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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Exorcizando o Fantasma da Diarista

Depois que meu padrasto saiu aqui de casa, a vaca da diarista pegou mais leve comigo, também eu mal a via, pois não ficava em casa quando ela estava aqui. Um dia que era feriado escolar, não tive como fugir da Joana, ela chegou cedo enquanto eu ainda estava dormindo.
Acordei e tive a sensação de que era observada, e era realmente, a Joana estava bem juntinho de minha cama e tentou disfarçar quando perguntei o que ela fazia em meu quarto. Tentou me enrolar dizendo que veio pegar minhas roupas sujas para colocar com as outras na máquina de lavar. Eu desconfiei que ela me espionava, já que eu durmo pelada quando não está frio e acabo ficando descoberta durante a noite. "Será que ela estava admirando minha nudez? Ainda não conhecia este seu lado homossexual." Pensei.
Eu continuei testando a mulher, fui tomar uma ducha e desci peladinha para tomar o café. Ela ficou na cozinha comigo o tempo todo e percebi seus olhares em minhas partes intimas.
Outra pessoa que se sentisse incomodada pediria para eu me vestir ou iria fazer outra coisa em outro ambiente. Ela não, embaçou na pia lavando dois pratos e três copos.
Eu sou formada em sivirologia e estava cheia de idéias. Após tomar meu café falei que iria escovar os dentes, subi para meu quarto e deixei minha câmera digital disfarçadamente escondida e com a lente voltada para minha cama. Deixei ligada no modo vídeo e fui atrair a Joana.
— Joana... Queria te pedir uma coisa!
— Pode pedir Mila!
— Estou sem jeito de falar, pois é bem íntimo!
— Fala menina, eu já vi de tudo nesta vida!
— Eu queria que você me ajuda-se a depilar minhas partes íntimas, claro, se não for intimidade demais pra você!
— A xoxota? Falou e riu muito.
— Sim e, mais atrás um pouco!
— Magina Mila, eu ajudo sim!
Fomos para meu quarto, expliquei-lhe como usar meu depilador elétrico, deitei na cama e levantei minhas pernas tipo noventa graus para que ela tivesse acesso à minha região anal.
Ela parecia se deliciar enquanto raspava os pelinhos do meu cuzinho e alisava minha bunda e coxas, quando terminou pedi para passar um creme no local para não irritar. Ela encheu a mão de creme e massageou gostoso meu reguinho e depois deslizou sua mão até minha xotinha, alisou com carinho e enterrou os dedos nela e me tocou o clitóris me fazendo gemer muito...
— Ahaa Jô, não judia de mim!
Eu baixei minhas pernas e ela foi deslizando seu corpo pra cima do meu, ainda com os dedos enterrados em minha buceta, deu-me um beijo longo e carinhoso. Eu estava no jogo e correspondi ao beijo...
— Toma uma ducha comigo? Estou cheia de pelinhos me pinicando! Sugeri.
Ela mais que depressa concordou e tirou sua roupa, seus seios de 30 anos ligeiramente caídos, com os bicos durinhos, rosados e lindos. O seu corpo um pouco acima do peso não tirava seus atrativos de mulher.
Quando estávamos as duas no Box, molhadas e ensaboadas, ela alisou meu corpo todinho deixando-me louquinha de desejos. Abraçou-me por trás e disse tudo que estava preso em sua garganta nestes últimos meses: sua atração por mim e os ciúmes que sentia quando via meu padrasto me comendo com os olhos, e o dia que viu ele me comendo de verdade, além de ciúme teve ódio dele e quis se vingar...
Voltamos para o meu quarto após nos enxugarmos, ela enrolou o lençol cheio de pelinhos e o jogou no chão e fomos para a cama.
Ela me lambeu inteirinha, brincou com os dedos em meus buracos e socou a língua em minha buceta. Nossa! Que chupada.
Mesmo sendo tudo parte de um plano para me livrar dela, não perdi a oportunidade de curtir o momento. Eu me entrego inteira nestes momentos de tesão e não demorou...
— Ahh Joana... Não para! Gozei muito em sua boca e ela continuou me sugando e bebendo todo meu mel.
Depois eu retribui e ela quase desfaleceu quando eu chupei sua xoxota e enterrei meu dedo em seu cu fazendo-a gozar com gemidos e gritinhos.
Brincamos de roçar nossas bucetas e de fazer penetrações com meu tubinho de desodorante.
Geeente! Nunca reparei neste lado lésbica da Joana; nada contra, adoro lésbicas, mas ela sempre foi muito careta para o meu gosto, fiquei surpresa com esta novidade.
A diarista precisou ficar até mais tarde, pois o serviço não rendeu muito aquela manhã.
No dia seguinte eu mandei a cópia do vídeo para o meu padrasto fazer uma edição e deixar somente as partes que a comprometessem, ele disse que talvez não fosse o suficiente para se livrar dela, mas que eu deveria mostrar o vídeo pra ela e ameaçá-la, na sequência ele iria dar o jeito dele.
— Eu vou te livrar da Joana Mila, quem sabe assim a gente possa se curtir novamente!
— Agora tô preocupada! O que você quis dizer com "me livrar dela"?
— Só vou dar um susto e fazer com que ela suma de nossas vidas!
— André, não vai fazer besteira e piorar ainda mais as coisas, nada de violência!
— Fica fria Mila, será só um susto!
Finalizando... Eu nem tive a oportunidade de mostrar o vídeo para a vaca, ela não foi trabalhar em casa na sexta seguinte e nem na terça. Minha mãe foi até sua casa e uma vizinha disse que ela colocou suas coisas em um caminhão no último domingo e foi embora com a filha. Largou a casa e o companheiro para trás.
Depois soube por meu padrasto que foi somente um susto que seus amigos policias deram nela.
Eu não quis saber de detalhes, e nem se os policiais viram o vídeo. O importante é que ele conseguiu exorcizar um dos fantasmas que me assombravam.
Os dias passaram, soube por minha mãe que era quase certo que o André, meu padrasto, voltaria lá pra casa. A notícia não me agradou e antecipou minha decisão de em breve ir morar com meus avôs maternos em Brotas/SP.

Beijos queridos amigos, até a próxima!

