda! Espera um pouquinho, Mila. Vou ver o que ela quer.
Ela vestiu somente a camiseta e o shortinho sem a calcinha. Enrolei a toalha em meu corpo e fiquei esperando ela voltar.
Infelizmente quando ela voltou, disse que teria que ir até a Rotisserie de sua mãe, eu fui com ela, se o comandante estivesse em casa eu pensaria em um modo de ficar (rsrs).


Beijos queridos amigos, até a próxima!
 

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