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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Fotos e Sexo na Praia

Curtia as férias de fim de ano com minha mãe e meu padrasto (na época, ele era apenas namorado dela). O local era um hotel em uma praia paradisíaca (Pipa - RN).
Depois do almoço minha mãe foi tirar um... "Cochilo" com o namorado. Eu falei que iria caminhar um pouco.
Indecisa para que lado ir percorri com a vista toda a extensão da praia admirando a paisagem. Um homem despertou a minha atenção. A princípio por ser atraente e parecer interessante e, posteriormente, pelo seu equipamento. Calma gente, era um equipamento Fotográfico. Ele portava uma câmera profissional e fotografava as falésias.
Uma delicinha o gato: bonito, saudável, caucasiano queimado pelo sol e cabelos claros. Saberia depois que tinha 31 anos e seu nome era Roger.
Fui me aproximando, evidente que atraída pelo gato, se bem que eu também sou uma apaixonada por fotografia, seja fotografando ou brincando de top model.
— Linda a sua câmera — comentei ao chegar pertinho.
Muito receptivo ele agradeceu e perguntou se eu também gostava de fotografar.
— Eu adoro, mas sou vaidosa, prefiro bancar a modelo e ficar na frente da câmera.
Seu sorriso gostoso deixou-me animada e bem à vontade. Quis saber se fotografava apenas por hobby, ele explicou que faz trabalhos em fotos para uma empresa que dá assessoria a uma rede internacional de hotéis.

— Posso fotografar você para embelezar meu trabalho?
Respondi sua pergunta em tom de brincadeira:
— Ah tá! Agora eu entendi tudo.
Ele ria com meu modo de falar e esclareceu que em seu trabalho não havia sensualidade, pois visava atrair o turista e sua família.
— Estava só brincando, bora fazer as fotos, adoro fazer poses.

O começo da sessão de fotos foi ali mesmo com as falésias ao fundo, me divertia fazendo várias poses, caras e boquinhas.
Ele propôs irmos até os rochedos onde a paisagem dava um aspecto mais deserto e naturista, aceitei sem hesitar e fomos caminhando e trocando informações básicas até que chegamos ao local.
Fizemos algumas fotos na areia. A seguir sugeriu que eu subisse nas pedras para que o sol ficasse por detrás de mim e destacasse somente minha silhueta.
Roger me ajudou a subir segurando em minha cintura e me elevando.
Seguiu-se a sessão de fotos, após várias poses, fiz uma graça soltando o laço do top do biquíni e brincando de mostra e esconde. O tirei totalmente fazendo poses de forma sedutora e segurando o paninho sobre meus mamilos. Por fim, deixei meus seios à mostra. O homem clicava sua câmera sem parar desde o início da minha exibição.
Deduzi que ele já tinha fotos suficientes, era hora de descer do rochedo e de fazer o meu charminho:
— Roger, me segura? Estou com medo de cair.
Ele guardou a câmera e entrou na água que ficou na altura das suas canelas, pegou-me pela cintura, puxou meu corpo de encontro ao seu e abraçou-me. Passei os braços pelo seu pescoço e com as pernas enlacei sua cintura. Foi inevitável nosso olhar que durou apenas um segundo e o primeiro beijo veio espontaneamente. A seguir, um novo olhar um pouco mais demorado, um sorriso safado e outro beijo. Desta vez foi longo, intenso e de puro desejo de se amar. Acariciei sua nuca enterrando meus dedos em seus cabelos. Ele apertou minha bunda com força impulsionando meu corpo para baixo colocando nossos sexos em contato ainda por cima das nossas roupas. Os nossos movimentos eram os mesmos de uma transa. Fiquei possuída de desejos esfregando meu sexo no dele, dei uma mordidinha em sua orelha e sussurrei em seu ouvido que ele estava judiando de mim e me matando de desejos.
Fiquei em pé e caminhamos até sairmos da água. Ele me conduziu segurando em meus ombros. Alguns metros depois ele deteu a minha marcha e abraçou-me por trás massageando meus seios e causando-me arrepios alojado seu pênis no meu vão traseiro. Sussurrou frases carinhosas, safadas e gostosas de ouvir e a seguir me pegou em seus braços e deitou meu corpo na areia seca. Seu olhar sedutor e hipnotizante nem seria necessário para me dominar, eu já era uma presa fácil e estava completamente entregue quando ele começou a soltar os laços de minha tanga me despindo por inteira. Aninhou sua cabeça entre minhas pernas que foram erguidas e abertas. Fez com que eu gemesse sem pudor sugando meu sexo e remexendo sua língua dentro da minha grutinha. Fiquei toda safada, nem ligava se chamaria a atenção com meus gritinhos, só curtia suas lambidas e toques em meu clitóris.
Ele tirou sua bermuda e exibiu seu membro, não contive meu desejo e o agarrei com as duas mãos, brinquei com minha língua e lábios para depois o engolir e deixá-lo estocar em minha boca. Sem ser grosseiro, Roger soube como me fazer curtir ao máximo aquele oral.
Estava explodindo com o desejo de ser possuída, ele também em me possuir. O gato não judiou mais de mim, esfregou seu pênis em minha vagina e enfiou aos poucos me matando de prazer. Meu gemido aumentava o volume a cada centímetro que me invadia. Quando deslizou tudo pra dentro eu quase pirei de prazer. Suas estocadas gostosas somadas ao ambiente naturista me levaram ao paraíso.

Curti alucinada aquele homem e, naquele momento, para mim só existia o barulho do mar, a brisa marinha e seu sexo golpeando o meu.

Após infinitos gemidos e gritinhos fui presenteada com o clímax. O gato ao ver-me completamente extasiada segurou firme em minhas coxas aumentando a intensidade de suas investidas. Remexi no seu ritmo gritando bem vadia e fui acompanhada por seus urros o sentindo esguichar dentro de mim. Seguiram-se outros jatos do seu mel me inundando todinha... Ahh! Além da emoção do momento, curti cada detalhe: o cheiro do mar, o calor da areia, a brisa marinha, o sêmen morno somado com seu membro preenchendo cada espacinho da minha vagina e o contato do seu corpo no meu. Fui aos céus e quase não volto. Nem a areia foi capaz de incomodar nosso momento de magia.
Ofegante, o gato deslizou seu corpo sobre o meu, nos beijamos com fúria nos mordendo e ficamos abraçados e deitados na areia por alguns minutos. Até que caiu a ficha que estávamos em um lugar deserto, mas em uma praia pública.
Ainda pelados fomos dar um mergulho e tirar a areia do corpo. Saímos abraçados depois de uma brincadeira rápida naquela delicia de água.
— Vamos voltar? — sugeri enquanto nos vestíamos.
Voltamos em direção ao hotel. No caminho ele pouco falou e eu quase nada disse. Depois do nosso primeiro beijo que aconteceu lá atrás, seguido do complemento avassalador, nada mais precisava ser dito, nossa química e cumplicidade nos bastavam.
Trocamos telefone e e-mail pra ele enviar cópias das fotos para mim. Nossa despedida foi próximo ao hotel, cada um indo para um lado. Por várias vezes olhamos para trás até nos perdermos de vista.

Fim

Beijos queridos amigos, até a próxima!



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