sábado, 28 de dezembro de 2013

A Última Vez Com Meu Padrasto

Muitos dias passaram desde que a Joana flagrou eu e meu padrasto transando em minha cama. Continuava sendo assombrada pelo fantasma da diarista vaca, mas aconteceram muitas coisas em minha vida desde aquele dia, inclusive sexo é claro. Antes de contar como me libertei da diarista chantagista vou contar algo que aconteceu antes.
Naquele momento eu estava namorando um carinha do meu colégio (Fabinho), ele sempre foi muito legal comigo e para me agradar frequentemente me presenteava com várias coisinhas.
Eu dei uma chance para o garoto bonzinho, era somente um namoro sem transa. Na verdade eu o estava usando para passar as tardes de terça e sexta em sua casa e evitar encontrar nossa diarista que me extorquia a cada encontro. Porém, passei a administrar os assédios do tarado do meu sogro (pai do Fabinho).
Em um feriado prolongado minha mãe deixou que eu fosse com o Fabinho e seus pais para o litoral; nós quatro pegaríamos a estrada para a praia de Maresias na quarta à noite. Naquele mesmo final de semana minha mãe iria com meu padrasto para o sítio dos meus avós e voltaria no final da tarde de domingo, assim como nós.
Lá na praia ficamos instalados em uma pousada modesta, era um quarto grande onde dormiríamos todos juntos, meu sogro todo o tempo me comendo com os olhos e fazendo caras e bocas.
Ele teve apenas uma oportunidade de ficar a sós comigo por mais de cinco minutos, foi na sexta-feira à noite quando eu e o Fabinho estávamos sozinhos no quarto. Eu sai do banho só de toalha e com a intenção de deixá-la escorregar propositalmente para exibir meu corpo nuinho para meu namorado e dar uns amassos com ele... Assustei-me quando o pai dele entrou no quarto e cravou seus olhos cheios de tara em mim. Foi até sua carteira, tirou um dinheiro e deu para o Fabinho e mandou que ele fosse rápido levar para sua mãe lá na barraquinha dos cocos, pois ele (o pai) precisava ir ao banheiro.
Assim que o Fabinho saiu meu sogro começou o ataque...
— Está peladinha por baixo da toalha anjinho?
Menti e dei um tom sério na resposta:
— Não senhor, tem mais roupa por baixo!
Ele é safado e esperto, colocou a mão em um olho e falou:
— Merda! Entrou um cisco em meu olho, assopra pra mim, por favor!
Banquei a inocente e fui até ele para assoprar, quando estava com meu rosto próximo ao dele, me agarrou com uma mão na nuca e outra nas costas e beijou-me na boca. Não conseguia me soltar, mas não correspondi ao beijo. Quando tirou a boca da minha ele falou:
— Não seja cruel gatinha, tenho tanto carinho pra te dar!
— Me larga seu doido sou namorada do seu filho!
Ele nem ligava, enfiou uma mão levantando minha toalha e tocou minha bunda nua. O homem se descontrolou...
— Você está nua anjo! E alisou minha bunda com uma mão e me segurava com outra. Eu tentei me soltar dele sem sucesso.
— Para seu tarado, me solta, por favor! Falei com raiva.
— Calma amor! Eu fico doidão quando vejo um corpinho de anjo assim como o seu, serei carinhoso prometo!
Com um puxão ele arrancou minha toalha e fiquei peladinha em seus braços. Eu ainda resistia tentando me soltar, ele me abraçou, alisou minha bunda e foi com o dedo em minha xotinha. Eu xinguei o FDP em minha tentativa frustrada de me soltar; o homem era grandão e forte. Era o mesmo que uma gatinha brigando com um pitbull.
Ele me virou e quando encostou em mim, senti o seu pau nu em contato com minha bunda, o safado havia baixado sua bermuda. Quanto mais eu me debatia, mais seu pinto se alojava em meu rego, já que eu era forçada contra ele por sua mão que cobria minha boceta e um dedo me tocando já em meu interior.
Uma mistura de raiva por estar sendo forçada, somado a situação de pura adrenalina, pois era certo que seríamos flagrados, deixou-me com tanto tesão que não conseguia mais resistir e me entregaria aos caprichos daquele tarado.
Foi quando ele falou um palavrão...
— Puta que o pariu!
Virei o rosto e vi o seu olhar assustado em direção da janela.
— Caralho, eles estão voltando! Deixa estar anjinho, um dia a gente se entende! E me largou.
— Seu tarado FDP!
O xinguei e peguei a toalha e minhas roupas e corri para o banheiro.
Segundos depois ouvi que minha sogra chegou com o Fabinho.
Tivemos que voltar no sábado depois do almoço, o pai do Fabinho recebeu um telefonema do serviço dele pela manhã e teria que trabalhar durante a noite de sábado e parte do domingo, ele faz escolta armada para caminhões de carga.
Quando voltamos para São Caetano ele deixou mulher, filho e as coisas lá em sua casa, depois seguiu até a minha e de lá ele seguiria para o trabalho.
Já defronte a minha casa ele pediu um beijo de despedida, falei:
— Para seu doido, as janelas em volta estão cheia de olhos nos observando!
Desci, peguei minhas coisas no banco de trás, dei tchau e ele se foi.
Acendi as luzes e fui para meu quarto, tirei aquela roupa que estava grudando em meu corpo e fui para o banho. Ligaria para minha mãe mais tarde.
Logo depois de me refrescar, enrolei a toalha no corpo e desceria até a cozinha para comer algo, tomei o maior susto quando sai para o corredor e vi meu padrasto parado me olhando.
— Sua mãe terminou comigo Mila, estou indo embora! Ele murmurou.
— É mentira, cadê minha mãe?
— É verdade, ficou com seus avôs em Brotas e vem amanhã quando eu não estiver mais aqui! Vou levar algumas coisas, volto durante a semana para pegar o restante! Concluiu.
Eu disse que sentia muito por eles, mas com tudo que tinha acontecido ultimamente, achava que a distância entre nós seria a melhor coisa naquele momento! Ele concordou.
— Não vai me dar nem um beijo de despedida? Disse ele.
— Só um beijo ok? Falei serião.
Assim que me aproximei dele agarrou minha cintura me puxando para si e me beijou a boca. Correspondi ao beijo que foi bem longo e curti as carícias em meu corpo. Ele levantou um pouco a toalha acariciando meu bumbum enquanto sussurrava palavras de amor e de desejos, queria me ter pela última vez. Eu o empurrei levemente me afastando.
— É melhor você ir agora! Aconselhei.
Virei-me em direção ao meu quarto, ele ainda segurava minha toalha e quando me afastei ela desenrolou do meu corpo ficando em suas mãos e me deixando peladinha.
— Uau!... Como poderei ficar sem esta bucetinha lisinha e estes seios tão lindos!?
— Devolve minha toalha! Falei braba.
Ele veio e pegou-me com força, soltei um grito quando me jogou sobre seu ombro e deu um tapa na minha bunda. Enquanto eu esperneava e xingava, ele falou:
— Só eu sei como você gosta!
Levou-me para o meu quarto e jogou-me na cama, tirou o tênis e veio em minha direção. Ajoelhada na cama eu lutei com ele um pouquinho com cara de poucos amigos enquanto falava:
—  Já te disse, não quero mais nada com você, eu gosto do meu namorado!
— Ele não vai se importar se não souber Mila, estamos somente nós dois aqui! Falou o safado.
Eu continuava reagindo, mas na verdade estava adorando aquela despedida.
Ele era mais forte e melhor de luta... Por fim, me finalizou, agarrou minhas pernas me deixando tipo franguinho assado, enfiou a cara entre minhas pernas e me deu uma chupada gloriosa.
Quando caiu a ficha eu já estava abraçada ao seu corpo nu trocando beijos bem safados, ele deslizava sua mão por todo meu corpo e encheu a boca com meu seio e sugou feito um animal selvagem.
Voltamos a nos beijar e eu fui descendo a boca beijando seu corpo até chegar ao seu pênis, brinquei com a língua e depois engoli chupando enquanto com as mãos alisava suas bolas, coxas e barriga, a expressão dele era de muito prazer.
Levantei e fui pra cima dele, juntos ajeitamos seu membro em minha boceta e sentei engolindo ele todinho e deitei meu corpo sobre o dele.
Ao mesmo tempo em que nos beijávamos, ele com as mãos em minha bunda me forçava de encontro ao seu corpo fazendo aquele pinto entrar e sair de dentro de mim quase me matando de prazer. Levantei meu tronco e cavalguei enquanto minha bunda era alisada com carinho. Ahaa! Eu gemia igual uma cadelinha sentindo tudo aquilo dentro de mim.
Depois de esfregar e remexer alucinada sobre o homem... Ahh! Gozei e o gozo foi mágico.
Quando ele tirou seu pau meladinho de dentro de mim e me colocou de quatro, meu cuzinho queimava de ansiedade. Se era mesmo a última vez, queria que ele me rasgasse todinha... E ele socou tudo de uma vez... Ohoo André! Gemi de dor, porém em segundos comecei a rebolar sentindo muito prazer com ele bombando fortão em meu buraquinho.
Pegou em meus seios os massageando e depois puxou meu corpo fazendo eu levantar o tronco e virar a cabeça para beijá-lo, e sem parar as estocadas. Aquilo estava uma loucura, veio o segundo orgasmo seguido do terceiro e meu rabinho estava cheio de porra. Era puro tesão e uma despedida muito boa.
Fiquei molinha e quase desfalecida, ele tirou de dentro e desabamos na cama. Ele ficou deitado ao meu lado e demonstrou que também sabia ser carinhoso. Tocou meu corpo suavemente e ficamos assim até eu adormecer.
Acordei somente na manhã seguinte depois de um soninho gostoso, vi uma rosa ao meu lado na cama... Este gesto me surpreendeu.
Ele já havia partido, vou sentir saudades.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Flagrada na Cama com Meu Padrasto

