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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Assediada Pelo Meu Sogro

Quando tocou o sinal de saída no colégio naquela sexta-feira, meu humor melhorou muito, já que não precisaria acordar cedo no dia seguinte.
Fui com o Fabinho (meu namorado) para a casa dele. Já havia combinado com minha mãe que ela me pegaria lá naquela noite, depois que ela fechasse a loja.
Provavelmente teria que administrar os assédios e investidas do meu sogro, mais uma vez , só não sei até quando conseguiria evitá-lo. Será que eu queria mesmo evitá-lo?
Mais tarde, quando já era noite, a mãe do Fabinho chamou a gente para jantar, eu recusei, pois o lanche da tarde me deixou sem fome, comeria algo em minha casa mais tarde. Pedi para usar o PC do Fabinho enquanto eles jantavam.
Ao entrar no Skype um amigo de São Paulo que teclava comigo há tempos estava online. Antes de ter a minha cam confiscada por minha mãe, me despi online pra ele várias vezes.
O safado adorava exibir seu membro; admito que é bem gostoso de ver, principalmente nas vezes em que ele se masturbou e gozou, eu também chegava ao clímax tocando o meu sexo.
Meu amigo enviou uma mensagem ao notar que eu estava online.
— Oi princesa, morrendo de saudades de você, vejo que conseguiu outra cam.
— Ainda não consegui, estou na casa de um amigo e usando o a cam dele.
— Mas e ai... Vai rolar pelo menos um pouquinho desse corpinho lindo? — ele perguntou todo animadinho.
— Só se for rapidão. Ele volta logo. Mostra um pouquinho de você, também estou com saudades.
Ele desceu as calças e exibiu seu pênis que já crescia em sua mão enquanto ele acariciava.
Nós tínhamos uma sintonia, além de confiança mútua. Desci as alças do meu vestido e exibi meus seios. Totalmente no clima e com seu jeito safado e persuasivo de falar, pediu para eu mostrar minha xoxota. Falei que não era boa ideia, poderia chegar alguém no quarto a qualquer momento. Ele insistiu e eu já estava morrendo de tesão e também no clima admirando aquele pinto lindo e durão.
Bancando a doida e sem noção fiquei em pé, desci minha calcinha até os joelhos e levantei meu vestido.
— Uau gata! Você está ainda mais linda e gostosa... Chega mais perto pra eu ver esta bocetinha linda de pertinho.
Cheguei pertinho da cam e ele também exibiu seu pênis todo orgulhoso, deu até vontade de esfregar a xoxota na tela. Tirei totalmente a minha calcinha e levantei uma perna apoiando na mesinha do PC. Com minha boceta quase colada na cam eu a massageei  e enfiei um dedo tocando meu grelo. Ele aumentou o ritmo de sua punheta.
Estava doida por sexo, há vários dias que não transava. Fiquei louca de vontade quando o vi ejaculando. Geeente! Fiquei ensopadinha, porém tive que abortar o papo.
— Tem gente chegando — alertei com pavor. Assustei-me com a voz do pai do Fabinho que acabara de chegar. Sai do Skype dizendo: — Sujou,  beijos tchau.
Arrumei o vestido rapidão e ouvi a voz do homem chegando na porta do quarto.
— Vou por uma bermuda e o chinelo amor, pode fazer meu prato — ele falava com a mulher.
Quando ele me viu no quarto do Fabinho o tarado se animou todo e foi entrando dizendo:
— Oi amorzinho, que surpresa agradável.
Eu não dei atenção a ele e discretamente escondi a minha calcinha,  que estava sobre a mesinha, colocando um caderno sobre ela. O safado veio por detrás de mim como uma ave de rapina. Consegui virar a tempo antes dele colar em mim, mesmo assim fiquei presa entre ele e a mesinha.
— Boa noite meu sogro — falei na esperança de deixar claro qual era nossa relação.
Foi inútil, ele só me vê como um pedaço de carne. O sem noção grudou em meu corpo, foi com as mãos por trás de mim me abraçando e me amassando:
— Que corpinho gostoso.
— Me larga seu tarado, o pessoal tá ai do lado.
— Eles estão ocupados comendo — retrucou já acariciando minhas costas e descendo as mãos até minha bunda.
Eu o empurrava, mas ele é grandão e muito pesado, e o pior... Eu começava a gostar daquilo, a porra da adrenalina aumentou meu tesão que já estava a mil.
Quando ele enfiou as mãos levantando meu vestido e tocou a minha bunda nua, o homem ficou doidão.
— Nossa! Que bundinha lisinha e macia — você não usa calcinha minha lindinha?
Eu nem sabia o que responder, já estava toda umedecida. Perdi totalmente a noção do perigo quando senti seu dedo tocando minha vagina.
— Paraaa! Eu murmurava.
Ele forçou o dedo mais no fundo e meteu aquela boca molhada e barba por fazer em meu pescoço e se esfregando em mim.
— Para seu idiota! — eles vão pegar a gente.
Ele me fez virar e curvar dobrar o corpo ficando com o troco sobre a mesinha. O maluco mais que ligeiro abaixou e meteu a língua lambendo e chupando da minha boceta ao meu reguinho. Claro que eu já estava com uma overdose de adrenalina e não resistia mais. Naquela altura eu nem sabia onde estava. Queria gemer gostoso, mas segurei, curti aquela língua safada e gozei rebolando em sua boca... Ahh! O homem me sugou todinha e tive que abafar com a mão um gemidinho de prazer.
Quando ele levantou eu virei olhando brava pra ele.
— Você é bem filho da puta, mas eu amei — murmurei com carinha de safada.
Ele me assustou ao agarrar-me pela cintura e colocar-me sentada na mesinha. Abriu e desceu suas calças em tempo recorde. Eu ia descer e sair correndo dali, pois iria dar merda com toda certeza. No entanto, quando vi aquele pênis duro e grosso como um cassetete vindo em minha direção, pensei... "Ah, quero mais que se foda!"
Joguei o tronco para trás e levantei minhas pernas dobradas e abertas, ele ajeitou seu órgão na minha fendinha molhadinha e começou a introduzir fazendo meus olhos revirarem com o tesão que senti. Quando o tarado sentiu dificuldade para ultrapassar meu hímen complacente ele perguntou incrédulo:
— Meu Deus! — você ainda é virgem anjinho?
Eu com a maior cara de pau e louca de tesão respondi:
— Sou, mas não para, por favor, me faz mulher!
O homem pirou de vez, segurou em minha cintura levantando meus quadris. A pegada seria forte, sentia a invasão do seu pau que ia fundo... Porém foi quando a mãe do Fabinho gritou lá da cozinha:
— Seu prato está na mesa amor.
"Que merda!" Pensei. Ele também falou um palavrão quando tirou de dentro dizendo:
— Não aguento mais, você me enlouqueceu de vez menina — diz o que você quer pra gente se encontrar longe daqui.
— É ruim hem! Não sou sua periguete de programa.
— Não quis ofender anjo — a gente conversa melhor depois.
Ele saiu do quarto. Pensei comigo: "Não deixaria isso acontecer de novo". Em meu íntimo eu não tinha tanta certeza que não deixaria acontecer novamente.
Vesti minha calcinha e fui pra sala assistir a novela.


Beijos amigos, até a próxima!

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Eu também vivo esta fantasia quando escrevo. É muito bom poder compartilhar e conquistar cúmplices para viajarmos juntos nas emoções. Valeu pela atenção. Beijos!

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