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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Primeira vez com meu padrasto

Depois que minha mãe se separou de meu pai, durante cinco anos éramos somente nós duas em nossa casa. Faz quase dois anos que ela namora o André, e algumas vezes ele ficou para dormir, mas só recentemente eles se juntaram. Ganhei um padrasto quando ele veio morar conosco.
Eu adoro andar pelada pela casa e a sensação de ser flagrada nua me excita muito, mas alguns dos flagras que tomei foram por não estar acostumada com a presença de um homem em nossa casa.
Apesar do cara ter-me visto nua algumas vezes e eu sentir prazer em provocá-lo, contudo ainda não havia rolado um clima sério entre nós.
Eu tinha uma relação quase tipo pai e filha com o André, porém isso foi bem no início da sua chegada, posto que semanas depois eu descobri que o cara é um safado. O meu notebook deu pau, estava sozinha em casa e fui usar o PC dele para baixar umas fotos. Abri o navegador e vi que havia um site de contos eróticos nos "visitados recentemente". Ainda não curtia contos eróticos, entrei naquele site e os contos e comentários me fizeram ficar toda tesuda, pois a maioria eram contos sobre incestos, cada um mais apimentado que o outro. Eu já estava nua, então foi fácil me tocar os seios, xoxota e fantasiar que transava com o meu padrasto. Foi tão bom que gozei bem gostoso.



Eu já fantasiei outras vezes e senti muito tesão por ele, principalmente uma vez que espiei pelo buraco da fechadura e o vi se masturbando no quarto. Isso aconteceu minutos depois dele ter trombado comigo quando eu saia do banho com uma toalhinha que mal cobria minhas partes íntimas e ele me abraçou para que eu não caísse. O volume do seu pau que se formou por debaixo da bermuda deixou-me super excitada e se minha mãe não estivesse em casa naquele dia provavelmente teria rolado.
Depois de ler alguns dos contos que ele salvou no PC, percebi que a tara do safado é por novinhas.
Esperei chegar o fim de semana para seduzi-lo, pois também no sábado minha mãe vai para a loja e retorna somente à noite. Mas o André trabalha até o meio-dia, depois ele joga futebol society com os amigos e chega em casa antes das 18 h.
Chegou o sábado e estava próximo da hora em que ele costumava chegar. Geralmente ele pegava uma bebida e ia assistir TV. Eu teria novos planos para ele naquele dia.

Durante o banho eu raspei meus pelinhos deixando minha boceta lisinha. Passei meu creme favorito no corpo todo e me masturbei introduzindo meus dedos meladinhos em meu sexo imaginando que era o pinto do meu padrasto. Fiquei bem cheirosa e cheia de tesão antecipando tudo que poderia rolar em alguns minutos.
Escolhi uma roupa para ele pirar: um shortinho bem apertadinho que vesti sem a calcinha e uma camiseta soltinha que deixava meus peitos quase a mostra, já que também dispensei o sutiã.
Quando meu padrasto chegou eu fiquei inclinada de propósito mexendo no aparelho de som. Minha bunda arrebitada coberta apenas parcialmente pelo micro shortinho, ficou em destaque para ele quando entrou sala adentro. Depois dos cumprimentos eu fui para o sofá e abaixei para pegar o controle do som, meus seios quase saíram de dentro da camiseta (fiz de propósito, claro). Ele me comeu com os olhos. Modéstia à parte eu estava toda delicinha. Enquanto ele se servia de uma bebida eu falei cheia de dengo:
— Senta aqui comigo André!
Ele achou estranha a minha atitude.
— Está com algum problema, Mila?
— Sei lá, acordei tão carente, sinto falta de uma companhia — quer ouvir música comigo?
— Bora, linda — demoro.
— Vem aqui pertinho então — falei tomada de ideias safadas.
Assim que ele sentou eu deitei a cabeça em seu colo, alisei sua perna e de imediato senti o seu pinto crescendo.
— Nossa, André, tem algo vivo aqui — falei em tom de farra e passei a mão alisando seu pinto por cima do moletom. Ele ficou de boa só na expectativa dos meus atos. Se ele esperava que eu tomasse a iniciativa para ele não se sentir culpado pelo assédio, eu não o decepcionei. Como se já tivéssemos uma intimidade de casal de amantes eu enfiei minha mão por dentro de suas calças e tirei seu negócio durão pra fora e o acariciei com as duas mãos.
— Vixi André, que grandão, será que eu aguento tudo isso?
Não esperei resposta e enchi minha boca. Continuei chupando enquanto o punhetava e tentava engolir tudo. O tesão me consumia.
— Vamos pro quarto, linda, é melhor.

— Só depois de um beijo — falei.
Ele me tomou em seus braços me beijando gostoso. Nossa cumplicidade estava selada. 
Subimos as escadas, eu na frente ele atrás de mim com as mãos por dentro da minha roupa brincando com meus seios. Ao entrar no quarto eu já estava sem a camiseta e ele me ajudou a tirar meu shortinho apertado. Seus olhos gulosos ficaram mirando o meu corpo nu enquanto ele se livrava de suas roupas rapidamente.
— Você não é só uma gatinha, você é um monumento, Mila.
Eu sorri e nos abraçamos e nos beijamos loucamente liberando o desejo contido em nós. Colocou-me na cama já em posição de 69, que delícia chupar aquele pinto e ser sugada em minha boceta, eu via o brilho de estrelas de tanto tesão que sentia.
Não demorou muito e o danado encheu minha boca de porra quase me afogando. Instintivamente eu engoli, mas era tão abundante que parte escorreu pelos cantos da minha boca e foi deixando marcas do nosso amor sobre o lençol. “Também sei ser romântica, hahaha”.
Ele me colocou de costas e deitou sobre mim. Senti o contato daquele pinto enorme em minha fendinha. Com muito jeitinho e carinho o meu padrasto penetrou a minha boceta ensopadinha. Senti tremores de prazer e gemi baixinho curtindo uma dorzinha que ampliava o meu tesão e satisfação. Aquele membro me alargou todinha. Eu tenho o hímen complacente e para mim toda transa é como se fosse a primeira vez.
Ele foi aumentando as estocadas e eu fui entrando cada vez mais no clima e querendo mais forte. Seus golpes bem no fundo de mim levaram-me até as nuvens. Putz! Que gostoso, cheguei ao limite do prazer gozando e gemendo feito uma louca. Meu orgasmo se multiplicou e quase desfaleci quando ele me encheu com seu mel.
— Ahhh, Andrééé… Você está judiando de mim — falei com voz fraca e trêmula.
Aquele homem me fez sentir uma mulher de verdade. Seu pau continuava pulsando dentro de mim enquanto eu soluçava curtindo cada espasmo.

Fiquei possuída e queria muito mais, aquele cacete inteirinho em meu buraquinho, por exemplo, mas ele era prudente e tinha mais juízo que eu, alertou que mamãe poderia chegar logo. Combinamos de continuar outro dia.
Poucas palavras foram ditas naqueles momentos de puro êxtase, mas senti que a nossa atração era recíproca, estava faltando somente alguém tomar a iniciativa para começarmos nossa relação marginal.
Dias, semanas e meses passaram e nós continuamos transando feito dois loucos irresponsáveis. Passou a acontecer mesmo quando minha mãe estava em casa, corríamos riscos absurdos só para dar uma rapidinha.
Eu sei que se ficar batendo na porta do inferno, uma hora o diabo atende. Todavia vale a pena a emoção do perigo; a adrenalina provoca orgasmos múltiplos e impagáveis.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

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