Após aquele final de semana (conto: Por Um Triz) que eu quase tomei um flagra enquanto cavalgava no pênis do meu padrasto, e passei a noite na cama com meu tio, a semana seguiu e teve mais emoções.
Na tarde de terça-feira, cheguei do colégio e após o almoço estava em meu quarto assistindo sessão da tarde (passava "Ghost" pela milésima vez). Assisti todas as vezes, adoro a parte em que o Sam abraça a Molly por trás enquanto ela faz um vaso de “barro”. Estava viajando curtindo a cena quando a Joana, nossa doméstica diarista que vem todas as terças e sextas, entrou em meu quarto para se despedir. Acabou o serviço do dia e estava indo embora.
Logo após ela sair, ainda excitada eu imaginava a cena do filme. Tirei minha roupa, peguei meu creme pós banho e brinquei com meu corpo massageando minhas partes íntimas...
Acabei cochilando, não sei por quanto tempo. Acordei sentindo um dedo em meu buraquinho, quando olhei assustada, era meu padrasto com aquela cara safada de tarado.
— Acordou anjo?
— Não, ainda estou tendo um pesadelo! Ironizei com carinha de braba.
 — Engraçadinha, mesmo assim é bom ver esta bundinha linda empinadinha! Vamos terminar o que você começou no domingo?
Eu acordei de mal humor, porém não adiantaria dizer não, ele sabe como me persuadir.
— Espera ai, vou fazer xixi! Exclamei.
Quando voltei do banheiro, ele já estava pelado e colocando o tubo de gel na cabeceira de minha cama.
— Nossa, seu caminhar assim peladinha me deixa com super tesão!
Ele sentou na beirada da cama, pegou-me pela cintura e colocou-me em seu colo, abraçou-me e nos beijamos. Suas mãos seguravam forte em meus quadris esfregando minha xotinha em seu membro. Minha fendinha, por várias vezes, roçou indo e vindo por toda a extensão do seu órgão rígido durante o tempo em que me beijou.
O tarado agora queria brincar com meus seios, todavia estava judiando de mim com suas mordidas em meus mamilos. Ainda estava na dúvida se o que eu sentia era raiva ou tesão.
Quando pegou-me de uma maneira selvagem e jogou-me na cama fazendo-me ficar de quatro, não achei ruim. Todavia, quando deu um tapa forte e dolorido na minha bunda, porra, fiquei emputecida. Rosnei zangada:
— Vai me espancar agora é?
— Não anjo, é só carinho, sabe que eu te amo né?
Ele estava meio bruto hoje, mas até que gostei dessa nova pegada, já estava enjoada da rotina, porém, não falei nada.
Ele enfiou a boca em minha bunda e brincou com a ponta da língua no meu buraquinho e foi puxando meu corpo até sua língua estar bem no fundo. Ahaa! Agora eu até deixaria ele me espancar se quisesse, aquilo era muito bom. Depois foi em minha xotinha, o danado sabe como fazer eu gemer alto.
— Ahaaaa Andrééé! Perco o controle.
Estava quase pra gozar em sua boca quando trocamos, fomos pro piso, ele em pé e eu ajoelhada no tapete, deixei ele bombar forte em minha boca como se estivesse metendo em uma boceta, só parou quando eu engasguei.
Colocou-me novamente de quatro na cama, melecou meu reguinho e o seu membro com o gel, ajeitou em meu anelzinho e introduziu tudo, sem dó, até eu senti-lo bem no fundo de mim...
— Ohoo André... Espera, tá doendo!
O início é muito dolorido, aquela coisa roliça me rasgava todinha.
Ele ficou um tempinho com tudo aquilo dentro de mim, mas sem mexer, massageava meus peitinhos e beijava meu pescoço e minhas costas falando um monte de sacanagem.
Logo depois recomeçou as estocadas, eu já estava um pouco relaxada, o acompanhei remexendo minha bunda devagar. O homem foi aumentando os movimentos até socar forte no fundo de minha alma... Puts, em soluços eu gemia, urrava e sentia os tapas em minha bunda.
Sua mão deslizou em meu sexo e dois dedos penetraram em minha boceta mexendo forte e rápido.
— Ahh! Como eu gozei, e cheguei ao auge do gozo quando senti seu pênis pulsando e seu sêmen invadindo minhas entranhas... FDP! Ele tirou de dentro tão rápido que quase me mata de dor, e com uma punheta, terminou de gozar esporrando toda minha bunda.
Enquanto ele se esfregava em mim, melecando-me todinha, eu virei a cabeça pra olhar na cara dele e dizer que me machucou, mas só consegui murmurar:
— Meu Deus... Joana!
Ela estava por detrás dele, parada na porta do meu quarto.
Ele virou e também a viu, estática com os olhos arregalados e parecendo não acreditar.
"Será que ela viu tudo aquilo que fizemos?" Pensei.
Por fim, ela falou:
— Que nojeira é esta seu André? E Você Kamila, fazendo tudo isso com o marido da sua mãe, está até parecendo uma puta!
— Pelo amor de deus Joana, minha mãe não pode nunca saber disso! Foi o que consegui suplicar.
— Aha não, isso está muito errado, vou ter que falar pra ela! Ameaçou e saiu em direção às escadas.
André já estava se vestindo, eu me cobri com o lençol.
— Espera Joana, vamos conversar! Gritou ele.
Resumindo: O André deu dinheiro pra ela ficar quieta. Entretanto, funcionaria por poucos dias.
Depois ela disse que havia voltado pra pegar sua carteira que esquecera em minha casa. Agora sei que era mentira, nós subestimamos a vaca, ela já havia percebido que rolava algo entre eu e meu padrasto e aproveitou a oportunidade pra dar o flagra e obter lucro.
Logo ela quis mais dinheiro do André e também me pedia algumas coisas assim só insinuando:
— Você tem umas blusas que não está usando Kamila, não quer dar uma pra minha filha? (A FDP também estava me extorquindo).
Um dia era uma blusa, outro dia saia... Os dias que se seguiram foram de muito jogo de cintura, mas tudo tem seu fim, mas vai ficar pra outro conto, este já está longo demais.

Beijos queridos amigos, até a próxima!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Violentada Na Casa Abandonada

Muitos me perguntam se sempre fui safadinha e impulsiva assim como sou hoje, e se eu iniciei minhas transas no berçário. Não amigos, eu também sentia vergonha e medo de uma relação sexual de alto impacto, talvez por ter tido experiências sexuais desagradáveis no passado. Os medos começaram a ser eliminados há pouco tempo.
Nesta época eu passava boa parte do meu tempo com as gêmeas, eram minhas vizinhas e amigas, porém meu maior interesse era no irmão delas (Valtinho), ele era dois anos mais velho do que nós.
Eu adorava quando ele inventava brincadeiras e nós quatro íamos para uma casa ao lado. A construção havia sido paralisada há anos e ficou abandonada só com as paredes e a laje. Nós dois sempre dávamos um jeito de trocar beijos e carinho longe do olhar das irmãs. Mas como o instinto falava mais alto, o desejo de ir além dos beijos aumentava a cada dia. Fizemos algumas tentativas, mas mal dava tempo de baixar minhas calcinhas e ele enfiar seu pinto em mim, por trás, que já tínhamos que parar rapidão, pois uma ou outra se aproximava cortando o barato. Faltava uma oportunidade para ficarmos sozinhos o tempo suficiente e matarmos o nosso desejo.
Em um final de tarde chuvosa eu estava na casa deles. Fiquei sozinha na sala com o Valtinho por um breve momento, foi o suficiente para combinamos de nos encontrarmos na casa abandonada. Minutos depois eu me despedi do pessoal dizendo que iria para minha casa, mas na verdade fui para a casa abandonada. Ele iria ao meu encontro logo a seguir.
Já era noite quando entrei na construção velha, fiquei morrendo de medo do escuro e também de alguém ter me visto. O Valtinho demorou para vir, talvez nem tenha sido tanto tempo, o meu medo é que deve ter feito o tempo parar.
Fiquei super aliviada quando ele chegou. Trocamos alguns beijos e fomos logo para o que interessava, tirei meu shortinho, calcinha e debrucei em uma muretinha de tijolos do local. Na sequência senti aquele pinto durinho molhado de saliva roçando e entrando no meu anus.... Ahaa! A espera valeu a pena, como era gostoso sentir tudinho dentro de mim. Ele me segurou pela cintura indo e vindo bem rápido do meu buraquinho. Curti suas bombadas gostosas por vários minutos e fui aos céus quando ele soltou sua porra quentinha dentro de mim, parecia um sonho. Porém o Valtinho tirou de dentro assim que gozou. Fiquei frustrada pra caramba, queria gozar gostoso também. Foi quando ele pediu:
— Deixa eu por na frente, Mila?
Eu estava louca de vontade, todavia, também morria de vergonha de ter que ficar de frente pra ele enquanto fazia aquilo em mim. Eu tentava dizer que não, mas o desejo e o fogo entre minhas pernas diziam que sim.
Recusei a primeira vez, ele insistiu. Virei pra ele e fiquei mais sem graça ainda ao ver o seu olhar sacana.
— Não consigo fazer com você me olhando assim  desbafei.
Levei um baita susto com o chiado característico de um raio e o estrondo enorme de um trovão na sequência. A chuva se transformou em temporal.
Abracei-me a ele com medo. O garoto tornou a insistir em colocar em minha xota... Deus! A carne é fraca e acabei cedendo.
Com sua ajuda eu deitei na muretinha ficando com minhas pernas abertas. Envergonhada tapei meus olhos com as mãos para não vê-lo me encarando.
— Como você é boba, Mila  ele zombou de mim e riu.
Eu não respondi, só fiquei doidinha de desejos e ansiosa esperando o momento de sentir o seu pinto penetrar o meu sexo.
A espera pareceu uma eternidade, só ouvia o barulho forte da chuva. Depois de segundos angustiantes de espera, senti sua mão — que parecia ser bem maior naquele instante — segurando em minha perna, a arreganhando mais ainda, e seu pinto forçando a minha fendinha. Quando parte dele foi pra dentro de mim eu senti uma dor como se estivesse sendo rasgada; aquela coisa parecia estar bem maior agora.
— Aaii! — gemi segurando o choro e sentindo muita dor com aquele pinto forçando meu hímen complacente.
— Para Val! Está doendo muito... Huuum!
Tirei as mãos dos olhos e congelei, era o pai do Valtinho que estava me comendo. Com uma cara bem sádica o homem falou:
— Não era isso que você queria sua putinha? — e segurou firme com as duas mãos em minha cintura e deu uma estocada forte atravessando meu hímen. Seu pau foi rasgando tudo até o fundo das minhas entranhas. Deus do céu! Senti uma dor da porra. Gritei altão:
— Aaaiiii! Para moço! Está me machucando.
Ele nem se importou com meu choro e ninguém ouviria meus gritos com todo aquele barulho de chuva.
Ele segurou em meu pescoço e falou de uma maneira que me fez gelar.
— Para de gritar ou eu vou te machucar de verdade.
Mesmo morrendo de medo continuei implorando para ele parar, porém ele socava cada vez mais forte dentro de mim. Eu fui me adaptando a dor e meu lado putinha começou a gostar. Pode ser doentio, mas não tinha como eu não curtir aquilo tudo. Não gritava mais, no entanto, gemia muito ainda, um gemido gostoso e de prazer.
Não sei quanto tempo recebi seus golpes em minha boceta, perdi a noção de tudo, fiquei completamente entregue àquele tarado e toda molinha.
Eu já tinha gozado duas vezes quando...
— Ohoooo! — o que senti foi indescritível, ele ergueu-me em seus braços segurando em minha bunda e bombou feito um animal. Fiquei agarrada ao seu pescoço e grudada em seu corpo sentindo ele gozar muitão e me enchendo com seus jatos sem fim. Fiquei completamente inundada e aquecida por dentro e gozei mais e mais enquanto ele continuava socando em meu sexo.
Ele começou a diminuir suas estocadas até parar. Depois ficou fungando no meu pescoço.
Fiquei acabadinha, não tinha forças nem para xingar o fdp, estava praticamente desmaida em seus braços. Minha cabeça estava caída em seu ombro e fiquei enojada com suas lambidas e beijos em meu rosto e pescoço. Ele ainda massageava minha bunda e a apertava. Falou um monte de sacanagens pra mim, nem entendi direito, ainda estava zonza e tentava me recuperar.
Logo depois quando ele me desceu, consegui caminhar até uma água da chuva que caia da laje e lavei toda aquela meleca que escorria de dentro de mim descendo por minhas pernas.
Não preciso nem dizer que ele me ameaçou caso eu contasse para alguém. Eu não contaria, sempre tive medo dele; o homem era um estúpido em sua casa e na vila o pessoal dizia que ele era brigão e violento. 
Eu fiquei frustrada por não ter sido o Valtinho que me possuiu, mas o meu lado devassa até que curti o resultado do acontecido.
Fui pra casa na chuva, molhada e deliciosamente dolorida. Meu desejo enfim foi saciado, apesar de ter sido sinistro pra caramba.



Beijos queridos amigos... Até a próxima!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

No Último Carnaval Perdi Até a Calcinha

Geralmente passamos os dias de carnaval em um apartamento de familiares que fica no litoral em Santos.
No último carnaval, na manhã do domingo, estávamos na praia junto com uns amigos do prédio, um casal que têm dois filhos: Daniela um ano mais velha que eu e o Diego, um gato de pele morena tipo atlético bonito fofo e gostoso haha... É o mais velho e tem 20 anos.
Toda vez que cruzamos lá na praia ele tenta me ensinar a surfar, mas não sei se é falta de onda ou eu que não levo jeito, é muito difícil ficar em pé em cima daquela coisa.
Após uns mergulhos Diego disse que naquela noite teria um baile de carnaval na rua das colônias na Cidade Ocean ali perto e convidou-me para ir com ele e a Dani. Falei que ele teria que convencer minha mãe, pois ela sabe a filha que tem e não me deixaria solta em um baile noturno.
Ele falou primeiro com a mãe dele para dar uma força, ela ajudou a convencer minha mãe que me deixou ir.
No final da tarde, no apartamento, escolhi a roupa que iria ao baile: uma saída de praia bem moderninha que pode ser usada no dia-a-dia, é uma saia Max bem colorida e folgada, tipo tomara que caia, deixava a marquinha do biquíni aparecendo e quase meus pelinhos também... Se eu tivesse, claro, e um top do mesmo tecido que só cobria os seios.
Passava das 21 horas quando eu, a Dani, o Diego e um casal de jovens, amigos deles, partimos para a baladinha.
Eu e o Diego já trocamos beijos algumas vezes, mas por nos encontrarmos raramente, só houve uma oportunidade de transa. Foi uma vez em que voltávamos da praia e acabou a força, ficamos os dois presos no elevador de serviço.
Após uns amassos eu fiz um boquete rápido no gato e deduzimos que dava tempo de uma rapidinha. Tirei minha tanguinha e ele me pegou por trás penetrando com certa dificuldade em minha xotinha, porém, quando ele começava as bombadas saia de dentro, eu curvei meu corpo apoiando as mãos no chão me oferecendo toda para ele que agora não teve a menor dificuldade, socou seu pau todinho dentro da minha fendinha e começou com estocadas que me levaram a loucura. Estava curtindo gostoso e quase gozando quando voltou a força e o elevador começou a andar... Cacete, que merda! Foi só o tempo de eu vestir minha tanguinha rapidão antes da porta abrir. Eu servi de escudo indo na frente dele para esconder sua barraca armada.
mais tarde, na colônia de férias onde acontecia o baile, havia uma mesa reservada para nossa turma, a área das mesas era separada da pista de dança, a luz era suave e o lugar aconchegante.
Fomos logo pra folia, era uma música atrás da outra e eu me acabando de dançar. Entre uma coreografia e outra eu me insinuava para o Diego e no abraço que ele me dava por trás eu percebia sua excitação. Seu pau em fase de ereção roçava minha bunda por cima dos tecidos finos da minha saia e da sua bermuda e me deixou ensopadinha e cheia de desejos.
Por volta de meia noite pedi para ele me acompanhar até a mesa que eu iria ao banheiro, a Dani veio junto e colocamos o papo em dia mesmo entrando em reservados separados, já que era aberto na parte de cima. Eu estava com umas idéias apimentadas, tirei minha calcinha e como não tinha bolso em minha roupa e nem uma bolsinha, embrulhei minha calcinha com bastante papel e a escondi na lixeira.
Voltamos até nossa mesa onde o Diego estava nos esperando, dei um toque com a mão para ele continuar sentado sem que a Dani visse.
— Vamos voltar pro salão? A Dani falou.
— Vai indo que vamos já já! Falei quase a empurrando.
Ela me olhou com um sorrisinho e se foi.
Sem perder tempo eu sentei no colo do Diego de frente pra ele e com minhas pernas abertas. Ele só disse:
— Danadinha!
E pegou em minha nuca e me beijou gostoso. Inevitavelmente senti o seu pau dar sinal de vida e me cutucar por baixo, dei uma esfregadinha naquele pinto que pulsava de tesão.
Minha saia folgada cobria as pernas dele e seus olhos ficaram hipnotizados e incrédulos quando discretamente coloquei minha mão por baixo da saia e tirei seu pau pra fora da bermuda e o coloquei roçando a entrada de minha xotinha que estava completamente molhada...
Só então ele percebeu que eu estava sem calcinha e tentou evitar a penetração talvez por medo que alguém percebesse, porém eu fui mais rápida e introduzi seu pinto em minha boceta enquanto dizia:
— Dança comigo amor, adoro esta música!
E rebolei em seu colo e minha fendinha engoliu seu pau e me fez suspirar. Levantei os braços mexendo no ritmo da música fingindo dançar, e na levada da melodia eu dava umas cavalgadinhas sentido as estocadas bem no fundo... Ah! Queria soltar um gemido gostoso, mas tive que me conter para não chamar mais ainda a atenção.
Quase ao final da música veio meu orgasmo e gozei muuuiito. Quando senti que o gato chegou ao gozo enchendo a minha grutinha com seu mel... Ahaa! Estremeci de prazer e gozamos muito e juntinhos até aquele pau parar de pulsar em minha boceta.
Já era outra música quando ele tirou de dentro e escondeu rapidão seu pinto meladinho dentro da sua bermuda. Levantei para ir ao banheiro. Aff! Estava toda melada com o líquido viscoso escorrendo pelas minhas coxas.
Tinha umas mulheres batendo papo no banheiro e o reservado que usei antes estava ocupado, entrei em outro e quando sai as mulheres continuavam no papo e o reservado ocupado. Resultado... Perdi mais uma calcinha. Normal, já estava ficando acostumada.
Voltei para o Diego e notei que um casal da mesa ao lado me olhava com reprovação, e outros ainda tentando entender o que tinha acontecido.
— Você é muito doida Mila, curti muito, mas vamos sair fora! Disse o gato.
Depois de um beijão voltamos a dançar mais um pouquinho, mas logo fomos embora.
Nós não tivemos outra oportunidade naqueles dias de carnaval, quem sabe no próximo.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

Transando Com Pai e Filho

Faz duas semanas que o pai do Fabinho quase me comeu aqui em sua casa, e cá estou novamente, hoje é sábado e foi a primeira vez que dormi aqui... Ou quase dormi. 
Eu vou morar em Brotas e decidi terminar com o Fabinho. Meu caso com o Fabinho era só de namoro por gratidão mesmo, nunca transamos, teve um lance que tomamos banho juntos e nos esfregamos nus e ensaboadas e ainda chupei seu pau, mas não houve penetração, eu não quis por alguns motivos não importantes.
Vou terminar na segunda-feira, hoje eu decidi transar gostoso com ele, pois não era justo eu não retribuir o carinho e o monte de presentes.
Ontem a noite durante o jantar, a mãe do Fabinho disse que eu poderia dormir no quarto dele, ele dormiria no sofá da sala, eu insisti pra dormir no sofá... E fiquei com o sofá.
Era meia-noite e eu já havia administrado vários ataques do meu sogro quando enfim todos foram dormir.
Fiquei ouvindo a Kiss FM no meu Ipod, rock me mantém ativa, não queria dormir, pois eu iria até o quarto do Fabinho depois que sentisse que era seguro.
Era 1h da manhã, faz quase uma hora que está o maior silêncio na casa, iria atacar o Fabinho agora, já tinha acostumado a vista com a pouca luz que vinha através da janela.
Fui descalça de mansinho, as portas dos dois quartos estavam fechadas, parei ao lado da porta do casal e colei o ouvido... Nada de som, beleza. Fui até o quarto do Fabinho abri a porta devagar entrei e fechei novamente, o Fabinho dorme com uma luz fraquinha acesa em um quebra luz, ele não gosta do escuro total, eu também não.
Ele dormia gostoso, tirei meu conjuntinho de dormir e deitei me acomodando de mansinho embaixo do lençol por detrás dele, o danado não acordou.
Acariciei seu pau por cima do short e falei baixinho em seu ouvido: — acorda amor!
Ele acordou surpreso e assustado...
— Mila, você pirou, o que está fazendo aqui?
— Vim pra nossa noite de amor, quero ser sua hoje, eu já estou pronta!
— Se minha mãe pega a gente vai ficar puta de raiva!
— Então não vamos fazer barulho, depois eu volto pra sala e ela não fica sabendo de nada!
Eu já estava cheia daquele papo, puxei o lençol e joguei pro lado, subi em cima dele e o beijei bem safada, fui descendo e beijando seu corpo até chegar a seu pau, puxei sua cueca até tirá-la e a joguei no chão. — Você é doida Mila! Ele falou.
Eu já estava com seu pau em minha boca chupando bem gostoso. Brinquei bastante com aquele cacete novinho, ele só ali deitado bem passivo.
Depois eu deitei ao seu lado com as perninhas abertas oferecendo minha xoxota pra ele... — Vem amor, sou todinha sua! Falei.
Eu queria é ser chupada também, mas ele veio por cima de mim, ajeitou seu pau em minha boceta e enfiou até o talo.
Tudo bem, não estava ruim, beijei-o na boca enquanto estávamos naquele gostoso papai e mamãe... Ele até que é bem gostosinho eu já estava quase gozando quando senti que ele também ia gozar, eu mexi mais rápido e apertava ele forte dizendo baixinho: — Mais forte amor, vou gozar! E gozei murmurando um...
— Ahaaaa que gostoso! Ao mesmo tempo em que ele gozava me enchendo de porra... E mais porra. Ele foi diminuindo os movimentos e quando tirou de dentro de mim, seu pau estava molinho e pingando.
— Pega algo pra eu me enxugar amor! Falei.
Ele me deu um papel higiênico, me limpei ele já estava se vestindo e falou: — Vai agora Mila, por favor, se minha mãe fica sabendo ela proíbe você de vir aqui!
— Já estou indo amor, fica frio! Vesti a roupa e sai, não demonstrei o quanto puta de raiva eu estava, como é cagão este Fabinho. Na verdade eu já sabia que seria mais ou menos assim, fiz minha parte, missão cumprida.
Fui pra sala, não me arriscaria ir ao banheiro agora eliminar o resto de porra que tinha em minha xoxota, iria fazer muito barulho.
... Eu estava deitada e tinha perdido o sono, pensava no que faria nos próximos dias. Tive vontade de comer algo, pois comi pouco na janta, fui sorrateira até a cozinha assaltar a geladeira, estava com a bunda empinada pegando um danete caseiro, quando senti uma encoxada e mãos me pegando os seios, eu ia gritar, mas ele foi mais rápido tampando minha boca e falando: — Calma lindinha sou eu! Era o pai do Fabinho.
Quando ele tirou a mão da minha boca eu virei e falei baixinho: — Você de novo seu tarado!
— Desde aquele dia amorzinho, eu bato uma punheta todo dia pensando na minha virgenzinha! Hoje a gente pode foder gostoso e prometo te fazer mulher sem te machucar! Ele falava baixo também.
— Nossa, você é muito safado, não tem medo que sua mulher pegue a gente?
— Por você eu corro qualquer risco lindinha! Vem, vamos pra sala.
O doido me pegou no colo, eu fingi resistir tentando me soltar, aquilo me deixava cada vez mais com tesão e molhadinha.
— Me larga seu tarado, eu vou gritar!
— Calma, vou ser carinhoso com você lindinha!
Levou-me até o sofá e já foi tirando minha blusa e chupando meus seios feito um animal faminto, foi descendo me lambendo toda, tirou meu shortinho de dormir me deixando peladinha deitada naquele sofá.
Eu tive vontade de rir pensando na surpresa que ele iria ter quando chupasse minha xoxota, ia sentir o gosto da porra do filho dele (haha).
Acho que ele não chupava uma boceta faz tempo, pois não demonstrou ter sentido gosto de porra, chupou e socou a língua bem fundo em minha boceta... Agora eu iria socar ele se parasse e não me comesse, estava bem cadelinha mexendo muito com sua boca e dedo brincando em minha xoxota.
Levantei e falei: — Deixa eu brincar também, deita ai!
Ele deitou e eu chupei seu cacete tipo uma profissional, engolia todinho, lambia das bolas até a cabeça... Eu não aguentava mais, era hora de sentir aquele cacete todinho dentro de mim. Ele leu meu pensamento, me deitou com as perninhas abertas e veio por cima ajeitando seu pau na entrada da minha boceta, sentia um desconforto com aquele cacete enorme forçando meu hímen complacente.
— Nossa lindinha, que delicia esta boceta apertadinha! Eu só fazia gemer baixinho.
E quando ele começou a bombar e deu uma estocada mais forte...
— Ohooooo! Eu murmurei ao sentir seu pau enterrado todinho em minha boceta.
A gente mexia muito naquele papai e mamãe que deve ser especialidade da família (haha).
O tesão era enorme, sentia-me frágil e dominada com aquele homem enorme e pesado em cima de mim, não conseguiria sair dali nem se eu quisesse.
Foram muitas bombadas, muita sacanagem dita, quando ele começou a gozar...
— Ahaaaa amor, mais forte, já quebrou meu cabacinho pode judiar de mim! Falei bem safadinha.
Ele socou mais rápido e eu mexi toda cadelinha e cheguei ao orgasmo já me sentindo toda inundada de porra e ele continuava bombando e gozando...
— Ahaaa você vai me matar de prazer amor! Sussurrei no seu ouvido.
Ele mal conseguia respirar, diminuiu os movimentos, mas eu ainda sentia seus espasmos do gozo. Parou e ficamos quietinhos um tempinho e ele tirou de dentro de mim e desabou ao meu lado. Eu já estava sem ar com aquele peso me amassando, fiquei molinha ali com as perninhas abertas.
Estava quase cochilando quando senti algo molhado em minha bunda, quando olhei, estava escorrendo muita porra da minha xoxota e já tinha molhado o sofá, os lençóis estavam no chão.
— Aff... você deixou um litro aqui dentro, arruma algo pra eu enxugar.
Ele pegou papéis toalha na cozinha. Eu falei: — Preciso ir ao banheiro me limpar!
Ele: — Me deixa ir primeiro! Vai depois que eu estiver no quarto ok?
— Tá bom, vai lá!
Quando ele estava no banheiro, eu ainda peladinha esfregava o sofá pra não ficar mancha, eu ouvi a porta de um dos quartos abrindo, rapidão joguei um lençol sobre o sofá e deitei me cobrindo com o outro.
Ouvia os passos de alguém que parou na porta da sala, eu fingia que dormia, depois seguiu na direção da cozinha, pelo barulho, bebeu água e depois voltou em direção ao quarto, de canto de olho notei que era a mãe do Fabinho.
Fiquei quietinha ali, acabei dormindo, quando acordei já era dia, ainda estava nuinha, vesti minha roupa e enfim fui ao banheiro.
Aquele foi o último dia em que estive na casa do Fabinho, pouco depois do café eu fui pra minha casa.
Na segunda-feira eu terminaria o namoro e no mês seguinte voltaria a morar com meus avôs em Brotas.


Beijos queridos amigos, até a próxima!

Assediada Pelo Meu Sogro

Quando tocou o sinal de saída no colégio naquela sexta-feira, meu humor melhorou muito, já que não precisaria acordar cedo no dia seguinte.
Fui com o Fabinho (meu namorado) para a casa dele. Já havia combinado com minha mãe que ela me pegaria lá naquela noite, depois que ela fechasse a loja.
Provavelmente teria que administrar os assédios e investidas do meu sogro, mais uma vez , só não sei até quando conseguiria evitá-lo. Será que eu queria mesmo evitá-lo?
Mais tarde, quando já era noite, a mãe do Fabinho chamou a gente para jantar, eu recusei, pois o lanche da tarde me deixou sem fome, comeria algo em minha casa mais tarde. Pedi para usar o PC do Fabinho enquanto eles jantavam.
Ao entrar no Skype um amigo de São Paulo que teclava comigo há tempos estava online. Antes de ter a minha cam confiscada por minha mãe, me despi online pra ele várias vezes.
O safado adorava exibir seu membro; admito que é bem gostoso de ver, principalmente nas vezes em que ele se masturbou e gozou, eu também chegava ao clímax tocando o meu sexo.
Meu amigo enviou uma mensagem ao notar que eu estava online.
— Oi princesa, morrendo de saudades de você, vejo que conseguiu outra cam.
— Ainda não consegui, estou na casa de um amigo e usando o a cam dele.
— Mas e ai... Vai rolar pelo menos um pouquinho desse corpinho lindo? — ele perguntou todo animadinho.
— Só se for rapidão. Ele volta logo. Mostra um pouquinho de você, também estou com saudades.
Ele desceu as calças e exibiu seu pênis que já crescia em sua mão enquanto ele acariciava.
Nós tínhamos uma sintonia, além de confiança mútua. Desci as alças do meu vestido e exibi meus seios. Totalmente no clima e com seu jeito safado e persuasivo de falar, pediu para eu mostrar minha xoxota. Falei que não era boa ideia, poderia chegar alguém no quarto a qualquer momento. Ele insistiu e eu já estava morrendo de tesão e também no clima admirando aquele pinto lindo e durão.
Bancando a doida e sem noção fiquei em pé, desci minha calcinha até os joelhos e levantei meu vestido.
— Uau gata! Você está ainda mais linda e gostosa... Chega mais perto pra eu ver esta bocetinha linda de pertinho.
Cheguei pertinho da cam e ele também exibiu seu pênis todo orgulhoso, deu até vontade de esfregar a xoxota na tela. Tirei totalmente a minha calcinha e levantei uma perna apoiando na mesinha do PC. Com minha boceta quase colada na cam eu a massageei  e enfiei um dedo tocando meu grelo. Ele aumentou o ritmo de sua punheta.
Estava doida por sexo, há vários dias que não transava. Fiquei louca de vontade quando o vi ejaculando. Geeente! Fiquei ensopadinha, porém tive que abortar o papo.
— Tem gente chegando — alertei com pavor. Assustei-me com a voz do pai do Fabinho que acabara de chegar. Sai do Skype dizendo: — Sujou,  beijos tchau.
Arrumei o vestido rapidão e ouvi a voz do homem chegando na porta do quarto.
— Vou por uma bermuda e o chinelo amor, pode fazer meu prato — ele falava com a mulher.
Quando ele me viu no quarto do Fabinho o tarado se animou todo e foi entrando dizendo:
— Oi amorzinho, que surpresa agradável.
Eu não dei atenção a ele e discretamente escondi a minha calcinha,  que estava sobre a mesinha, colocando um caderno sobre ela. O safado veio por detrás de mim como uma ave de rapina. Consegui virar a tempo antes dele colar em mim, mesmo assim fiquei presa entre ele e a mesinha.
— Boa noite meu sogro — falei na esperança de deixar claro qual era nossa relação.
Foi inútil, ele só me vê como um pedaço de carne. O sem noção grudou em meu corpo, foi com as mãos por trás de mim me abraçando e me amassando:
— Que corpinho gostoso.
— Me larga seu tarado, o pessoal tá ai do lado.
— Eles estão ocupados comendo — retrucou já acariciando minhas costas e descendo as mãos até minha bunda.
Eu o empurrava, mas ele é grandão e muito pesado, e o pior... Eu começava a gostar daquilo, a porra da adrenalina aumentou meu tesão que já estava a mil.
Quando ele enfiou as mãos levantando meu vestido e tocou a minha bunda nua, o homem ficou doidão.
— Nossa! Que bundinha lisinha e macia — você não usa calcinha minha lindinha?
Eu nem sabia o que responder, já estava toda umedecida. Perdi totalmente a noção do perigo quando senti seu dedo tocando minha vagina.
— Paraaa! Eu murmurava.
Ele forçou o dedo mais no fundo e meteu aquela boca molhada e barba por fazer em meu pescoço e se esfregando em mim.
— Para seu idiota! — eles vão pegar a gente.
Ele me fez virar e curvar dobrar o corpo ficando com o troco sobre a mesinha. O maluco mais que ligeiro abaixou e meteu a língua lambendo e chupando da minha boceta ao meu reguinho. Claro que eu já estava com uma overdose de adrenalina e não resistia mais. Naquela altura eu nem sabia onde estava. Queria gemer gostoso, mas segurei, curti aquela língua safada e gozei rebolando em sua boca... Ahh! O homem me sugou todinha e tive que abafar com a mão um gemidinho de prazer.
Quando ele levantou eu virei olhando brava pra ele.
— Você é bem filho da puta, mas eu amei — murmurei com carinha de safada.
Ele me assustou ao agarrar-me pela cintura e colocar-me sentada na mesinha. Abriu e desceu suas calças em tempo recorde. Eu ia descer e sair correndo dali, pois iria dar merda com toda certeza. No entanto, quando vi aquele pênis duro e grosso como um cassetete vindo em minha direção, pensei... "Ah, quero mais que se foda!"
Joguei o tronco para trás e levantei minhas pernas dobradas e abertas, ele ajeitou seu órgão na minha fendinha molhadinha e começou a introduzir fazendo meus olhos revirarem com o tesão que senti. Quando o tarado sentiu dificuldade para ultrapassar meu hímen complacente ele perguntou incrédulo:
— Meu Deus! — você ainda é virgem anjinho?
Eu com a maior cara de pau e louca de tesão respondi:
— Sou, mas não para, por favor, me faz mulher!
O homem pirou de vez, segurou em minha cintura levantando meus quadris. A pegada seria forte, sentia a invasão do seu pau que ia fundo... Porém foi quando a mãe do Fabinho gritou lá da cozinha:
— Seu prato está na mesa amor.
"Que merda!" Pensei. Ele também falou um palavrão quando tirou de dentro dizendo:
— Não aguento mais, você me enlouqueceu de vez menina — diz o que você quer pra gente se encontrar longe daqui.
— É ruim hem! Não sou sua periguete de programa.
— Não quis ofender anjo — a gente conversa melhor depois.
Ele saiu do quarto. Pensei comigo: "Não deixaria isso acontecer de novo". Em meu íntimo eu não tinha tanta certeza que não deixaria acontecer novamente.
Vesti minha calcinha e fui pra sala assistir a novela.


Beijos amigos, até a próxima!

Fotos e Sexo na Praia

Curtia as férias de fim de ano com minha mãe e meu padrasto (na época, ele era apenas namorado dela). O local era um hotel em uma praia paradisíaca (Pipa - RN).
Depois do almoço minha mãe foi tirar um... "Cochilo" com o namorado. Eu falei que iria caminhar um pouco.
Indecisa para que lado ir percorri com a vista toda a extensão da praia admirando a paisagem. Um homem despertou a minha atenção. A princípio por ser atraente e parecer interessante e, posteriormente, pelo seu equipamento. Calma gente, era um equipamento Fotográfico. Ele portava uma câmera profissional e fotografava as falésias.
Uma delicinha o gato: bonito, saudável, caucasiano queimado pelo sol e cabelos claros. Saberia depois que tinha 31 anos e seu nome era Roger.
Fui me aproximando, evidente que atraída pelo gato, se bem que eu também sou uma apaixonada por fotografia, seja fotografando ou brincando de top model.
— Linda a sua câmera — comentei ao chegar pertinho.
Muito receptivo ele agradeceu e perguntou se eu também gostava de fotografar.
— Eu adoro, mas sou vaidosa, prefiro bancar a modelo e ficar na frente da câmera.
Seu sorriso gostoso deixou-me animada e bem à vontade. Quis saber se fotografava apenas por hobby, ele explicou que faz trabalhos em fotos para uma empresa que dá assessoria a uma rede internacional de hotéis.

— Posso fotografar você para embelezar meu trabalho?
Respondi sua pergunta em tom de brincadeira:
— Ah tá! Agora eu entendi tudo.
Ele ria com meu modo de falar e esclareceu que em seu trabalho não havia sensualidade, pois visava atrair o turista e sua família.
— Estava só brincando, bora fazer as fotos, adoro fazer poses.

O começo da sessão de fotos foi ali mesmo com as falésias ao fundo, me divertia fazendo várias poses, caras e boquinhas.
Ele propôs irmos até os rochedos onde a paisagem dava um aspecto mais deserto e naturista, aceitei sem hesitar e fomos caminhando e trocando informações básicas até que chegamos ao local.
Fizemos algumas fotos na areia. A seguir sugeriu que eu subisse nas pedras para que o sol ficasse por detrás de mim e destacasse somente minha silhueta.
Roger me ajudou a subir segurando em minha cintura e me elevando.
Seguiu-se a sessão de fotos, após várias poses, fiz uma graça soltando o laço do top do biquíni e brincando de mostra e esconde. O tirei totalmente fazendo poses de forma sedutora e segurando o paninho sobre meus mamilos. Por fim, deixei meus seios à mostra. O homem clicava sua câmera sem parar desde o início da minha exibição.
Deduzi que ele já tinha fotos suficientes, era hora de descer do rochedo e de fazer o meu charminho:
— Roger, me segura? Estou com medo de cair.
Ele guardou a câmera e entrou na água que ficou na altura das suas canelas, pegou-me pela cintura, puxou meu corpo de encontro ao seu e abraçou-me. Passei os braços pelo seu pescoço e com as pernas enlacei sua cintura. Foi inevitável nosso olhar que durou apenas um segundo e o primeiro beijo veio espontaneamente. A seguir, um novo olhar um pouco mais demorado, um sorriso safado e outro beijo. Desta vez foi longo, intenso e de puro desejo de se amar. Acariciei sua nuca enterrando meus dedos em seus cabelos. Ele apertou minha bunda com força impulsionando meu corpo para baixo colocando nossos sexos em contato ainda por cima das nossas roupas. Os nossos movimentos eram os mesmos de uma transa. Fiquei possuída de desejos esfregando meu sexo no dele, dei uma mordidinha em sua orelha e sussurrei em seu ouvido que ele estava judiando de mim e me matando de desejos.
Fiquei em pé e caminhamos até sairmos da água. Ele me conduziu segurando em meus ombros. Alguns metros depois ele deteu a minha marcha e abraçou-me por trás massageando meus seios e causando-me arrepios alojado seu pênis no meu vão traseiro. Sussurrou frases carinhosas, safadas e gostosas de ouvir e a seguir me pegou em seus braços e deitou meu corpo na areia seca. Seu olhar sedutor e hipnotizante nem seria necessário para me dominar, eu já era uma presa fácil e estava completamente entregue quando ele começou a soltar os laços de minha tanga me despindo por inteira. Aninhou sua cabeça entre minhas pernas que foram erguidas e abertas. Fez com que eu gemesse sem pudor sugando meu sexo e remexendo sua língua dentro da minha grutinha. Fiquei toda safada, nem ligava se chamaria a atenção com meus gritinhos, só curtia suas lambidas e toques em meu clitóris.
Ele tirou sua bermuda e exibiu seu membro, não contive meu desejo e o agarrei com as duas mãos, brinquei com minha língua e lábios para depois o engolir e deixá-lo estocar em minha boca. Sem ser grosseiro, Roger soube como me fazer curtir ao máximo aquele oral.
Estava explodindo com o desejo de ser possuída, ele também em me possuir. O gato não judiou mais de mim, esfregou seu pênis em minha vagina e enfiou aos poucos me matando de prazer. Meu gemido aumentava o volume a cada centímetro que me invadia. Quando deslizou tudo pra dentro eu quase pirei de prazer. Suas estocadas gostosas somadas ao ambiente naturista me levaram ao paraíso.

Curti alucinada aquele homem e, naquele momento, para mim só existia o barulho do mar, a brisa marinha e seu sexo golpeando o meu.

Após infinitos gemidos e gritinhos fui presenteada com o clímax. O gato ao ver-me completamente extasiada segurou firme em minhas coxas aumentando a intensidade de suas investidas. Remexi no seu ritmo gritando bem vadia e fui acompanhada por seus urros o sentindo esguichar dentro de mim. Seguiram-se outros jatos do seu mel me inundando todinha... Ahh! Além da emoção do momento, curti cada detalhe: o cheiro do mar, o calor da areia, a brisa marinha, o sêmen morno somado com seu membro preenchendo cada espacinho da minha vagina e o contato do seu corpo no meu. Fui aos céus e quase não volto. Nem a areia foi capaz de incomodar nosso momento de magia.
Ofegante, o gato deslizou seu corpo sobre o meu, nos beijamos com fúria nos mordendo e ficamos abraçados e deitados na areia por alguns minutos. Até que caiu a ficha que estávamos em um lugar deserto, mas em uma praia pública.
Ainda pelados fomos dar um mergulho e tirar a areia do corpo. Saímos abraçados depois de uma brincadeira rápida naquela delicia de água.
— Vamos voltar? — sugeri enquanto nos vestíamos.
Voltamos em direção ao hotel. No caminho ele pouco falou e eu quase nada disse. Depois do nosso primeiro beijo que aconteceu lá atrás, seguido do complemento avassalador, nada mais precisava ser dito, nossa química e cumplicidade nos bastavam.
Trocamos telefone e e-mail pra ele enviar cópias das fotos para mim. Nossa despedida foi próximo ao hotel, cada um indo para um lado. Por várias vezes olhamos para trás até nos perdermos de vista.

Fim

Beijos queridos amigos, até a próxima!



 

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